{"id":3725,"date":"2020-08-26T12:13:06","date_gmt":"2020-08-26T15:13:06","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=3725"},"modified":"2020-08-26T12:13:06","modified_gmt":"2020-08-26T15:13:06","slug":"historia-esquecida-pela-imprensa-os-brasileiros-dos-paises-vizinhos-e-a-covid-19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/08\/26\/historia-esquecida-pela-imprensa-os-brasileiros-dos-paises-vizinhos-e-a-covid-19\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria esquecida pela imprensa: os brasileiros dos pa\u00edses vizinhos e a Covid-19"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"3726\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/08\/26\/historia-esquecida-pela-imprensa-os-brasileiros-dos-paises-vizinhos-e-a-covid-19\/ctg9-1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/CTG9-1.jpg?fit=370%2C136&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"370,136\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"CTG9-1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/CTG9-1.jpg?fit=370%2C136&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/CTG9-1.jpg?resize=604%2C222&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3726\" width=\"604\" height=\"222\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/CTG9-1.jpg?w=370&amp;ssl=1 370w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/CTG9-1.jpg?resize=300%2C110&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><figcaption>CTG \u00cdndio Jos\u00e9 em Santa Rita, Departamento do Alto Paran\u00e1 \u00e9 um marco da presen\u00e7a brasileira nas terras paraguaias. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>No Uruguai s\u00e3o chamados de doble chapa, na Argentina de brasitinos, no Paraguai de brasiguaios. E assim por diante s\u00e3o conhecidos os brasileiros que nos \u00faltimos 70 anos migraram para 10 pa\u00edses vizinhos. Foram em busca de terras baratas para plantar arroz irrigado e soja e criar gado. E de matas para extrair madeiras nobres e dos garimpos de ouro. N\u00e3o se tem um n\u00famero confi\u00e1vel de quantos s\u00e3o. Podemos afirmar com alguma seguran\u00e7a que passam de 1 milh\u00e3o. S\u00f3 no Paraguai somam mais de 500 mil. A grande maioria s\u00e3o agricultores do Sul do Brasil que nos anos 1970 povoaram as fronteiras agr\u00edcolas do Oeste e se espalharam pelos pa\u00edses vizinhos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como se fala no interior ga\u00facho: esse pessoal comeu o p\u00e3o que o diabo amassou. Os que sobreviveram prosperaram e hoje s\u00e3o respons\u00e1veis por uma boa parte da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola desses pa\u00edses. Como conseguiram? Dois fatores foram e ainda s\u00e3o fundamentais: o pacote tecnol\u00f3gico feito para os agricultores pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) e o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Como sei? Entre 1983 e 2019, de dois em dois anos andei por esses lugares fazendo reportagens e escrevendo livros, que somam cinco. O foco da nossa conversa \u00e9 a quest\u00e3o da sa\u00fade desses migrantes. A maioria preserva a cidadania brasileira. E usa os servi\u00e7os do SUS nas cidades da fronteira. Fazem isso por v\u00e1rios motivos, destaco dois: servi\u00e7os gr\u00e1tis e rede de atendimento especializado ampla e diversificada. E as orienta\u00e7\u00f5es que eles seguem no caso da Covid-19 s\u00e3o as que ouvem e assistem pelas TVs e r\u00e1dios do Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 de hoje. Mas h\u00e1 muito tempo que servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade das cidades da fronteira ga\u00facha com o Uruguai d\u00e3o assist\u00eancia aos brasileiros e seus familiares que vivem no pa\u00eds vizinho. A fronteira entre os dois pa\u00edses sempre foi ignorada pelos moradores de ambos os lados. A express\u00e3o doble chapa nasceu na \u00e9poca que os carros, para circularem nos dois pa\u00edses, precisavam ter duas placas. No final da d\u00e9cada de 80, aconteceu uma hist\u00f3ria interessante nesse canto da Am\u00e9rica do Sul. O governo do Brasil desapropriou muitas fazendas no interior do Rio do Grande do Sul para assentar colonos sem-terra. Para os dos donos das fazendas foi um bom neg\u00f3cio. Com o dinheiro ganho, eles compraram propriedades no Uruguai duas vezes maiores que aquelas que venderam no Brasil. As cidades g\u00eameas da regi\u00e3o, separadas por uma avenida, como Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, e Rivera, no Uruguai, fizeram acordos para atender casos de Covid-19.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A fronteira seca, como \u00e9 caso de Livramento e Rivera, facilita o acesso aos servi\u00e7os m\u00e9dicos do Brasil. Hoje (26\/08) os brasiguaios que vivem no Departamento do Alto Paran\u00e1, no Paraguai, est\u00e3o tendo um grande problema para buscar atendimento em Foz do Igua\u00e7u (PR). Naquele trecho da fronteira os pa\u00edses s\u00e3o divididos pelo Rio Paran\u00e1. E as autoridades paraguaias fecharam a Ponte da Amizade que liga Foz a Ciudad del Leste para evitar o alastramento da Covid-19. No Alto Paran\u00e1 vivem mais de 100 mil brasiguaios. H\u00e1 cidades l\u00e1, como Santa Rita, em que a maioria da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de agricultores do Sul do Brasil, principalmente ga\u00fachos. Tem at\u00e9 um Centro de Tradi\u00e7\u00f5es Ga\u00fachas (CTG), o \u00cdndio Jos\u00e9. Resultado dessa situa\u00e7\u00e3o: no Paraguai, os servi\u00e7os de sa\u00fade s\u00e3o pagos. Ent\u00e3o o que os brasiguaios da regi\u00e3o est\u00e3o fazendo? Est\u00e3o fazendo uma viagem de 400 quil\u00f4metros at\u00e9 a pr\u00f3xima fronteira seca, que fica em Juan Pedro Caballero, separada por uma avenida de Ponta Por\u00e3, cidade do oeste do Mato Grosso do Sul. A fronteira l\u00e1 tamb\u00e9m est\u00e1 fechada. Mas n\u00e3o h\u00e1 como impedir que as pessoas atravessem uma avenida. Ponta Por\u00e3 e as cidades vizinhas t\u00eam uma estrutura razo\u00e1vel de hospitais e postos de sa\u00fade.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a das comunidades de brasileiros nos pa\u00edses vizinhos para outras espalhadas pelo mundo \u00e9 que elas est\u00e3o aqui do lado do territ\u00f3rio nacional. E como se fosse uma continua\u00e7\u00e3o do Brasil. Ali\u00e1s, esse \u00e9 um fator que preocupa as autoridades desses pa\u00edses. Ningu\u00e9m esquece o Acre, que era territ\u00f3rio boliviano e acabou sendo anexado ao Brasil depois que foi ocupado por seringueiros. O Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Brasil estima que existam vivendo fora do pa\u00eds, de maneira legal e ilegal, em torno de 2,5 milh\u00f5es de brasileiros. Pelo que conhe\u00e7o aqui na Am\u00e9rica do Sul \u00e9 uma estimativa muito conservadora. O n\u00famero \u00e9 bem maior. Mais ainda: muitos brasileiros que vivem nos Estados Unidos e na Europa, quando precisam de tratamento m\u00e9dico mais complexo, v\u00eam se tratar no SUS do Brasil. Meus colegas rep\u00f3rteres, a hist\u00f3ria da Covid-19 \u00e9 uma boa oportunidade para informar ao nosso leitor sobre a quest\u00e3o dos brasileiros que vivem fora do pa\u00eds e usam os servi\u00e7os do SUS. \u00c9 uma hist\u00f3ria que n\u00e3o pode ser esquecida. Lembrem-se do seguinte: daqui h\u00e1 alguns anos um colega vai contar o que aconteceu nessa pandemia que mant\u00e9m os brasileiros encarcerados em suas casas h\u00e1 mais de cinco meses. Um fato in\u00e9dito na hist\u00f3ria do pa\u00eds. A quest\u00e3o das comunidades de brasileiros vivendo fora do Brasil e que dependem do SUS faz parte do rolo. \u00c9 simples assim.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Uruguai s\u00e3o chamados de doble chapa, na Argentina de brasitinos, no Paraguai de brasiguaios. E assim por diante s\u00e3o conhecidos os brasileiros que nos \u00faltimos 70 anos migraram para 10 pa\u00edses vizinhos. Foram em busca de terras baratas para plantar arroz irrigado e soja e criar gado. 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