{"id":2078,"date":"2018-12-28T14:23:13","date_gmt":"2018-12-28T17:23:13","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=2078"},"modified":"2019-02-02T09:58:49","modified_gmt":"2019-02-02T12:58:49","slug":"uma-exigencia-do-leitor-a-volta-do-reporter-de-policia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/12\/28\/uma-exigencia-do-leitor-a-volta-do-reporter-de-policia\/","title":{"rendered":"Uma exig\u00eancia do leitor: a volta do rep\u00f3rter de pol\u00edcia"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"2079\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2018\/12\/28\/uma-exigencia-do-leitor-a-volta-do-reporter-de-policia\/primeira-pg\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?fit=1440%2C750&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1440,750\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"primeira pg\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?fit=640%2C333&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?fit=640%2C333\" alt=\"\" class=\"wp-image-2079\" width=\"722\" height=\"376\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?resize=768%2C400&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?resize=1024%2C533&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/primeira-pg.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>A Primeira P\u00e1gina \u00e9 uma com\u00e9dia lan\u00e7ada em 1975 que retrata o auge do jornalismo policial nos anos 20, nos Estados Unidos, com Jack Lemmon (falecido em 2001). Foto:^reprodu\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Nos tempos em que os rep\u00f3rteres usavam cal\u00e7as Jeans surradas, cabelos e barbas longas e maltratadas e as rep\u00f3rteres trajavam vestidos longos e coloridos, cabelos revoltados e muitos colares no pesco\u00e7o. E que, na reda\u00e7\u00e3o, o som das m\u00e1quinas de escrever parecia uma sinfonia confusa, e pairava uma nuvem baixa da fuma\u00e7a do cigarro. Nesse tempo, existia um personagem chamado rep\u00f3rter de policia. Alguns jornais tinham a editoria de policia. Mas a maioria s\u00f3 tinha alguns rep\u00f3rteres que faziam a cobertura policial. Geralmente eram os jornalistas mais velhos e tarimbados da reda\u00e7\u00e3o. Eles entendiam o linguajar dos delegados, dos agentes policiais, dos advogados de porta de cadeia, da bandidagem e da malandragem.&nbsp; At\u00e9 a d\u00e9cada de 1980, a cobertura policial foi uma das melhores escolas na forma\u00e7\u00e3o de rep\u00f3rteres no Brasil. Com a democratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, em 1985, e a volta da liberdade de imprensa, assuntos como pol\u00edtica, economia e quest\u00f5es sociais ganharam uma grande relev\u00e2ncia nos notici\u00e1rios e empurraram para esquecimento a cobertura policial.<\/p>\n\n\n\n<p>A bem da verdade, que se diga uma coisa. Em parte, a cobertura policial caiu no esquecimento porque, enquanto as outras editorias cuidavam de assuntos cada vez mais relevantes para o cotidiano do nosso leitor, os casos de pol\u00edcia se limitavam aos crimes cometidos por gente pobre, principalmente o chamado \u201cladr\u00e3o de galinha\u201d ou o \u201cchinelo\u201d, como define no jarg\u00e3o das reda\u00e7\u00f5es os bandidos comuns. Vez ou outra, acontecia um crime passional, ou um sequestro&nbsp; em uma fam\u00edlia de bacanas, como eram chamados os de classe m\u00e9dia e os ricos pelos rep\u00f3rteres de pol\u00edcia. Nessas ocasi\u00f5es, os rep\u00f3rteres da cobertura policial voltavam a se engrandecer dentro das reda\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 por outro motivo que a maioria dos roteiristas de novelas e dos autores de livros e textos que se tornaram \u00edcones da nossa profiss\u00e3o nasceu entre os antigos rep\u00f3rteres de pol\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o em 1979 e tive o privil\u00e9gio de conviver com os rep\u00f3rteres policiais e a aprender com eles as \u201cmanhas\u201d&nbsp; da profiss\u00e3o. Meu campo de trabalho, inicialmente, foi os conflitos agr\u00e1rios \u2013 sem terra, fazendeiros, \u00edndios e garimpeiros. Saber como funcionava a pol\u00edcia que era enviada pelo governo para reprimir os conflitos facilitou muito a minha vida e deu ao meu trabalho um conte\u00fado diferente dos concorrentes.&nbsp; Posteriormente, acrescentei \u00e0s minhas coberturas assuntos de crime organizado e  hist\u00f3rias das fronteiras. Novamente, o que aprendi com \u201cos caras\u201d foi importante. Talvez, por uma das ironias da hist\u00f3ria, a tecnologia gerada nas coberturas policiais volta a ser necess\u00e1ria nas reda\u00e7\u00f5es. O motivo? \u00c9 simples, como falava um editor de pol\u00edcia de um jornal carioca com quem eu sempre conversava. Como ele dizia: \u201cos ratos est\u00e3o batendo na porta dos bacanas\u201d. Uma explica\u00e7\u00e3o: \u201cratos\u201d era como os bandidos chamavam os policiais, e a palavra acabou sendo incorporada ao linguajar das antigas reda\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p> Nos \u00faltimos meses, n\u00e3o foi&nbsp; nem uma ou duas, mas v\u00e1rias vezes em que policiais, principalmente da antiga, conversaram comigo sobre a fragilidade de conhecimentos dos rep\u00f3rteres que os entrevistam. Lembrei a um deles que antigamente arrancar alguma coisa relevante deles era uma luta. Agora eles querem falar e n\u00e3o t\u00eam para quem. N\u00e3o deixa de ser uma coisa esquisita. \u00c9 o caso das entrevistas coletivas da Lava Jato. Os delegados federais e os procuradores da Rep\u00fablica n\u00e3o t\u00eam como acompanhar online o trabalho dos agentes em campo. J\u00e1 pegam as informa\u00e7\u00f5es \u201cmastigadas\u201d pelo escriv\u00e3o do inqu\u00e9rito. Um coment\u00e1rio. Na maioria das vezes, as informa\u00e7\u00f5es que v\u00e3o para o \u201cpapel\u201d \u2013 inqu\u00e9rito \u2013 deixam de fora o que n\u00e3o interessa. Mas n\u00e3o deixam de ser informa\u00e7\u00f5es relevantes, e muitas vezes revelam os bastidores do acontecimento. Se observarmos as entrevistas coletivas, temos um quadro interessante: na maioria das vezes, um rep\u00f3rter que n\u00e3o entende de como as coisas acontecem dentro da pol\u00edcia entrevistando um delegado ou um procurador da Rep\u00fablica que \u201ccomeu na m\u00e3o\u201d do escriv\u00e3o \u2013 o termo, usado no jarg\u00e3o de velhos rep\u00f3rteres, para dizer que dependeu das informa\u00e7\u00f5es.&nbsp; O leitor fica com um monte de d\u00favidas sobre o que aconteceu. A primeira li\u00e7\u00e3o que se aprende nos tempos dos rep\u00f3rteres policiais \u00e9 ter fontes entre os investigadores e os escriv\u00e3es. O delegado \u00e9 o \u201cboneco falante\u201d \u2013 na g\u00edria de delegacia, significa que ele repete as informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora a minha opini\u00e3o pessoal. O Rio de Janeiro foi, \u00e9 e continuar\u00e1 sendo o maior ber\u00e7\u00e1rio de rep\u00f3rter policial da Am\u00e9rica do Sul. O insol\u00favel, at\u00e9 agora, caso da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista Anderson Pedro Gomes, executados em mar\u00e7o. Com exce\u00e7\u00e3o de algumas reportagens policiais feitas por rep\u00f3rteres calejados, a maioria das mat\u00e9rias \u2013 eu tenho lido todas \u2013 repete a ladainha oficial sobre o caso. E qual \u00e9 o motivo por que isso acontece? Simples. A extin\u00e7\u00e3o dos rep\u00f3rteres de policia nas reda\u00e7\u00f5es determinou o corte da tecnologia de como fazer a cobertura desse tipo de evento. Tenho dito nas minhas palestras que a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 ser velho, de meia idade ou jovem em uma reda\u00e7\u00e3o. A quest\u00e3o \u00e9 que a transmiss\u00e3o da tecnologia de apura\u00e7\u00e3o foi cortada com as demiss\u00f5es em massa. \u00c9 como se um jornal fosse um restaurante, e um entendido demitisse o cozinheiro que sabia de cabe\u00e7a as receitas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, hoje as grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o t\u00eam um problema. A cobertura policial virou t\u00e3o importante como a de pol\u00edtica, economia e quest\u00f5es sociais. Mas a maioria das reda\u00e7\u00f5es n\u00e3o tem mais a \u201cescola da cobertura policial\u201d. O que hoje chamamos de \u201cjornalista investigativo\u201d n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de pessoa que entende de cobertura policial. Uma das sa\u00eddas das empresas \u00e9 chamar esse antigo rep\u00f3rter policial para fazer oficinas sobre o assunto. J\u00e1 os rep\u00f3rteres, principalmente os jovens, podem solucionar o caso indo aos botecos onde esse pessoal da antiga enche a cara e fala mal deles. N\u00f3s, rep\u00f3rteres, temos que ter como norte o seguinte: nosso objetivo \u00e9 ser lido, ouvido e assistido pelos nossos leitores. E ouvir dele no final de uma mat\u00e9ria: \u201cesse rep\u00f3rter sabe das coisas\u201d. O resto \u00e9 conversa de consultor e burocrata. Duas pragas que assolam o jornalismo nos dias atuais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos tempos em que os rep\u00f3rteres usavam cal\u00e7as Jeans surradas, cabelos e barbas longas e maltratadas e as rep\u00f3rteres trajavam vestidos longos e coloridos, cabelos revoltados e muitos colares no pesco\u00e7o. E que, na reda\u00e7\u00e3o, o som das m\u00e1quinas de escrever parecia uma sinfonia confusa, e pairava uma nuvem baixa da fuma\u00e7a do cigarro. 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