{"id":1676,"date":"2018-08-24T09:35:15","date_gmt":"2018-08-24T12:35:15","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1676"},"modified":"2018-08-24T09:35:15","modified_gmt":"2018-08-24T12:35:15","slug":"por-que-o-poder-do-leitor-e-maior-nos-jornais-populares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/08\/24\/por-que-o-poder-do-leitor-e-maior-nos-jornais-populares\/","title":{"rendered":"Por que o poder do leitor \u00e9 maior nos jornais populares?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1677\" aria-describedby=\"caption-attachment-1677\" style=\"width: 795px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/estelionato.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1677\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/08\/24\/por-que-o-poder-do-leitor-e-maior-nos-jornais-populares\/estelionato\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/estelionato.jpg?fit=268%2C188&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"268,188\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"estelionato\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/estelionato.jpg?fit=268%2C188&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-1677\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/estelionato.jpg?resize=640%2C449\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"449\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1677\" class=\"wp-caption-text\">A construtora Martins \u00e9 o centro de uma caso de estelionato contra trabalhadores de baixa renda investigado pelo pol\u00edcia. Foto: Pol\u00edcia Civil\/Divulga\u00e7\u00e3o Pol\u00edcia Civil<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Fam\u00edlias de trabalhadores de baixa renda racionaram a comida na mesa dos filhos para conseguir juntar o dinheiro e pagar o sonho da casa pr\u00f3pria. No final, descobriram que tinham ca\u00eddo nas m\u00e3os de bandidos travestidos de empres\u00e1rios e que haviam perdido todas as suas economias. Inicialmente, foram descobertas 60 fam\u00edlias que haviam ca\u00eddo na armadilha e, atualmente, o n\u00famero de v\u00edtimas\u00a0 continua crescendo. Esse drama aconteceu na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre e foi contado nas p\u00e1ginas do Di\u00e1rio Ga\u00facho (DG) pelos rep\u00f3rteres Jos\u00e9 Luis Costa e Renato Dornelles na reportagem\u00a0 \u201cAs casas de papel\u201d. A empresa que deu o calote \u00e9 a Construtora Martins, dos empres\u00e1rios Jaime Bibiano da Silva, Sidnei Nunes da Silva e David Jos\u00e9 Nunes Heberle. Na semana passada, eles foram presos preventivamente pela Pol\u00edcia Civil. Essa \u00e9 a hist\u00f3ria. Como esse caso foi parar nas p\u00e1ginas do jornal?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O caminho que essa pauta percorreu at\u00e9 se transformar em uma reportagem nas p\u00e1ginas do DG \u00e9 interessante, e o seu conhecimento \u00e9 fundamental para a forma\u00e7\u00e3o dos jovens rep\u00f3rteres. Antes, umas considera\u00e7\u00f5es sobre os jornais populares. O DG pertence \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de jornais populares que foram ressuscitados pelas empresas em 2000 para atender o segmento de baixa renda. No in\u00edcio, a f\u00f3rmula desse jornal seguiu a receita dos que circulavam nos anos 60: mat\u00e9rias de pol\u00edcia, sexo e futebol, brindes e um pre\u00e7o adequado ao bolso do oper\u00e1rio.\u00a0 Nos\u00a0 primeiros anos, DG, Extra (Rio de Janeiro) e Super Not\u00edcias (Belo Horizonte) vendiam mais exemplares\u00a0 do que os chamados \u201cjornais s\u00e9rios\u201d. Vamos esmiu\u00e7ar as raz\u00f5es do sucesso. Ele n\u00e3o foi s\u00f3 pelo pre\u00e7o da capa, pelas not\u00edcias picantes, pelos casos policiais e pelo futebol. Acontece que as comunidades de baixa renda do Brasil dos anos 2000 s\u00e3o bem diferentes do que eram na d\u00e9cada de 60, quando a maioria da popula\u00e7\u00e3o vivia no meio rural. Hoje \u00e9 bem maior o n\u00edvel de renda, escolaridade e organiza\u00e7\u00e3o dos habitantes dessas comunidades. Fui testemunha do in\u00edcio dessa mudan\u00e7a nos anos 80. Na \u00e9poca, vivi durante uma semana na Vila Cruzeiro \u2013 um complexo de 35 comunidades, que somam 250 mil pessoas, encravado em Porto Alegre. O que vi e vivi, eu transformei em uma reportagem.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">De maneira natural, as comunidades pobres come\u00e7aram a irrigar os jornais populares com os assuntos que afligiam o seu cotidiano: sa\u00fade p\u00fablica, transporte e saneamento b\u00e1sico. Hist\u00f3rias que n\u00e3o teriam espa\u00e7o nos chamados \u201cjornais s\u00e9rios\u201d, por envolver comunidades pequenas, na maioria das vezes moradores de uma rua. Mas, na imprensa popular, a conversa era outra. A come\u00e7ar que os jornais populares dependem da venda avulsa. Ou seja: se n\u00e3o transformarem as hist\u00f3rias dos leitores em reportagem, est\u00e3o ferrados. Diferentemente dos outros jornais e das publica\u00e7\u00f5es que t\u00eam carteira de assinantes e podem se dar ao luxo de selecionar o que publicam. Nos anos 70, eu trabalhei em circula\u00e7\u00e3o de jornal. Na \u00e9poca, os grandes jornais come\u00e7avam a profissionalizar a venda de assinaturas, que se revelou um grande neg\u00f3cio para os empres\u00e1rios. A discuss\u00e3o na circula\u00e7\u00e3o era a seguinte: em longo prazo, a assinatura iria tirar o poder do rep\u00f3rter, que, at\u00e9 ent\u00e3o, tinha na m\u00e3o a barganha de ter manchete que iria vender o jornal. E afastaria o leitor. J\u00e1 que o jornal estava vendido, a reda\u00e7\u00e3o se daria ao luxo de colocar um filtro nas pautas reivindicadas pelo leitor. A hist\u00f3ria mostrou que os temores do pessoal da circula\u00e7\u00e3o estavam certos. E deu no que deu. Uma baita crise aprofundada por causa das novas tecnologias.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A melhor propaganda de um jornal foi, \u00e9 e sempre ser\u00e1 ouvir o seu leitor e transformar a sua hist\u00f3ria em reportagem. Casas de papel \u00e9 isso. O DG fez a li\u00e7\u00e3o de casa. A minha gera\u00e7\u00e3o de rep\u00f3rteres sempre olhou para os jornais populares com desconfian\u00e7a da sua seriedade. A hist\u00f3ria mostrou que est\u00e1vamos errados. Nas palestras que tenho feito nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais do interior do Brasil, eu tenho pregado a necessidade de serem convidados os rep\u00f3rteres e editores dos jornais populares para conversar. Eles conhecem o caminho das pedras. \u00c9 simples assim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fam\u00edlias de trabalhadores de baixa renda racionaram a comida na mesa dos filhos para conseguir juntar o dinheiro e pagar o sonho da casa pr\u00f3pria. No final, descobriram que tinham ca\u00eddo nas m\u00e3os de bandidos travestidos de empres\u00e1rios e que haviam perdido todas as suas economias. 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