{"id":1493,"date":"2018-06-04T17:04:24","date_gmt":"2018-06-04T20:04:24","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1493"},"modified":"2018-06-04T17:04:24","modified_gmt":"2018-06-04T20:04:24","slug":"por-que-na-greve-dos-caminhoneiros-nao-foi-debatido-o-uso-do-rebite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/06\/04\/por-que-na-greve-dos-caminhoneiros-nao-foi-debatido-o-uso-do-rebite\/","title":{"rendered":"Por que, na greve dos caminhoneiros, n\u00e3o foi debatido o uso do rebite?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1494\" aria-describedby=\"caption-attachment-1494\" style=\"width: 740px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/rebite.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1494\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/06\/04\/por-que-na-greve-dos-caminhoneiros-nao-foi-debatido-o-uso-do-rebite\/rebite\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/rebite.jpg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"290,174\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"rebite\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/rebite.jpg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-1494\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/rebite.jpg?resize=640%2C384\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"384\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1494\" class=\"wp-caption-text\">A maioria dos caminhoneiros da carga hor\u00e1ria usa o rebite para conseguir dirigir por longos per\u00edodos . Foto: PRF\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um assunto que ficou de fora das discuss\u00f5es durante a greve dos caminhoneiros: a carga hor\u00e1ria \u2013 tem dia e hora marcada para chegar ao seu destino. Ela representa uma fatia importante do faturamento das empresas de transporte e \u00e9 a principal fonte de renda do caminhoneiro aut\u00f4nomo. E por que ela n\u00e3o foi discutida? Por que a maioria dos motoristas envolvidos com a carga hor\u00e1ria s\u00f3 consegue cumprir a sua jornada de trabalho usando rebite \u2013 um comprimido que cont\u00e9m anfetamina, um poderoso estimulante que foi usado pelos pilotos suicidas japoneses, os camicases, na II\u00aa Guerra Mundial. O seu uso continuado, nos primeiros cinco anos, causa transtornos mentais e decad\u00eancia f\u00edsica, e, antes de completar uma d\u00e9cada, um ataque card\u00edaco fulminante.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A hist\u00f3ria dessas mortes prematuras \u00e9 contada pelas l\u00e1pides nos cemit\u00e9rios, nas cidades onde a maioria da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de caminhoneiros, tipo Tr\u00eas Cachoeiras, \u00e0 beira da BR-101, no Litoral Norte ga\u00facho. Assim como as charqueadas no Rio Grande do Sul, os canaviais dos estados do Nordeste e os cafezais de S\u00e3o Paulo passaram para a hist\u00f3ria do Brasil como s\u00edmbolos do trabalho escravo. A carga hor\u00e1ria \u00e9 hoje sin\u00f4nimo de escravid\u00e3o para os caminhoneiros, que cruzam esse pa\u00eds de ponta a ponta e de lado a lado, dirigindo at\u00e9 48 horas seguidas gra\u00e7as ao\u00a0\u00a0rebite. Falar sobre o uso de rebite \u00e9 um tabu para os empres\u00e1rios do setor e os caminhoneiros aut\u00f4nomos. Mas ele existe e sustenta a carga hor\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para facilitar o entendimento do nosso leitor, vamos contar uma pequena hist\u00f3ria da carga hor\u00e1ria. Ela sempre existiu. Mas tornou-se um importante esteio do modo de vida dos brasileiros nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas. E, grosso modo, ela se divide em dois ramos: produtos industriais e hortifrutigranjeiros. Na quest\u00e3o dos produtos ind\u00fastrias. O com\u00e9rcio varejista, com a estabiliza\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o, nos anos 90, diminuiu sensivelmente os seus estoques. Tanto que hoje se compra um equipamento que sequer ele foi fabricado. Mas \u00e9 entregue ao consumidor no dia e hor\u00e1rio marcados, gra\u00e7as \u00e0 carga hor\u00e1ria. Hoje, o estoque das lojas \u00e9 a carroceria dos caminh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A carga hor\u00e1ria de hortifrutigranjeiros \u00e9 um capitulo \u00e0 parte. O trabalho desse caminhoneiro \u00e9 o que mais se aproxima ao dos escravos. Fui testemunha disso. Em 2008, eu percorri uns 10 mil quil\u00f4metros com um deles, registrando o seu cotidiano. O caminh\u00e3o usado nesse tipo de transporte \u00e9 o truck \u2013 aquele que tem dois eixos na traseira \u2013, por ser um ve\u00edculo r\u00e1pido, que pode transportar at\u00e9 20 mil quilos. Na ocasi\u00e3o, fiz um acordo com o dono do truck e com o motorista de n\u00e3o revelar nomes e qualquer detalhe que ajudasse a identific\u00e1-los. Mantenho a minha palavra. Partimos no fim de semana, um chuvoso, com uma carga de arroz para o com\u00e9rcio varejista do sert\u00e3o da Bahia. Ao final das primeiras cinco horas de viagem, em um posto de combust\u00edveis, o motorista pediu que eu ficasse na cabine e saiu do ve\u00edculo. Notei que ele tinha ido tomar o rebite. Na ocasi\u00e3o, eu tinha 58 anos, e ele n\u00e3o mais que 30. Logo que reiniciamos a viagem, disse para ele. \u201cTu sabe que o diabo \u00e9 sabido, n\u00e3o porque \u00e9 o diabo. Mas porque \u00e9 velho como eu, n\u00e9? Ele riu. Da\u00ed comecei a explicar como era importante eu saber como tudo funcionava. Acrescentei que tal conhecimento era importante porque iria me ajudar a n\u00e3o escrever bobagem. Dali para a frente, a conversa come\u00e7ou a fluir entre n\u00f3s. Ele me perguntou se eu sabia o motivo pelo qual os caminh\u00f5es de carga r\u00e1pida raramente ostentam o logotipo de empresa. Respondi que n\u00e3o tinha ideia. Ele respondeu que era porque se envolviam em acidentes.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00c0 noite, nos postos de combust\u00edveis, ficava de ouvinte das conversas entre os caminhoneiros de carga hor\u00e1ria. Os colegas do meu amigo n\u00e3o sabiam que eu era jornalista. Adotei essa estrat\u00e9gia de trabalho para facilitar o meu acesso \u00e0 realidade deles. Pela minha experi\u00eancia, se eles soubessem quem eu era, a conversa n\u00e3o iria fluir com naturalidade. O que ouvi deles foram relatos sobre mortes, doen\u00e7as, alucina\u00e7\u00f5es e coisas dignas de fic\u00e7\u00e3o, do tipo: a hora da morte. Eles falam que essa hora chega no final das viagens, quando o motorista acredita que n\u00e3o precisa tomar mais um rebite porque est\u00e1 perto do seu destino. Sem o efeito da droga, o sono chega, eles apagam e batem o caminh\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">At\u00e9 o sert\u00e3o da Bahia, foi uma viagem normal. L\u00e1 deixamos o arroz no com\u00e9rcio varejista e carregamos uma carga de tijolos e telhas para o litoral baiano. Naquelas alturas da viagem, j\u00e1 sabia como as coisas aconteciam. Em um dos postos, fiz um arroz de china pobre (arroz com lingui\u00e7a) para um grupo de caminhoneiros. Descarregamos as telhas e os tijolos e rumamos para a divisa da Bahia com o Esp\u00edrito Santo. L\u00e1 carregamos uma carga de mam\u00e3o para Porto Alegre. O tempo normal de viagem seria quatro dias. N\u00f3s t\u00ednhamos dois e meio para chegar.\u00a0\u00a0A\u00ed o bicho pegou. Ele dirigiu direto dois dias e duas noites, tomando um rebite a cada quatro horas. No final, ele n\u00e3o conseguia mais articular as palavras. As vezes em que paramos para abastecer, eu via os outros motoristas usando um pil\u00e3ozinho\u00a0\u00a0para desmanchar o comprimido de rebite. Claro, n\u00f3s chegamos a Porto Alegre no dia e no hor\u00e1rio combinados. Todo o relato do que vi foi publicado em uma reportagem chamada \u201cCamicases do Asfalto\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O caminhoneiro que transporta hortifrutigranjeiros \u00e9 conhecido como \u201cverdureiro\u201d. Ali\u00e1s, eles se organizam pelo tipo de carga que transportam, por exemplo: vi um caminh\u00e3o escrito \u201cm\u00e1fia do p\u00f3\u201d.\u00a0\u00a0Na ocasi\u00e3o, perguntei ao meu amigo se era coca\u00edna. Ele riu e disse que eram chamados assim os que transportavam farinha de trigo. Vez ou outra, eu ligo para alguns deles para dar um ol\u00e1. A vida para eles segue como sempre foi: curta e perigosa. Como rep\u00f3rter, considero importante mostrar ao nosso leitor esse lado cruel da vida dos motoristas das cargas hor\u00e1rias, principalmente a dos verdureiros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um assunto que ficou de fora das discuss\u00f5es durante a greve dos caminhoneiros: a carga hor\u00e1ria \u2013 tem dia e hora marcada para chegar ao seu destino. Ela representa uma fatia importante do faturamento das empresas de transporte e \u00e9 a principal fonte de renda do caminhoneiro aut\u00f4nomo. 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