{"id":3929,"date":"2020-11-12T15:47:02","date_gmt":"2020-11-12T18:47:02","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=3929"},"modified":"2020-11-13T11:24:15","modified_gmt":"2020-11-13T14:24:15","slug":"bolsonaro-aposta-que-o-centrao-vai-ser-leal-como-a-arena-foi-ao-regime-militar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/11\/12\/bolsonaro-aposta-que-o-centrao-vai-ser-leal-como-a-arena-foi-ao-regime-militar\/","title":{"rendered":"Bolsonaro aposta que o Centr\u00e3o vai ser leal como a Arena foi ao Regime Militar"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"3930\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/11\/12\/bolsonaro-aposta-que-o-centrao-vai-ser-leal-como-a-arena-foi-ao-regime-militar\/arena1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/Arena1.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"275,183\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Arena1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/Arena1.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/Arena1.jpg?resize=567%2C377&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3930\" width=\"567\" height=\"377\"\/><figcaption>Como o governo militar conseguiu a lealdade da Arena? Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o  <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Para entender as alian\u00e7as pol\u00edticas vis\u00edveis feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) \u00e9 preciso voltar ao\u00a0fim de uma tarde de\u00a0quarta-feira,\u00a0dia\u00a027 de outubro de 1965, pouco mais de um ano depois que as For\u00e7as Armadas deram o golpe militar\u00a0que derrubou\u00a0o presidente eleito pelo voto popular Jo\u00e3o Goulart, o Jango, ga\u00facho de S\u00e3o Borja. Naquele dia foram extintos os partidos pol\u00edticos que existiam\u00a0no pa\u00eds.\u00a0Foram substitu\u00eddos pela Alian\u00e7a Renovadora Nacional (Arena), que abrigava os parlamentares da situa\u00e7\u00e3o, e\u00a0pelo Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (MDB),\u00a0que reunia\u00a0a oposi\u00e7\u00e3o. Durante todo o regime militar, os parlamentares da Arena foram fi\u00e9is ao governo. Fecharam os olhos para as pris\u00f5es ilegais dos opositores do regime, a tortura dos presos pol\u00edticos,\u00a0a\u00a0censura \u00e0 imprensa e outros absurdos\u00a0praticados\u00a0pelos generais que ocupavam\u00a0a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Eu quero conversar com os meus colegas, especialmente os jovens rep\u00f3rteres na correria di\u00e1ria nas reda\u00e7\u00f5es, sobre o que os arenistas ganhavam em troca da sua lealdade e o que os parlamentares do Centr\u00e3o est\u00e3o recebendo. Vamos aos fatos, como os editores falam aos rep\u00f3rteres quando eles ficam dando voltas\u00a0com\u00a0a sua mat\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Em troca da sua lealdade,&nbsp;os arenistas eram recompensados com cargos de governador,&nbsp;senador e&nbsp;prefeito (nas capitais e cidades&nbsp;consideradas \u00e1rea de seguran\u00e7a&nbsp;n\u00e3o&nbsp;havia elei\u00e7\u00e3o para prefeito, que era nomeado pelos militares)&nbsp;ou&nbsp;recebiam&nbsp;empregos&nbsp;nas empresas estatais e na administra\u00e7\u00e3o federal,&nbsp;remunerados&nbsp;com polpudos sal\u00e1rios. E o que considero o mais importante. Como n\u00e3o existiam elei\u00e7\u00f5es diretas para presidente da&nbsp;Rep\u00fablica, os arenistas tinham a garantia de&nbsp;que o&nbsp;indicado&nbsp;pelas For\u00e7as Armadas os manteria em seus&nbsp;cargos. A lealdade da Arena acabou quando o governo militar come\u00e7ou a entrar em decad\u00eancia,&nbsp;na&nbsp;metade da d\u00e9cada de&nbsp;70, e com isso sumiu a garantia&nbsp;dos chefes do partido&nbsp;de terem cargos&nbsp;\u00e0&nbsp;sua disposi\u00e7\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo presidente. A democratiza\u00e7\u00e3o do Brasil, em&nbsp;1985, foi o tiro de miseric\u00f3rdia na lealdade dos partidos aliados com o ocupante da cadeira de presidente da Rep\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 por outro motivo que os parlamentares dos partidos que formam o Centr\u00e3o pulam do governo que apoiam no primeiro sinal do seu enfraquecimento. Tem sido assim desde 1985, em todos os partidos que ocuparam a&nbsp;Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Por que seria diferente com Bolsonaro?<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente Bolsonaro faz parte do Centr\u00e3o e sabe como as coisas funcionam ali. Ele bem que tentou n\u00e3o cair nas m\u00e3os dos seus ex-colegas da C\u00e2mara dos Deputados. No in\u00edcio&nbsp;buscou&nbsp;alian\u00e7as com as bancadas tem\u00e1ticas \u2013 da Bala,&nbsp;da&nbsp;B\u00edblia etc. N\u00e3o deu certo. Apostou que povoando o seu governo com militares da ativa,&nbsp;da&nbsp;reserva e reformados teria o apoio das For\u00e7as Armadas para encurralar em um canto do ringue pol\u00edtico o Senado,&nbsp;a&nbsp;C\u00e2mara e o Supremo&nbsp;Tribunal Federal (STF). As For\u00e7as Armadas n\u00e3o o apoiaram. E os militares no governo, principalmente os generais do Ex\u00e9rcito da ativa, vivem o constrangimento&nbsp;de&nbsp;estarem presos no fogo cruzado entre o Gabinete do&nbsp;\u00d3dio e as institui\u00e7\u00f5es do Brasil. Essa \u00e9 a curta hist\u00f3ria de como Bolsonaro foi parar nas m\u00e3os do Centr\u00e3o. Ainda n\u00e3o publicamos. Mas a hist\u00f3ria est\u00e1 a\u00ed para mostrar. O acelerado processo de corros\u00e3o do prest\u00edgio pol\u00edtico do presidente acendeu a luz vermelha entre os parlamentares dos partidos que fazem parte do Centr\u00e3o. Dois fatores aceleram o desprest\u00edgio: o primeiro, e que considero o mais grave, foi ele ter comemorado a paralisa\u00e7\u00e3o das pesquisas da vacina chinesa contra&nbsp;a&nbsp;Covid-19, que j\u00e1 matou&nbsp;mais de&nbsp;150 mil brasileiros. O segundo motivo virou piada ao redor do mundo: ele amea\u00e7ou guerrear com os Estados Unidos, porque os americanos elegeram para presidente Joe Biden (democrata), que ganhou as elei\u00e7\u00f5es de&nbsp;Donald Trump (republicano), \u00eddolo do Bolsonaro.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a corros\u00e3o da imagem pol\u00edtica de&nbsp;Bolsonaro aumentar e cair a abaixo de 15%, as 20 e poucas a\u00e7\u00f5es de impeachment contra ele que est\u00e3o na gaveta do presidente da C\u00e2mara dos Deputados, Rodrigo Maia, come\u00e7am a se mexer. E uma das a\u00e7\u00f5es vai andar. E os parlamentares do Centr\u00e3o v\u00e3o come\u00e7ar a abandonar o barco, como j\u00e1 fizeram antes. V\u00e3o fazer isso porque Bolsonaro n\u00e3o tem na m\u00e3o a moeda que os generais tinham na \u00e9poca da ditadura militar: a continuidade do governo. O que vou escrever agora ningu\u00e9m me disse, eu estava l\u00e1. Poucas foram as pessoas que aderiram&nbsp;\u00e0&nbsp;Arena por ideologia. Foram pelos empregos e&nbsp;pelos&nbsp;cargos p\u00fablicos. O pre\u00e7o da lealdade deles era poder continuarem ocupando cargos na troca do governo. Como j\u00e1 disse: a democratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds acabou com isso. Ou seja: os governos eleitos&nbsp;depois de 1985 n\u00e3o t\u00eam em caixa a moeda para pagar a lealdade dos seus aliados. Considero uma injusti\u00e7a n\u00f3s jornalistas escrever que os parlamentares do Centr\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos. N\u00e3o s\u00e3o. Basta dar uma olhada na hist\u00f3ria dos \u00faltimos governos. Aqui, quero chamar a&nbsp;aten\u00e7\u00e3o dos meus colegas para um fato. N\u00f3s jornalistas temos a mania de cunhar uma express\u00e3o e&nbsp;a&nbsp;ficar repetindo atrav\u00e9s dos tempos como se fosse uma verdade absoluta. Isso faz parte da nossa&nbsp;cultura de reda\u00e7\u00e3o. Mas as coisas mudaram com a prolifera\u00e7\u00e3o de plataformas profissionais (sites, blog, r\u00e1dios e TVs) e redes sociais que divulgam fatos que colocam por terra \u201cas verdades das reda\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma verdade das reda\u00e7\u00f5es&nbsp;\u00e9&nbsp;\u201co toma l\u00e1 d\u00e1 c\u00e1\u201d, como chamamos&nbsp;o uso de cargos do governo para conseguir apoio. A maneira como colocamos nas nossas mat\u00e9rias \u00e9 como se&nbsp;essa pr\u00e1tica&nbsp;s\u00f3 existisse no Brasil. N\u00e3o \u00e9 verdade. Existe&nbsp;em&nbsp;democracias&nbsp;antigas, consolidadas e respeitadas como as&nbsp;dos Estados Unidos e&nbsp;da&nbsp;Inglaterra. O que acontece? Essa e outras maneiras de fazer pol\u00edtica s\u00e3o vigiadas pela imprensa livre, que denuncia o que \u00e9 feito fora da lei e da normalidade democr\u00e1tica. Mas para fazermos o nosso servi\u00e7o \u00e9 necess\u00e1rio que sejamos exatos nas nossas informa\u00e7\u00f5es. E a exatid\u00e3o das nossas mat\u00e9rias \u00e9 fundamental dentro de um ambiente povoado por m\u00e1quinas de fake&nbsp;news. A hist\u00f3ria \u00e9 a melhor aliada do rep\u00f3rter para evitar que ele escreva bobagens. Foi gra\u00e7as a nossa ignor\u00e2ncia no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o de jornalista que cresceram e&nbsp;est\u00e3o por a\u00ed hoje personagens como Bolsonaro e Trump. N\u00e3o cabe a n\u00f3s rep\u00f3rteres dizer em quem as pessoas&nbsp;devem votar. Mas inform\u00e1-las com exatid\u00e3o sobre quem \u00e9 o candidato. A hist\u00f3ria da Alemanha de 1930 continua sendo um exemplo do que acontece quando falhamos. \u00c9 por a\u00ed, colegas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para entender as alian\u00e7as pol\u00edticas vis\u00edveis feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) \u00e9 preciso voltar ao\u00a0fim de uma tarde de\u00a0quarta-feira,\u00a0dia\u00a027 de outubro de 1965, pouco mais de um ano depois que as For\u00e7as Armadas deram o golpe militar\u00a0que derrubou\u00a0o presidente eleito pelo voto popular Jo\u00e3o Goulart, o Jango, ga\u00facho de S\u00e3o Borja. 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