{"id":354,"date":"2017-07-27T12:45:13","date_gmt":"2017-07-27T15:45:13","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=354"},"modified":"2017-07-30T01:59:33","modified_gmt":"2017-07-30T04:59:33","slug":"a-corrida-por-armas-pesadas-pelas-quadrilhas-tornou-o-brasil-um-grande-comprador-do-mercado-mundial-ilegal-de-fuzis-municoes-e-explosivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2017\/07\/27\/a-corrida-por-armas-pesadas-pelas-quadrilhas-tornou-o-brasil-um-grande-comprador-do-mercado-mundial-ilegal-de-fuzis-municoes-e-explosivos\/","title":{"rendered":"A corrida por armas pesadas pelas quadrilhas tornou o Brasil um grande comprador do mercado mundial ilegal de fuzis, muni\u00e7\u00f5es e explosivos."},"content":{"rendered":"<p>A corrida por armas potentes para serem usadas na disputa por territ\u00f3rio e assaltos pelas organiza\u00e7\u00f5es criminosas brasileiras colocou o Brasil em um lugar de destaque entre os pa\u00edses compradores no mercado ilegal de fuzis, muni\u00e7\u00f5es e explosivos. A disputa \u00e9 causada pelo crescimento e pelo aperfei\u00e7oamento das quadrilhas, que \u00e9 uma consequ\u00eancia do fracasso das pol\u00edticas de seguran\u00e7a p\u00fablica, consolidado nos \u00faltimos cinco anos.<\/p>\n<p>As principais armas pesadas usadas pelos quadrilheiros s\u00e3o estrangeiras e, a maioria, entra no pa\u00eds pelo Paraguai. Enfileirar n\u00fameros sobre armas ilegais \u00e9 pintar um quadro irreal para o nosso leitor, chamo a aten\u00e7\u00e3o dos meus colegas rep\u00f3rteres, principalmente dos novatos. Mas podemos recomendar ao leitor uma olhada atenta aos relatos feitos sobre o uso de armas por criminosos nos notici\u00e1rios e nas redes sociais, que est\u00e3o dispon\u00edveis na internet. E tamb\u00e9m sugerir que conversem sobre o assunto com seus amigos e vizinhos. Dificilmente, algu\u00e9m n\u00e3o foi v\u00edtima ou teve um conhecido que foi assaltado. N\u00f3s podemos ajudar o nosso leitor a entender os motivos pelos quais chegamos a essa situa\u00e7\u00e3o, mostrando como relacionar fatos, que foram publicados de maneira isolada. Mas que, se unidos, eles mostram o caminho que percorremos at\u00e9 aqui, onde um chefe de quadrilha influencia muito mais na vida cotidiana das fam\u00edlias do que o prefeito da cidade.<\/p>\n<p>Come\u00e7amos no momento em que o estado brasileiro estava encurralando as quadrilhas. Foi de 1995 a 2011, quando as pol\u00edticas brasileiras de seguran\u00e7a p\u00fablica foram modernizadas e reorganizadas pelos governos dos presidentes da Rep\u00fablica Fernando Henrique Cardoso (PSDB &#8211; SP) e Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT &#8211; SP). Aqui, \u00e9 importante avaliar o seguinte. O bom desempenho do Brasil contra as organiza\u00e7\u00f5es criminosas no per\u00edodo n\u00e3o pode ser atribu\u00eddo apenas ao vigor da economia na \u00e9poca. Mas ele deve tamb\u00e9m ser analisado devido \u00e0 presen\u00e7a forte do Estado em \u00e1reas de conflitos, por exemplo: em 2010, o senador paraguaio Robert Acevedo, do Partido Liberal Radical Aut\u00eantico (PLRA) sofreu um atentado \u00e0 bala nas ruas de Pedro Juan Caballero, cidade do Paraguai separada do Brasil por uma avenida de Ponta Por\u00e3, no oeste do Mato Grosso do Sul. Dias depois do atentado, os ent\u00e3o presidentes do Brasil, Lula, e do Paraguai, o bispo Fernando Lugo, se encontraram bem pr\u00f3ximo ao local onde o senador foi ferido.<\/p>\n<p>Eu estava no encontro de Lula e Lugo e documentei os dois presidentes baterem forte nas organiza\u00e7\u00f5es criminosas da regi\u00e3o. O que acontecia l\u00e1? Acossados pela instala\u00e7\u00e3o das Unidades de Pol\u00edcia Pacificadora (UPPs) nas favelas cariocas e pela presen\u00e7a maci\u00e7a da Pol\u00edcia Militar nas regi\u00f5es de conflitos nas cidades paulistas, o Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro, e o Primeiro Comando da Capital (PCC), de S\u00e3o Paulo, fugiram para o Paraguai, onde consolidaram as suas opera\u00e7\u00f5es. Na \u00e9poca, existia uma rede de troca de informa\u00e7\u00f5es muito bem articulada entre as pol\u00edcias brasileiras (Civil, Federal e Militar) com as For\u00e7as Armadas sobre tudo o que ocorria nas fronteiras do Brasil com os pa\u00edses vizinhos da Am\u00e9rica do Sul. Gra\u00e7as a essa rede de informa\u00e7\u00f5es que as apreens\u00f5es de drogas, armas e contrabando de cigarros da Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) eram abundantes \u2013 os n\u00fameros podem ser encontrados na internet.<\/p>\n<p>Na primeira oportunidade que tiveram, as organiza\u00e7\u00f5es criminosas voltaram. E a volta n\u00e3o deve ser atribu\u00edda apenas \u00e0 atual crise econ\u00f4mica. Mas h\u00e1 problemas estruturais que n\u00e3o foram resolvidos, como \u00e9 o caso do sistema penitenci\u00e1rio do Brasil, um dos mais eficientes formadores de soldados para o crime. Atualmente, as fac\u00e7\u00f5es comandam das cadeias no pa\u00eds \u2013 h\u00e1 uma vastid\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es nos notici\u00e1rios e nas redes sociais na internet. Aqui, uma coisa importante: um livro-reportagem, \u201cFronteiras Abertas\u201d, de Rafael Godoi, jornalista, e S\u00e9rgio de Castro, analista-tribut\u00e1rio da Receita federal. O livro foi editado em 2010, pelo Sindicato Nacional dos Analistas Tribut\u00e1rios da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) e est\u00e1 dispon\u00edvel na internet. O trabalho \u00e9 um documento que mostra a situa\u00e7\u00e3o das car\u00eancias de estrutura e pessoal nos postos das fronteiras. E o que poderia acontecer no futuro se os problemas n\u00e3o fossem resolvidos nas fronteiras com Uruguai, Argentina, Paraguai, Bol\u00edvia, Peru, Col\u00f4mbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa. Os notici\u00e1rios confirmam o que foi previsto.<\/p>\n<p>O livro recomenda que os planos de fronteira sejam feito em parceria entre os governos. Ali\u00e1s, sobre parcerias, h\u00e1 v\u00e1rios estudos feito pelo Grupo Retis, formado por um prestigiado contingente de cientistas sociais do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Como os governos n\u00e3o fizeram as parcerias, os criminosos as colocaram na pr\u00e1tica. Hoje, os bandos que roubam carros no Brasil os trocam por armas e drogas no Paraguai, na Bol\u00edvia e na Col\u00f4mbia. O PCC e o CV est\u00e3o envolvidos em uma disputa para ocupar o lugar dos guerrilheiros das For\u00e7as Armadas Revolucion\u00e1rias da Col\u00f4mbia (Farc), que est\u00e3o sendo desmobilizados devido ao acordo de paz com o governo. Uma das atividades dos guerrilheiros \u00e9 a prote\u00e7\u00e3o dos cart\u00e9is de produ\u00e7\u00e3o de coca\u00edna.<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es regionais, como Os Manos e os Bala na Cara, do Rio Grande do Sul, e a Fam\u00edlia do Norte (FDN), do Amazonas, est\u00e3o fazendo alian\u00e7as com os atacadistas de maconha do Paraguai. Trocam droga por muni\u00e7\u00e3o com grupos de varejistas de coca\u00edna e maconha no Uruguai e na Argentina. Enquanto isso, um policial, para prender um bandido do outro lado da fronteira do seu pa\u00eds, precisa percorrer um imenso caminho burocr\u00e1tico. Ou contar com a colabora\u00e7\u00e3o pessoal de um colega. Hoje, a quest\u00e3o de seguran\u00e7a p\u00fablica do Brasil tem como n\u00f3 o sistema penitenci\u00e1rio. Ali\u00e1s, eu recebi uma observa\u00e7\u00e3o feita por um policial da fronteira do Mato Grosso do Sul, que diz o seguinte:<\/p>\n<p>\u2013 Agora que os bacanas\u00a0est\u00e3o indo para a cadeia, pode ser que eles resolvam o problema do sistema penitenci\u00e1rio em proveito pr\u00f3prio kkkkkkk. O que acha, Wagner?<\/p>\n<p>Respondi:<\/p>\n<p>\u2013 Tem l\u00f3gica, n\u00e9?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A corrida por armas potentes para serem usadas na disputa por territ\u00f3rio e assaltos pelas organiza\u00e7\u00f5es criminosas brasileiras colocou o Brasil em um lugar de destaque entre os pa\u00edses compradores no mercado ilegal de fuzis, muni\u00e7\u00f5es e explosivos. 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