{"id":1557,"date":"2018-06-28T16:42:18","date_gmt":"2018-06-28T19:42:18","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1557"},"modified":"2018-06-28T16:42:18","modified_gmt":"2018-06-28T19:42:18","slug":"midia-esportiva-precisa-trocar-o-futeboles-pela-linguagem-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/06\/28\/midia-esportiva-precisa-trocar-o-futeboles-pela-linguagem-popular\/","title":{"rendered":"M\u00eddia esportiva precisa trocar o &#8220;futebol\u00eas&#8221; pela linguagem popular"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1558\" aria-describedby=\"caption-attachment-1558\" style=\"width: 773px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/imprensa.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1558\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/06\/28\/midia-esportiva-precisa-trocar-o-futeboles-pela-linguagem-popular\/imprensa-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/imprensa.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"275,183\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"imprensa\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/imprensa.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-1558\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/imprensa.jpg?resize=640%2C426\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"426\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1558\" class=\"wp-caption-text\">A imprensa esportiva precisa explicar melhor o que acontece dentro do campo para os leitores. Foto: arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A exemplo dos rep\u00f3rteres que fazem cobertura de assuntos especializados, como pol\u00edtica, economia e pol\u00edcia, que acabam adotando em seus textos e coment\u00e1rios o linguajar dos tecnocratas desses setores, os colegas da m\u00eddia esportiva explicam o que acontece dentro do campo usando os termos dos t\u00e9cnicos de futebol. O que torna suas explica\u00e7\u00f5es claras para um n\u00famero pequeno de leitores que entende de futebol. E deixam de lado a maioria que adora futebol, mas que n\u00e3o se interessa pelos detalhes t\u00e9cnicos. \u00c9 necess\u00e1rio que a m\u00eddia esportiva encontre um meio-termo nessa quest\u00e3o, o que resultar\u00e1 no aumento do n\u00famero de leitores, ouvintes e telespectadores. Esse problema do rep\u00f3rter esportivo vem \u00e0 tona em situa\u00e7\u00f5es como a Copa do Mundo, que acontece na R\u00fassia, quando o futebol re\u00fane a todos \u2013 os torcedores que entendem e os que s\u00f3 adoram o esporte.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nas reda\u00e7\u00f5es, costumamos dizer que os caras que escrevem sobre economia falam econom\u00eas. Grosso modo, n\u00f3s podemos afirmar que a m\u00eddia esportiva fala futebol\u00eas. E essa mania que n\u00f3s, rep\u00f3rteres, temos de acabar recheando os nossos textos e coment\u00e1rios com os termos usados pelos tecnocratas de setores especializados, eu chamo de\u00a0\u00a0S\u00edndrome de Estocolmo \u2013 um termo que explica o desenvolvimento de amor do sequestrado pelo sequestrador. Sou especializado na cobertura de conflitos sociais e crime organizado. E lembro que, quando comecei a trabalha em reda\u00e7\u00e3o e trilhar o caminho da especializa\u00e7\u00e3o, o uso dos termos t\u00e9cnicos era uma maneira de mostrar ao meu leitor que eu entendia do assunto. E tamb\u00e9m de dar um recado \u00e0 fonte que n\u00e3o estava tratando com um bobo. Esse procedimento pode ser visto em reportagens que transformei em livros, como A saga do Jo\u00e3o Sem Terra e Brasiguaios: homens sem p\u00e1tria. H\u00e1 uns anos atr\u00e1s, durante uma palestra, um jovem estudante de jornalismo despertou a minha aten\u00e7\u00e3o para o fato de que, ao usar o linguajar especializado sobre o assunto, estaria dificultando a vida do leitor que se interessava pela leitura, mas que n\u00e3o tinha o conhecimento dos detalhes t\u00e9cnicos da quest\u00e3o. Foi uma maneira educada de o jovem me lembrar que esse procedimento era contra o mandamento n\u00famero um do jornalismo:\u00a0\u00a0escrever, falar e mostrar as coisas de maneira que todos entendam.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o em 1979 e sai no final de 2014. Portanto, essa \u00e9 a primeira Copa do Mundo a que assisto do outro lado do balc\u00e3o. E estou usando o tempo para conversar com as pessoas, principalmente aquelas que se tornam torcedores de futebol durante as copas e no resto do tempo acompanham o desempenho do seu time do cora\u00e7\u00e3o de longe.\u00a0\u00a0\u00a0Para a maioria dessas pessoas, \u00e9 uma barra entender a maneira como relatam o que est\u00e1 acontecendo no jogo os rep\u00f3rteres e os comentaristas. Percebi uma coisa: ex-jogadores de futebol t\u00eam mais clareza para explicar o que se passa dentro do campo que os jornalistas. Falam de maneira mais simples, direta e com conhecimento de causa. Durante a cobertura de uma partida de futebol, tipo a do Brasil contra a Servia (vit\u00f3ria brasileira por dois a zero), a m\u00eddia esportiva opera em dois polos: em um linguajar especializado \u2013 analisando o sistema de jogo \u2013, e o outro no bizarro, tratando o torcedor como um imbecil. Aqui quero refletir com os meus colegas rep\u00f3rteres velhos e com os novatos. A hist\u00f3ria nos deixou uma li\u00e7\u00e3o. Os dinossauros foram extintos porque n\u00e3o se adaptaram \u00e0s mudan\u00e7as do mundo. A crise que se instalou na imprensa ao redor do mundo, em particular na brasileira, com a fuga de leitores e anunciantes para as novas plataformas de comunica\u00e7\u00e3o, tem a ver muito com a falta de atualiza\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados que publicamos com a realidade do nosso leitor, que muda todos os dias. Lembro que os grandes rep\u00f3rteres, comentaristas e locutores da m\u00eddia esportiva se tornaram \u00edcones por falar uma linguagem simples, criativa e direta em suas mat\u00e9rias sobre o futebol. Jornalismo especializado n\u00e3o \u00e9 s\u00edmbolo de escrever para um p\u00fablico especifico. Muito pelo contr\u00e1rio. \u00c9 explicar, de forma simples e direta, o que acontece, de maneira que todos entendam. E assim desde que o mundo \u00e9 mundo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A exemplo dos rep\u00f3rteres que fazem cobertura de assuntos especializados, como pol\u00edtica, economia e pol\u00edcia, que acabam adotando em seus textos e coment\u00e1rios o linguajar dos tecnocratas desses setores, os colegas da m\u00eddia esportiva explicam o que acontece dentro do campo usando os termos dos t\u00e9cnicos de futebol. O que torna suas explica\u00e7\u00f5es claras para <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/06\/28\/midia-esportiva-precisa-trocar-o-futeboles-pela-linguagem-popular\/\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1313,1306,1311,1312,1314,1310,1309],"class_list":["post-1557","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-brasil-e-servia","tag-copa-do-mundo","tag-futeboles","tag-jornalistas","tag-leitor","tag-midia-esportiva","tag-russia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7Requ-p7","jetpack-related-posts":[{"id":1546,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/06\/23\/o-que-mudou-na-imprensa-esportiva-entre-as-lagrimas-do-pele-em-58-e-as-de-neymar-no-jogo-contra-a-costa-rica\/","url_meta":{"origin":1557,"position":0},"title":"O que mudou na imprensa esportiva entre as l\u00e1grimas do Pel\u00e9 em 58 e as de Neymar no jogo contra a Costa Rica?","author":"Carlos Wagner","date":"23 de junho de 2018","format":false,"excerpt":"No dia 19 de julho de 1958, Pel\u00e9 chorou ao marcar seu primeiro gol em Copa do Mundo. 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