{"id":1627,"date":"2018-08-03T09:55:20","date_gmt":"2018-08-03T12:55:20","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1627"},"modified":"2018-08-04T05:43:43","modified_gmt":"2018-08-04T08:43:43","slug":"o-rio-grande-do-sul-foi-sitiado-pelas-faccoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/08\/03\/o-rio-grande-do-sul-foi-sitiado-pelas-faccoes\/","title":{"rendered":"O Rio Grande do Sul foi sitiado pelas fac\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1628\" aria-describedby=\"caption-attachment-1628\" style=\"width: 796px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/fac%C3%A7%C3%B5es.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1628\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/08\/03\/o-rio-grande-do-sul-foi-sitiado-pelas-faccoes\/faccoes\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/fac%C3%A7%C3%B5es.jpg?fit=620%2C412&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"620,412\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"fac\u00e7\u00f5es\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/fac%C3%A7%C3%B5es.jpg?fit=620%2C412&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-1628\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/fac%C3%A7%C3%B5es-300x199.jpg?resize=640%2C425\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/fac%C3%A7%C3%B5es.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/fac%C3%A7%C3%B5es.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1628\" class=\"wp-caption-text\">As fac\u00e7\u00f5es montaram uma esp\u00e9cie de shopping center para o abastecimento das quadrilhas em armas, muni\u00e7\u00f5es, explosivos e carros clonados. Foto: Pol\u00edcia Civil\/ reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Separadas por 240 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, ao lado da BR-386, que corta o Rio Grande do Sul do Sul ao Norte, as cidades agr\u00edcolas Fontoura Xavier e Erval Seco, na madrugada de quarta-feira, tiveram os caixas eletr\u00f4nicos das ag\u00eancias do Banrisul, explodidos por bandidos fortemente armados, articulados e desaforados. Em Fontoura Xavier, fizeram disparos contra o pr\u00e9dio da guarni\u00e7\u00e3o da Brigada Militar (BM). Hoje os moradores das pequenas cidades agr\u00edcolas s\u00e3o ref\u00e9ns dos bandos armados que roubam os caixas eletr\u00f4nicos. A tal ponto que o com\u00e9rcio varejista dessas localidades vem fechando as suas portas, porque os bancos est\u00e3o indo embora.\u00a0 At\u00e9 aparecerem esses bandos, em cidades como Fontoura e Erval, eles s\u00f3 sa\u00edam no notici\u00e1rio quando acontecia alguma coisa de muito especial, por exemplo: em Erval, em 1987, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) montou um acampamento l\u00e1. Em Fontoura, em 2010, um morador da regi\u00e3o ganhou sozinho um pr\u00eamio da Mega Sena de R$ 119 milh\u00f5es. Como a situa\u00e7\u00e3o chegou a esse ponto?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A resposta para essa pergunta se encontra na s\u00e9rie de reportagens publicadas pelo jornal Zero Hora chamada \u201cO poder das fac\u00e7\u00f5es\u201d, do GDI, grupo de jornalismo investigativo. A reportagem \u00e9 assinada por dois experientes rep\u00f3rteres na geografia do crime nos pa\u00edses do Cone Sul, Humberto Trezzi e Adriana Irion. A mat\u00e9ria liga os pontos, por exemplo: quem vendeu armas, quem comprou e quem apertou o gatilho durante um assalto. Mais ainda: mostra como as fac\u00e7\u00f5es criminosas se alastram pelo Rio Grande do Sul. Tamb\u00e9m mostra a diversifica\u00e7\u00e3o e a verticaliza\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios das fac\u00e7\u00f5es. Um dos neg\u00f3cios \u00e9 a loca\u00e7\u00e3o de armas, a venda de explosivos e carros clonados usados nos assaltos pelos bandos, como esses que atacam os caixas eletr\u00f4nicos. A dedu\u00e7\u00e3o \u00e9 minha. Sem a log\u00edstica oferecida pelas fac\u00e7\u00f5es, a pol\u00edcia j\u00e1 teria derrubado os assaltantes de caixas eletr\u00f4nicos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 uma mat\u00e9ria da s\u00e9rie que \u00e9 particularmente muito interessante, que \u00e9 a \u201cPMS ligados ao tr\u00e1fico de drogas da Capital\u201d. Aqui, a observa\u00e7\u00e3o \u00e9 minha. Os bandos que lidam com assaltos a carros-fortes, caixas eletr\u00f4nicos e bancos precisam tanto da arma quanto de informa\u00e7\u00f5es privilegiada sobre o fluxo de dinheiro. Os brigadianos t\u00eam acesso a esse tipo de informa\u00e7\u00e3o, principalmente os que t\u00eam liga\u00e7\u00f5es com os vigilantes das empresas de seguran\u00e7a. H\u00e1 outra informa\u00e7\u00e3o na reportagem que merece aten\u00e7\u00e3o dos jovens rep\u00f3rteres. Ela fala que, a exemplo do modo de agir dos milicianos cariocas, as fac\u00e7\u00f5es ga\u00fachas est\u00e3o ganhando dinheiro fornecendo servi\u00e7os para as comunidades pobres, tipo seguran\u00e7a, entrega de correspond\u00eancia, g\u00e1s e outras coisas. A interpreta\u00e7\u00e3o agora \u00e9 minha. Em todos os notici\u00e1rios, sempre costumamos explicar as mortes entre quadrilheiros como luta por pontos de drogas. \u00c9 muito mais que isso. O ponto de drogas \u00e9 um dos neg\u00f3cios. O dinheiro grosso vem dos servi\u00e7os que vendem \u00e0 comunidade. Tamb\u00e9m h\u00e1 outra express\u00e3o que usamos muito que \u00e9 a do Estado Paralelo \u2013 quando os bandidos determinam o que a comunidade deve ou n\u00e3o fazer. \u00c9 muito mais grave que isso. Como se fossem uma tropa estrangeira, os bandos isolam as comunidades pobres do resto do pa\u00eds. \u00c9 como se fundassem um \u201cEstado Bandido\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para os jovens rep\u00f3rteres, essa reportagem \u00e9 uma atualiza\u00e7\u00e3o de como o crime est\u00e1 funcionando no Rio Grande do Sul. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o importantes para poder entender quais os reais motivos que movem a briga entre os quadrilheiros. E para tamb\u00e9m entender os motivos pelos quais a pol\u00edcia vem colecionando um fracasso atr\u00e1s do outro na luta contra os bandidos. Aqui, a interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 minha.\u00a0\u00a0Enquanto as fac\u00e7\u00f5es t\u00eam nos neg\u00f3cios a destreza de uma empresa moderna, a pol\u00edcia age de maneira amadora. N\u00e3o existe um real trabalho de colabora\u00e7\u00e3o entre os servi\u00e7o de intelig\u00eancia da Brigada Militar, da Pol\u00edcia Civil e da Pol\u00edcia Federal (PF). N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel posicionar um pelot\u00e3o de brigadianos em cada uma das pequenas cidades ga\u00fachas. Mas \u00e9 poss\u00edvel descobrir quando ir\u00e3o acontecer os ataques, usando o servi\u00e7o de intelig\u00eancia. Uma leitura atenta da reportagem mostra essa realidade. Durante os anos que trabalhei em reda\u00e7\u00e3o (1979 a 2014) sempre\u00a0 li, ouvi e vi os notici\u00e1rios para saber se n\u00e3o tinha\u00a0 levado um furo de um colega. Hoje, eu vasculho dos notici\u00e1rios com os olhos do leitor. E tenho dito nas palestra que fa\u00e7o \u00b4para jovens rep\u00f3rteres e nos jornais do interior que\u00a0 o leitor todos os dias ao abrir o jornal, ligar a Tvs a cabo ou o r\u00e1dio se faz a seguinte pergunta:<\/p>\n<p>_ Devo continuar sendo assinante?<\/p>\n<p>\u00b4Da\u00ed a import\u00e2ncia de investir tempo e dinheiro em reportagens como\u00a0 &#8220;O poder das fac\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Separadas por 240 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, ao lado da BR-386, que corta o Rio Grande do Sul do Sul ao Norte, as cidades agr\u00edcolas Fontoura Xavier e Erval Seco, na madrugada de quarta-feira, tiveram os caixas eletr\u00f4nicos das ag\u00eancias do Banrisul, explodidos por bandidos fortemente armados, articulados e desaforados. 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