{"id":11131,"date":"2025-09-19T09:15:26","date_gmt":"2025-09-19T12:15:26","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=11131"},"modified":"2025-09-19T09:15:26","modified_gmt":"2025-09-19T12:15:26","slug":"as-mudancas-que-a-covid-provocou-em-um-dos-pilares-da-cultura-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2025\/09\/19\/as-mudancas-que-a-covid-provocou-em-um-dos-pilares-da-cultura-gaucha\/","title":{"rendered":"As mudan\u00e7as que a Covid provocou em um dos pilares da cultura ga\u00facha"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"168\" data-attachment-id=\"11132\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2025\/09\/19\/as-mudancas-que-a-covid-provocou-em-um-dos-pilares-da-cultura-gaucha\/passandoomate5000-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/passandoomate5000-1.jpeg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"passandoomate5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/passandoomate5000-1.jpeg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/passandoomate5000-1.jpeg?resize=300%2C168&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-11132\" style=\"width:543px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pandemia deixou muitas mudan\u00e7as no modo de vida no Rio\u00a0Grande\u00a0do\u00a0Sul Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A pandemia causada pela Covid-19 (2020 \u2013 2022) mexeu com um costume dos ga\u00fachos que \u00e9 considerado um dos pilares da cultura do Rio Grande do Sul: a roda de chimarr\u00e3o. Ao contr\u00e1rio dos seus vizinhos argentinos e uruguaios, tamb\u00e9m habituais consumidores de bebida, que sorvem o mate utilizando, cada um, a sua pr\u00f3pria cuia e sua pr\u00f3pria garrafa t\u00e9rmica com \u00e1gua quente, os ga\u00fachos t\u00eam como tradi\u00e7\u00e3o matear em uma \u00fanica cuia, que \u00e9 passada de m\u00e3o em m\u00e3o ao redor de um c\u00edrculo de pessoas. Durante a pandemia, os m\u00e9dicos acabaram com essa hist\u00f3ria de compartilhar a cuia de chimarr\u00e3o. A Covid custou a vida de 42 mil pessoas no Rio Grande do Sul, o terceiro estado com maior n\u00famero de \u00f3bitos no Brasil, que por sua vez ocupou o segundo lugar no mundo, com 716 mil mortos. Estes e outros n\u00fameros e informa\u00e7\u00f5es podem ser encontrados no relat\u00f3rio final de 1.180 p\u00e1ginas da Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito do Senado da Covid-19. Conclu\u00edda em outubro de 2021, a CPI da Covid indiciou, por v\u00e1rios crimes, o ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica Jair Bolsonaro (PL), 70 anos, e outras 65 pessoas. \u00c0s v\u00e9speras de completar quatro anos, na quinta-feira (18) o ministro Fl\u00e1vio Dino, 57 anos, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Pol\u00edcia Federal (PF) abrir inqu\u00e9rito para investigar as irregularidades denunciadas no relat\u00f3rio final da CPI da Covid na gest\u00e3o da pandemia pelo governo Bolsonaro.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do terror causado na popula\u00e7\u00e3o pelo negacionismo de Bolsonaro em rela\u00e7\u00e3o ao poder de cont\u00e1gio e mortalidade do v\u00edrus, a pandemia deixou mudan\u00e7as em v\u00e1rios setores do cotidiano da popula\u00e7\u00e3o. A roda de chimarr\u00e3o \u00e9 uma delas. Mas antes de falar sobre a influ\u00eancia da Covid na tradi\u00e7\u00e3o cultural dos ga\u00fachos vamos contextualizar a nossa conversa, como manda o manual do bom jornalismo. Setembro \u00e9 o m\u00eas em que se comemora a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, tamb\u00e9m conhecida como Guerra dos Farrapos, uma rebeli\u00e3o da ent\u00e3o Prov\u00edncia de S\u00e3o Pedro do Rio do Grande do Sul contra o Imp\u00e9rio do Brasil, governado pelo imperador Dom Pedro II (1825 \u2013 1891). O conflito come\u00e7ou em 20 de setembro de 1835. Os ga\u00fachos entraram na luta reclamando contra os impostos e reivindicando maior autonomia. No decorrer dos combates, chegaram a declarar independ\u00eancia, proclamando a Rep\u00fablica Rio-Grandense, tamb\u00e9m conhecida como Rep\u00fablica Piratini. Mas n\u00e3o conseguiram sustentar suas posi\u00e7\u00f5es diante do maior poderio das tropas imperiais e, em 1845, aceitaram assinar o Tratado de Ponche Verde, que reintegrou a prov\u00edncia ao Imp\u00e9rio, colocando fim a uma longa guerra. Terminada a contextualiza\u00e7\u00e3o, vamos seguir a nossa conversa. Todos os anos, entre os dias 7 e 20 de setembro, por todos os cantos do territ\u00f3rio ga\u00facho, acontecem os festejos da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, com muita m\u00fasica, carne assada e homenagens \u00e0s tropas que lutaram contra os imperiais. A intensidade das comemora\u00e7\u00f5es \u00e9 tal que faz parecer que os ga\u00fachos ganharam a guerra. Uma das maiores festividades acontece no Parque Maur\u00edcio Sirotsky Sobrinho, tamb\u00e9m conhecido como Parque na Harmonia, que fica \u00e0s margens do Gua\u00edba, em Porto Alegre. No ano passado, mais de 2 milh\u00f5es de pessoas passaram pelo parque. O ponto alto da festa \u00e9 o desfile a cavalo dos Centros de Tradi\u00e7\u00f5es Ga\u00fachas (CTGs), que \u00e9 realizado no dia 20 de setembro, quando \u00e9 feriado em todos os 497 munic\u00edpios do Rio Grande do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Claro que n\u00e3o tenho n\u00fameros. Mas sou um velho rep\u00f3rter estradeiro treinado para ficar atento \u00e0s novidades. E notei algo diferente nestes festejos farroupilhas: um significativo n\u00famero de pessoas reunidas tomando chimarr\u00e3o \u00e0 moda dos argentinos e uruguaios, ou seja, cada um com a sua cuia individual. No ano passado, viajei por v\u00e1rias por regi\u00f5es do interior ga\u00facho entrevistando pessoas para meu mais recente livro,&nbsp;<em>A hist\u00f3ria esquecida das benzedeiras ga\u00fachas<\/em>. E j\u00e1 tive minha aten\u00e7\u00e3o atra\u00edda para o fato que se popularizava nas rodas de chimarr\u00e3o: o uso da cuia individual. Na \u00e9poca, a hist\u00f3ria me pareceu engra\u00e7ada. No in\u00edcio de uma manh\u00e3, eu estava saindo de S\u00e3o Borja com destino a Porto Alegre e parei \u00e0s margens do Rio Uruguai, que divide o Brasil e a Argentina, para entrevistar uma moradora que tinha benzido os filhos com um afamado benzedor da cidade nos anos 60. Tomei uns dois mates na frente da entrevistada e n\u00e3o ofereci a cuia, como manda a educa\u00e7\u00e3o ga\u00facha. Tinha como costume compartilhar o meu mate com os entrevistados. At\u00e9 porque era uma maneira de facilitar a entrevista. Ao perceber que n\u00e3o tinha compartilhado o chimarr\u00e3o com a entrevistada, eu senti vergonha e lhe pedi desculpas. Mas ela respondeu: \u201cDepois da tal Covid \u00e9 assim, cada um com o seu mate\u201d. Trabalhei em reda\u00e7\u00e3o de 1979 a 2014 e lembro-me que cada editoria tinha a sua cuia de chimarr\u00e3o. A roda de mate n\u00e3o deixou de existir nos festejos farroupilhas. Ela s\u00f3 mudou com a Covid.<\/p>\n\n\n\n<p>A roda de chimarr\u00e3o \u00e9 personagem da literatura e da m\u00fasica ga\u00facha. Sempre foi um s\u00edmbolo de uni\u00e3o. Aprendi isso quando viajei pelos sert\u00f5es brasileiros fazendo o livro&nbsp;<em>O Brasil de Bombachas,&nbsp;<\/em>que conta a saga dos agricultores ga\u00fachos que povoaram o oeste de Santa Catarina e do Paran\u00e1 e depois subiram para os estados do Centro-Oeste e pa\u00edses vizinhos como o Paraguai. Foram eles que plantaram as sementes do que hoje \u00e9 conhecido como agroneg\u00f3cio. Transformei as reportagens em tr\u00eas livros chamados&nbsp;<em>Brasil de Bombachas<\/em>. Claro, al\u00e9m do mate, o que une a gauchada \u00e9 o churrasco e a m\u00fasica. Vasculhei os jornais em busca de informa\u00e7\u00f5es sobre mudan\u00e7as trazidas pela pandemia. Andei dando uma conversada com m\u00e9dicos sobre o assunto. Ouvi de um deles que s\u00e3o muitas as mudan\u00e7as no conv\u00edvio social que acabaram incorporadas \u00e0 rotina das pessoas. Citei a da roda de chimarr\u00e3o por ser uma parte importante da cultura ga\u00facha. Mas creio n\u00e3o ser a \u00fanica. Sugiro aos colegas rep\u00f3rteres vasculharem o dia a dia das pessoas em busca de novos comportamentos que foram trazidos pela pandemia. O assunto \u00e9 de interesse p\u00fablico. E tamb\u00e9m rende deliciosos textos. Contei a hist\u00f3ria de maneira resumida e breve. Mas rende mais. \u00c9 s\u00f3 sair por a\u00ed perguntando aos moradores do interior. Existem 1,6 mil CTGs fora do Rio Grande do Sul, e a maioria deles festeja a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha. Como no territ\u00f3rio ga\u00facho: \u00e9 uma baita festa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia causada pela Covid-19 (2020 \u2013 2022) mexeu com um costume dos ga\u00fachos que \u00e9 considerado um dos pilares da cultura do Rio Grande do Sul: a roda de chimarr\u00e3o. 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