{"id":1735,"date":"2018-09-04T13:42:09","date_gmt":"2018-09-04T16:42:09","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1735"},"modified":"2018-09-05T03:29:47","modified_gmt":"2018-09-05T06:29:47","slug":"procurados-vivos-ou-mortos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/09\/04\/procurados-vivos-ou-mortos\/","title":{"rendered":"Procurados vivos ou mortos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"426\" data-attachment-id=\"1736\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/09\/04\/procurados-vivos-ou-mortos\/desaparecida1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/desaparecida1.jpg?fit=700%2C466&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"700,466\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"desaparecida1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/desaparecida1.jpg?fit=640%2C426&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/desaparecida1.jpg?resize=640%2C426\" alt=\"\" class=\"wp-image-1736\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/desaparecida1.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/desaparecida1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>Professora Cl\u00e1udia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desapareceu em abril de 2015 sem deixar pistas. Ela faz parte de um contingente de ga\u00fachos que as fam\u00edlias clamam por uma solu\u00e7\u00e3o do caso. Foto: arquivo pessoal.<br\/><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o existe nada mais cruel para uma fam\u00edlia do que n\u00e3o saber o destino de um familiar sumido e do que cruzar pelas ruas da cidade com o suspeito pelo desaparecimento, livre por falta de provas. Sem um corpo, dificilmente algu\u00e9m vai para a cadeia. Os casos que existem s\u00e3o escassos. Um desses raros epis\u00f3dios\u00a0 \u00e9 o do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes. Em 2010, ele e oito comparsas foram apontados pela pol\u00edcia como respons\u00e1veis pelo sequestro, pelo c\u00e1rcere privado e pelo desaparecimento da modelo Eliza Samudio, com quem ele teve um filho. Bruno foi preso e, em 2013, condenado a 22 anos e 3 meses de pris\u00e3o, sem o direito de recorrer em liberdade. At\u00e9 hoje, o corpo de Eliza n\u00e3o foi encontrado. A crian\u00e7a vive com parentes da modelo, e os c\u00famplices do goleiro foram presos. A repercuss\u00e3o que o caso teve nos notici\u00e1rios por envolver um atleta do Flamengo foi fundamental para a solu\u00e7\u00e3o do crime.<\/p>\n\n\n\n<p>Por mais cru\u00e9is que sejam os casos de desaparecimento que n\u00e3o envolvem pessoas famosas, eles n\u00e3o ficam mais de duas semanas nos notici\u00e1rios. E assim que desaparecem das p\u00e1ginas dos jornais, eles somem. Ficam marcados apenas na mem\u00f3ria dos rep\u00f3rteres que trabalharam no crime, na dos policiais envolvidos na investiga\u00e7\u00e3o e na do suspeito. E vira um pesadelo di\u00e1rio para a fam\u00edlia. Como rep\u00f3rter, trabalhei em cinco desses casos. A lembran\u00e7a mais antiga que tenho foi o desaparecimento do menino Marcelo Rocha Alifantis, 14 anos, em uma tarde de janeiro de 1994, em Canoas, Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre. Trabalhei duas semanas corridas na cobertura, fazendo mat\u00e9rias para o notici\u00e1rio di\u00e1rio e reportagens especiais. Naquela tarde, o garoto saiu para jogar bola e nunca mais foi visto. Houve um pedido de resgate, que n\u00e3o foi pago porque n\u00e3o foi apresentada uma prova de vida do garoto. Suspeitos foram presos e libertados por falta de provas. Em 12 de agosto de 2012, o jornalista Celito De Grandi\u00a0 (falecido em 2014) publicou uma mat\u00e9ria em Zero Hora que resume bem o desaparecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda hoje, os familiares acreditam que um dia o garoto ser\u00e1 encontrado, vivo ou morto. Em junho de 2005, eu me envolvi em outro caso de desaparecimento. Foi o da comerciante Sirlene de Freitas Moraes, 42 anos, e do seu filho Gabriel, 7 anos. Depois de romper com o marido, ela e o menino sa\u00edram de casa para encontrar-se com um m\u00e9dico homeopata com quem ela teve uma rela\u00e7\u00e3o extraconjugal. Ele era o pai do Gabriel. O encontro daria in\u00edcio a um processo em que ele reconheceria a paternidade. M\u00e3e e filho desapareceram no local do encontro e nunca mais foram encontrados. O m\u00e9dico esteve preso durante 50 dias e foi libertado por falta de provas. Conversei demoradamente com o ex-marido da Sirlene, com uma de suas filhas e com seus irm\u00e3os. Eles t\u00eam certeza do envolvimento do m\u00e9dico e reivindicam o direito de saber o que houve. O delegado do caso, Jo\u00e3o Carlos da Luz Diogo, est\u00e1 aposentado. Mas ainda segue pistas que recebe sobre o crime.<\/p>\n\n\n\n<p>Meia d\u00fazia de anos depois, em junho de 2011, eu estava fazendo uma reportagem investigativa sobre uma quadrilha envolvida com furto e roubo de ve\u00edculos no Alto Uruguai, uma regi\u00e3o agr\u00edcola ga\u00facha separada do Oeste de Santa Catariana pelo Rio Uruguai. Recebi uma liga\u00e7\u00e3o da reda\u00e7\u00e3o pedindo que me envolvesse na cobertura do desaparecimento da jovem Cintia Luana Ribeiro Moraes, 14 anos, gr\u00e1vida de sete meses, moradora de Tr\u00eas Passos, que havia sa\u00eddo de casa para encontrar o seu namorado, pai da crian\u00e7a, e nunca mais foi vista.\u00a0 O namorado era um brasiguaio \u2013 como s\u00e3o chamados os agricultores brasileiros que migraram para o Paraguai \u2013 que era casado. Ele estava de visita na casa de parentes em Humait\u00e1, cidadezinha agr\u00edcola a uns 21 quil\u00f4metros de Tr\u00eas Passos. Consegui encontr\u00e1-lo e conversamos por mais de tr\u00eas horas sobre o epis\u00f3dio. Tamb\u00e9m encontrei outras cinco pessoas que eram suspeitas de terem ajudado o suspeito no desaparecimento da menina. A pol\u00edcia n\u00e3o conseguiu provas que ligassem o brasiguaio ao desaparecimento. Voltei a Tr\u00eas Passos mais duas vezes para mexer no caso. At\u00e9 hoje, ningu\u00e9m sabe o que aconteceu com Cintia. A sua fam\u00edlia n\u00e3o a esqueceu. A delegada do caso, Caroline Bamberg\u00a0 Machado, andou at\u00e9 pela Argentina \u2013 a fronteira fica a uns 50 quil\u00f4metros de Tr\u00eas Passos \u2013 seguindo pistas na busca de Cintia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2014, eu voltei a conversar demoradamente sobre o sumi\u00e7o de Cintia com a delegada Caroline. Eu estava em Tr\u00eas Passos, trabalhando no caso do menino Bernardo Boldrini, 11 anos, que foi morto pela madrasta, a ex-enfermeira Graciele Ugulini, com a participa\u00e7\u00e3o do pai, o m\u00e9dico Leandro Boldrini, e dos irm\u00e3os Edelv\u00e2nia e Evandro Wirganovicz. Um homic\u00eddio complicado que a delegada conseguiu resolver. Os quatro acusados pelo crime est\u00e3o presos aguardando julgamento. No caso de Cintia, a delegada conserva a esperan\u00e7a de um dia encontrar uma pista que solucione o crime. A fam\u00edlia segue cada pista que aparece. Um ano depois, na outra ponta do Estado, cidade de Pelotas. No inicio da noite de 9 de abril de 2015, a professora do curso de Biotecnologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Cl\u00e1udia Hartlben saiu da casa de uma amiga rumo a sua moradia. Nunca mais foi vista. O inqu\u00e9rito policial indiciou o ex-marido dela e um filho pelo desaparecimento. A Justi\u00e7a n\u00e3o aceitou o indiciamento, e o caso segue em aberto, ela, desaparecida, e os suspeitos, soltos por falta de provas.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi com a experi\u00eancia de ter trabalhado nesses casos que, quando coloquei o olho no desaparecimento da contadora Sandra Maria Lovis Trentin, 48\u00a0 anos, no \u00faltimo m\u00eas de janeiro em Palmeira das Miss\u00f5es, tive a impress\u00e3o que j\u00e1 havia assistindo e esse filme. Sandra trabalhava e morava com a fam\u00edlia em Boa Vista das Miss\u00f5es, pequena cidade agr\u00edcola a 22 quil\u00f4metros de Palmeira. O inqu\u00e9rito policial apontou como respons\u00e1vel pelo desaparecimento o marido da contadora, o vereador Paulo Ivan Landfeldt (PSDB), e um jovem de 22 anos que ele teria contratado para mat\u00e1-la. Landfeldt e o jovem foram presos preventivamente. Mas sem aparecer o corpo, eles foram libertados. O caso seguiu o roteiro dos outros crimes. Com exce\u00e7\u00e3o do Marcelo Alifantes, os outros desaparecimentos t\u00eam como fato em comum: s\u00e3o mulheres que estavam envolvidas em um lit\u00edgio familiar. Coincid\u00eancia?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o existe nada mais cruel para uma fam\u00edlia do que n\u00e3o saber o destino de um familiar sumido e do que cruzar pelas ruas da cidade com o suspeito pelo desaparecimento, livre por falta de provas. Sem um corpo, dificilmente algu\u00e9m vai para a cadeia. Os casos que existem s\u00e3o escassos. Um desses raros epis\u00f3dios\u00a0 <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/09\/04\/procurados-vivos-ou-mortos\/\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1367,1365,1366,1364,1368,490],"class_list":["post-1735","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-cintia-tres-passos","tag-claudia-pelotas","tag-contadora-palmeiras","tag-desarecidas","tag-marcelo-alifantis-canoas","tag-sirlene-desaparecida"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7Requ-rZ","jetpack-related-posts":[{"id":3091,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2019\/11\/20\/a-imprensa-nao-esta-nem-ai-para-o-desaparecimento-da-professora-de-pelotas\/","url_meta":{"origin":1735,"position":0},"title":"A imprensa n\u00e3o est\u00e1 nem a\u00ed para o desaparecimento da professora de Pelotas","author":"Carlos Wagner","date":"20 de novembro de 2019","format":false,"excerpt":"O que aconteceu com a professora Cl\u00e1udia? Foto: reprodu\u00e7\u00e3o Podem apostar. N\u00e3o vai ser a trucul\u00eancia do presidente da Rep\u00fablica, Jair Bolsonaro (sem partido), que ir\u00e1 nocautear o bom jornalismo brasileiro. Mas ser\u00e1 quando o leitor deixar de bater nas portas das reda\u00e7\u00f5es em busca de algu\u00e9m que ou\u00e7a e\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/claudia1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/claudia1.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/claudia1.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":4531,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/06\/05\/o-inquerito-policial-tem-a-prova-que-pode-resolver-o-sumico-da-professora-claudia-da-ufpel\/","url_meta":{"origin":1735,"position":1},"title":"O inqu\u00e9rito policial tem a prova que pode resolver o sumi\u00e7o da professora Cl\u00e1udia, da UFPel","author":"Carlos Wagner","date":"5 de junho de 2021","format":false,"excerpt":"At\u00e9 agora o desaparecimento da professora Cl\u00e1udia \u00e9 um crime perfeito. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o J\u00e1 se passaram seis anos e alguns dias desde o desaparecimento da professora Cl\u00e1udia Hartleben (47 anos, na \u00e9poca) na noite de 9 de abril de 2015. At\u00e9 o presente momento (04\/06), o sumi\u00e7o \u00e9 considerado pelos\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/claudia100.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/claudia100.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/claudia100.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":3668,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/08\/05\/o-ultimo-minuto-conhecido-da-vida-da-professora-claudia-hartlben-da-ufpel\/","url_meta":{"origin":1735,"position":2},"title":"O \u00faltimo minuto conhecido da vida da professora Cl\u00e1udia Hartleben, da UFPel","author":"Carlos Wagner","date":"5 de agosto de 2020","format":false,"excerpt":"\u00c9 dever do rep\u00f3rter n\u00e3o deixar cair no esquecimento casos como o da professora Cl\u00e1udia. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Como dizem os meus colegas rep\u00f3rteres da cobertura policial. No papel \u2013 no inqu\u00e9rito policial \u2013 est\u00e1 desaparecida a professora Cl\u00e1udia Hartleben, do curso de Biotecnologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Cl\u00e1udia\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cla%C3%BAdia3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cla%C3%BAdia3.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/cla%C3%BAdia3.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":3286,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/02\/11\/e-um-incentivo-a-matanca-de-mulheres-casos-como-o-da-professora-de-pelotas\/","url_meta":{"origin":1735,"position":3},"title":"\u00c9 um incentivo \u00e0 matan\u00e7a de mulheres casos como o da professora de Pelotas","author":"Carlos Wagner","date":"11 de fevereiro de 2020","format":false,"excerpt":"Professora Cl\u00e1udia (esquerda), Sirlene (centro) e Luana (direita) as tr\u00eas s\u00e3o procuradas vivas ou mortas pelos seus parentes, a pol\u00edcia tem suspeitos. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Existem muitos motivos para explicar o fant\u00e1stico crescimento de 233,33% no n\u00famero de assassinatos de mulheres no primeiro m\u00eas de 2020 comparado com janeiro de 2019.\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/desaparecidas1.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/desaparecidas1.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/desaparecidas1.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":5695,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/06\/10\/o-futuro-do-ex-governador-gaucho-e-o-sumico-da-professora-claudia-da-ufpel\/","url_meta":{"origin":1735,"position":4},"title":"O futuro do ex-governador ga\u00facho e o sumi\u00e7o da professora Cl\u00e1udia, da UFPel","author":"Carlos Wagner","date":"10 de junho de 2022","format":false,"excerpt":"Desaparecimento da professora Cl\u00e1udia \u00e9 um s\u00edmbolo da impunidade da viol\u00eancia contra a mulher. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Fiquei surpreso durante uma conversa com um rep\u00f3rter americano nos meses iniciais de 2020 quando ele perguntou sobre o ent\u00e3o governador ga\u00facho Eduardo Leite (PSDB-RS). A nossa conversa girou ao redor da possibilidade de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/claudiaUPel500.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":2825,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2019\/06\/04\/tres-mulheres-sao-procuradas-vivas-ou-mortas-no-rio-grande-do-sul-uma-delas-na-terra-do-governador-eduardo-leite\/","url_meta":{"origin":1735,"position":5},"title":"Tr\u00eas mulheres s\u00e3o procuradas vivas ou mortas no Rio Grande do Sul, uma delas na terra do governador Eduardo Leite","author":"Carlos Wagner","date":"4 de junho de 2019","format":false,"excerpt":"O desaparecimento de Cl\u00e1udia, a professora da UFPel, Sirlene, a comerciante e Luana, adolescente gr\u00e1vida de sete meses: para a pol\u00edcia s\u00e3o mais tr\u00eas casos n\u00e3o resolvidos e para suas fam\u00edlias um tormente que se repete todos os dias. Dois, dos tr\u00eas casos, de desaparecimento de mulheres no Estado fazem\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/tres-mulheres-2.png?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/tres-mulheres-2.png?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/tres-mulheres-2.png?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/tres-mulheres-2.png?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]}],"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1735","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1735"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1735\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1748,"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1735\/revisions\/1748"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1735"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1735"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1735"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}