{"id":3965,"date":"2020-11-23T12:26:55","date_gmt":"2020-11-23T15:26:55","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=3965"},"modified":"2020-11-23T22:46:49","modified_gmt":"2020-11-24T01:46:49","slug":"morte-do-homem-negro-tem-a-marca-da-precarizacao-dos-servicos-de-vigilancia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/11\/23\/morte-do-homem-negro-tem-a-marca-da-precarizacao-dos-servicos-de-vigilancia\/","title":{"rendered":"Morte do homem negro tem a marca da precariza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de vigil\u00e2ncia"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"3966\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/11\/23\/morte-do-homem-negro-tem-a-marca-da-precarizacao-dos-servicos-de-vigilancia\/negro1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/negro1.jpg?fit=286%2C176&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"286,176\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"negro1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/negro1.jpg?fit=286%2C176&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/negro1.jpg?resize=583%2C359&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3966\" width=\"583\" height=\"359\"\/><figcaption>Quem  contratou os seguran\u00e7as que mataram o Beto? <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 outras palavras para descrever. Jo\u00e3o Alberto Silveira Freitas, 40 anos, o Beto, na quinta-feira (19\/11), foi espancado at\u00e9 morte pelos seguran\u00e7as da filial da zona norte de Porto Alegre do Carrefour por ser negro e pobre. \u00c9 o chamado racismo estrutural, uma das chagas do Brasil. Essa hist\u00f3ria est\u00e1 sendo muito bem contada pelos notici\u00e1rios brasileiros dos jornais (site e papel), r\u00e1dios, TVs e outras plataformas. A imprensa ao redor do mundo est\u00e1 dando grandes espa\u00e7os para a not\u00edcia. Beto foi morto \u00e0s v\u00e9speras do Dia Nacional da Consci\u00eancia Negra, uma data nacional criada em 2003 para lembrar Zumbi dos Palmares, um her\u00f3i na luta contra a escriv\u00e3o no Brasil. Agora, ele faz parte de uma longa lista de negros e pobres que foram mortos, feridos, escorra\u00e7ados e humilhados pelos seguran\u00e7as das lojas de varejo no Brasil, como o Carrefour, que tem curr\u00edculo nesse assunto. E sobre esse detalhe da cobertura que quero conversar.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguran\u00e7a privada no Brasil \u00e9 povoada de empresas aventureiras e clandestinas. \u00c9 isso que tenho visto nos 40 anos que sou rep\u00f3rter e nas centenas de mat\u00e9rias que fiz envolvendo problemas de seguran\u00e7as com clientes de lojas do varejo. Quem duvida, olhe os jornais. Vamos aos fatos. No caso da filial do Carrrefour de Porto Alegre, os seguran\u00e7as envolvidos no espancamento, asfixia e morte de Beto s\u00e3o Magno Braz Borges, 30 anos, e Giovane Gaspar da Silva, 24 anos, soldado tempor\u00e1rio da Brigada Militar (BM) \u2013 no Rio Grande do Sul, policial militar \u00e9 chamado de brigadiano. E a empresa contratada pelo supermercado para \u201cfiscaliza\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o de perda\u201d \u00e9 a Vector, com sede em S\u00e3o Paulo. O brigadiano tempor\u00e1rio n\u00e3o poderia realizar trabalhos de seguran\u00e7a privada, porque a BM pro\u00edbe. Mas o que acontece na pr\u00e1tica? As empresas de seguran\u00e7a, para vencer uma concorr\u00eancia p\u00fablica ou privada, atribuem um pre\u00e7o abaixo do mercado. E depois contratam free lancers para realizar os servi\u00e7os de vigil\u00e2ncia \u2013 porque eles custam muito menos que o trabalhador contratado regularmente. A opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 ilegal. Mas o servi\u00e7o prestado \u00e9 de baixa qualidade, porque os free lancers geralmente s\u00e3o policiais civis e militares fazendo bico para engordar o sal\u00e1rio. Ou seja: est\u00e3o trabalhando nas horas vagas.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o das empresas clandestinas \u00e9 um cap\u00edtulo \u00e0 parte no setor de seguran\u00e7a privada. Ningu\u00e9m sabe exatamente quantas existem no Brasil. Mas somam algumas centenas. E sempre que h\u00e1 crise no mercado de trabalho, como nos dias atuais, o n\u00famero cresce. Geralmente, elas operam nas pequenas lojas de varejo, nas cal\u00e7adas onde existe um grande fluxo de compradores e nos bairros residenciais. Claro, as grandes empresas do setor sempre reclamaram contra a concorr\u00eancia desleal das clandestinas. A maioria delas t\u00eam como dono um policial da ativa que emprega aposentados \u2013 n\u00e3o importa em que ramo tenha trabalhado \u2013 para atuar como vigilantes. H\u00e1 mais um problema. At\u00e9 uma d\u00e9cada atr\u00e1s, o treinamento do policial militar nas academias tinha um forte apelo ideol\u00f3gico dos tempos da Guerra Fria \u2013 1947 a 1991, travada entre os Estados Unidos, capitalista, e a extinta Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, comunista. E a linha mestra era preparar o policial militar para a guerra. O suspeito de sempre \u00e9 o negro, o pobre e o favelado.<\/p>\n\n\n\n<p>O que escrevi n\u00e3o \u00e9 opini\u00e3o. S\u00e3o fatos que podem ser comprovados pelos colegas. Em linhas gerais \u00e9 esse o caos da seguran\u00e7a privada no Brasil. Esse problema vem sendo agravado pelas bravatas do presidente da Rep\u00fablica, Jair Bolsonaro (sem partido). Perguntei para um especialista em seguran\u00e7a privada o que aconteceria nos dias seguintes \u00e0 morte de Beto, em Porto Alegre. A resposta foi curta: \u201cNada\u201d. Insisti e pedi maiores explica\u00e7\u00f5es, e ele acrescentou: \u201cO setor da seguran\u00e7a privada \u00e9 uma engrenagem dentro de m\u00e1quina chamada Brasil. N\u00e3o \u00e9 ele que determina que negro, pobre e favelado s\u00e3o os suspeitos de sempre. Ele s\u00f3 cumpre ordens\u201d. O que acontece no setor de seguran\u00e7a privada precisa voltar a fazer parte da nossa pauta de not\u00edcias di\u00e1rias. O setor \u00e9 complexo e saber como as coisas est\u00e3o funcionando \u00e9 fundamental para o rep\u00f3rter envolvido na cobertura di\u00e1ria. No caso da morte de Beto e outros acontecimentos envolvendo seguran\u00e7as do Carrefour. Muito pouco se publicou. Ou seja: aqueles seguran\u00e7as n\u00e3o estavam l\u00e1 passeando. Eles foram colocados ali por uma empresa. Eu pergunto o seguinte: as pessoas que contrataram os dois seguran\u00e7as que mataram Beto v\u00e3o para a cadeia? Duvido. Por qu\u00ea? Ningu\u00e9m sabe quem s\u00e3o. A nossa cobertura est\u00e1 focada na quest\u00e3o pol\u00edtica e no que aconteceu dentro do supermercado. Precisamos acrescentar uma investiga\u00e7\u00e3o sobre quem contratou os seguran\u00e7as. \u00c9 por a\u00ed, colegas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o h\u00e1 outras palavras para descrever. Jo\u00e3o Alberto Silveira Freitas, 40 anos, o Beto, na quinta-feira (19\/11), foi espancado at\u00e9 morte pelos seguran\u00e7as da filial da zona norte de Porto Alegre do Carrefour por ser negro e pobre. \u00c9 o chamado racismo estrutural, uma das chagas do Brasil. 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