{"id":1690,"date":"2018-08-26T13:43:04","date_gmt":"2018-08-26T16:43:04","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1690"},"modified":"2018-08-27T12:21:54","modified_gmt":"2018-08-27T15:21:54","slug":"a-paraguaizacao-da-fronteira-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/08\/26\/a-paraguaizacao-da-fronteira-gaucha\/","title":{"rendered":"A \u201cparaguaiza\u00e7\u00e3o\u201d da fronteira ga\u00facha"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"480\" data-attachment-id=\"1692\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/08\/26\/a-paraguaizacao-da-fronteira-gaucha\/livramento-3\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/livramento-3.jpeg?fit=1280%2C960&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1280,960\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"livramento\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;A fronteira ga\u00facha rumo a se tornar t\u00e3o perigosa como a paraguaia. 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Foto: PRF\/Divulga\u00e7\u00e3o<br\/><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>As evid\u00eancias n\u00e3o deixam d\u00favidas. O aperfei\u00e7oamento, a organiza\u00e7\u00e3o e o alastramento para o interior ga\u00facho das fac\u00e7\u00f5es criminosas nascidas no Pres\u00eddio Central de Porto Alegre. A crescente demanda por armas, muni\u00e7\u00f5es e explosivos, por conta do crescimento dos bandos especializados em ataques a caixas eletr\u00f4nicos e carros-fortes. A expans\u00e3o das quadrilhas de roubo e furto de ve\u00edculos, devido ao aumento da demanda por pe\u00e7as usadas e da exuber\u00e2ncia da ind\u00fastria de clonagem de carros. E os altos pre\u00e7os dos defensivos agr\u00edcolas e pe\u00e7as de maquin\u00e1rios nas lavouras de soja e arroz irrigado, que incentivam o contrabando entre os agricultores. A soma de todos esses fatos causou uma explos\u00e3o no n\u00famero de fornecedores de mercadorias para o crime estabelecidos nos pa\u00edses vizinhos dos ga\u00fachos, Uruguai e Argentina. \u00c9 a \u201cparaguaiza\u00e7\u00e3o\u201d da fronteira ga\u00facha, um termo cunhado pelos servi\u00e7os de intelig\u00eancia brasileiros. Mas o que significa isso?<\/p>\n\n\n\n<p>Isso significa um pesadelo para a Pol\u00edcia Federal (PF), a Brigada Militar e a Pol\u00edcia Civil. Processo semelhante se estabeleceu na fronteira do Brasil com o Paraguai, nos anos 60. Na \u00e9poca, o Paraguai era governado pelo ditador Alfredo Stroessner (1954 a 1989). No in\u00edcio do processo, os brasileiros contrabandeavam para o Paraguai caf\u00e9 e traziam de l\u00e1 produtos americanos: u\u00edsque, cigarros e cal\u00e7as jeans. Com a urbaniza\u00e7\u00e3o do Brasil nos anos 60, militares paraguaios montaram com\u00e9rcio na fronteira, abastecendo os centros urbanos brasileiros de produtos contrabandeados \u2013 toda a hist\u00f3ria \u00e9 contada em \u201cDossier Paraguay: Los Due\u00f1os de Grandes Fortunas\u201d, de Anibal Miranda, um livro de leitura obrigat\u00f3ria para os rep\u00f3rteres que investigam o crime organizado. Eu escrevi o livro \u201cPa\u00eds-Bandido: Crime Tipo Exporta\u00e7\u00e3o\u201d, que fale sobre o que s\u00e3o os 1290 quil\u00f4metros de fronteira entre os dois pa\u00edses, uma das fronteiras que figuram entre as mais violentas e complicadas do mundo. Por ali, entram as armas, as drogas, os cigarros pirateados, as mercadorias (eletr\u00f4nicos, rem\u00e9dios e pneus) que abastecem os centros urbanos brasileiros. Tamb\u00e9m serve de esconderijo para foragidos brasileiros e de base para o Primeiro Comando da Capital (PCC), de S\u00e3o Paulo, e o Comando Vermelho, do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A fronteira do Brasil com o Paraguai levou quatro d\u00e9cadas para se tornar um dos peda\u00e7os mais temidos da Am\u00e9rica do Sul. A fronteira ga\u00facha com o Uruguai e a Argentina soma 1,2 mil quil\u00f4metros e est\u00e1 caminhando na mesma estrada que a com o Paraguai. Quanto tempo levar\u00e1 para chegar ao mesmo status de perigo \u00e9 desconhecido. Mas ruma para isso.\u00a0 O contrabando na fronteira ga\u00facha faz parte da hist\u00f3ria e do folclore. Mas a sua profissionaliza\u00e7\u00e3o vem acontecendo, em parte devido \u00e0 presen\u00e7a de montadoras de produtos eletr\u00f4nicos asi\u00e1ticos em Montevid\u00e9u e ao fato de a compra de armas e muni\u00e7\u00f5es ser liberada nos lados uruguaio e argentino. A primeira evid\u00eancia dessa profissionaliza\u00e7\u00e3o aconteceu na madrugada do dia sete de dezembro de 2002, no p\u00e1tio da aduana de Jaguar\u00e3o, cidade ga\u00facha dividida por uma ponte do munic\u00edpio uruguaio de Rio Branco. Ali estava depositada uma carga de produtos eletr\u00f4nicos no valor de R$ 5,7 milh\u00f5es, apreendida pela Receita Federal dias antes e que foi roubada naquela data. Uma reportagem feita pelo rep\u00f3rter Humberto Trezzi, da Zero Hora, revelou que o delegado federal Gabriel Figueiredo Carvalho concluiu uma investiga\u00e7\u00e3o que durou seis anos sobre o roubo e, entre os culpados apontados, est\u00e1 o ex-policial paulista Ricardo Jos\u00e9 Guimar\u00e3es, conhecido como Ricardo Matador. Na \u00e9poca, ele vivia no interior do Uruguai, foragido da Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo. Tr\u00eas anos depois do roubo na aduana, que virou manchete nos principais notici\u00e1rios da Am\u00e9rica do Sul, Ricardo Matador foi apontado como o executor dos policiais ga\u00fachos Ronaldo Almeida, 43 anos, e Leonel da Silva Ilha, 38, de Santana do Livramento, separada por uma avenida do munic\u00edpio uruguaio de Rivera. Pelas investiga\u00e7\u00f5es da Corregedoria da Pol\u00edcia Civil, os dois agentes estariam envolvidos com contrabandistas de bebidas e foram atra\u00eddos para uma cilada, porque o dono da mercadoria, um comerciante uruguaio, ficou com medo que eles fizessem uma dela\u00e7\u00e3o para a PF. Ricardo Matador foi preso, julgado e condenado a mais de 100 anos de pris\u00e3o em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os campos das cidades argentinas da fronteira se transformaram em locais de lan\u00e7amento de drogas por avi\u00f5es que evitam entrar no territ\u00f3rio brasileiro depois que a For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira (FAB) foi autorizada a abat\u00ea-los. Essa droga entra no Brasil pelo Rio Grande do Sul e segue para Rio e S\u00e3o Paulo. Na \u00faltima d\u00e9cada, tem sido comum a venda de equipamentos, principalmente fuzis e pistolas, usadas pelas For\u00e7as Armadas da Argentina na Guerra das Malvinas, um conflito militar ocorrido em 1982 entre os argentinos e o Reino Unido. Os argentinos perderam a guerra. Na \u00e9poca, centenas de equipamentos militares desapareceram. Anos depois, parte dos equipamentos reapareceu nas m\u00e3os de bandidos brasileiros. Ainda h\u00e1 o fato de as cidades argentinas que fazem fronteira com munic\u00edpios ga\u00fachos, no Noroeste do Estado, terem dep\u00f3sitos de produtos contrabandeados do Paraguai, principalmente cigarros pirateados, que s\u00e3o vendidos nos centros urbanos do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Se existe uma coisa que aprendi sendo rep\u00f3rter h\u00e1 40 anos \u00e9 que a lei que regulamenta o mercado legal \u00e9 a mesma do ilegal: a demanda \u00e9 a procura. O progresso das organiza\u00e7\u00f5es criminosas ga\u00fachas \u00e9 um fato.\u00a0 Os comerciantes do outro lado da fronteira se organizaram para atender a essa demanda. \u00c9 tudo simples assim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As evid\u00eancias n\u00e3o deixam d\u00favidas. O aperfei\u00e7oamento, a organiza\u00e7\u00e3o e o alastramento para o interior ga\u00facho das fac\u00e7\u00f5es criminosas nascidas no Pres\u00eddio Central de Porto Alegre. A crescente demanda por armas, muni\u00e7\u00f5es e explosivos, por conta do crescimento dos bandos especializados em ataques a caixas eletr\u00f4nicos e carros-fortes. 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