{"id":2786,"date":"2019-05-09T12:10:45","date_gmt":"2019-05-09T15:10:45","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=2786"},"modified":"2019-05-09T13:10:12","modified_gmt":"2019-05-09T16:10:12","slug":"o-legado-para-o-jornalismo-da-morte-da-sem-terra-rose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2019\/05\/09\/o-legado-para-o-jornalismo-da-morte-da-sem-terra-rose\/","title":{"rendered":"O legado para o jornalismo da morte da sem-terra Rose"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"2787\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2019\/05\/09\/o-legado-para-o-jornalismo-da-morte-da-sem-terra-rose\/rosi\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/rosi.jpg?fit=800%2C531&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"800,531\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"rosi\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/rosi.jpg?fit=640%2C425&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/rosi.jpg?resize=640%2C424\" alt=\"\" class=\"wp-image-2787\" width=\"640\" height=\"424\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/rosi.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/rosi.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/rosi.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>A situa\u00e7\u00e3o entre os fazendeiros e o MST sempre foi tensa e sempre que algu\u00e9m semear o \u00f3dio aparecem as pessoas que julgam estar fazendo um bem para a comunidade tornando-se um justiceiro, como foi o caso que aconteceu no trevo de Sarandi em 1987. Foto: arquivo pessoal.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Sorridente e se despendido at\u00e9 a assinatura do pr\u00f3ximo decreto, o presidente da Rep\u00fablica, Jair Bolsonaro (PSL- RJ), assinou a flexibiliza\u00e7\u00e3o do porte de arma, cumprindo uma promessa de campanha, para alegria da Bancada da Bala, como \u00e9 conhecida a frente parlamentar que defende o armamento da popula\u00e7\u00e3o civil. Caminhando no mesmo sentido, no in\u00edcio do m\u00eas o presidente, em discurso para produtores rurais, prometeu isentar o fazendeiro que atirar contra invasores de suas propriedades.&nbsp; Ele n\u00e3o disse.  Mas est\u00e1 nas entrelinhas do seu discurso que tratam-se dos seguidores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Tanto que o MST protestou. Ele n\u00e3o precisa decretar nada sobre o direito de defesa, porque j\u00e1 est\u00e1 garantido na Constitui\u00e7\u00e3o. Na verdade, o presidente aproveitou a ocasi\u00e3o para inflar os \u00e2nimos, injetando uma dose cavalar de incentivo ao confronto entre os sem-terra e os fazendeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>O investimento que o presidente vem fazendo em acirrar os \u00e2nimos entre sem-terra e fazendeiros resgatou na minha mem\u00f3ria um epis\u00f3dio que aconteceu em 1987.&nbsp; Para ser mais exato, foi no dia 31 de mar\u00e7o de 1987. Um grupo de sem-terra, que estava acampado na Fazenda Annoni, participava de uma protesto de rotina em um dos trevos de acesso a Sarandi, cidade agr\u00edcola no norte do Rio Grande do Sul. O bloqueio ficava no final de uma descida da&nbsp; BR 386, que liga a Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre ao oeste de Santa Catarina. Formou-se uma enorme fila de ve\u00edculos, em especial de caminh\u00f5es, nos dois sentidos da estrada, que \u00e9 de pista simples, \u00e0 espera do final do bloqueio. De uma hora para outra, um caminh\u00e3o, transitando no sentido&nbsp; de Santa Catarina, avan\u00e7ou na contram\u00e3o e tentou furar o bloqueio, que era feito por pessoas e maquin\u00e1rio agr\u00edcola. Foram mortos na hora tr\u00eas&nbsp; pessoas: Lari Grosseli, 23 anos, Vitalino Antonio Mori, 32, e Roseli Nunes da Silva, 33, a sem- terra Rose, m\u00e3e de tr\u00eas filhos, sendo que um deles, Marcos Tiaraju, foi a primeira crian\u00e7a que nasceu no acampamento da Annoni, uma gleba de 9 mil hectares, \u00e0 beira da estrada Ronda Alta-Passo Fundo, que havia sido ocupada pelo MST, em 1985. Rose era uma das l\u00edderes do MST. Eu a conheci no dia da ocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O esclarecimento desse caso lan\u00e7ou luzes sobre um personagem que, at\u00e9 ent\u00e3o, estava nas sombras, no campo do enfrentamento entre os sem-terra e os fazendeiros da regi\u00e3o. O caminh\u00e3o pertencia a uma empresa de mat\u00e9rias de constru\u00e7\u00e3o de Carazinho, cidade agroindustrial que fica a 40 quil\u00f4metros de Sarandi, no sentido de Porto Alegre. E era dirigido por um dos empregados da empresa. A primeira vers\u00e3o foi de que o ve\u00edculo n\u00e3o conseguiu parar por motivos mec\u00e2nicos. Essa foi a vers\u00e3o oficial. Mas havia outra que todos conheciam, e n\u00e3o havia como provar. A presen\u00e7a do MST na regi\u00e3o abalou um grupo de  fazendeiros que eram grandes propriet\u00e1rios de \u00e1reas que haviam ganho como heran\u00e7a. Eram \u00e1reas ociosas bem no meio de uma regi\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola intensiva. Esses propriet\u00e1rios n\u00e3o arrendavam essas terras, n\u00e3o vendiam e viviam de rendas de outros investimentos. A terra, para eles, era poder. Na ocasi\u00e3o, conversei com eles. <\/p>\n\n\n\n<p>Esse grupo se encarregou de patrocinar na m\u00eddia regional uma campanha desqualificando os sem-terra, acusado-os de estupradores, assaltantes, de prostitui\u00e7\u00e3o e de comunistas. A Uni\u00e3o Democr\u00e1tica Ruralista\u00a0 (UDR), o bra\u00e7o pol\u00edtico dos fazendeiros, ampliou esses ataques aos sem-terra. Foi esse ambiente de disputa pol\u00edtica, inflado por esse grupo de fazendeiros, que contribuiu para que o motorista acreditasse que, ao tentar furar o bloqueio, estava fazendo um favor para a comunidade. Claro que isso nunca foi provado. Mas foi o que aconteceu. Tanto que a presen\u00e7a do MST na regi\u00e3o for\u00e7ou esses fazendeiros que mantinham suas terras ociosas a vend\u00ea-las ou arrend\u00e1-las pelo pre\u00e7o de mercado. Rose e outros dois agricultores pagaram com suas vidas pela manobra desse grupo de fazendeiros. O investimento que Bolsonaro est\u00e1 fazendo em acirrar os \u00e2nimos no conflito agr\u00e1rio pode encorajar uma pessoa comum a cometer um crime acreditando que est\u00e1 fazendo um bem para a comunidade.   Como foi o caso da Rose e seus companheiros. <br><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sorridente e se despendido at\u00e9 a assinatura do pr\u00f3ximo decreto, o presidente da Rep\u00fablica, Jair Bolsonaro (PSL- RJ), assinou a flexibiliza\u00e7\u00e3o do porte de arma, cumprindo uma promessa de campanha, para alegria da Bancada da Bala, como \u00e9 conhecida a frente parlamentar que defende o armamento da popula\u00e7\u00e3o civil. 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