{"id":5031,"date":"2021-12-14T03:23:13","date_gmt":"2021-12-14T06:23:13","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5031"},"modified":"2021-12-14T03:23:13","modified_gmt":"2021-12-14T06:23:13","slug":"noticiarios-diarios-da-imprensa-esqueceram-as-materias-buraco-de-rua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/12\/14\/noticiarios-diarios-da-imprensa-esqueceram-as-materias-buraco-de-rua\/","title":{"rendered":"Notici\u00e1rios di\u00e1rios da imprensa esqueceram as mat\u00e9rias \u201cburaco de rua\u201d"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5032\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/12\/14\/noticiarios-diarios-da-imprensa-esqueceram-as-materias-buraco-de-rua\/buracorua\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/buracorua.jpg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"buracorua\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/buracorua.jpg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/buracorua.jpg?resize=601%2C336&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5032\" width=\"601\" height=\"336\"\/><figcaption>O buraco de rua \u00e9 uma das mais antigas reclama\u00e7\u00f5es dos leitores. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Para quem n\u00e3o \u00e9 jornalista, vou explicar o assunto. Existiram, existem e existir\u00e3o, por muitos anos, pessoas que acreditam ser poss\u00edvel resolver um problema particular se o denunciarem para um ve\u00edculo noticioso, tornando-o p\u00fablico. A maioria das reclama\u00e7\u00f5es \u00e9 contra a qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos e privados. Mas tem de tudo um pouco. Uns acusam os vizinhos de fofoqueiros, outros reclamam de casais que fazem barulho durante a rela\u00e7\u00e3o sexual e h\u00e1 os que se queixam de latidos de cachorro e at\u00e9 de galos que cantam anunciando o raiar do dia. Em muitas reda\u00e7\u00f5es de grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o, esse tipo de mat\u00e9ria \u00e9 chamado pelos rep\u00f3rteres de \u201cburaco de rua\u201d. Por qu\u00ea? Quando o rep\u00f3rter come\u00e7a na profiss\u00e3o, as primeiras pautas que lhe s\u00e3o confiadas tratam de assuntos simples, como as reclama\u00e7\u00f5es de leitores sobre os buracos na rua por onde transitam carros e \u00f4nibus. Pela simplicidade do fato, n\u00e3o tem como o \u201cfoca\u201d escrever bobagens. Existe inclusive uma corrente de pensamento, entre os te\u00f3ricos da comunica\u00e7\u00e3o, de que \u00e9 necess\u00e1rio o rep\u00f3rter iniciar a sua carreira fazendo \u201cburaco de rua\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro que, quando comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o, em 1979, n\u00e3o existia um setor para o qual o leitor pudesse ligar e encontrar, no outro lado da linha, uma pessoa especializada para atend\u00ea-lo. Havia pela reda\u00e7\u00e3o v\u00e1rios telefones espalhados com a campainha regulada para fazer o m\u00e1ximo barulho. S\u00f3 assim podiam ser ouvidos em meio ao matraquear ensurdecedor que dominava as reda\u00e7\u00f5es nos tempos das m\u00e1quinas de escrever. Al\u00e9m do barulho das m\u00e1quinas, havia a m\u00e1 vontade do rep\u00f3rter em atender uma liga\u00e7\u00e3o que interromperia o seu racioc\u00ednio naquela hora de redigir a mat\u00e9ria. E quando o rep\u00f3rter finalmente atendia para se livrar do som estridente do telefone, a conversa com o leitor geralmente acabava em troca de desaforos. Mas, no meio dessa bagun\u00e7a, existia certa ordem. As reclama\u00e7\u00f5es de problemas sobre &nbsp;sa\u00fade p\u00fablica, falta de professores e autoritarismo da pol\u00edcia raramente deixavam de ser noticiadas. Com o passar do tempo, as grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o viram nesse tipo de leitor uma oportunidade de neg\u00f3cio e criaram os seus jornais populares e o empurraram para l\u00e1. E, nas reda\u00e7\u00f5es dos outros jornais tradicionais, foram criados setores espec\u00edficos para atender o leitor de classe m\u00e9dia. Acabou-se o bate-boca entre rep\u00f3rteres e leitores. Com as novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o, como celulares, e-mail, aplicativos (WhatsApp), a comunica\u00e7\u00e3o dos leitores com as reda\u00e7\u00f5es se tornou instant\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, se por um lado foi facilitada a comunica\u00e7\u00e3o dos leitores com os notici\u00e1rios, por outro as empresas colocaram filtros que s\u00f3 permitem a divulga\u00e7\u00e3o de fatos comprovados. Ou que sejam favor\u00e1veis a reportagens publicadas. A maioria dos leitores correu para as redes sociais, onde n\u00e3o precisa da intermedia\u00e7\u00e3o de jornalistas para botar a boca no trombone e fazer as suas reclama\u00e7\u00f5es. Mas, se procurar bem, ali e aqui ainda \u00e9 poss\u00edvel encontrar uma mat\u00e9ria \u201cburaco de rua\u201d nos notici\u00e1rios. Nos dias atuais, elas est\u00e3o quase extintas. \u00c9 compreens\u00edvel. Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, os espa\u00e7os nobres dos notici\u00e1rios t\u00eam sido ocupados por tr\u00eas assuntos: pol\u00edtica, economia e sa\u00fade p\u00fablica. N\u00e3o poderia ser diferente. Desde o primeiro dia em que assumiu o seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro (PL) semeou confus\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. E depois veio a pandemia da Covid-19, que teve os seus efeitos ampliados devido ao negacionismo do presidente e ao poder de cont\u00e1gio e de letalidade do v\u00edrus, que j\u00e1 matou mais de 600 mil brasileiros. No entanto, os problemas que complicam a rotina do brasileiro continuam, e alguns deles se agigantaram. E muitos, sendo apenas publicados nas redes sociais, n\u00e3o ganham a dimens\u00e3o necess\u00e1ria para for\u00e7ar as autoridades a se mexerem. Por exemplo, a bagun\u00e7a em que se transformou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O atual governo herdou um caos no INSS, que come\u00e7ou quando houve altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o da aposentadoria, provocando uma grande corrida de trabalhadores em busca de seus direitos. O governo Bolsonaro teve a ideia de rechear o servi\u00e7o p\u00fablico federal com 6 mil militares da ativa, reserva e reformados. A maioria dessas pessoas \u00e9 desqualificada para o servi\u00e7o para o qual foi contratada. Resultado: o n\u00famero de processos atrasados soma dezenas de milhares de aposentadorias e per\u00edcias m\u00e9dicas, caso de trabalhadores afastados por motivo de sa\u00fade. Outro servi\u00e7o que est\u00e1 uma lamban\u00e7a \u00e9 o prestado pela Empresa Brasileira de Correios e Tel\u00e9grafos. A desorganiza\u00e7\u00e3o dos Correios vem de longe. E, nos dias atuais, chegou ao ponto mais alto. A imprensa sempre aborda a quest\u00e3o pelo lado defendido pelo governo, que aponta a privatiza\u00e7\u00e3o da empresa como solu\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma abordagem superficial, porque a urg\u00eancia do usu\u00e1rio \u00e9 para hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Abordei dois assuntos, INSS e Correios, como de grande interesse dos leitores e que precisam da aten\u00e7\u00e3o da grande imprensa para pressionar as autoridades em busca de uma solu\u00e7\u00e3o. Mesmo dentro do caos em que estamos vivendo, \u00e9 necess\u00e1rio \u00e0s vezes mirar os canh\u00f5es nos problemas mais urgentes da popula\u00e7\u00e3o. Aqueles que antigamente as pessoas acreditavam que, ligando para as reda\u00e7\u00f5es, seriam resolvidos. N\u00f3s nunca tivemos a capacidade de resolver problemas. Mas ajudamos a solucion\u00e1-los pressionando as autoridades. Sou um velho rep\u00f3rter estradeiro que nunca se deu o direito de ser saudosista. Por n\u00e3o acreditar que antigamente se fazia um jornalismo melhor do que o feito hoje. Cada \u00e9poca \u00e9 cada \u00e9poca. O que \u00e9 verdade, e creio que continuar\u00e1 sendo por muitos e muitos anos, \u00e9 que no tempo das m\u00e1quinas de escrever o jornal que virasse as costas para as reclama\u00e7\u00f5es dos leitores acabava fechando. Isso continua sendo verdade nos dias atuais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para quem n\u00e3o \u00e9 jornalista, vou explicar o assunto. Existiram, existem e existir\u00e3o, por muitos anos, pessoas que acreditam ser poss\u00edvel resolver um problema particular se o denunciarem para um ve\u00edculo noticioso, tornando-o p\u00fablico. A maioria das reclama\u00e7\u00f5es \u00e9 contra a qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos e privados. Mas tem de tudo um pouco. 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