{"id":4466,"date":"2021-05-15T15:12:00","date_gmt":"2021-05-15T18:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=4466"},"modified":"2021-05-15T15:12:00","modified_gmt":"2021-05-15T18:12:00","slug":"cpi-da-covid-o-senador-numero-425-711-e-pazuello-o-general-de-bolsonaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/05\/15\/cpi-da-covid-o-senador-numero-425-711-e-pazuello-o-general-de-bolsonaro\/","title":{"rendered":"CPI da Covid: o senador n\u00famero 425.711 e Pazuello, o general de Bolsonaro"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4467\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/05\/15\/cpi-da-covid-o-senador-numero-425-711-e-pazuello-o-general-de-bolsonaro\/numero\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/numero.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"275,183\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"numero\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/numero.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/numero.jpg?resize=505%2C336&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4467\" width=\"505\" height=\"336\"\/><figcaption>Para n\u00e3o perder o foco. Senador trocou o nome pelo n\u00famero de mortos pela Covid &#8211; 19. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Logo depois da elei\u00e7\u00e3o de Fernando Collor de Mello para a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em 1990, tudo que acontecia em Macei\u00f3, capital de Alagoas, era manchete nos grandes jornais. Collor foi o primeiro presidente civil eleito pelo voto direto depois da Ditadura Militar que governou o pa\u00eds de 1964 a 1985. Ele tinha sido prefeito nomeado da cidade entre 1979 a 1982. E sua fam\u00edlia era dona da maior empresa de comunica\u00e7\u00e3o do estado (jornal, r\u00e1dios e TVs coligadas \u00e0 Rede Globo). Logo ap\u00f3s a posse de Collor houve uma chacina em Macei\u00f3 e eu fui um entre dezenas de jornalistas que foram mandados para l\u00e1 para cobrir os desdobramentos do caso. N\u00e3o lembro a data e os detalhes com exatid\u00e3o. Mas lembro de uma frase dita por um juiz que virou a manchete da minha reportagem: \u201cEm Macei\u00f3 n\u00e3o tem bala perdida. Todas t\u00eam um nome.\u201d Na ocasi\u00e3o levantei um monte de pautas que me asseguraram v\u00e1rias viagens pelo interior dos estados do Nordeste para entrevistar pistoleiros e outros personagens interessantes. Fazia parte da tradi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos \u201ccoron\u00e9is\u201d nordestinos as suas fam\u00edlias terem um pistoleiro de confian\u00e7a. Foi nesse contexto que ouvi falar pela primeira vez o nome do hoje senador Renan Calheiros, 65 anos (MDB-AL). Escrevi esse nariz de cera para dizer Calheiros \u00e9 bom de briga e n\u00e3o deve decepcionar o presidente da Rep\u00fablica Jair Bolsonaro, 66 anos (sem partido), que o escolheu como inimigo pol\u00edtico n\u00famero um por ser ele o relator da Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito da Covid-19, a CPI da Covid.<\/p>\n\n\n\n<p>Na semana passada, durante o depoimento do ex-secret\u00e1rio da Secretaria Especial de Comunica\u00e7\u00e3o Social (Secom) Fabio Wajngarten na CPI, um dos filhos parlamentares do presidente da Rep\u00fablica, o senador Fl\u00e1vio Bolsonaro, do Rio de Janeiro, entrou na sala da comiss\u00e3o e chamou Calheiros de \u201cvagabundo\u201d. O senador relator da CPI retrucou chamando o seu colega do Rio de ladr\u00e3o pelo seu envolvimento no esc\u00e2ndalo da rachadinha \u2013 h\u00e1 mat\u00e9ria na internet. Na quinta-feira (14\/05), o presidente da Rep\u00fablica foi a Macei\u00f3 acompanhado pelo seu aliado pol\u00edtico e presidente da C\u00e2mara dos Deputados, Arthur Lira, e do hoje senador Fernando Collor, para inaugurar moradias populares. Na ocasi\u00e3o disparou desaforos contra Calheiros e tamb\u00e9m o chamou de \u201cvagabundo\u201d. Sempre que tem sido atacado pelos bolsonaristas, Calheiros tem mostrado a placa que fica na sua frente na mesa na CPI, na qual o seu nome foi substitu\u00eddo pelo n\u00famero 425.711, o n\u00famero de brasileiros mortos pela Covid-19. N\u00e3o sei de onde o senador tirou a ideia de trocar o seu nome pelo n\u00famero de mortos. Mas ela lembra o principal objetivo da CPI, que \u00e9 buscar o respons\u00e1vel pela lamban\u00e7a que se tornaram as a\u00e7\u00f5es do governo federal na pandemia, causando a morte de pacientes nos hospitais de Manaus (AM) e no interior do Par\u00e1 por falta de oxig\u00eanio hospitalar, o colapso na sa\u00fade p\u00fablica e privada de 25 dos 27 estados no in\u00edcio de maio, al\u00e9m dos quase meio milh\u00e3o de mortos at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p>Na quarta-feira, dia 19, deve ir \u00e0 CPI da Covid depor como testemunha o ex-ministro da Sa\u00fade Eduardo Pazuello, o general da ativa do Ex\u00e9rcito respons\u00e1vel por tornar pol\u00edtica de governo o negacionismo do presidente Bolsonaro em rela\u00e7\u00e3o ao poder de cont\u00e1gio e letalidade da Covid-19. O general est\u00e1 protegido por um habeas corpus concedido pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que permite que ele se recuse a responder perguntas que possam servir de provas contra ele \u2013 h\u00e1 mat\u00e9ria na internet. Aqui \u00e9 o seguinte. N\u00f3s jornalistas sabemos que a opini\u00e3o p\u00fablica de hoje \u00e9 formada pelas imagens. Portanto, vamos nos concentrar na imagem do interrogat\u00f3rio do general pelo senador Calheiros. Pazuello responder\u00e1 para um interrogador que tem uma placa na sua frente com o n\u00famero de mortos causados pela pandemia. \u00c9 uma imagem forte. Lembro o seguinte: a maioria dos brasileiros tem um parente, conhecido ou amigo que foi uma das v\u00edtimas da pandemia. Portanto, diferentemente das outras CPIs, essa diz respeito \u00e0 maioria dos brasileiros. A pol\u00edtica do governo Bolsonaro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pandemia \u00e9 genocida. E o principal implantador dessa pol\u00edtica foi Pazuello. E o resultado dela \u00e9 o n\u00famero que substitui o nome do senador Calheiros na placa. \u201c\u00c9 simples, assim\u201d, como costuma dizer o general.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente Bolsonaro pode espernear \u00e0 vontade. Mas o seu general vai responder as perguntas feitas por um senador que trocou o seu nome pelo n\u00famero de mortos pela pandemia. N\u00e3o interessa se Pazuello vai reivindicar a prote\u00e7\u00e3o do habeas para n\u00e3o responder. O fato \u00e9 que ele est\u00e1 falando com um n\u00famero. Essa \u00e9 a ideia. Acompanho a carreira pol\u00edtica do senador Calheiros desde a \u00e9poca da elei\u00e7\u00e3o de Collor para presidente da Rep\u00fablica. Ele sabe jogar o jogo da pol\u00edtica. Recua quando n\u00e3o tem chance de vencer. E sempre deixa uma porta aberta para o seu advers\u00e1rio quando vence uma disputa, porque sabe que o inimigo de hoje pode ser o aliado de amanh\u00e3. S\u00f3 comecei a me interessar pela carreira pol\u00edtica de Bolsonaro quando ele se elegeu presidente. At\u00e9 ent\u00e3o, como a maioria dos jornalistas, para mim ele era um deputado federal ex\u00f3tico e saudosista da Ditadura Militar (1964 a 1985). Uma pessoa que na falta de mat\u00e9ria para o jornal sempre tinha um absurdo para dizer que acabava virando manchete. O projeto pol\u00edtico do presidente da Rep\u00fablica \u00e9 o bem-estar da fam\u00edlia dele, principalmente dos seus tr\u00eas filhos parlamentares: Carlos, vereador do Rio, Fl\u00e1vio, senador do Rio de Janeiro, e Eduardo, deputado federal por S\u00e3o Paulo. Bolsonaro sempre teve algu\u00e9m que faz o servi\u00e7o sujo para ele e que \u00e9 descartado quando se torna um problema. A sua bandeira pol\u00edtica \u00e9 \u201cfalem bem ou falem mal, mas falem de mim\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O general Pazuello \u00e9 um hoje um problema para Bolsonaro porque pode simplesmente dizer que praticou a pol\u00edtica genocida a mando do presidente. Como disse o general: \u201cum manda, outro obedece\u201d. Para o senador Calheiros, o general \u00e9 uma chance de colocar a digital do presidente da Rep\u00fablica na morte de quase meio milh\u00e3o de brasileiros. Como vamos contar essa hist\u00f3ria para o nosso leitor? Sendo cautelosos e olhando bem nos cantos escuros desse caso e tomando cuidado para n\u00e3o pisar nas dezenas de cascas de bananas que foram espalhadas pelo ch\u00e3o \u00e0 espera do p\u00e9 desavisado de um rep\u00f3rter. O que n\u00f3s rep\u00f3rteres precisamos ter bem claro em nossas mentes \u00e9 que n\u00e3o estamos frente a uma disputa pol\u00edtica, que \u00e9 importante para a democracia porque fortalece a musculatura das institui\u00e7\u00f5es. N\u00f3s estamos frente a um caso de pol\u00edcia. Procuramos o autor de um genoc\u00eddio de quase meio milh\u00e3o de brasileiros. Como dizia um velho rep\u00f3rter de pol\u00edcia que conheci na reda\u00e7\u00e3o do jornal nos anos 80. \u201c\u00d3 meu, fica esperto: a bronca \u00e9 caso de pol\u00edcia e n\u00e3o de pol\u00edtica\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Logo depois da elei\u00e7\u00e3o de Fernando Collor de Mello para a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em 1990, tudo que acontecia em Macei\u00f3, capital de Alagoas, era manchete nos grandes jornais. Collor foi o primeiro presidente civil eleito pelo voto direto depois da Ditadura Militar que governou o pa\u00eds de 1964 a 1985. 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