{"id":2997,"date":"2019-10-06T16:32:52","date_gmt":"2019-10-06T19:32:52","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=2997"},"modified":"2019-10-06T16:32:52","modified_gmt":"2019-10-06T19:32:52","slug":"o-garimpo-do-janot","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2019\/10\/06\/o-garimpo-do-janot\/","title":{"rendered":"O garimpo do Janot"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"2998\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2019\/10\/06\/o-garimpo-do-janot\/20191006_160254\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?fit=4608%2C3456&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"4608,3456\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;1.7&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;SM-J810M&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1570377774&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;3.93&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;160&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"20191006_160254\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?fit=640%2C480&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?fit=640%2C480\" alt=\"\" class=\"wp-image-2998\" width=\"736\" height=\"552\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?w=4608&amp;ssl=1 4608w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/20191006_160254.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>Para saber o que acontecia entre as quatro paredes da Lava Jato \u00e9 preciso cruzar as informa\u00e7\u00f5es do livro do Janot com as mensagens publicadas pelo site The Intercept Brasil. Foto: arquivo pessoal<br><br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Fiz o tema de casa. Li o livro do Janot. \u201cNada Menos Que Tudo\u201d tem um texto simples e direto e conserva ao longo das suas 245 p\u00e1ginas um encadeamento de fatos narrados como se fossem um filme de a\u00e7\u00e3o, o que torna a leitura interessante a cada p\u00e1gina. O ex-procurador-geral da Rep\u00fablica Rodrigo Janot, 63 anos, escreveu o livro em parceria com o jornalista Ja\u00edlton de Carvalho. Eles narram os bastidores da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, que se tornou s\u00edmbolo de combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o no Brasil. Para n\u00f3s rep\u00f3rteres o livro \u00e9 como se fosse um garimpo onde se encontram informa\u00e7\u00f5es que podem ajudar a lan\u00e7ar luzes nos cantos escuros que envolvem a atua\u00e7\u00e3o dos principais operadores da Lava Jato \u2013 procuradores da Rep\u00fablica, agentes da Pol\u00edcia Federal (PF) e t\u00e9cnicos da Receita Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Para facilitar a conversa com os jovens rep\u00f3rteres que est\u00e3o na correria do dia a dia das reda\u00e7\u00f5es e com estudantes de jornalismo vou organizar a nossa conversa de maneira did\u00e1tica. Ent\u00e3o, vamos aos fatos \u2013 como diziam os velhos rep\u00f3rteres dos tempos em que as reda\u00e7\u00f5es eram inundadas pelo som dos teclados das m\u00e1quinas de escrever e pelo ar pesado da fuma\u00e7a dos cigarros.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lava Jato pode ser dividida em duas partes, que podemos chamar de andar de baixo e andar de cima: no andar de baixo, funciona a 13\u00aa Vara Federal de Curitiba (PR), que at\u00e9 2018 tinha o ent\u00e3o juiz Sergio Moro como titular, e a for\u00e7a-tarefa dos procuradores da Rep\u00fablica, coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol. Na 13\u00aa Vara s\u00e3o julgados os acusados na Lava Jato que n\u00e3o t\u00eam foro privilegiado \u2013 ministros e parlamentares respondem ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ali foram julgados grandes empreiteiros, doleiros e o preso mais ilustre da opera\u00e7\u00e3o, o ex-presidente da Rep\u00fablica Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT-SP).<\/p>\n\n\n\n<p>Em julho de 2017, Moro condenou Lula a nove anos e seis meses de pris\u00e3o no caso do triplex de Guaruj\u00e1, cidade do litoral paulista. A senten\u00e7a foi confirmada e ampliada para 12 anos pelos desembargadores da 8\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF4), que funciona em Porto Alegre (RS). Por ser uma condena\u00e7\u00e3o em segunda inst\u00e2ncia, Lula foi preso e impedido de concorrer \u00e0s elei\u00e7\u00f5es presidenciais de 2018, em que era l\u00edder nas pesquisas de inten\u00e7\u00e3o de votos. O que beneficiou o seu maior concorrente, o atual presidente da Rep\u00fablica Jair Bolsonaro (PSL-RJ). No final de 2018, Moro abandonou uma carreira de 23 anos como juiz federal para se tornar ministro de Bolsonaro. Os bastidores dessa hist\u00f3ria s\u00e3o desconhecidos at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>A outra parte da Lava Jato, a do andar de cima, funciona na Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica (PGR), em Bras\u00edlia (DF), e trata com os suspeitos que t\u00eam foro privilegiado. O livro narra fatos do per\u00edodo em que Janot ocupou o cargo de procurador-geral da Rep\u00fablica, entre setembro de 2013 e setembro de 2017. A lista de parlamentares que Janot determinou que fossem investigados \u00e9 longa, e incluiu at\u00e9 o presidente da Rep\u00fablica da \u00e9poca, Michel Temer (MDB-SP) \u2013 procure na internet a Lista de Janot. Aqui chegamos ao trecho mais importante da nossa hist\u00f3ria, que \u00e9 a busca de informa\u00e7\u00f5es no livro sobre as den\u00fancias feitas pelo rep\u00f3rter americano Glenn Greenwald no site The Intercept Brasil. Desde junho, o site vem publicando a conta-gotas a troca de mensagens pelo aplicativo Telegram entre os procuradores da Rep\u00fablica da Lava Jato em Curitiba e com o ent\u00e3o juiz Moro \u2013 h\u00e1 imenso material dispon\u00edvel na internet. Janot era o chefe dos procuradores de Curitiba. Em 15 de junho, eu publiquei o post \u201cAs conversas entre Moro e os procuradores da Lava Jato chegaram \u00e0 Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro n\u00e3o responde a essa pergunta de maneira direta. Mas tem importantes informa\u00e7\u00f5es sobre o relacionamento de Janot com o coordenador da for\u00e7a-tarefa Deltan Dallagnol. Em pelo menos duas oportunidades, ele amea\u00e7ou Janot com a demiss\u00e3o em massa dos procuradores da for\u00e7a-tarefa. Se isso acontecesse, a Lava Jato teria s\u00e9rios problemas, principalmente o andar de cima. Em 2016, Dallagnol tentou emparedar Janot exigindo que a den\u00fancia contra o PT fosse a primeira da longa fila dos parlamentares dos partidos envolvidos com corrup\u00e7\u00e3o. A exig\u00eancia era para refor\u00e7ar a tese de que Lula era o l\u00edder de uma quadrilha que havia saqueado a Petrobras. Tese que havia sido defendida por Dallagnol em um pol\u00eamico Power Point apresentado a jornalistas em setembro de 2016 \u2013 h\u00e1 farto material na internet. Janot n\u00e3o concordou e houve um bate-boca.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro mostra que Dallagnol batia de frente com Janot, que era seu chefe. E as mensagem publicadas pelo site The Intercept revelam que era d\u00f3cil com o ent\u00e3o juiz Moro. Por qu\u00ea? \u00c9 uma pergunta que temos que responder ao nosso leitor. Sobre Moro, Janot menciona o nome do ex-juiz poucas vezes. Mas deixa bem claro que foi assediado por parlamentares para ocupar cargos, incluindo concorrer \u00e0 vice-presid\u00eancia. E n\u00e3o aceitou. Tem muitas informa\u00e7\u00f5es nas entrelinhas do livro. Sugiro aos professores dos cursos de jornalismo que fa\u00e7am um exerc\u00edcio com os seus alunos. Peguem um acontecimento, tipo pris\u00e3o do Lula. Cruzem as informa\u00e7\u00f5es do livro com as publicadas pelo The Intercept e com os conte\u00fados dos notici\u00e1rios. Cruzar informa\u00e7\u00f5es \u00e9 um dos fundamentos do jornalismo investigativo. \u00c9 simples assim.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fiz o tema de casa. Li o livro do Janot. \u201cNada Menos Que Tudo\u201d tem um texto simples e direto e conserva ao longo das suas 245 p\u00e1ginas um encadeamento de fatos narrados como se fossem um filme de a\u00e7\u00e3o, o que torna a leitura interessante a cada p\u00e1gina. 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