{"id":4327,"date":"2021-04-06T13:54:18","date_gmt":"2021-04-06T16:54:18","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=4327"},"modified":"2021-04-06T13:54:18","modified_gmt":"2021-04-06T16:54:18","slug":"letal-como-a-covid-a-anfetamina-viaja-na-boleia-dos-caminhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/04\/06\/letal-como-a-covid-a-anfetamina-viaja-na-boleia-dos-caminhoes\/","title":{"rendered":"Letal como a Covid, a anfetamina viaja na boleia dos caminh\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4328\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/04\/06\/letal-como-a-covid-a-anfetamina-viaja-na-boleia-dos-caminhoes\/camicases5\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/camicases5.jpg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"290,174\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"camicases5\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/camicases5.jpg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/camicases5.jpg?resize=578%2C347&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4328\" width=\"578\" height=\"347\"\/><figcaption>\u00d3leo diesel move os caminh\u00f5es e o rebite  os caminhoneiros. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o sou sanfoneiro. Mais toco a noite toda\u201d. Na semana da P\u00e1scoa de 2008, li essa frase na traseira de um caminh\u00e3o de carga no interior da Bahia. \u00c9 sobre o significado dela que vamos conversar. No dia que a li, eu viajava na boleia de um caminh\u00e3o truck (aqueles com dois eixos atr\u00e1s), colhendo informa\u00e7\u00f5es que seriam transformadas na reportagem \u201cCamicases do asfalto\u201d. A mat\u00e9ria, publicada no jornal Zero Hora, descreveu a rotina dos caminhoneiros que trabalham com cargas hor\u00e1rias \u2013 aquelas que t\u00eam dia e hora para serem entregues no seu destino. Para cumprir os prazos, esses motoristas tomam o que chamam de \u201crebite\u201d, medicamentos \u00e0 base de anfetaminas, uma droga que tira o sono. Os pilotos&nbsp;<em>kamikazes<\/em>&nbsp;do Jap\u00e3o na Segunda Guerra Mundial tamb\u00e9m tomavam anfetaminas antes de mergulhar com seus avi\u00f5es contra os navios americanos. Foram duas semanas de estrada, saindo da divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, transportando uma carga de arroz para Irec\u00ea, no norte baiano. De l\u00e1, levando tijolos e telhas para Mucuri, no litoral sul da Bahia. Na volta, apanhamos uma carga de mam\u00e3o em uma cidadezinha no litoral do Esp\u00edrito Santo para ser entregue na Ceasa\/RS, em Porto Alegre. S\u00f3 o motorista do truck sabia que eu era jornalista. Para os demais caminhoneiros que encontramos pela estrada e nos postos de abastecimento, eu era apenas o ajudante do motorista. Isso facilitou em muito a minha aceita\u00e7\u00e3o no grupo. Eu n\u00e3o fazia perguntas. S\u00f3 escutava as conversas. Uma vez ou outra contava uma piada.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltei da viagem convencido de uma coisa. Assim como o \u00f3leo diesel move os motores dos caminh\u00f5es, o rebite mant\u00e9m os caminhoneiros acordados, suportando longas jornadas ao volante. \u00c9 assim que funciona na pr\u00e1tica o sistema de transporte de cargas no Brasil. Muito embora no papel o perfil seja outro, como determinam as leis trabalhistas e outras legisla\u00e7\u00f5es que regulamentam o setor. Durante a pandemia, os caminhoneiros continuaram nas estradas, abastecendo o pa\u00eds. Portanto, o sistema que descrevi seguiu funcionando. Chamo a aten\u00e7\u00e3o dos meus colegas rep\u00f3rteres para o seguinte. O m\u00eas de mar\u00e7o foi o mais letal da pandemia no Brasil. Morreram mais de 3 mil pessoas por dia. O sistema de sa\u00fade p\u00fablica e privada em 25 dos 27 estados colapsou. Centenas de pessoas morreram nos corredores dos hospitais por falta de UTIs. Foi um caos. No meio do caos sanit\u00e1rio, tr\u00eas v\u00eddeos de acidentes de caminh\u00e3o mereceram destaques nos notici\u00e1rios. Vamos aos fatos. No in\u00edcio do m\u00eas de mar\u00e7o, dia 6, um s\u00e1bado, Anderson Pereira, 49 anos, pilotava uma moto Kawasaki Vulcan, levando na carona a sua esposa, Sandra Pereira, 47, na BR-101, munic\u00edpio de Penha (SC). Uma carreta dirigida por um motorista de Camaqu\u00e3 (RS) simplesmente subiu na traseira da moto, matando Sandra e empurrando a motocicleta por 20 quil\u00f4metros, com Anderson pendurado na janela do caminh\u00e3o tentando fazer o motorista parar \u2013 h\u00e1 um v\u00eddeo da cena na internet.<\/p>\n\n\n\n<p>O carreteiro foi parado e preso em flagrante por homic\u00eddio. Disse que estava h\u00e1 dois dias dirigindo sem dormir e que pensou que tudo aquilo fosse um sonho. Na cabine foram encontrados vest\u00edgios de coca\u00edna. Aprendi na viagem que fiz que os caminhoneiros n\u00e3o usam a coca\u00edna com grande frequ\u00eancia por dois motivos: primeiro, porque \u00e9 cara. Segundo, porque quando passa o efeito vem o sono. J\u00e1 o rebite pode ser comprado em qualquer farm\u00e1cia de beira de estrada. Tomando um comprimido de quatro em quatro horas, eles conseguem se manter acordados por longo tempo. Eu testemunhei caminhoneiros dirigindo 48 horas sem dormir. Nas conversas que tive na estrada, ouvi e vi que depois de muito tempo se rebitando eles come\u00e7am a ter alucina\u00e7\u00f5es. O que vai acontecer no caso de Santa Catarina? O caminhoneiro j\u00e1 foi substitu\u00eddo por outro. Lembram que no in\u00edcio do texto citei a frase que li na traseira de um caminh\u00e3o no interior da Bahia: \u201cN\u00e3o sou sanfoneiro. Mais toco a noite toda\u201d. Eles ficam acordados tomando rebite. Na ocasi\u00e3o que fiz a mat\u00e9ria \u201cCamicases do asfalto\u201d conversei muito com seguradoras, donos de grandes empresas de transporte e caminhoneiros aut\u00f4nomos sobre o que acontece depois de um acidente. O inqu\u00e9rito policial \u00e9 feito pela Pol\u00edcia Civil da cidade onde ocorreu o acidente. Na maioria das vezes, os casos envolvendo caminh\u00f5es exigem investiga\u00e7\u00f5es complexas e demoradas, pois h\u00e1 muitas partes interessadas, como a transportadora, o dono da carga, as seguradoras, a concession\u00e1ria da estrada e as v\u00edtimas. Raras s\u00e3o as delegacias das cidades de beira de estrada que t\u00eam estrutura para conduzir uma investiga\u00e7\u00e3o desse calibre. E essa falta de estrutura para investigar os acidentes \u00e9 um dos pilares que mant\u00e9m esse sistema de transporte funcionando.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma investiga\u00e7\u00e3o detalhada de um acidente envolvendo caminh\u00e3o de carga traz benef\u00edcios para todo mundo. Por exemplo. No dia 13 de mar\u00e7o, um s\u00e1bado, o radialista e caminhoneiro Anderson Barbosa, o Barboz\u00e3o, dirigia um bitrem carregado de gasolina e diesel, na BR-386. No trecho de m\u00e3o dupla da estrada, km 350, em Estrela (RS), o caminh\u00e3o bateu na murada da ponte sobre o Arroio Boa Vista e explodiu \u2013 a explos\u00e3o foi documentada em um v\u00eddeo dispon\u00edvel na internet. O motorista morreu e a investiga\u00e7\u00e3o do caso ficou com a Delegacia de Pol\u00edcia Civil de Estrela. \u00c9 uma investiga\u00e7\u00e3o complexa, porque vai depender do resultado de v\u00e1rias per\u00edcias t\u00e9cnicas e do que restou dos tanques que carregavam a gasolina e o diesel. A hist\u00f3ria do acidente de Barboz\u00e3o ser\u00e1 contada pelos resultados das per\u00edcias e das imagens das c\u00e2maras de seguran\u00e7a no trecho da BR-386 que ele percorreu. O que vi na estrada durante a reportagem \u201cCamicases do Asfalto\u201d \u00e9 que os caminhoneiros que transportam combust\u00edveis e cargas vivas n\u00e3o se envolvem com rebite porque fazem viagens curtas. Geralmente de um dia. Entre os caminhoneiros, eles t\u00eam v\u00e1rios apelidos, o mais popular: \u201ctiro curto\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No final de mar\u00e7o, dia 28, um domingo, um caminh\u00e3o carregado de desodorante desgovernado bateu em um posto de ped\u00e1gio na BR-050, em Campo Alegre de Goi\u00e1s (GO), e explodiu \u2013 h\u00e1 v\u00eddeo na internet. Qual \u00e9 a hist\u00f3ria dos bastidores desse acidente e dos outros dois? Elas s\u00e3o de grande interesse para os nossos leitores. Mas dificilmente a imprensa as contar\u00e1, porque esse tipo de apura\u00e7\u00e3o \u00e9 muito cara e demorada, exige colocar rep\u00f3rter na estrada por um longo per\u00edodo de tempo. E hoje as empresas de comunica\u00e7\u00e3o est\u00e3o contando os centavos. E, em consequ\u00eancia, noticiam apenas o essencial. Mas essas hist\u00f3rias n\u00e3o v\u00e3o desaparecer. Elas v\u00e3o sobreviver na tradi\u00e7\u00e3o oral dos caminhoneiros, os que rodam pelas estradas. Um vai saber um peda\u00e7o, outro, mais uma parte, e algu\u00e9m vai acrescentar informa\u00e7\u00f5es que julga serem verdadeiras. \u00c9 assim que acontece. Um dia a hist\u00f3ria chega aos ouvidos de um rep\u00f3rter. Lembro-me das longas horas que passei conversando com os caminhoneiros quando fiz \u201cOs Camicases do Asfalto\u201d. Eles falam muito sobre os acidentes que aconteceram. A estrada est\u00e1 cheia de hist\u00f3rias \u00e0 espera dos ouvidos de um rep\u00f3rter.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cN\u00e3o sou sanfoneiro. Mais toco a noite toda\u201d. Na semana da P\u00e1scoa de 2008, li essa frase na traseira de um caminh\u00e3o de carga no interior da Bahia. \u00c9 sobre o significado dela que vamos conversar. 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