{"id":5100,"date":"2022-01-18T09:16:20","date_gmt":"2022-01-18T12:16:20","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5100"},"modified":"2022-01-18T09:38:32","modified_gmt":"2022-01-18T12:38:32","slug":"olyr-zavaschi-o-jornalista-que-inventou-as-letrinhas-verdes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/01\/18\/olyr-zavaschi-o-jornalista-que-inventou-as-letrinhas-verdes\/","title":{"rendered":"Olyr Zavaschi, o jornalista que inventou as letrinhas verdes"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"408\" data-attachment-id=\"5101\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/01\/18\/olyr-zavaschi-o-jornalista-que-inventou-as-letrinhas-verdes\/olyr2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?fit=1280%2C816&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1280,816\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Olyr2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?fit=640%2C408&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?resize=640%2C408&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5101\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?resize=1024%2C653&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?resize=300%2C191&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?resize=768%2C490&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Olyr2.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>Olyr e a Bete  apresentando o computador na reda\u00e7\u00e3o do jornal. Foto:  Arquivo pessoal <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Em tom de brincadeira, costumo afirmar nas minhas palestras que nasci duas vezes. A primeira em 21 de setembro de 1950, em um hospital em Santa Cruz do Sul (RS), quando Iloni Maria Wagner, ent\u00e3o uma menina de 16 anos que falava misturando o alem\u00e3o com o portugu\u00eas, \u00e0s 5h30min, entrou em trabalho de parto e tornou-se minha m\u00e3e. A segunda vez que nasci foi em algum dos 120 dias transcorridos entre mar\u00e7o e junho de 1988, quando Olyr Zavaschi, 46 anos na \u00e9poca, me apresentou uma tela de computador cheia de letrinhas verdes que substituiriam os caracteres pretos das m\u00e1quinas de escrever at\u00e9 ali usadas para datilografar as mat\u00e9rias nas laudas da Zero Hora. Ou, como se falava na \u00e9poca: bater a mat\u00e9ria. Tem pouca coisa escrita a respeito da migra\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas de escrever para os computadores nas reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o foi s\u00f3 uma troca de equipamento. Foi uma mudan\u00e7a radical na maneira do jornalista lidar com as informa\u00e7\u00f5es na hora de redigir a mat\u00e9ria. At\u00e9 ent\u00e3o o nosso cotidiano era ouvir o barulho ensurdecedor e cadenciado das m\u00e1quinas de escrever, o som estridente das campainhas dos telefones, sentir o cheiro da fuma\u00e7a do cigarro e ouvir os gritos dos editores apressando os rep\u00f3rteres para entregar a texto, o famoso \u201cbafo na nuca\u201d. Em um estalar de dedos desapareceram os gritos, o som das m\u00e1quinas, a fuma\u00e7a do cigarro e o office boy que arrancava a lauda das m\u00e3os do rep\u00f3rter e corria at\u00e9 a mesa do editor. E surgiu uma reda\u00e7\u00e3o cheirando a novo, com um teclado silencioso e uma tela com letras verdes no lugar da lauda. At\u00e9 o banheiro era novo. Naquele tempo, o pessoal da reda\u00e7\u00e3o era dividido em tr\u00eas faixas de idade: os jovens, conhecidos como focas por estarem iniciando na profiss\u00e3o, a turma da meia-idade e os velhos. A maioria se inclu\u00eda nos dois \u00faltimos grupos. Os focas fizeram a travessia para os computadores sem maiores dramas, os de meia-idade e os velhos reclamaram. Mas logo acabaram se adaptando \u00e0 nova situa\u00e7\u00e3o. Na \u00e9poca, 1988, eu estava com 38 anos, j\u00e1 avan\u00e7ado na meia-idade e com p\u00e9 na velhice para os padr\u00f5es daquele per\u00edodo \u2013 nos anos 80, a expectativa de vida do homem brasileiro era de 62 anos, e hoje (2022) \u00e9 de 74. N\u00e3o s\u00f3 consegui fazer a transi\u00e7\u00e3o entre a m\u00e1quina de escrever e o teclado com uma tela de letras verdes como aumentei a qualidade do meu trabalho e, consequentemente, a longevidade na carreira de rep\u00f3rter, gra\u00e7as \u00e0 compet\u00eancia do Olyr e sua equipe, formada pela Bete Duarte e a Eunice Jacques (falecida em 1997), que nos conduziram para a era da informatiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrei da hist\u00f3ria da substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina de escrever pelo computador por conta do lan\u00e7amento do livro\u00a0<em>Olyr Zavaschi \u2013 O legado de um homem cordial<\/em>, escrito pelo colega Mario de Santi, no final do ano passado. Com eleg\u00e2ncia e precis\u00e3o, Santi narra em 255 p\u00e1ginas a vida do Olyr com a sua companheira, a psiquiatra Maria Lucr\u00e9cia, e os filhos Guilherme, Leonardo e Let\u00edcia. Olyr nasceu em 1941, no munic\u00edpio de Encantado, hoje uma cidade agroindustrial do Vale do Taquari, no interior ga\u00facho. Em uma fam\u00edlia com sete filhos, um dos seus irm\u00e3os foi Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), morto em um acidente a\u00e9reo em 2017. Olyr formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e acabou se apaixonando pelo jornalismo. Ele faleceu em 2011. N\u00e3o s\u00f3 li o livro de Santi como refleti sobre o que tinha lido. A minha gera\u00e7\u00e3o de rep\u00f3rter passou pela substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina de escrever pelo computador, a populariza\u00e7\u00e3o da internet, a massifica\u00e7\u00e3o do uso do celular e a decad\u00eancia econ\u00f4mica e editorial das grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o no Brasil. At\u00e9 agora, o bom jornalismo tem sobrevivido gra\u00e7as ao sacrif\u00edcio pessoal de colegas. Mas o que vem a\u00ed pela frente? O tiro de miseric\u00f3rdia na nossa profiss\u00e3o? Ou um renascimento do velho e bom jornalismo? O que sabemos \u00e9 que ser\u00e1 uma luta encarni\u00e7ada pela sobreviv\u00eancia profissional, porque pela primeira vez na hist\u00f3ria estamos enfrentando grupos organizados que t\u00eam como objetivo exterminar o que hoje chamamos de jornalismo e substitu\u00ed-lo por uma vers\u00e3o \u00fanica da verdade. Como j\u00e1 aconteceu na Alemanha, nos anos 30, durante a ascens\u00e3o do nazismo. Tenho dito nas minhas palestras que, nos tempos atuais, precisamos estudar como foram solucionados os problemas enfrentados pela nossa profiss\u00e3o ao logo dos anos. Dentro dessa vis\u00e3o \u00e9 importante que se vasculhe o passado para saber como Olyr conseguiu conduzir uma opera\u00e7\u00e3o de grande envergadura, que foi substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina de escrever nas reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro-me de algumas conversas que tive com o Olyr na reda\u00e7\u00e3o. Nos anos 80, os conflitos agr\u00e1rios explodiam por todos os rinc\u00f5es do Brasil. Estive em todos eles. E a maior dificuldade que se enfrentava n\u00e3o eram os pistoleiros de aluguel pagos para espantar jornalistas. Mas as comunica\u00e7\u00f5es. Muitas vezes havia um \u00fanico telefone dispon\u00edvel para mais de 30 rep\u00f3rteres. Durante a cobertura, n\u00e3o t\u00ednhamos como saber o estava acontecendo no restante do pa\u00eds, porque est\u00e1vamos em lugares isolados, sem acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es. Era uma barra trabalhar. Comi o p\u00e3o que o diabo amassou naquelas coberturas dos conflitos agr\u00e1rios. Simpatizei com a ideia de trocar a m\u00e1quina de escrever pelo computador quando o Olyr me falou que a minha vida seria facilitada. Ali\u00e1s, ele n\u00e3o falava. Desfilava uma s\u00e9rie de argumentos durante a conversa que te fazia dizer: \u201cPor que n\u00e3o pensei nisso antes?\u201d Tenho dito que os professores das faculdades de jornalismo prestariam um grande servi\u00e7o para a continuidade da nossa profiss\u00e3o se vasculhassem o trabalho de pessoas como Olyr Zavaschi. At\u00e9 hoje a evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia s\u00f3 tem me ajudado no exerc\u00edcio da reportagem. Cada reda\u00e7\u00e3o cultiva as suas manias. Na Zero Hora, descobri que o elogio m\u00e1ximo que se podia fazer para um colega era acrescentar antes do nome a palavra \u201cseu\u201d. N\u00e3o sei quem inventou. Mas sempre o usei para mostrar respeito pelo trabalho de um colega. Arremato a nossa conversa dizendo o seguinte: \u201cSeu Olyr, obrigado por ter sinalizado o caminho para mim. Sou um velho rep\u00f3rter estradeiro que descobriu l\u00e1 em 1988 que a idade n\u00e3o \u00e9 barreira para se aprender algo novo. Mas falta de interesse, \u00e9\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tom de brincadeira, costumo afirmar nas minhas palestras que nasci duas vezes. A primeira em 21 de setembro de 1950, em um hospital em Santa Cruz do Sul (RS), quando Iloni Maria Wagner, ent\u00e3o uma menina de 16 anos que falava misturando o alem\u00e3o com o portugu\u00eas, \u00e0s 5h30min, entrou em trabalho de parto <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/01\/18\/olyr-zavaschi-o-jornalista-que-inventou-as-letrinhas-verdes\/\">Read More&#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[2312,2311,16],"class_list":["post-5100","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-mario-de-santi","tag-olyr-zavaschi","tag-zero-hora"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p7Requ-1kg","jetpack-related-posts":[{"id":8663,"url":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/09\/24\/e-permanente-a-luta-do-jornalismo-profissional-contra-a-fabrica-de-fake-news\/","url_meta":{"origin":5100,"position":0},"title":"\u00c9 permanente a luta do jornalismo profissional contra a f\u00e1brica de fake news","author":"Carlos Wagner","date":"24 de setembro de 2024","format":false,"excerpt":"O Jornalismo, aos poucos, come\u00e7a a tomar controle do campo da verdade. 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