{"id":4131,"date":"2021-01-26T06:30:25","date_gmt":"2021-01-26T09:30:25","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=4131"},"modified":"2021-01-26T06:30:25","modified_gmt":"2021-01-26T09:30:25","slug":"jornalismo-investigativo-sabe-quem-sao-os-organizadores-das-festas-clandestinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/01\/26\/jornalismo-investigativo-sabe-quem-sao-os-organizadores-das-festas-clandestinas\/","title":{"rendered":"Jornalismo investigativo sabe quem s\u00e3o os organizadores das festas clandestinas?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4132\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/01\/26\/jornalismo-investigativo-sabe-quem-sao-os-organizadores-das-festas-clandestinas\/clandestina\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/clandestina.jpg?fit=267%2C189&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"267,189\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"clandestina\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/clandestina.jpg?fit=267%2C189&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/clandestina.jpg?resize=479%2C339&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4132\" width=\"479\" height=\"339\"\/><figcaption>As festas clandestina cresceram durante a pandemia. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Pela maneira como a imprensa vem noticiando as festas clandestinas parece que elas s\u00e3o a soma da falta de consci\u00eancia, principalmente dos jovens, do poder de cont\u00e1gio e letalidade da Covid-19 com a aus\u00eancia de comprometimento com a sa\u00fade p\u00fablica por parte dos organizadores. Parece. Mas n\u00e3o s\u00e3o. As festas clandestinas no pa\u00eds, em especial nos estados do Sul, v\u00eam se profissionalizando nos \u00faltimos 20 anos. E tiveram um significativo impulso com a trag\u00e9dia da Boate Kiss, em 2013, em Santa Maria (RS), quando um inc\u00eandio matou 242 pessoas e feriu outras 680, a maioria jovens estudantes universit\u00e1rios. Uma das consequ\u00eancias da trag\u00e9dia da Kiss foi o endurecimento, pelas autoridades, na concess\u00e3o de licen\u00e7as para festas p\u00fablicas. No in\u00edcio, pequenos grupos de comerciantes e jovens da periferia das cidades grandes se reuniam e alugavam sal\u00f5es, bares e at\u00e9 pequenas propriedades rurais para fazer festas nos fins de semanas, principalmente com adolescentes. Os organizadores colocavam um DJ, seguran\u00e7as e bebidas para vender. O sucesso do empreendimento acabou atraindo a aten\u00e7\u00e3o dos traficantes varejistas, que se associaram aos organizadores.<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema de funcionamento das festas clandestinas \u00e9 simples e eficiente. A estrutura \u00e9 montada na noite do evento e no raiar do dia seguinte ela some. O dono do lugar alugado nunca sabe quem s\u00e3o os locat\u00e1rios, pelo menos \u00e9 o que dizem quando acontecem os rolos. Como eu sei sobre o assunto? Nos meus plant\u00f5es na reda\u00e7\u00e3o nos fins de semana era raro n\u00e3o deparar com uma lamban\u00e7a que ocorrera em uma dessas festas clandestinas. Geralmente eram brigas generalizadas, casos de adolescentes em coma alco\u00f3lica e roubo de aparelhos celulares, entre outras confus\u00f5es. Claro que tudo acabava em uma pequena mat\u00e9ria de \u201cp\u00e9 de p\u00e1gina\u201d. Mesmo depois que sa\u00ed da reda\u00e7\u00e3o, em outubro de 2014, continuei me interessando pelo assunto. Por qu\u00ea? Pela sua relev\u00e2ncia. As festas clandestinas dos estados do Sul do Brasil n\u00e3o s\u00e3o p\u00e1reo em termos de imagem para os bailes funk das favelas do Rio de Janeiro e de S\u00e3o Paulo. Mas n\u00e3o deixam nada a desejar em termos de faturamento. Vejam bem, os organizadores ganham com: ingresso, venda da bebida, comida, drogas e outros servi\u00e7os. Quando a pandemia causada pela Covid-19 se instalou, os organizadores dessas festas viram uma oportunidade de neg\u00f3cios. Nos oito primeiros meses de 2020, os brigadianos, como s\u00e3o chamados os policiais militares no Rio Grande do Sul, fecharam 270 festas clandestinas na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre.<\/p>\n\n\n\n<p>O dia que a pandemia acabar, as festas clandestinas v\u00e3o continuar. E mais embaladas do que nunca, porque seus organizadores est\u00e3o ganhando muito dinheiro com a emerg\u00eancia sanit\u00e1ria. Mais ainda: esse tipo de crime s\u00f3 entrar\u00e1 no radar da Pol\u00edcia Civil no dia que acontecer uma trag\u00e9dia. At\u00e9 l\u00e1 segue sendo \u201ccoisa de chinelo\u201d, com \u00e9 descrito o delito de menor gravidade. Aqui \u00e9 o seguinte. As festas clandestinas podem estar fora do radar da pol\u00edcia. Mas n\u00e3o podem ficar fora do nosso radar. Por qu\u00ea? N\u00f3s jornalistas s\u00f3 nos demos por conta de que muitas casas noturnas eram ratoeiras depois da trag\u00e9dia da Boate Kiss. Mesmo assim levamos duas semanas para entender o emaranhado de leis, regulamentos e portarias municipais, estaduais e federais que tratam do assunto. Os organizadores das festas clandestinas s\u00e3o criminosos. A atividade deles \u00e9 uma trag\u00e9dia anunciada. Os rep\u00f3rteres que fazem a cobertura do dia a dia das reda\u00e7\u00f5es n\u00e3o t\u00eam como se aprofundar na quest\u00e3o, por v\u00e1rios motivos, vou citar dois: cumprem tr\u00eas ou mais pautas di\u00e1rias e fazem texto, \u00e1udio e v\u00eddeo. E o assunto exige uma investiga\u00e7\u00e3o aprofundada, porque ainda \u00e9 desconhecido. Tanto que os notici\u00e1rios apenas mencionam que as festas s\u00e3o clandestinas, sem entrar em detalhes. Esclarecer quem est\u00e1 por tr\u00e1s desses eventos e como a coisa funciona \u00e9 um trabalho de f\u00f4lego, que exige investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, porque o rep\u00f3rter precisar\u00e1 reunir todas as pe\u00e7as que fazem parte desse tabuleiro para entender a situa\u00e7\u00e3o. Ou seja: o jornal ter\u00e1 de produzir conhecimento. Essa \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o ideal. Mas, como todos sabemos, mesmo entre as grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o em atividade no Brasil, poucas t\u00eam dinheiro para investir no jornalismo investigativo, que \u00e9 caro, demorado e nem sempre traz os resultados esperados. Mas \u00e9 necess\u00e1rio para esclarecer o leitor. Qual \u00e9 a sa\u00edda?<\/p>\n\n\n\n<p>Os policiais que trabalham no plant\u00e3o das delegacias conhecem essa hist\u00f3ria. N\u00e3o todos os detalhes. Mas o suficiente para nos dar seguran\u00e7a para escrever que as festas clandestinas n\u00e3o caem do c\u00e9u. Elas s\u00e3o feitas por grupos organizados que ganham muito dinheiro com esses eventos. Mais ainda: os organizadores n\u00e3o est\u00e3o l\u00e1 na hora que a pol\u00edcia chega para acabar com a festa. Precisamos mostrar ao nosso leitor que n\u00e3o sabemos tudo. Mas o suficiente para dizer que se trata de um crime. A nossa profiss\u00e3o de rep\u00f3rter vive dias estranhos. Muitas portas s\u00e3o fechadas diariamente com as demiss\u00f5es em massa das reda\u00e7\u00f5es. Mas tamb\u00e9m muitas portas s\u00e3o abertas. Como a de formar uma pequena empresa, ou cooperativa, para vender aos grandes jornais mat\u00e9rias investigativas. Foi assim que os jornalistas demitidos durante a ditadura militar (1964 a 1985) sobreviveram, organizando a Imprensa Alternativa. Por que n\u00e3o?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela maneira como a imprensa vem noticiando as festas clandestinas parece que elas s\u00e3o a soma da falta de consci\u00eancia, principalmente dos jovens, do poder de cont\u00e1gio e letalidade da Covid-19 com a aus\u00eancia de comprometimento com a sa\u00fade p\u00fablica por parte dos organizadores. Parece. Mas n\u00e3o s\u00e3o. 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