{"id":4830,"date":"2021-09-25T16:21:05","date_gmt":"2021-09-25T19:21:05","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=4830"},"modified":"2021-09-25T16:21:05","modified_gmt":"2021-09-25T19:21:05","slug":"continuam-intactas-as-pistas-para-a-solucao-do-sumico-da-professora-claudia-da-ufpel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/09\/25\/continuam-intactas-as-pistas-para-a-solucao-do-sumico-da-professora-claudia-da-ufpel\/","title":{"rendered":"Continuam intactas as pistas para a solu\u00e7\u00e3o do sumi\u00e7o da professora Cl\u00e1udia, da UFPel"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4831\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/09\/25\/continuam-intactas-as-pistas-para-a-solucao-do-sumico-da-professora-claudia-da-ufpel\/claudia105\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/claudia105.jpg?fit=299%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"299,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"claudia105\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/claudia105.jpg?fit=299%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/claudia105.jpg?resize=499%2C281&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4831\" width=\"499\" height=\"281\"\/><figcaption>Professora Cl\u00e1udia um caso que ainda espera solu\u00e7\u00e3o. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Os familiares e amigos da professora Cl\u00e1udia Hartleben cruzam todos os dias pelas ruas da cidade com os tr\u00eas suspeitos pelo desaparecimento dela na noite de 9 de abril de 2015. \u201c\u00c9 cruel\u201d, ouvi de um dos parentes de Cl\u00e1udia, que era professora do curso de Biotecnologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e tinha 47 anos na \u00e9poca. Enquanto esse tipo de situa\u00e7\u00e3o persistir, o Rio Grande do Sul continuar\u00e1 se perfilando entre os lugares no Brasil mais violentos para as mulheres \u2013 h\u00e1 dezenas de mat\u00e9rias dispon\u00edveis na internet mostrando as estat\u00edsticas oficiais e an\u00e1lises de especialistas no assunto. O que quero conversar com os meus colegas \u00e9 sobre a responsabilidade dos jornalistas pela exist\u00eancia desse tipo de situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 a primeira e n\u00e3o ser\u00e1 a \u00faltima vez que falo sobre esse assunto. Por qu\u00ea? Sei, pela experi\u00eancia de quatro d\u00e9cadas na lida de rep\u00f3rter, que sempre que n\u00f3s calamos, as coisas n\u00e3o acontecem. Imaginem? Dentro da confus\u00e3o que o pa\u00eds vive nos dias atuais, em que a pandemia causada pela Covid-19 j\u00e1 matou 590 mil brasileiros, quem ir\u00e1 se importar com o caso da professora Cl\u00e1udia e de outras mulheres que tamb\u00e9m s\u00e3o procuradas vivas ou mortas pelos seus parentes no territ\u00f3rio ga\u00facho? Um rep\u00f3rter comprometido com os interesses do seu leitor. O caso da professora Cl\u00e1udia \u00e9 um esc\u00e2ndalo porque nos dias atuais as pistas deixadas pelos suspeitos n\u00e3o desaparecem como acontecia h\u00e1 alguns anos, na \u00e9poca em que n\u00e3o existiam as novas tecnologias que temos hoje. Lembro que at\u00e9 o final da d\u00e9cada de 90 revisar as pistas de um caso antigo sem solu\u00e7\u00e3o era um trabalho imenso para o investigador da Pol\u00edcia Civil, porque era preciso abrir caixas entulhadas de pap\u00e9is guardadas em dep\u00f3sitos. Hoje, basta apertar um bot\u00e3o no teclado do terminal. H\u00e1 imagens de c\u00e2meras de seguran\u00e7a, laudos do Instituto-Geral de Per\u00edcias do Rio Grande do Sul, \u00e1libis dos suspeitos que precisam ser reavaliados e in\u00fameros outros detalhes. Aqui chamo a aten\u00e7\u00e3o dos meus colegas para o seguinte. Uma investiga\u00e7\u00e3o policial n\u00e3o acaba enquanto n\u00e3o provar a culpa do suspeito ou inocent\u00e1-lo. E novos equipamentos e novas t\u00e9cnicas surgem todos os dias para facilitar o trabalho do investigador.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de seguir com a hist\u00f3ria. Estou sendo sacana com os colegas rep\u00f3rteres, especialmente os jovens que est\u00e3o na correria da cobertura do dia a dia das reda\u00e7\u00f5es, em n\u00e3o entrar nos detalhes do desaparecimento da professora Cl\u00e1udia. Fa\u00e7o isso para que o interessado pelo caso pesquise o que publicamos e pratique uma das mais antigas t\u00e9cnicas do jornalismo investigativo: o cruzamento de informa\u00e7\u00f5es. Atrav\u00e9s desse cruzamento conseguimos montar o roteiro dos acontecimentos. \u00c9 ali, no roteiro, que est\u00e1 a solu\u00e7\u00e3o. Tenho pregado que \u00e9 a hora das faculdades de jornalismo deixarem um pouco de lado os grandes pensadores da nossa profiss\u00e3o e mergulharem nos casos reais para mostrar aos alunos os fundamentos da investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, que \u00e9 diferente da policial. Os policiais s\u00e3o protegidos por uma s\u00e9rie de leis que facilitam o acesso a informa\u00e7\u00f5es, como as escutas telef\u00f4nicas. O jornalista n\u00e3o usa esse instrumento de trabalho. Mas pode ter a sorte de encontrar no lixo do investigado um boleto da conta do telefone. J\u00e1 me aconteceu. No in\u00edcio da nossa conversa falei que o caso da professora Cl\u00e1udia n\u00e3o o \u00fanico no territ\u00f3rio ga\u00facho. Existem outros dois cujos suspeitos s\u00e3o conhecidos. Porto Alegre, 2005, a comerciante Sirlene de Freitas Moraes (42 anos, na \u00e9poca) e o seu filho Gabriel (sete anos, na \u00e9poca) foram encontrar um m\u00e9dico que havia prometido assumir a paternidade do menino. Ela e o filho nunca mais foram vistos. Tr\u00eas Passos, 2011, Cintia Luana Ribeiro Moraes (14 anos, na \u00e9poca), gr\u00e1vida de sete meses, foi encontrar com um brasiguaio \u2013 como s\u00e3o chamados os agricultores brasileiros que migraram para o Paraguai \u2013 que estava na cidade e era o pai da crian\u00e7a. Tamb\u00e9m nunca mais foi vista. Trabalhei nos tr\u00eas casos. \u00c9 dif\u00edcil entrevistar ou simplesmente conversar com familiares de pessoas desaparecidas. Eles guardam l\u00e1 no lugar mais profundo da sua mente e cora\u00e7\u00e3o a esperan\u00e7a de que a pessoa voltar\u00e1. Ou que pelo mesmo encontrar\u00e3o o corpo e ter\u00e3o o direito de fazerem suas ora\u00e7\u00f5es e enterr\u00e1-lo. Do outro lado dessa quest\u00e3o est\u00e1 a Pol\u00edcia Civil. As delegacias, mesmo as especializadas, n\u00e3o t\u00eam estrutura para comprometer os seus recursos e agentes em um caso de desaparecimento que n\u00e3o seja resolvido em 72 horas. Sem o corpo \u00e9 muito dif\u00edcil conseguir levar um suspeito ao tribunal. Falei sobre isso no post \u201cProcurados vivos ou mortos\u201d, que publiquei em setembro de 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Para arrematar a nossa conversa. Sempre conto uma historinha que aconteceu comigo nas minhas palestras para estudantes de jornalismo e colegas pelas reda\u00e7\u00f5es do interior do Brasil. Sempre haver\u00e1 um rep\u00f3rter em algum canto de reda\u00e7\u00e3o, mesa de boteco ou simplesmente sentado no sof\u00e1 em casa vendo o tempo passar que remexer\u00e1 a sua mem\u00f3ria em busca dos assuntos n\u00e3o resolvidos. Tive um colega que tinha uma agenda de mat\u00e9rias que ele fazia de tempos em tempos s\u00f3 para lembrar as autoridades que n\u00e3o tinha esquecido. Acredito que seja justamente esse comprometimento que temos em dar uma satisfa\u00e7\u00e3o para o leitor que tem assegurado, atrav\u00e9s dos tempos, a sobreviv\u00eancia da nossa profiss\u00e3o. A vida de rep\u00f3rter s\u00f3 \u00e9 glamorosa nos filmes de fic\u00e7\u00e3o. No nosso dia a dia \u00e9 uma pedreira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os familiares e amigos da professora Cl\u00e1udia Hartleben cruzam todos os dias pelas ruas da cidade com os tr\u00eas suspeitos pelo desaparecimento dela na noite de 9 de abril de 2015. \u201c\u00c9 cruel\u201d, ouvi de um dos parentes de Cl\u00e1udia, que era professora do curso de Biotecnologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e tinha <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/09\/25\/continuam-intactas-as-pistas-para-a-solucao-do-sumico-da-professora-claudia-da-ufpel\/\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[1576],"class_list":["post-4830","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-desaparecimento-da-professora-de-pelotas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7Requ-1fU","jetpack-related-posts":[{"id":3668,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2020\/08\/05\/o-ultimo-minuto-conhecido-da-vida-da-professora-claudia-hartlben-da-ufpel\/","url_meta":{"origin":4830,"position":0},"title":"O \u00faltimo minuto conhecido da vida da professora Cl\u00e1udia Hartleben, da UFPel","author":"Carlos Wagner","date":"5 de agosto de 2020","format":false,"excerpt":"\u00c9 dever do rep\u00f3rter n\u00e3o deixar cair no esquecimento casos como o da professora Cl\u00e1udia. 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