{"id":1764,"date":"2018-09-15T13:14:33","date_gmt":"2018-09-15T16:14:33","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=1764"},"modified":"2018-09-21T02:32:48","modified_gmt":"2018-09-21T05:32:48","slug":"a-volta-da-era-do-radio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/09\/15\/a-volta-da-era-do-radio\/","title":{"rendered":"A volta da era do r\u00e1dio"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"1765\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/09\/15\/a-volta-da-era-do-radio\/esso\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/esso.jpg?fit=314%2C160&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"314,160\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"esso\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/esso.jpg?fit=314%2C160&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/esso.jpg?resize=573%2C296\" alt=\"\" class=\"wp-image-1765\" width=\"573\" height=\"296\"\/><figcaption>Durante muitos anos o r\u00e1dio foi o principal elo dos brasileiros que escutavam as not\u00edcias do mundo no Rep\u00f3rter Esso. Foto: reprodu\u00e7\u00e3o.<br\/><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Candidato \u00e0 extin\u00e7\u00e3o sempre que surge uma nova tecnologia em comunica\u00e7\u00e3o, o r\u00e1dio n\u00e3o s\u00f3 sobreviveu \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o da internet como ampliou o seu alcance, chegando a lugares onde antes dependia das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas. Em tempos em que as grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o est\u00e3o demitindo jornalistas em massa, a robustez exibida pelo r\u00e1dio n\u00e3o deixa de ser uma boa not\u00edcia para a categoria de jornalistas e radialistas e para os consumidores por ele ser de acesso gratuito. \u00c9 o que tenho ouvido, cada vez mais, dos estudantes de jornalismo e dos donos de pequenas empresas de comunica\u00e7\u00e3o nas palestras que tenho feito em faculdades e reda\u00e7\u00f5es pelo interior do Brasil. Ainda na semana passada, assisti esse assunto tomar corpo durante uma conversa que tive com os alunos do Centro de Ci\u00eancias Humanas e Sociais da Universidade do Vale do Taquari (Univates), em Lajeado, uma cidade agroindustrial no interior ga\u00facho.<\/p>\n\n\n\n<p>Lajeado fica a pouco mais de 120 quil\u00f4metros ao norte da Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, onde est\u00e3o concentradas as grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o. A menos de uma d\u00e9cada, o sinal das r\u00e1dios da Capital mal chegava l\u00e1. E as r\u00e1dios da Regi\u00e3o de Lajeado s\u00f3 chegavam a poucos quil\u00f4metros das redondezas. Sei disso porque fiz a minha carreira de rep\u00f3rter focada na cobertura de conflitos agr\u00e1rios, migra\u00e7\u00f5es e crime organizado nas fronteiras e, nos \u00faltimos 40 anos, sempre viajei muito. E por isso tenho conhecidos espalhados\u00a0 pelos sert\u00f5es brasileiros. At\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, coisa de n\u00e3o mais de 20 anos, os moradores do interior para terem acesso \u00e0s emissoras de r\u00e1dio dos grandes centros urbanos precisavam estar parados na frente de uma televis\u00e3o para ouvir, pelos canais de som, o seu programa favorito. Isso come\u00e7ou nos anos 80 com a populariza\u00e7\u00e3o das antenas parab\u00f3licas e, depois, pelas TVs a cabo. Com a vulgariza\u00e7\u00e3o do uso do celular, os ouvintes ganharam mobilidade e podem ouvir a r\u00e1dio em movimento. Isso \u00e9 grande novidade no meio rural.<\/p>\n\n\n\n<p>E qual a oportunidade que traz essa nova realidade para os jovens que est\u00e3o nas faculdades de\u00a0 jornalismo? Para responder a pergunta, temos que ter em mente dois fatos: o primeiro \u00e9 que, assim como as novas tecnologias facilitaram a chegadas das r\u00e1dios das grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o no interior, elas tamb\u00e9m possibilitaram que uma pequena r\u00e1dio estabelecida l\u00e1 nas barrancas do Rio Uruguai seja ouvida em qualquer canto do mundo. Isso abre para o jovem rep\u00f3rter a possibilidade de montar um grupo de colegas e locar um espa\u00e7o em emissora de r\u00e1dio para fazer um programa e comercializ\u00e1-lo. O segundo fato: a quest\u00e3o do conte\u00fado, que \u00e9 o grande desafio na atualidade. Vejamos: o ouvinte da emissora da Capital que vive l\u00e1 no interior n\u00e3o tem interesse em ouvir uma not\u00edcia sobre o engarrafamento de uma avenida em Porto Alegre. Assim como o ouvinte de Porto Alegre n\u00e3o tem interesse em saber dos atoleiros existentes nas estradas que d\u00e3o acesso \u00e0s propriedades rurais. O desafio \u00e9 encontrar conte\u00fados que sejam do interesse desses dois p\u00fablicos que foram colocados ao nosso alcance gra\u00e7as \u00e0s novas tecnologias. Trocando em mi\u00fados: enquanto as novas tecnologias s\u00e3o apontadas como culpadas pelo \u00eaxodo de assinantes dos jornais impressos, elas s\u00e3o respons\u00e1veis pelo crescimento dos ouvintes de r\u00e1dio.<\/p>\n\n\n\n<p>O destino que ter\u00e1 o futuro do r\u00e1dio est\u00e1 nas m\u00e3os das novas gera\u00e7\u00f5es de rep\u00f3rteres, das faculdades (especialmente as do interior) e das entidades de classe em resolver a quest\u00e3o dos conte\u00fados. Ela n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o f\u00e1cil de ser resolvida. Mas \u00e9 poss\u00edvel ser feito. Lembro que, antigamente, para ser rep\u00f3rter de r\u00e1dio precisava ter boa voz. Hoje a tecnologia j\u00e1 resolveu esse problema. Ali\u00e1s, at\u00e9 caras como eu, que sou gago, consigo falar. Lembro que, certa vez, estava na reda\u00e7\u00e3o e montei uma pauta que tinha como foco descobrir como as pessoas sabiam o que iria acontecer com o clima antes de existirem todos esses equipamentos de hoje, tipo sat\u00e9lites. Ent\u00e3o, rodei durante 10 dias pelo Rio Grande do Sul falando com pessoas que dependiam diretamente do tempo para trabalhar, tipo agricultores, pescadores, pecuaristas\u00a0 e um \u00edndio velho para saber do modo que o seu povo sabia das varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas antigamente.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>No final da viagem, encontrei o \u00edndio que procurava em Charrua, uma reserva ind\u00edgena entre Erechim e\u00a0 Passo Fundo, cidades do norte do Estado. Era um final de tarde do \u00faltimo m\u00eas do inverno no come\u00e7o dos anos 90 quando cheguei na reserva. Sentados ao redor de um fogo de ch\u00e3o, um grupo de \u00edndios velhos fumava cigarro palheiro (feito de palha), tomava chimarr\u00e3o e conversava. Cheguei de mansinho no grupo. Apresentei-me, tomei um mate e fiz uma longa e detalhada explica\u00e7\u00e3o sobre a minha pauta. No final, olhei para o mais velho do\u00a0 grupo e perguntei: como \u00e9 que o senhor sabe o que vai acontecer com o\u00a0 tempo?\u00a0 O velho \u00edndio deu uma tragada no cigarro, sorveu um gole do mate, olhou firme para mim e respondeu: \u201couvindo a R\u00e1dio Ga\u00facha\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa hist\u00f3ria contei no livro Rep\u00f3rteres, organizado pelo Aud\u00e1lio Dantas, e depois ela foi parar na revista Sele\u00e7\u00f5es e acabou dando volta no mundo. Na \u00e9poca, e ainda acontece hoje, as r\u00e1dios faziam cadeias para transmitir notici\u00e1rios e esporte. Ali\u00e1s\u00a0 clima e esporte, dois assuntos que interessam aos vivem no interior e nas cidades. Como \u00e9 que eu iria saber na \u00e9poca?<br\/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Candidato \u00e0 extin\u00e7\u00e3o sempre que surge uma nova tecnologia em comunica\u00e7\u00e3o, o r\u00e1dio n\u00e3o s\u00f3 sobreviveu \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o da internet como ampliou o seu alcance, chegando a lugares onde antes dependia das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas. 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