{"id":5078,"date":"2022-01-11T06:15:51","date_gmt":"2022-01-11T09:15:51","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5078"},"modified":"2022-01-11T06:15:51","modified_gmt":"2022-01-11T09:15:51","slug":"a-reinvencao-dos-velhos-reporteres-estradeiros-e-o-futuro-da-reportagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/01\/11\/a-reinvencao-dos-velhos-reporteres-estradeiros-e-o-futuro-da-reportagem\/","title":{"rendered":"A reinven\u00e7\u00e3o dos velhos rep\u00f3rteres estradeiros e o futuro da reportagem"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5079\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/01\/11\/a-reinvencao-dos-velhos-reporteres-estradeiros-e-o-futuro-da-reportagem\/reporteresreivencao\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/reporteresreivencao.jpg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"reporteresreivencao\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/reporteresreivencao.jpg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/reporteresreivencao.jpg?resize=521%2C292&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5079\" width=\"521\" height=\"292\"\/><figcaption>Por que as grandes reportagens est\u00e3o desaparecendo da imprensa tradicional? Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>N\u00e3o estou puxando a brasa para o meu assado. Mas o somat\u00f3rio de uma s\u00e9rie de fatores econ\u00f4micos, culturais e principalmente tecnol\u00f3gicos deu uma sobrevida profissional interessante aos velhos rep\u00f3rteres estradeiros. Os argumentos que vou utilizar para justificar essa afirma\u00e7\u00e3o que fiz n\u00e3o s\u00e3o opini\u00f5es. S\u00e3o fatos que est\u00e3o dispon\u00edveis nas p\u00e1ginas dos notici\u00e1rios, em estudos publicados por universidades e em conte\u00fados de palestras de gente especializada no assunto. E, claro, tem uma pitada de conversa de boteco. Afinal das contas, estamos falando sobre o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o de jornalista. Antes de enfileirar os fatos, vou dar uma explica\u00e7\u00e3o que facilitar\u00e1 a vida dos leitores que n\u00e3o s\u00e3o jornalistas e dos jovens colegas. Vamos \u00e0 explica\u00e7\u00e3o. Nas reda\u00e7\u00f5es dos tempos das m\u00e1quinas de escrever o rep\u00f3rter que viajava para fazer a cobertura dos acontecimentos ou garimpar novas hist\u00f3rias era chamado de estradeiro. Agora, vamos aos fatos.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo come\u00e7ou pelo ano 2000. Na \u00e9poca, os executivos das grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o do Brasil chegaram \u00e0 conclus\u00e3o que o rep\u00f3rter velho nas reda\u00e7\u00f5es custava muito caro. At\u00e9 ent\u00e3o, a longevidade do jornalista era garantida pelo n\u00famero de pr\u00eamios que ele ganhava, pelas mat\u00e9rias de repercuss\u00e3o que publicava, pelos livros que escrevia e pela qualidade das fontes que possu\u00eda. As primeiras v\u00edtimas das demiss\u00f5es nas reda\u00e7\u00f5es foram os rep\u00f3rteres estradeiros porque, al\u00e9m de velhos e caros, o estilo de jornalismo que faziam custava uma fortuna para a empresa por envolver viagens. A situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica dos jornais, revistas, r\u00e1dios e TVs foi se agravando nas d\u00e9cadas seguintes, com fuga de assinantes e anunciantes para outras plataformas de comunica\u00e7\u00e3o que surgiram com as novas tecnologias. Os velhos que restaram nas reda\u00e7\u00f5es podem ser contados nos dedos. Claro, eu n\u00e3o estou entre eles. Sa\u00ed em 2014. N\u00e3o tenho os dados exatos. Mas nos 35 anos que estive pelas reda\u00e7\u00f5es, a maior parte deles passei viajando pelas estradas, fazendo cobertura de grandes rolos, principalmente de conflitos agr\u00e1rios, e garimpando novas hist\u00f3rias, como a que se transformou no&nbsp;<em>Pa\u00eds Bandido<\/em>, uma s\u00e9rie de reportagens que fiz sobre a regi\u00e3o da Am\u00e9rica do Sul que concentra as fronteiras de Brasil, Argentina e Paraguai.<\/p>\n\n\n\n<p>Se tivesse sa\u00eddo da reda\u00e7\u00e3o uns 15 anos antes, todo o curr\u00edculo que acumulei durante esses anos de trabalho n\u00e3o teria utilidade. Por qu\u00ea? Simples. Antes das novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o um rep\u00f3rter velho que perdesse o emprego teria poucas op\u00e7\u00f5es para continuar se comunicando com os leitores. Acabaria colocando o pijama. Agora a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 outra. Existem sites, blogs e outras plataformas de comunica\u00e7\u00e3o que podemos usar e continuar fazendo um bom jornalismo. Num passeio pelas redes sociais podemos encontrar grandes rep\u00f3rteres assinando mat\u00e9rias. Todos os dias aparecem novas oportunidades de trabalho fora da reda\u00e7\u00e3o. N\u00f3s rep\u00f3rteres velhos e estradeiros temos que ter claro uma coisa em nossas cabe\u00e7as. Nunca houve disputa por vaga nas reda\u00e7\u00f5es entre os velhos e os jovens. O que aconteceu \u00e9 que os administradores das empresas usaram os jovens para baixar os sal\u00e1rios dos jornalistas e aumentar a sua carga de trabalho. \u00c9 imposs\u00edvel um rep\u00f3rter fazer um bom trabalho cobrindo v\u00e1rias pautas por dia e publicando em diversas plataformas. Dentro desse quadro, qual vai ser o futuro da reportagem? Observando os jornais (papel e site), r\u00e1dios e TVs podemos notar que a grande reportagem est\u00e1 saindo das reda\u00e7\u00f5es e rumando para outras plataformas de comunica\u00e7\u00e3o. Nos dias atuais, os rep\u00f3rteres estradeiros foram substitu\u00eddos nas reda\u00e7\u00f5es pelos comentaristas (econ\u00f4mico, pol\u00edtico, esportivo e outros) que trabalham auxiliados por uma equipe de rep\u00f3rteres jovens. Os comentaristas antigos faziam apura\u00e7\u00e3o. Os de hoje n\u00e3o t\u00eam como fazer porque precisam publicar em todas as plataformas da empresa. Portanto, comem na m\u00e3o da sua equipe, que por sua vez \u00e9 alimentada por assessorias de imprensa, sites oficiais do governo e ag\u00eancias especializadas que s\u00e3o contratadas por profissionais para dar visibilidade ao seu trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>E a grande reportagem? Ainda n\u00e3o \u00e9 definitivo. Mas a grande reportagem est\u00e1 migrando para os document\u00e1rios. Por todos os cantos do Brasil surgem equipes que unem velhos rep\u00f3rteres estradeiros a jovens cineastas na produ\u00e7\u00e3o de trabalhos. Eu lembro que durante a apura\u00e7\u00e3o de uma grande reportagem para o jornal uma quantidade consider\u00e1vel de material n\u00e3o era utilizada pelo simples fato de que \u201cas p\u00e1ginas n\u00e3o s\u00e3o feitas de el\u00e1stico\u201d, como se dizia na \u00e9poca. No document\u00e1rio tudo \u00e9 aproveitado porque pode ser resumido em uma imagem. Tive a oportunidade de ajudar a elaborar o roteiro de document\u00e1rio. \u00c9 como se fosse uma grande apura\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 preciso ter certeza de cada detalhe. A escolha de uma estrada errada para chegar a um lugar pode significar um aumento significativo nos custos. No jornal, se havia uma coisa com a qual jamais me preocupei era saber quanto custaria ir at\u00e9 a um lugar para fazer uma apura\u00e7\u00e3o. Aprendi na marra a levar em conta o custo da apura\u00e7\u00e3o. Descobri que o conhecimento do rep\u00f3rter e as suas fontes s\u00e3o itens valiosos na elabora\u00e7\u00e3o de um trabalho. Lembro-me que quando trabalhava na reda\u00e7\u00e3o havia uma brincadeira entre os rep\u00f3rteres que era a seguinte: \u201cfa\u00e7o duas ou tr\u00eas liga\u00e7\u00f5es para as minhas fontes e desenrolo a hist\u00f3ria\u201d. Arrematando a nossa conversa. De uma coisa, meus colegas, tenham certeza. A reportagem como a conhecemos nunca desaparecer\u00e1, porque ela \u00e9 um dos pilares do nosso modo de vida. N\u00e3o interessa se ela \u00e9 apresentada como um texto escrito em um jornal, ou num document\u00e1rio em forma de v\u00eddeo, ou seja l\u00e1 de que maneira for. Interessa \u00e9 o conte\u00fado. Tem sido assim desde que o mundo \u00e9 o mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o estou puxando a brasa para o meu assado. Mas o somat\u00f3rio de uma s\u00e9rie de fatores econ\u00f4micos, culturais e principalmente tecnol\u00f3gicos deu uma sobrevida profissional interessante aos velhos rep\u00f3rteres estradeiros. 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