{"id":3346,"date":"2020-02-29T13:26:58","date_gmt":"2020-02-29T16:26:58","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=3346"},"modified":"2020-02-29T13:26:58","modified_gmt":"2020-02-29T16:26:58","slug":"bolsonaro-anda-na-trilha-do-messianismo-um-caminho-perigoso-para-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/02\/29\/bolsonaro-anda-na-trilha-do-messianismo-um-caminho-perigoso-para-o-brasil\/","title":{"rendered":"Bolsonaro anda na trilha do messianismo, um caminho perigoso para o Brasil"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"3347\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/02\/29\/bolsonaro-anda-na-trilha-do-messianismo-um-caminho-perigoso-para-o-brasil\/messianismo\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?fit=1280%2C832&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1280,832\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"messianismo\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?fit=640%2C416&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?fit=640%2C416\" alt=\"\" class=\"wp-image-3347\" width=\"714\" height=\"464\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?resize=1024%2C666&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/messianismo.jpg?resize=768%2C499&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>Nos come\u00e7o do s\u00e9culo XX, nos sert\u00f5es do Brasil, centenas de pessoas se reuni\u00e3o ao redor de um homem religioso que acreditavam ter sido enviado para resolver os seus problemas. Foto :  Reprodu\u00e7\u00e3o. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Duas perguntas que precisamos responder aos nossos leitores. Qual a diferen\u00e7a entre os dois v\u00eddeos circulando na internet convocado a popula\u00e7\u00e3o para a manifesta\u00e7\u00e3o no pr\u00f3ximo dia 15 em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com a jogada feita em 1961 por J\u00e2nio Quadros, renunciando \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica apenas oito meses depois de tomar posse? E de Fernando Collor de Mello, que em 1992 pediu para a popula\u00e7\u00e3o ir \u00e0s ruas no feriado de 7 de setembro vestindo verde e amarelo? A diferen\u00e7a \u00e9 que o grupo pol\u00edtico de Bolsonaro aprendeu com os erros de J\u00e2nio, que renunciou acreditando que voltaria ao cargo nos bra\u00e7os do povo e fracassou, e Collor, que apostou que o apoio popular o salvaria do impeachment, mas viu os brasileiros vestirem preto e acelerarem a sua queda.<\/p>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria mostra que J\u00e2nio e Collor cometeram uma s\u00e9rie de erros, sendo o maior deles n\u00e3o oferecer uma mensagem curta, direta e clara aos seus eleitores. Nos primeiros tr\u00eas meses do governo Bolsonaro a mensagem passada para os apoiadores era confusa e se resumia em \u201cculpar o PT\u201d. Com o passar do tempo as coisas foram clareando: a imagem de que o presidente era o homem que veio ao mundo para salvar os brasileiros foi sendo refor\u00e7ada, e o auge dessa estrat\u00e9gia \u00e9 mostrado em um dos v\u00eddeos que est\u00e3o circulando. A imagem forte \u00e9 durante a campanha eleitoral (2018), quando ele \u00e9 esfaqueado \u2013 h\u00e1 uma abund\u00e2ncia de mat\u00e9rias na internet. Os inimigos que o impedem de cumprir a sua miss\u00e3o s\u00e3o nomeados de forma curta e clara: o Congresso, o Poder Judici\u00e1rio e os jornalistas. O nome disso \u00e9 messianismo. Uma estrat\u00e9gia simples e eficiente de comunica\u00e7\u00e3o que nasceu nos tempos b\u00edblicos e vem sendo aperfei\u00e7oada atrav\u00e9s dos tempos. \u00c0s vezes algu\u00e9m do governo deixa muito expl\u00edcito o uso dessa estrat\u00e9gia e acaba se complicando, como foi o caso do ex-secret\u00e1rio especial da Cultura, Roberto Alvim, que perdeu o cargo (17\/01) por ter distribu\u00eddo um v\u00eddeo sobre um concurso liter\u00e1rio no qual citou trechos de um discurso do nazista Joseph Goebbels, ministro da propaganda do Adolf Hitler.<\/p>\n\n\n\n<p>O messianismo \u00e9 alimentando pelo&nbsp;confronto. E o que mais barulho faz \u00e9 contra jornalistas. A \u00faltima v\u00edtima das cal\u00fanias do presidente foi a jornalista do Estad\u00e3o Vera Magalh\u00e3es. Ela divulgou que Bolsonaro havia compartilhado nas redes os v\u00eddeos da convoca\u00e7\u00e3o para a manifesta\u00e7\u00e3o do dia 15. Outra foi a rep\u00f3rter da Folha Patr\u00edcia Campos Mello, caluniada por Hans River, ex-funcion\u00e1rio da Yacon, uma empresa de \u201cdisparo de mensagens\u201d, durante o depoimento dele na Comiss\u00e3o Parlamentar Mista de Inqu\u00e9rito (CPMI) das Fake News. O presidente e o seu filho deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL- SP) n\u00e3o s\u00f3 refor\u00e7aram as cal\u00fanias de Hans contra a jornalista como a acusaram de uma s\u00e9rie de inverdades. O presidente tamb\u00e9m atacou a jornalista da Jovem Pan, um das emissoras de r\u00e1dio mais importantes de S\u00e3o Paulo, Thais Oyama, autora do livro Tormenta \u2013 O Governo Bolsonaro: Crises, Intrigas e Segredos. Ele a chamou maneira pejorativa de \u201cjaponesa\u201d. A respeito das cal\u00fanias contra a imprensa publiquei o post (15\/02) \u201cA ira contra jornalistas: pistoleiros na Fronteira e caluniadores em Bras\u00edlia\u201c.<\/p>\n\n\n\n<p>Na linguagem militar o governo mant\u00e9m \u201cum conflito de baixa intensidade\u201d com os jornalistas. Ele \u00e9 localizado e o risco de se expandir para outras \u00e1reas \u00e9 m\u00ednimo. A estrat\u00e9gia em rela\u00e7\u00e3o ao Congresso e ao Poder Judici\u00e1rio \u00e9 outra, chama-se desgaste. Como se diz no interior do Rio Grande do Sul, \u201catira uma pedra e esconde a m\u00e3o\u201d. Nada indica que governo Bolsonaro v\u00e1 para o confronto direto com esses dois poderes. A n\u00e3o ser que ele encontre uma brecha. Aqui, eu gostaria de refletir com os meus colegas rep\u00f3rteres. A maneira como se tem noticiado as quest\u00f5es que envolvem amea\u00e7as dos bolsonaristas contra o Judici\u00e1rio e o Congresso d\u00e1 a impress\u00e3o que eles v\u00e3o l\u00e1 fechar tudo e os brasileiros ficar\u00e3o de bra\u00e7os cruzados assistindo. Sabemos que n\u00e3o \u00e9 assim que funciona. Muito gente morreu, perdeu seus empregos e at\u00e9 precisou abandonar o pa\u00eds para consolidar a democracia no Brasil.  A heran\u00e7a econ\u00f4mica, pol\u00edtica e cultural deixada pelo Regime Militar (1964 a 1985) foi perversa, como mostra a hist\u00f3ria. Um dos focos da minha carreira foram os conflitos agr\u00e1rios, entre fazendeiros e sem-terra e \u00edndios e garimpeiros. Houve um per\u00edodo na luta pela terra no Brasil que se chamou de messi\u00e2nico, entre 1912 a 1950.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo acontecia assim. Uma pessoa religiosa e que entendia do uso medicinal das ervas se estabelecia entre os agricultores miser\u00e1veis em uma grota perdida pelos rinc\u00f5es. Ao redor dela surgia um movimento de luta pela terra. O mais famoso de todos foi o monge S\u00e3o Jo\u00e3o Maria, um religioso europeu que veio para o Brasil por volta de 1844 e andava pelos sert\u00f5es brasileiros. Nos anos seguintes, em v\u00e1rios sert\u00f5es do Brasil, outros religiosos e conhecedores das plantas medicinais passaram a se chamar S\u00e3o Jo\u00e3o Maria. Um deles estava na Guerra do Contestado (1912 a 1916), um conflito envolvendo pequenos propriet\u00e1rios e posseiros que aconteceu na divisa de Santa Catarina com o Paran\u00e1. O livro O Contestado: Sangue no Verde do Sert\u00e3o (1997), da rep\u00f3rter \u00c2ngela Bastos, \u00e9 um documento sobre o que aconteceu l\u00e1. Outro S\u00e3o Jo\u00e3o Maria iniciou um conflito por terra no Lago\u00e3o (1936 a 1938), no interior ga\u00facho. Em parceria com o rep\u00f3rter Andr\u00e9 Pereira publiquei o livro Monges Barbudos &amp; O Massacre do Fund\u00e3o (1981). Claro, o presidente Bolsonaro n\u00e3o \u00e9 o S\u00e3o Jo\u00e3o Maria da era eletr\u00f4nica. Mas a l\u00f3gica do discurso \u00e9 muito parecida. E o que n\u00f3s jornalistas temos que ter bem presente \u00e9 que o presidente e seu c\u00edrculo \u00edntimo de pensadores n\u00e3o s\u00e3o um bando de trogloditas. S\u00e3o pessoas inteligentes, cursaram boas faculdades, t\u00eam recursos e aprendem com os erros. \u00c9 simples assim.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas perguntas que precisamos responder aos nossos leitores. Qual a diferen\u00e7a entre os dois v\u00eddeos circulando na internet convocado a popula\u00e7\u00e3o para a manifesta\u00e7\u00e3o no pr\u00f3ximo dia 15 em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com a jogada feita em 1961 por J\u00e2nio Quadros, renunciando \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica apenas oito meses depois de <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/02\/29\/bolsonaro-anda-na-trilha-do-messianismo-um-caminho-perigoso-para-o-brasil\/\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1833,153,1832,1830,1831,1829,1828],"class_list":["post-3346","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-15-de-novembro","tag-bolsonaro","tag-confronto","tag-jornalista-patricia","tag-jornalista-thais-oyama","tag-jornalista-vera","tag-messianismo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7Requ-RY","jetpack-related-posts":[{"id":5958,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/08\/26\/cargo-de-presidente-viciou-bolsonaro-em-ser-manchete-nos-jornais\/","url_meta":{"origin":3346,"position":0},"title":"Cargo de presidente viciou Bolsonaro em ser manchete nos jornais?","author":"Carlos Wagner","date":"26 de agosto de 2022","format":false,"excerpt":"Antes de ser presidente Bolsonaro corria atr\u00e1s dos jornalistas. 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