{"id":10271,"date":"2025-06-27T08:33:48","date_gmt":"2025-06-27T11:33:48","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=10271"},"modified":"2025-06-27T08:33:48","modified_gmt":"2025-06-27T11:33:48","slug":"e-tarefa-da-imprensa-explicar-aos-turistas-que-os-perigos-nao-tiram-ferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2025\/06\/27\/e-tarefa-da-imprensa-explicar-aos-turistas-que-os-perigos-nao-tiram-ferias\/","title":{"rendered":"\u00c9 tarefa da imprensa explicar aos turistas que os perigos n\u00e3o tiram f\u00e9rias"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"290\" height=\"174\" data-attachment-id=\"10272\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2025\/06\/27\/e-tarefa-da-imprensa-explicar-aos-turistas-que-os-perigos-nao-tiram-ferias\/quedabalaosc5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/quedabalaosc5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"290,174\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"quedabal\u00e3osc5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/quedabalaosc5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/quedabalaosc5000.jpeg?resize=290%2C174&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-10272\" style=\"width:597px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Educa\u00e7\u00e3o do turista \u00e9 uma responsabilidade\u00a0dos\u00a0jornalistas Foto: EBC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Dei-me conta no \u00faltimo s\u00e1bado (21) que n\u00f3s jornalistas esquecemos de refor\u00e7ar o aviso aos turistas de aventura de que, nas viagens de f\u00e9rias, continua existindo o perigo de sair alguma coisa errada que pode terminar em trag\u00e9dia. Como aconteceu com os 20 passageiros de um bal\u00e3o de ar quente nos c\u00e9us de Praia Grande, cidade catarinense famosa pelos seus c\u00e2nions. Pilotado por Elvez de Bem Cresc\u00eancio, o bal\u00e3o fazia um voo programado para durar 45 minutos sob condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ideais, c\u00e9u limpo, aus\u00eancia de ventos e temperatura de 13\u00baC. Um acidente a bordo com um ma\u00e7arico acabou provocando um inc\u00eandio que resultou em oito mortos e 13 feridos, segundo relato da Pol\u00edcia Civil. No mesmo dia, a turista brasileira Juliana Marins, 24 anos, fazia parte de um grupo que subia a perigosa encosta do vulc\u00e3o Rinjani, na Indon\u00e9sia, pa\u00eds formado por dezenas de ilhas vulc\u00e2nicas no Sudeste Asi\u00e1tico. Ela despencou de uma altura de 400 metros. Houve problemas no resgate e Juliana agonizou tr\u00eas dias sem \u00e1gua, comida e roupa adequada para o frio. O seu corpo foi resgatado na quarta-feira (26). Sobre os dois acidentes h\u00e1 uma enormidade de mat\u00e9rias dispon\u00edveis na internet. E a cobertura da imprensa di\u00e1ria tem sido intensa e muito completa. Por isso vou focar a nossa conversa na quest\u00e3o da especializa\u00e7\u00e3o das reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Para come\u00e7o de conversa, julgo necess\u00e1rio dizer o seguinte. Sempre defendi que o rep\u00f3rter deve se especializar em algum assunto para se tornar refer\u00eancia naquele tema. Em 1979, quando entrei na reda\u00e7\u00e3o, tratei de me especializar em tr\u00eas assuntos: conflitos agr\u00e1rios, povoamento das fronteiras agr\u00edcolas e crime organizado nas regi\u00f5es fronteiri\u00e7as do Brasil com pa\u00edses vizinhos. Mas tamb\u00e9m sempre defendi que o jornalista tem o dever de entender de tudo um pouco para evitar surpresas. Trocando em mi\u00fados, devemos estar atentos a tudo que acontece ao nosso redor. Lembro aos colegas que na d\u00e9cada de 90, em v\u00e1rias partes do mundo, principalmente no Egito e regi\u00e3o, era comum terroristas tomarem turistas como ref\u00e9ns. E tamb\u00e9m colocar bombas em \u00f4nibus de turismo. Sobre esse assunto, podem ser encontradas dezenas de reportagens na internet. Nos dias atuais s\u00e3o raros os casos envolvendo turistas como v\u00edtimas de terrorismo. Em todos os cantos do mundo, em particular no Brasil, a ind\u00fastria do turismo evoluiu e profissionalizou-se. Esta profissionaliza\u00e7\u00e3o se refletiu nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais, que come\u00e7aram a montar estruturas especiais para cuidar do setor. Hoje h\u00e1 rep\u00f3rteres, editores e outros profissionais nos jornais que entendem do assunto. A cobertura \u00e9 focada em fiscalizar se as operadoras de turismo cumprem o que foi acordado com o cliente, na qualidade dos servi\u00e7os prestados pelos hot\u00e9is, restaurantes, transporte e com\u00e9rcios especializados e na quest\u00e3o da seguran\u00e7a, alertando, por exemplo, os turistas a evitarem \u00e1reas das cidades com problemas de assalto. A ind\u00fastria do turismo pode ser dividida em aventura, consumo, cultural, eventos, estudos, esportiva, ecoturismo e gastron\u00f4mica. Cada uma tem as suas particularidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Os assuntos de turismo nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais hoje s\u00e3o tratados pela editoria especializada. O resto da reda\u00e7\u00e3o n\u00e3o se envolve. Antes de seguir a nossa conversa, vou contar uma hist\u00f3ria por julg\u00e1-la relevante para o que estamos tratando. Alguns anos atr\u00e1s, comprei um pacote de turismo para visitar uma regi\u00e3o no Mato Grosso do Sul. L\u00e1, descobri que estava inclu\u00edda no pacote uma atividade que exigia ficar flutuando na \u00e1gua vestindo um traje especial para visualizar os cardumes de peixe. Antes, houve um treinamento de meia hora em uma piscina. Fiz o treinamento e me pareceu ser f\u00e1cil. Por\u00e9m, na hora de fazer a flutua\u00e7\u00e3o no rio, a correnteza come\u00e7ou a me arrastar. Eu n\u00e3o sei nadar e nunca fiz quest\u00e3o de aprender. Entrei em p\u00e2nico, mas consegui voltar para o barco, onde fui acalmado pelo guia tur\u00edstico. Retornando a nossa conversa, eu pergunto. O cara que vendeu o pacote n\u00e3o tinha obriga\u00e7\u00e3o de me avisar que o treinamento para a flutua\u00e7\u00e3o seria feito em uma piscina, onde n\u00e3o existe a correnteza do rio? N\u00e3o me disseram nada sobre a hist\u00f3ria da correnteza. Contaram da seguran\u00e7a que teria para fazer a atividade. Da seriedade da empresa contratada. Das belezas do local. Se tivessem falado da correnteza n\u00e3o teria entrado no pacote. O fato de a empresa n\u00e3o ter informado faz parte do jogo. Quem deveria ter me alertado eram os notici\u00e1rios. Pergunto o seguinte: as 20 pessoas que entraram no bal\u00e3o de ar quente foram avisadas de que, apesar de todo o sistema de seguran\u00e7a, permanecia o risco de alguma coisa sair errada? Duvido. Sou rep\u00f3rter e tenho um curr\u00edculo bem nutrido. Fiquei surpreso ao saber que existia bal\u00e3o de ar quente que transportava 20 pessoas. At\u00e9 ent\u00e3o pensava que eram no m\u00e1ximo meia d\u00fazia. Nestes voos recreativos, os bal\u00f5es sobem de 300 a 900 metros. Se acontecer algum imprevisto l\u00e1 em cima, como faz? Sobre Juliana, a turista brasileira que despencou de uma trilha subindo a encosta do vulc\u00e3o Rinjani, algu\u00e9m a avisou que o turismo de aventura fora do Brasil exige que se tome algumas provid\u00eancias antes de viajar para o caso de ocorrer alguma emerg\u00eancia? Fiz uma pesquisa sobre os tipos de mat\u00e9rias que publicamos a respeito de turismo. S\u00e3o basicamente reportagens de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o e descri\u00e7\u00e3o das belezas, da culin\u00e1ria e das festas nos locais visitados.<\/p>\n\n\n\n<p>Arrematando a nossa conversa. A ind\u00fastria do turismo tem um tremendo peso na economia mundial. Tornou-se uma atividade muito importante para ser tratada nas reda\u00e7\u00f5es apenas pelos jornalistas especializados no setor. Todos os setores da reda\u00e7\u00e3o precisam come\u00e7ar a pensar no assunto, especialmente o pessoal das editoras de economia, seguran\u00e7a e sa\u00fade. Recomenda\u00e7\u00e3o semelhante fiz sobre a cobertura do futebol no post da \u00faltima sexta-feira (20)\u00a0<em>\u201cPapo reto\u201d entre Ancelotti e os jogadores coloca o Brasil com a m\u00e3o na ta\u00e7a?<\/em>\u00a0Temos que come\u00e7ar a pautar mat\u00e9rias que expliquem aos turistas que o fato deles estarem em f\u00e9rias n\u00e3o significa que tenham se tornado imortais. Muito pelo contr\u00e1rio. Os riscos que cercam os seus passeios permanecem ativos. Apesar de toda a parafern\u00e1lia de seguran\u00e7a que as empresas erguem ao redor dos seus clientes, imprevistos acontecem. A tarefa de educar, alertar e explicar as coisas \u00e9 da imprensa desde que o mundo \u00e9 mundo. Sou um velho rep\u00f3rter estradeiro, 75 anos, n\u00e3o sou inocente e sei que as reda\u00e7\u00f5es foram desmontadas para as empresas sobreviverem \u00e0 nova realidade econ\u00f4mica imposta ao setor pelas redes sociais e outras plataformas de comunica\u00e7\u00e3o. Especialistas t\u00eam recomendado que uma das maneiras da imprensa tradicional enfrentar esta nova realidade \u00e9 continuar relevante. Esta quest\u00e3o \u00e9 relevante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dei-me conta no \u00faltimo s\u00e1bado (21) que n\u00f3s jornalistas esquecemos de refor\u00e7ar o aviso aos turistas de aventura de que, nas viagens de f\u00e9rias, continua existindo o perigo de sair alguma coisa errada que pode terminar em trag\u00e9dia. 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