{"id":4228,"date":"2021-03-04T14:41:09","date_gmt":"2021-03-04T17:41:09","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=4228"},"modified":"2021-03-04T16:02:43","modified_gmt":"2021-03-04T19:02:43","slug":"quando-a-historia-mora-ao-lado-do-reporter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/03\/04\/quando-a-historia-mora-ao-lado-do-reporter\/","title":{"rendered":"Quando a hist\u00f3ria mora ao lado do rep\u00f3rter"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4229\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/03\/04\/quando-a-historia-mora-ao-lado-do-reporter\/virus1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/virus1.jpg?fit=367%2C137&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"367,137\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"virus1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/virus1.jpg?fit=367%2C137&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/virus1.jpg?resize=640%2C239&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4229\" width=\"640\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/virus1.jpg?w=367&amp;ssl=1 367w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/virus1.jpg?resize=300%2C112&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>A pandemia \u00e9 como um pesadelo sem fim. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Uma coisa \u00e9 quando o rep\u00f3rter chega ao local do acontecimento, faz a cobertura, envia a mat\u00e9ria para a reda\u00e7\u00e3o, entra no carro e vai embora. Outra \u00e9 quando ele mora no local e faz parte da hist\u00f3ria que est\u00e1 cobrindo. Essa \u00e9 a realidade dos jornalistas brasileiros nos dias de hoje, envolvidos na cobertura di\u00e1ria da pandemia causada pela Covid-19, que est\u00e1 matando mais de 1,5 mil pessoas por dia no pa\u00eds e causando o colapso do sistema hospitalar. C\u00e2meras frigorificas est\u00e3o sendo instaladas nos p\u00e1tios dos hospitais para armazenar os cad\u00e1veres. J\u00e1 s\u00e3o 257 mil mortos no Brasil. E o n\u00famero de \u00f3bitos di\u00e1rios continua avan\u00e7ando, com a previs\u00e3o de que ultrapassar\u00e1 os Estados Unidos, que hoje somam 500 mil mortos. Mas o n\u00famero di\u00e1rio de americanos mortos vem caindo, porque a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo vacinada. Enquanto no Brasil o n\u00famero est\u00e1 aumentado porque a vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 a conta-gotas. E diariamente assiste ao presidente da Rep\u00fablica, Jair Bolsonaro (sem partidos), divulgar o seu negacionismo em rela\u00e7\u00e3o ao poder de contamina\u00e7\u00e3o e a letalidade do v\u00edrus. \u00c9 preciso ter sangue-frio para trabalhar em um ambiente desses.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 sobre essa realidade dos rep\u00f3rteres envolvidos na cobertura do dia a dia que quero conversar. Nas \u00faltimas duas semanas tenho intensificado a troca de ideias com jovens rep\u00f3rteres espalhados pelas reda\u00e7\u00f5es, principalmente do interior do Brasil. Lembro-me que quando comecei na profiss\u00e3o, em 1979, no final do trabalho a gente ia para casa e levava junto a hist\u00f3ria da qual t\u00ednhamos feito a cobertura. Logo nos primeiros anos na carreira de rep\u00f3rter fiz a op\u00e7\u00e3o pela especializa\u00e7\u00e3o em conflitos agr\u00e1rios, migra\u00e7\u00f5es internas e crime organizado nas fronteiras por entender que teria melhores oportunidades profissionais se me tornasse refer\u00eancia em alguns assuntos de interesse do leitor. Quando me envolvia na cobertura de conflitos de terra pelos rinc\u00f5es do Brasil a barra pesava. Geralmente havia mortes, feridos e muita confus\u00e3o. Depois da cobertura, que muitas vezes se estendia por um m\u00eas inteiro, voltava para casa trazendo a hist\u00f3ria bem viva na mem\u00f3ria. E n\u00e3o foram uma nem duas. Mas diversas as vezes que eu acordava no meio da noite aos gritos e com o cora\u00e7\u00e3o em disparada. Na manh\u00e3 seguinte, por\u00e9m, ia para a reda\u00e7\u00e3o como se tivesse tido uma noite tranquila de sono, porque a hist\u00f3ria que causara o pesadelo tinha acontecido muito longe da minha porta. E logo estaria envolvido em outra cobertura \u201cl\u00e1 por onde o diabo perdeu as botas\u201d, como se diz no interior do Rio Grande do Sul para se referir a um lugar distante.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 outra a vida dos rep\u00f3rteres envolvidos na cobertura di\u00e1ria da pandemia, porque a hist\u00f3ria que est\u00e3o cobrindo pode estar acontecendo ao lado da sua casa, ou dentro dela. \u00c9 como se estivessem tendo um pesadelo do qual n\u00e3o conseguissem acordar. E como ter a frieza exigida para manter o foco na apura\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria e a capacidade de escrever a hist\u00f3ria com exatid\u00e3o e de uma maneira simples para o leitor? N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. E j\u00e1 se pode notar nas entrelinhas das mat\u00e9rias a indigna\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o aparecendo. Dependendo do grau dessa indigna\u00e7\u00e3o ela n\u00e3o prejudica a qualidade da mat\u00e9ria. Muito pelo contr\u00e1rio. Ela refor\u00e7a para o leitor a ideia de que n\u00e3o deve aceitar a situa\u00e7\u00e3o como se fosse normal. N\u00e3o \u00e9. Podia ser diferente, por exemplo no caso das vacinas. Se o governo federal n\u00e3o tivesse sido contaminado pelo negacionismo de Bolsonaro a velocidade na vacina\u00e7\u00e3o poderia ser muito mais r\u00e1pida do que \u00e9 hoje. Em uma conversa que tive com um jovem rep\u00f3rter do Mato Grosso do Sul contei a ele uma hist\u00f3ria que vivi na cobertura da Guerra Civil de Angola, na \u00c1frica, em 1992, \u00e0s v\u00e9speras de mais um dos in\u00fameros cessar-fogo que aconteciam e logo eram desrespeitados. A hist\u00f3ria foi um papo que tive uma noite com um jornalista franc\u00eas num boteco de Luanda, a capital de Angola. Ele era um veterano na profiss\u00e3o que vivia pulando de guerra em guerra, fazendo texto e foto e vendendo para os jornais ao redor do mundo. Depois de esvaziarmos muitas garrafas <em>long neck <\/em>de cerveja, ele me disse que o segredo da cobertura de uma guerra \u00e9 n\u00e3o passar para o leitor que aquilo ali \u00e9 normal. \u00c9 por isso que se chama guerra. Muitos conflitos depois, eu aprendi que a maneira de n\u00e3o achar normal uma guerra \u00e9 dar ouvidos \u00e0 indigna\u00e7\u00e3o quando ela brota nas nossas mat\u00e9rias.<\/p>\n\n\n\n<p>A indigna\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o compromete a qualidade das nossas mat\u00e9rias. Desde que ela n\u00e3o se manifeste de maneira panflet\u00e1ria. Mas alinhada com os fatos para mostrar ao leitor que a situa\u00e7\u00e3o seria outra se algu\u00e9m n\u00e3o tivesse negligenciado os seus compromissos. A cobertura do dia a dia para os notici\u00e1rios dos jornais (papel e site), TVs, r\u00e1dios e outras plataformas \u00e9 uma grande escola de jornalismo pela diversifica\u00e7\u00e3o dos fatos que acontecem e que exigem do rep\u00f3rter rapidez e precis\u00e3o na apura\u00e7\u00e3o e simplicidade e exatid\u00e3o na reda\u00e7\u00e3o do texto. Ainda \u00e9 cedo para dizer porque as coisas ainda est\u00e3o rolando. Mas creio que a cobertura da pandemia vai marcar para sempre a atual gera\u00e7\u00e3o de rep\u00f3rteres. No caso do Brasil e dos Estados Unidos, a situa\u00e7\u00e3o foi agravada por causa de dois presidentes negacionistas da Covid-19: Donald Trump (republicado), derrotado por Joe Biden (democrata) no final do ano passado. E Bolsonaro, seguidor de Trump, que est\u00e1 apostando que o negacionismo o reeleger\u00e1 presidente em 2022. Tanto que o ministro da Sa\u00fade, general da ativa do Ex\u00e9rcito Eduardo Pazuello, transformou o negacionismo em pol\u00edtica de governo. Uma poderosa e bem articulada m\u00e1quina de fake news do governo federal tenta convencer a popula\u00e7\u00e3o que o negacionismo n\u00e3o tem nada a ver com as mortes, falta de vacina e muito menos com o colapso do sistema de sa\u00fade. E que tudo \u00e9 inven\u00e7\u00e3o da imprensa. N\u00e3o \u00e9. N\u00f3s rep\u00f3rteres vivemos nesse pa\u00eds e a hist\u00f3ria est\u00e1 acontecendo com os nossos vizinhos e at\u00e9 dentro das nossas casas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma coisa \u00e9 quando o rep\u00f3rter chega ao local do acontecimento, faz a cobertura, envia a mat\u00e9ria para a reda\u00e7\u00e3o, entra no carro e vai embora. Outra \u00e9 quando ele mora no local e faz parte da hist\u00f3ria que est\u00e1 cobrindo. 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