{"id":1308,"date":"2018-04-02T16:59:41","date_gmt":"2018-04-02T19:59:41","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1308"},"modified":"2018-04-04T01:16:50","modified_gmt":"2018-04-04T04:16:50","slug":"reporteres-voces-lembram-do-gillette-press","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/04\/02\/reporteres-voces-lembram-do-gillette-press\/","title":{"rendered":"Rep\u00f3rteres, voc\u00eas lembram do \u201cGillette Press\u201d?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1309\" aria-describedby=\"caption-attachment-1309\" style=\"width: 547px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/imprensa1.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1309\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/04\/02\/reporteres-voces-lembram-do-gillette-press\/imprensa1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/imprensa1.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"275,183\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"imprensa1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/imprensa1.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-1309\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/imprensa1.jpg?resize=547%2C364\" alt=\"\" width=\"547\" height=\"364\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1309\" class=\"wp-caption-text\">Nos tempos das m\u00e1quinas de escrever o rep\u00f3rter gillette press se consolidou nas reda\u00e7\u00f5es. Foto: divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos tempos rom\u00e2nticos do jornalismo, existia uma express\u00e3o nas reda\u00e7\u00f5es que todo o rep\u00f3rter fugia dela: \u201cGillette Press\u201d. N\u00e3o tem nada a ver com o l\u00e2mina de barbear patenteada pelo empres\u00e1rio norte-americano King Camp Gillette (1855 a 1932). A express\u00e3o era usada, de maneira pejorativa, para dizer que o rep\u00f3rter era um copiador de not\u00edcias alheias. Ele recortava o texto de um jornal, ou um livro, e o colocava em uma folha de papel que era conhecida como lauda \u2013 que era usada fazer a mat\u00e9ria nos tempos das barulhentas m\u00e1quinas de escrever. Hoje, na era dos computadores, o Gillette Press \u00e9 conhecido nas reda\u00e7\u00f5es como Ctrl+C e Ctrl+V, que s\u00e3o teclas usadas para copiar informa\u00e7\u00f5es alheias publicadas em sites, blogs e jornais.\u00a0Ctrl+C e Ctrl+V \u00e9, igualmente, uma maneira pejorativa de chamar o rep\u00f3rter de copiador. Seja l\u00e1 qual for a nova tecnologia de escrever as reportagens que inventarem no futuro, certamente existir\u00e1 o copiador. Ele faz parte da cultura das reda\u00e7\u00f5es. Por que o copiador de informa\u00e7\u00f5es e de mat\u00e9rias alheias\u00a0\u00a0existiu, existe e vai sempre existir nas reda\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Antes de seguir contando a hist\u00f3ria, eu quero falar o seguinte: por qual motivo estou desenterrando\u00a0\u00a0esse assunto? Por considerar importante que as novas gera\u00e7\u00f5es de rep\u00f3rteres entendam que a cultura que existe nas reda\u00e7\u00f5es de copiar informa\u00e7\u00f5es alheias, mesmo citando a fonte, \u00e9 a respons\u00e1vel pela infiltra\u00e7\u00e3o das fake news no nosso meio. Mesmo nos tempos em que as fake news tinham outro nome, mas que eram igualmente uma mentira, essa cultura j\u00e1 era uma porta aberta para os boatos circularem como verdades nas nossas mat\u00e9rias. O fato de uma informa\u00e7\u00e3o estar circulando em um jornal de prest\u00edgio n\u00e3o significa que ela seja verdade. Eu j\u00e1 vi colegas serem processados e condenados por publicarem como verdade informa\u00e7\u00f5es que eram manchetes de prestigiados notici\u00e1rios \u2013 jornais, TVs, r\u00e1dios, sites e blogs. O maior capital que um rep\u00f3rter tem \u00e9 a sua credibilidade, que \u00e9 constru\u00edda ao longo da sua vida profissional. Mas ela pode acabar em um piscar de olhos. Da\u00ed a import\u00e2ncia de estarmos sempre atentos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Vamos \u00e0 hist\u00f3ria da cultura do Gillette Press. Para facilitar a conversa, vamos eleger um ano na hist\u00f3ria do Brasil: 1950. A maioria da popula\u00e7\u00e3o vivia em \u00e1reas rurais, as estradas eram prec\u00e1rias, e as linhas telef\u00f4nicas eram escassas e caras. Os meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa eram os notici\u00e1rios de r\u00e1dios e jornais impressos. O alto pre\u00e7o limitava o acesso das fam\u00edlias a possu\u00edrem um r\u00e1dio. E a circula\u00e7\u00e3o dos grandes jornais se limitava a capitais e arredores.\u00a0\u00a0Mesmo nas maiores cidades do interior, o jornal chegava com alguns dias de atraso. Nas cidades do interior, existiam as chamadas \u201cradios cacha\u00e7a\u201d \u2013 pequenas emissoras que tinham esse apelido por serem o \u00fanico meio de comunica\u00e7\u00e3o. Portanto, todos tinham que ouvir. E os jornais semanais. A maneira que os rep\u00f3rteres tinham de buscar as not\u00edcias estaduais, nacionais e internacionais era copiando os jornais das capitais. Foi nesse meio que o Gillette Press ganhou corpo e cresceu. Pelo seu lado, as reda\u00e7\u00f5es das capitais copiavam as informa\u00e7\u00f5es nacionais dos grandes jornais do eixo Rio\/S\u00e3o Paulo. Por sua vez, os notici\u00e1rios de Rio\/S\u00e3o Paulo copiavam informa\u00e7\u00f5es dos grandes jornais americanos e europeus. De maneira simples, era assim que a coisa funcionava.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Com o tempo, esse sistema de circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es no nosso meio n\u00e3o mudou a sua estrutura. Apenas houve um avan\u00e7o na tecnologia de acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es. Lembro que, em 1979, quando comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o, o acesso do rep\u00f3rter j\u00e1 era bem mais f\u00e1cil, gra\u00e7as \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o das linhas telef\u00f4nicas, das estradas asfaltadas e do aperfei\u00e7oamento das m\u00e1quinas de escrever, que eram mais leves e eficientes do que as da d\u00e9cada de 50. Nos 35 anos seguintes em que trabalhei como rep\u00f3rter nas reda\u00e7\u00f5es, a nossa vida foi facilitada pelas novas tecnologias \u2013 computadores, internet e outras parafern\u00e1lias. Mas as fontes de informa\u00e7\u00f5es continuaram e continuam sendo as mesmas. A grande novidade surgida na nossa profiss\u00e3o foi quando o rep\u00f3rter come\u00e7ou a gastar sola de sapato, batendo de porta em porta em busca de hist\u00f3rias in\u00e9ditas\u00a0\u00a0para contar. O resto que existe nas reda\u00e7\u00f5es, hoje, s\u00e3o velhas pr\u00e1ticas de copiar coisas alheias travestidas de modernidade. Essa pr\u00e1tica tem se perpetuado por ser uma maneira barata de conseguir informa\u00e7\u00f5es. Acrescentaria: barata e perigosa.\u00a0 A Escola de Base \u00e9 prova disso.\u00a0 No meio acad\u00eamico\u00a0 a exist\u00eancia do Gillette Press\u00a0 \u00e9 um problema , como alertou a professora Liana Vidigal no blog\u00a0 Comunica\u00e7\u00e3o Web, que tem como foco a difus\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es e pesquisa sobre jornalismo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos tempos rom\u00e2nticos do jornalismo, existia uma express\u00e3o nas reda\u00e7\u00f5es que todo o rep\u00f3rter fugia dela: \u201cGillette Press\u201d. N\u00e3o tem nada a ver com o l\u00e2mina de barbear patenteada pelo empres\u00e1rio norte-americano King Camp Gillette (1855 a 1932). 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