{"id":3584,"date":"2020-07-01T09:19:44","date_gmt":"2020-07-01T12:19:44","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=3584"},"modified":"2020-07-01T12:10:52","modified_gmt":"2020-07-01T15:10:52","slug":"cobertura-do-coronavirus-imprensa-nao-fala-dos-velhos-nos-asilos-clandestinos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/07\/01\/cobertura-do-coronavirus-imprensa-nao-fala-dos-velhos-nos-asilos-clandestinos\/","title":{"rendered":"Cobertura do coronav\u00edrus: imprensa n\u00e3o fala dos velhos nos asilos clandestinos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"3585\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/07\/01\/cobertura-do-coronavirus-imprensa-nao-fala-dos-velhos-nos-asilos-clandestinos\/asilo\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/asilo.jpg?fit=259%2C194&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"259,194\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"asilo\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/asilo.jpg?fit=259%2C194&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/asilo.jpg?resize=595%2C445&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3585\" width=\"595\" height=\"445\"\/><figcaption>Os asilos clandestinos de idosos proliferam pelas beiradas das grandes cidades do Brasil s\u00e3o hoje  um problema nacional, principalmente no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.Foto:  PC\/RS <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um n\u00famero confi\u00e1vel. Mas a maioria dos rep\u00f3rteres sabe que uma boa parte dos idosos pobres vive em asilos clandestinos no Brasil. Em Porto Alegre chamamos de \u201cdep\u00f3sitos de velhos\u201d. Imaginem como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o. Se nos asilos legalizados o coronav\u00edrus tem espalhado mortes sempre que encontra uma oportunidade de se alojar entre os moradores, o que n\u00e3o estar\u00e1 acontecendo nos clandestinos? Onde os velhos s\u00e3o largados pelos seus familiares ou conhecidos e abandonados \u00e0 pr\u00f3pria sorte. Vivem ali os seus \u00faltimos anos em um lugar insalubre, sem assist\u00eancia m\u00e9dica adequada, sem rem\u00e9dios e sendo alimentados de maneira prec\u00e1ria. O dono do lugar usa o cart\u00e3o de aposentadoria do h\u00f3spede para pagar a hospedagem. \u00c9 assim que funciona.<\/p>\n\n\n\n<p>Ningu\u00e9m me contou que \u00e9 assim e muito menos eu li em algum relat\u00f3rio. Sou testemunha, como rep\u00f3rter. De 1979 at\u00e9 2014, tempo que trabalhei em reda\u00e7\u00e3o de jornal, fiz v\u00e1rias reportagens sobre o assunto. Com destaque para uma feita nos anos 90, em parceria com os rep\u00f3rteres Nilson Mariano e Ricardo Stefanelli e publicada em Zero Hora. E nos \u00faltimos anos sigo acompanhando o tema. N\u00e3o tem como n\u00e3o ficar atento a um absurdo desses. Esse tipo de assunto se classifica entre aqueles que, se n\u00f3s rep\u00f3rteres n\u00e3o o colocarmos na pauta dos notici\u00e1rios, ele s\u00f3 aparece quando acontece uma trag\u00e9dia. E sempre que elas acontecem o asilo \u00e9 fechado, os idosos s\u00e3o colocados em outros lugares e dono do estabelecimento responde perante a Justi\u00e7a. Mas logo surgem outros locais clandestinos, porque existe a demanda. \u00c9 o aposentado tem uma renda m\u00ednima garantida pela Previd\u00eancia Social. Por ser uma renda m\u00ednima, o dono do abrigo clandestino garante o seu lucro pelo n\u00famero de internos. Para tanto, amontoa o maior n\u00famero de idosos poss\u00edvel no menor espa\u00e7o que puder. Muitas vezes o lugar \u00e9 descoberto pela reclama\u00e7\u00e3o dos vizinhos devido ao mau cheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Os idosos v\u00e3o parar nesses lugares pela soma de dois fatores: falta de afeto da fam\u00edlia e a quest\u00e3o econ\u00f4mica. Durante os 30 e poucos anos que trabalhei em reda\u00e7\u00e3o de jornal, por v\u00e1rias vezes eu conversei com os moradores desses lugares. Algumas conversas ficaram gravadas na minha mem\u00f3ria. Sabe, colega rep\u00f3rter? H\u00e1 assuntos que nos acompanham quando sa\u00edmos da reda\u00e7\u00e3o. Vez ou outra, eles aparecem para nos tirar o sono. Esse \u00e9 um deles. Lembro-me de uma conversa que tive com um senhor. Ele era um homem alto, de ombros largos e havia migrado para a Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre na d\u00e9cada de 60 em busca de emprego. Os filhos se espalharam pelo mundo, a mulher faleceu e ele se tornou morador de um asilo clandestino localizado entre Sapucaia do Sul e S\u00e3o Leopoldo. Esse tipo de pessoa a gente n\u00e3o entrevista. Conversa como se estivesse falando com um velho conhecido. A nossa conversa foi sobre os velhos tempos. No final, perguntei o que mais ele sentia falta. Ele tirou do bolso de um casaco surrado o r\u00e1dio de pilha. E me disse: \u201cPilha para o r\u00e1dio\u201d. No dia seguinte, inventei uma hist\u00f3ria furada para o pauteiro do jornal e voltei l\u00e1 para levar-lhe as pilhas.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o dos idosos pobres favelados, abandonados pelas estradas do interior do Brasil ou amontoados nos asilos clandestinos \u00e9 muito mais que um n\u00famero. N\u00e3o tem como decretar uma lei que obrigue os familiares a ter afeto pelos seus velhos. Mas como rep\u00f3rteres podemos pressionar os governos a terem pol\u00edticas que evitem que isso continue a acontecer. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil encontrar um asilo clandestino. Como se dizia nas reda\u00e7\u00f5es dos tempos das barulhentas m\u00e1quinas de escrever: \u201cBasta dar um chute em uma pedra para encontrar\u201d. O pessoal que lida com sa\u00fade p\u00fablica pode ajudar. H\u00e1 investiga\u00e7\u00f5es nas delegacias esquecidas nas gavetas. Eu sei que a vida de um rep\u00f3rter nas reda\u00e7\u00f5es de hoje \u00e9 um inferno. Ele ganha pouco, trabalha demais e o jornal n\u00e3o proporciona recursos para deix\u00e1-lo cavar um assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas lembro do seguinte. Mesmo nos tempos da fartura de dinheiro na reda\u00e7\u00e3o, esse tipo de assunto n\u00e3o merecia aten\u00e7\u00e3o. Hoje h\u00e1 um fato novo. Por tudo que tenho lido, visto e escutado nos notici\u00e1rios, ainda n\u00e3o publicamos nada relevante sobre o que est\u00e1 acontecendo nessa crise sanit\u00e1ria causada pelo coronav\u00edrus nos asilos clandestinos. Estima-se que a popula\u00e7\u00e3o de idosos brasileira seja de 19 milh\u00f5es e que o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul sejam os estados com a maior concentra\u00e7\u00e3o de velhos. Pelo que temos publicado, o v\u00edrus s\u00f3 tem atacado os asilos legalizados. N\u00e3o \u00e9 estranho? Quem me fez essa indaga\u00e7\u00e3o foi um leitor. \u00c9 uma pergunta que n\u00f3s rep\u00f3rteres vamos ter que responder, n\u00e9?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 um n\u00famero confi\u00e1vel. Mas a maioria dos rep\u00f3rteres sabe que uma boa parte dos idosos pobres vive em asilos clandestinos no Brasil. Em Porto Alegre chamamos de \u201cdep\u00f3sitos de velhos\u201d. Imaginem como est\u00e1 a situa\u00e7\u00e3o. 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