{"id":5053,"date":"2021-12-28T06:08:51","date_gmt":"2021-12-28T09:08:51","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5053"},"modified":"2021-12-28T06:08:51","modified_gmt":"2021-12-28T09:08:51","slug":"como-as-tvs-chapas-brancas-se-tornaram-relevantes-para-os-jornalistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/12\/28\/como-as-tvs-chapas-brancas-se-tornaram-relevantes-para-os-jornalistas\/","title":{"rendered":"Como as TVs chapas-brancas se tornaram relevantes para os jornalistas"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5054\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2021\/12\/28\/como-as-tvs-chapas-brancas-se-tornaram-relevantes-para-os-jornalistas\/tvredacao\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/tvredacao.jpg?fit=320%2C158&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"320,158\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"tvredacao\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/tvredacao.jpg?fit=320%2C158&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/tvredacao.jpg?resize=545%2C269&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5054\" width=\"545\" height=\"269\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/tvredacao.jpg?w=320&amp;ssl=1 320w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/tvredacao.jpg?resize=300%2C148&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 545px) 100vw, 545px\" \/><figcaption>O envolvimento das TVs oficiais na cobertura dos grandes assuntos \u00e9 importante para os jornalistas. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Eu fazia parte, nos anos 90, de um enorme contingente de rep\u00f3rteres que torcia o nariz em demonstra\u00e7\u00e3o de desprezo pelo surgimento e prolifera\u00e7\u00e3o nos quatro cantos do Brasil das emissoras de TV ligadas aos poderes Executivo, Legislativo, Judici\u00e1rio e outros \u00f3rg\u00e3os governamentais. A leitura que se fazia na \u00e9poca era de que essas emissoras tinham nascido para falar bem do governo. Da\u00ed que as apelidamos de chapa-branca. \u00c9 sobre isso que vamos conversar. Mas antes de enfileirar os fatos na nossa conversa vou dar uma explica\u00e7\u00e3o que considero necess\u00e1ria para quem n\u00e3o \u00e9 jornalista. Ou \u00e9 um jornalista que est\u00e1 dando os seus primeiros passos na carreira de rep\u00f3rter. N\u00e3o sei de onde surgiu a hist\u00f3ria. Mas ela j\u00e1 circulava pelas reda\u00e7\u00f5es um bom tempo antes de eu come\u00e7ar na profiss\u00e3o, em 1979. Os jornalistas que apenas descreviam a vers\u00e3o do governo nas suas mat\u00e9rias eram chamados de maneira pejorativa de chapa-branca, numa refer\u00eancia \u00e0 cor das placas utilizadas pelos ve\u00edculos governamentais. O auge do uso dessa express\u00e3o foi durante o regime militar de 1964 a 1985. Hoje, o seu uso \u00e9 mais comum entre os velhos rep\u00f3rteres. Vamos aos fatos.<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo se encarregou de mostrar que a avalia\u00e7\u00e3o que se fazia sobre as TVs chapas-brancas eram equivocadas. Por qu\u00ea? Seja l\u00e1 quais tenham sido os motivos que levaram ao surgimento desses canais, o aperfei\u00e7oamento do processo de democratiza\u00e7\u00e3o que se iniciou em 1985 deu a eles um papel important\u00edssimo. Vou citar apenas fatos recentes. Nos dias atuais, algum colega pode imaginar como seria tocar o seu trabalho do dia a dia se n\u00e3o existisse uma TV Senado? Por ali desfilam os acontecimentos que est\u00e3o mudando os rumos da hist\u00f3ria do Brasil, como foi o caso das sess\u00f5es da Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito da Covid-19 do Senado, a CPI da Covid. As imagens da TV Senado foram retransmitidas por dezenas de outras emissoras ao redor do mundo. Os \u00edndices de audi\u00eancia foram enormes \u2013 h\u00e1 mat\u00e9ria na internet. Outro fato. Nos primeiros 10 dias de dezembro aconteceu no Foro Central de Porto Alegre (RS) o julgamento dos quatro r\u00e9us responsabilizados pela morte de 242 pessoas e ferimentos em outras 636 pelo inc\u00eandio da Boate Kiss, em 2013, na cidade de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul. A transmiss\u00e3o pelo canal do Tribunal de Justi\u00e7a foi vista em 18 pa\u00edses e teve 2,6 milh\u00f5es de acessos \u2013 h\u00e1 mat\u00e9ria na internet. Os julgamentos feitos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e transmitidos pela TV Justi\u00e7a s\u00e3o uma importante fonte de informa\u00e7\u00f5es para os jornalistas, em especial dos detalhes que acontecem durante as sess\u00f5es. Foi acompanhada como se fosse o cap\u00edtulo final de uma novela, em 2014, a conclus\u00e3o do julgamento do Mensal\u00e3o, como ficou conhecido o desvio de verbas p\u00fablicas usada para comprar o voto de parlamentares \u2013 h\u00e1 mat\u00e9ria na internet.<\/p>\n\n\n\n<p>Citei esses fatos. Poderia me estender em detalhes e citar dezenas de outros. Mas n\u00e3o \u00e9 esse o foco da nossa conversa. Hoje, entre os jornalistas, h\u00e1 dois tipos de conversa sobre essas TVs. A mais comum \u00e9 que elas transformaram em artistas ministros, procuradores, ju\u00edzes, desembargadores e parlamentares, que agora capricham nas suas falas, porque sabem que ser\u00e3o vistos por dezenas de milhares de pessoas. N\u00e3o concordo com essa avalia\u00e7\u00e3o, por ser muito limitada. Concordo com a segunda vers\u00e3o que existe entre n\u00f3s sobre a exposi\u00e7\u00e3o que essas TVs d\u00e3o \u00e0s falas do pessoal da Justi\u00e7a, Senado, C\u00e2mara e outros \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica. As transmiss\u00f5es mostram como funcionam as entranhas desses poderes. Essas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o preciosas para o jornalista, que pode us\u00e1-las para contextualizar com maior profundidade a sua mat\u00e9ria e, com isso, torn\u00e1-la mais interessante ao leitor. Vejam bem. Antigamente, como um pequeno jornal do interior do Brasil conseguiria enviar uma equipe at\u00e9 Bras\u00edlia (DF) para fazer a cobertura de um julgamento no STF ou de uma sess\u00e3o na C\u00e2mara dos Deputados? N\u00e3o tinha como, porque faltava dinheiro, entre outras coisas. Hoje, o jornalista pode assistir a esses eventos pela TV e fazer um relato muito recheado de informa\u00e7\u00f5es para o leitor local. Importante. N\u00e3o s\u00e3o apenas os jornais e r\u00e1dios do interior do Brasil que n\u00e3o t\u00eam dinheiro para financiar uma cobertura em Bras\u00edlia. Atualmente, os grandes ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m lidam com falta de recursos. Mas mant\u00eam o bom n\u00edvel da cobertura dos bastidores da pol\u00edtica em Bras\u00edlia gra\u00e7as \u00e0s TVs do Senado, da C\u00e2mara e da Justi\u00e7a. Vou lembrar um alerta dado por um colega de S\u00e3o Paulo. Ele disse que h\u00e1 poucos anos a forma\u00e7\u00e3o de um comentarista pol\u00edtico demorava uma d\u00e9cada, porque ele precisava fazer fontes confi\u00e1veis, o que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, e entender como as coisas funcionam. Hoje, fui lembrado por um colega, a consolida\u00e7\u00e3o das emissoras de TV oficiais, somado ao aperfei\u00e7oamento das assessorias de imprensa, tornaram bem mais r\u00e1pida a forma\u00e7\u00e3o de um comentarista pol\u00edtico. Se essa forma\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor ou pior, \u00e9 outra hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo seu alto custo, as TVs oficiais se restringem \u00e0s capitais e algumas escassas cidades de porte m\u00e9dio. Mas gra\u00e7as \u00e0s plataformas de comunica\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis nas redes sociais \u00e9 poss\u00edvel assistir \u00e0s reuni\u00f5es de v\u00e1rias c\u00e2maras de vereadores espalhadas pelo Brasil. As conversas entre os vereadores s\u00f3 v\u00e3o parar nos notici\u00e1rios nacionais quando acabam em soco. Ou em fatos curiosos, como aconteceu na C\u00e2mara Municipal de Nova Veneza, pequena cidade no sul de Santa Catarina. No final de outubro foi lido em sess\u00e3o dos vereadores a lista dos 15 primeiros pr\u00eamios de uma rifa feita por uma escola para arrecadar fundos. Os pr\u00eamios eram porcos gordos, queijos, galinhas chocas e iguarias feitas pelas fam\u00edlias dos alunos. Os vereadores ca\u00edram na risada com os pr\u00eamios oferecidos. Por ter o epis\u00f3dio viralizado nas redes sociais, os alunos da escola venderam todos os n\u00fameros de rifa. Tenho dito que a hist\u00f3ria \u00e9 o melhor professor de jornalismo que conhe\u00e7o. No caso das TVs oficiais, gra\u00e7as a uma soma de circunst\u00e2ncias, elas se tornaram relevantes. Isso \u00e9 um fato. E uma das regras do bom jornalismo \u00e9 n\u00e3o brigar com a not\u00edcia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu fazia parte, nos anos 90, de um enorme contingente de rep\u00f3rteres que torcia o nariz em demonstra\u00e7\u00e3o de desprezo pelo surgimento e prolifera\u00e7\u00e3o nos quatro cantos do Brasil das emissoras de TV ligadas aos poderes Executivo, Legislativo, Judici\u00e1rio e outros \u00f3rg\u00e3os governamentais. 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