{"id":12854,"date":"2025-12-05T06:34:44","date_gmt":"2025-12-05T09:34:44","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=12854"},"modified":"2025-12-05T06:34:44","modified_gmt":"2025-12-05T09:34:44","slug":"a-revolucao-silenciosa-do-carro-eletrico-no-barulhento-transito-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2025\/12\/05\/a-revolucao-silenciosa-do-carro-eletrico-no-barulhento-transito-brasileiro\/","title":{"rendered":"A revolu\u00e7\u00e3o silenciosa do carro el\u00e9trico no barulhento tr\u00e2nsito brasileiro"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"383\" data-attachment-id=\"12855\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2025\/12\/05\/a-revolucao-silenciosa-do-carro-eletrico-no-barulhento-transito-brasileiro\/image-20\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?fit=1170%2C700&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1170,700\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"image\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?fit=640%2C383&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?resize=640%2C383&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-12855\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/image-1.png?w=1170&amp;ssl=1 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">As novas tecnologias n\u00e3o trazem problemas, mas solu\u00e7\u00f5es Foto: EBC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Sem exagero. Posso dizer que fui atropelado por uma pauta. Vou contar a hist\u00f3ria. Sem correr os olhos para os lados, comecei a atravessar uma daquelas ruazinhas em que passa um carro pela manh\u00e3 e outro \u00e0 tarde, em um recanto de um elegante e arborizado bairro de Porto Alegre (RS). J\u00e1 tinha dado alguns passos quando ouvi uma buzina. Olhei para o lado e me vi no caminho de um carro que avan\u00e7ava em minha dire\u00e7\u00e3o. Apressei o passo e consegui chegar at\u00e9 a cal\u00e7ada. Por ser j\u00e1 um veterano rep\u00f3rter de 75 anos, nos \u00faltimos tempos tomei o cuidado de incluir no meu check up m\u00e9dico rotineiro a ida a uma cl\u00ednica de audi\u00e7\u00e3o para ver como est\u00e3o os meus ouvidos. Pelo que sei, n\u00e3o tenho problemas auditivos. Ent\u00e3o, por que n\u00e3o ouvi o som do motor do carro que se aproximava? Simples, era um carro el\u00e9trico. Ao contr\u00e1rio dos barulhentos ve\u00edculos movidos por motores a combust\u00e3o, cujo ronco pode ser percebido de longe, os carros el\u00e9tricos s\u00e3o quase que totalmente silenciosos. O \u00fanico barulho que se ouve \u00e9 o som dos pneus no asfalto e do vento na lataria.<\/p>\n\n\n\n<p>Claro, n\u00e3o foi a primeira vez que vi um carro el\u00e9trico. Mas foi a vez que \u201ccaiu a ficha\u201d: eu estava diante de uma tecnologia est\u00e1 mudando a nossa maneira de viver. Sou um velho rep\u00f3rter estradeiro, 40 e tantos rondando pelos sert\u00f5es do Brasil em busca de hist\u00f3rias para contar. Na minha adolesc\u00eancia, nas d\u00e9cadas de 60 e 70, o nosso interesse era por motores enormes, barulhentos, potentes e beber\u00f5es de combust\u00edvel. Vivi o auge da produ\u00e7\u00e3o dos roteiristas de Hollywood de filmes sobre velocidade, estradas e motores. Lembro-me que, nos anos 90, a minha gera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m viveu uma experi\u00eancia muito interessante, que foi a chegada dos computadores. Nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais, a troca das velhas m\u00e1quinas de escrever pelos terminais foi esquisita. De uma hora para outra, desapareceu o matraquear ruidoso dos teclados, deixando atr\u00e1s de si um sil\u00eancio estranho. Os colegas rep\u00f3rteres que n\u00e3o se deram conta de que os terminais n\u00e3o eram simples substitutos das m\u00e1quinas de escrever, mas um portal que se abria e nos ligaria a um mundo que estava nascendo com a internet, tiveram s\u00e9rios problemas. Muitas garrafas foram esvaziadas nas mesas dos botecos em debates intermin\u00e1veis sobre a chegada da \u201ctal da internet\u201d \u00e0s reda\u00e7\u00f5es. Entre os rep\u00f3rteres, a nossa maior preocupa\u00e7\u00e3o era que o editor poderia cortar as mat\u00e9rias sem deixar pistas. Bom. Voltando a nossa conversa sobre os carros el\u00e9tricos e fazendo uma contextualiza\u00e7\u00e3o, como manda o manual do bom jornalismo. Os n\u00fameros dispon\u00edveis sobre a quantidade de carros el\u00e9tricos e h\u00edbridos (eletricidade e combust\u00edvel) circulando no mundo n\u00e3o s\u00e3o confi\u00e1veis devido a acelerada velocidade com que surgem novas f\u00e1bricas. Depois do meu quase atropelamento, sai por Porto Alegre a conversar com as pessoas sobre o carro el\u00e9trico. Falei com muita gente e descobri que n\u00e3o fui o \u00fanico a atravessar uma rua na frente de um carro el\u00e9trico por n\u00e3o o ter escutado se aproximando. Um senhor, na fila do caixa de um supermercado, me contou que seu vizinho de apartamento tinha comprado um ve\u00edculo el\u00e9trico e que sa\u00eda da garagem do edif\u00edcio buzinando para alertar as pessoas da sua presen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Nunca tinha entrado em um carro el\u00e9trico. Chamei um pelo aplicativo. Senti-me como um dinossauro dentro de uma espa\u00e7onave. E contei a minha hist\u00f3ria do quase atropelamento para o motorista, homem de meia-idade que trabalha h\u00e1 mais de cinco anos com aplicativo. Ele comentou o seguinte: \u201cEstou com este carro h\u00e1 meio ano. E a primeira coisa que percebi foi que as pessoas n\u00e3o ouvem quando o carro se aproxima e atravessavam na frente. Da\u00ed comecei a ficar ainda mais atento aos movimentos dos pedestres\u201d. Acrescentou que tamb\u00e9m precisou se acostumar com o sil\u00eancio dentro do carro quando o r\u00e1dio est\u00e1 desligado. Estive em revendas de carros el\u00e9tricos e conversei com os vendedores. Ouvi deles que os compradores s\u00e3o orientados sobre as particularidades do ve\u00edculo. O fato \u00e9 o seguinte. A tecnologia do carro el\u00e9trico \u00e9 t\u00e3o antiga, ou mais, que a dos ve\u00edculos a combust\u00e3o. Come\u00e7o a explicar com um conhecimento que est\u00e1 dispon\u00edvel na internet. Em 1899, o primeiro carro el\u00e9trico ultrapassou os 100 km\/h, em Paris, Fran\u00e7a. Em 1900, 28% dos ve\u00edculos produzidos nos Estados Unidos eram el\u00e9tricos. A decad\u00eancia dos el\u00e9tricos aconteceu quando Henry Ford (1863 \u2013 1947) inventou a linha de montagem e derrubou os custos da fabrica\u00e7\u00e3o dos carros a combust\u00e3o. Nos dias atuais, o carro el\u00e9trico ressuscitou em um ambiente totalmente diferente do final do s\u00e9culo 19. Reapareceu como uma das solu\u00e7\u00f5es para diminuir a emiss\u00e3o de gases do efeito estufa que est\u00e1 colocando em risco o mundo como o conhecemos. Como mostram os documentos gerados nos debates que aconteceram na 30\u00aa Confer\u00eancia do Clima da ONU (COP30), em novembro, em Bel\u00e9m (PA), no meio da Floresta Amaz\u00f4nica. Na ocasi\u00e3o, publiquei o post&nbsp;<em>A imprensa e a trajet\u00f3ria das pautas ambientais nas reda\u00e7\u00f5es<\/em>. Por tudo que tenho lido sobre o futuro dos carros, \u00f4nibus e outros ve\u00edculos el\u00e9tricos, eles devem se tornar maioria nas grandes cidades. O que podemos notar na cobertura da imprensa sobre o assunto \u00e9 que temos focado as nossas mat\u00e9rias mais na quest\u00e3o da tecnologia e dos custos. Defendo que \u00e9 necess\u00e1rio os jornais prestarem mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as de comportamento que esses ve\u00edculos exigem dos moradores das cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o vou terminar a nossa conversa sem explicar para os leitores que n\u00e3o s\u00e3o jornalistas o que \u00e9 uma pauta nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais. Trata-se de um roteiro para orientar o rep\u00f3rter sobre as perguntas que ele dever\u00e1 responder na mat\u00e9ria que ir\u00e1 produzir (textos, v\u00eddeos, fotos) sobre o assunto que vai cobrir. A maioria das pautas resulta do pr\u00f3prio notici\u00e1rio do dia. Mas muitas vezes o rep\u00f3rter trope\u00e7a em uma pauta caminhando pela rua. Geralmente, essas s\u00e3o as melhores. Foi o que me aconteceu com a hist\u00f3ria de atravessar a rua na frente de um carro el\u00e9trico. A minha op\u00e7\u00e3o de falar sobre o assunto n\u00e3o foi a de discutir se \u00e9 necess\u00e1rio pendurar um sino nos ve\u00edculos el\u00e9tricos para que sejam notados pelos pedestres. O sil\u00eancio do carro el\u00e9trico \u00e9 um avan\u00e7o tecnol\u00f3gico. N\u00e3o um defeito.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sem exagero. Posso dizer que fui atropelado por uma pauta. Vou contar a hist\u00f3ria. Sem correr os olhos para os lados, comecei a atravessar uma daquelas ruazinhas em que passa um carro pela manh\u00e3 e outro \u00e0 tarde, em um recanto de um elegante e arborizado bairro de Porto Alegre (RS). 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