{"id":4876,"date":"2021-10-15T09:38:57","date_gmt":"2021-10-15T12:38:57","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=4876"},"modified":"2021-10-15T09:38:57","modified_gmt":"2021-10-15T12:38:57","slug":"rotina-das-execucoes-na-fronteira-paraguaia-turbina-a-violencia-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/10\/15\/rotina-das-execucoes-na-fronteira-paraguaia-turbina-a-violencia-no-brasil\/","title":{"rendered":"Rotina das execu\u00e7\u00f5es na fronteira paraguaia turbina a viol\u00eancia no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"4877\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/10\/15\/rotina-das-execucoes-na-fronteira-paraguaia-turbina-a-violencia-no-brasil\/execucaoparaguai\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/execucaoparaguai.jpg?fit=308%2C164&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"308,164\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"execucaoparaguai\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/execucaoparaguai.jpg?fit=308%2C164&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/execucaoparaguai.jpg?resize=572%2C305&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4877\" width=\"572\" height=\"305\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/execucaoparaguai.jpg?w=308&amp;ssl=1 308w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/execucaoparaguai.jpg?resize=300%2C160&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 572px) 100vw, 572px\" \/><figcaption>As quadrilhas brasileiras est\u00e3o &#8220;anexando&#8221; uma parte do territ\u00f3rio paraguaio ao Brasil. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma d\u00e9cada e alguns meses corria uma piada entre nos rep\u00f3rteres de grandes jornais sobre a fronteira do Brasil com o Paraguai. Dizia-se que havia mais jornalistas por l\u00e1 em busca de hist\u00f3rias do que agentes da Pol\u00edcia Federal (PF) brasileira e da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do Paraguai. Um exagero, \u00e9 claro. Mas o fato \u00e9 que andar por aquela regi\u00e3o sempre rendia boas reportagens especiais, porque os crimes praticados na fronteira repercutiam no \u00edndice de viol\u00eancia das grandes cidades do Brasil. Por qu\u00ea? Simples: as quadrilhas brasileiras se abasteciam na fronteira de armas, muni\u00e7\u00e3o, maconha, coca\u00edna, cigarros piratas e material de inform\u00e1tica. Em troca dessas mercadorias, pagavam os bandidos paraguaios usando como moeda bens roubados ou furtados no Brasil, como carros, avi\u00f5es (pequenos), ouro e outros objetos de valor. Os jornais do Rio Grande do Sul tinham um interesse muito especial na regi\u00e3o porque toda a fronteira e parte do territ\u00f3rio paraguaio foi povoada por ga\u00fachos e seus descendentes do oeste catarinense e paranaense.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas quadrilhas foram derrubadas na regi\u00e3o gra\u00e7as \u00e0 a\u00e7\u00e3o da imprensa. Os rep\u00f3rteres dos grandes jornais, incluindo os do Sul do Brasil, desapareceram da fronteira na \u00faltima d\u00e9cada, quando se instalou a crise econ\u00f4mica nas empresas de comunica\u00e7\u00e3o devido a fuga de assinantes e anunciantes para outras plataformas de comunica\u00e7\u00e3o. Resolveram o problema enxugando os custos com demiss\u00f5es em massa de jornalistas e cortando de maneira radical as viagens dos rep\u00f3rteres. A aus\u00eancia de rep\u00f3rteres dos grandes centros do pa\u00eds jogou a cobertura no colo da imprensa local. Antes de seguir contando a hist\u00f3ria. Vou fazer um coment\u00e1rio que julgo necess\u00e1rio, principalmente para os jovens colegas que est\u00e3o enveredando pelo caminho do jornalismo investigativo. \u00c9 o seguinte: uma coisa \u00e9 o rep\u00f3rter ir a uma regi\u00e3o povoada por bandos de criminosos infiltrados na m\u00e1quina administrativa dos munic\u00edpios, como \u00e9 a fronteira com o Paraguai, fazer a sua mat\u00e9ria e ir embora. Outra coisa \u00e9 fazer uma mat\u00e9ria morando no lugar. Na \u00e9poca que eu fazia mat\u00e9rias por l\u00e1 existia entre os rep\u00f3rteres um manual n\u00e3o escrito de seguran\u00e7a. Uma das regras era: n\u00e3o se hospedar em hot\u00e9is localizados na regi\u00e3o de apura\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria. Com isso, evitava-se surpresas como a de ter a bagagem remexida em busca de informa\u00e7\u00f5es a respeito da reportagem que est\u00e1 sendo feita. Voltando \u00e0 hist\u00f3ria. A aus\u00eancia dos rep\u00f3rteres dos grandes jornais na fronteira Brasil-Paraguai atirou o problema no colo da imprensa da regi\u00e3o. O que resultou em um aumento do n\u00famero de mortes de jornalistas locais por quadrilheiros, como foi o caso do rep\u00f3rter L\u00e9o Vera, executado em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia separada por uma avenida de Ponta Por\u00e3, munic\u00edpio do oeste do Mato Grosso do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos dias atuais as not\u00edcias que s\u00e3o publicadas no Brasil sobre a viol\u00eancia da regi\u00e3o, como foi o caso da execu\u00e7\u00e3o de quatro jovens, entre eles Hail\u00e9 Acevedo, filha de Ronaldo Acevedo, governador do departamento (estado) de Amambay, s\u00e3o apuradas em fontes oficiais e em conversas com rep\u00f3rteres locais que conhecem a realidade. Conhe\u00e7o muito bem a regi\u00e3o e por minha conta pr\u00f3pria continuo circulando por l\u00e1 de dois em dois anos. A \u00faltima vez foi em 2019. Estou investindo na atualiza\u00e7\u00e3o do meu livro&nbsp;<em>Pa\u00eds-Bandido<\/em>, que publiquei em 2003, sobre as quadrilhas e o modo de vida dos moradores da regi\u00e3o. O pano de fundo dessa escalada &nbsp;de execu\u00e7\u00f5es \u00e9 consequ\u00eancia de um enfrentamento entre as fac\u00e7\u00f5es brasileiras que se instalaram l\u00e1 no final dos anos 90 e desde ent\u00e3o travam uma guerra contra as quadrilhas locais, que t\u00eam ramifica\u00e7\u00f5es antigas e importantes no governo do Paraguai. Entre as fac\u00e7\u00f5es destaca-se o Primeiro Comando da Capital (PCC), nascido em S\u00e3o Paulo. O PCC tem contato direto com os cart\u00e9is produtores de coca\u00edna na Col\u00f4mbia, Peru e Bol\u00edvia. Ele compra a droga nesses pa\u00edses, armazena no territ\u00f3rio paraguaio e de l\u00e1 distribui para o mercado brasileiro ou utiliza o Brasil como corredor para abastecer os Estados Unidos e pa\u00edses europeus. Se nada for feito, em poucos anos o PCC vai ser o primeiro cartel brasileiro ao estilo dos mexicanos que dominam a fronteira do M\u00e9xico com os Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ouvi uma hist\u00f3ria de um colega rep\u00f3rter que mora em Assun\u00e7\u00e3o e tem o meu respeito por ter uma longa ficha de servi\u00e7os prestados ao bom jornalismo. Ele me disse que um dos fatores da escalada do n\u00famero de execu\u00e7\u00f5es na fronteira com o Brasil, em especial nas cidades de Pedro Juan Caballero e Capit\u00e1n Bado, tem a ver com o fato de que as fac\u00e7\u00f5es criminosas brasileiras est\u00e3o anexando aquela parte do territ\u00f3rio paraguaio ao Brasil. Anexando, perguntei? Ele respondeu: \u201cNo &nbsp;sentido de substituir as autoridades paraguaias da regi\u00e3o comprometidas com as quadrilhas locais por pessoas de confian\u00e7a deles.\u201d &nbsp;Na semana passada (13\/10), as autoridades paraguaias e brasileiras lan\u00e7aram na regi\u00e3o a Opera\u00e7\u00e3o Soberania, que tem como objetivo combater o crime organizado no departamento de Amambay. \u00c9 mais uma das tantas opera\u00e7\u00f5es lan\u00e7adas na regi\u00e3o que desaparecem em pouco tempo deixado um rastro de resultados insignificantes. Como as coisas funcionam por l\u00e1? Os bons policiais brasileiros e paraguaios t\u00eam um acordo de coopera\u00e7\u00e3o n\u00e3o oficial entre eles que resulta na solu\u00e7\u00e3o de muitos casos. E at\u00e9 certo ponto \u00e9 um freio na expans\u00e3o das fac\u00e7\u00f5es. Mas os maus policiais brasileiros e paraguaios tamb\u00e9m t\u00eam o seu acordo para facilitar a a\u00e7\u00e3o dos bandidos. \u00c9 assim que funciona por l\u00e1. \u00c9 assim que as coisas funcionam nas fronteiras pelo mundo afora. N\u00e3o \u00e9 diferente na fronteira dos Estados Unidos com o M\u00e9xico. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 por outro motivo que as reportagens que se fazem nessas regi\u00f5es t\u00eam um grande interesse dos leitores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 uma d\u00e9cada e alguns meses corria uma piada entre nos rep\u00f3rteres de grandes jornais sobre a fronteira do Brasil com o Paraguai. Dizia-se que havia mais jornalistas por l\u00e1 em busca de hist\u00f3rias do que agentes da Pol\u00edcia Federal (PF) brasileira e da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do Paraguai. Um exagero, \u00e9 claro. 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