{"id":5361,"date":"2022-04-01T08:20:27","date_gmt":"2022-04-01T11:20:27","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5361"},"modified":"2022-04-03T16:26:33","modified_gmt":"2022-04-03T19:26:33","slug":"os-velhos-e-o-mar-revolto-dos-aplicativos-e-dos-sites-das-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/04\/01\/os-velhos-e-o-mar-revolto-dos-aplicativos-e-dos-sites-das-empresas\/","title":{"rendered":"Os velhos e o mar revolto dos aplicativos e dos sites das empresas"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5362\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/04\/01\/os-velhos-e-o-mar-revolto-dos-aplicativos-e-dos-sites-das-empresas\/velhocomputador\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/velhocomputador.jpg?fit=284%2C178&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"284,178\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"velhocomputador\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/velhocomputador.jpg?fit=284%2C178&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/velhocomputador.jpg?resize=497%2C312&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5362\" width=\"497\" height=\"312\"\/><figcaption>As novas tecnologias est\u00e3o limitando a autonomia dos velhos ? Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Faz parte do jogo a incorpora\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, por parte das empresas, das novas tecnologias no processo de rela\u00e7\u00e3o com os seus clientes. No Brasil, a maneira como essa incorpora\u00e7\u00e3o vem sendo feita se transformou em uma m\u00e1quina de moer a paci\u00eancia dos consumidores. N\u00e3o faz muito tempo. As contas mensais chegavam em boletos pelo correio e o cliente podia resolver seus problemas com as empresas ligando e conversando com um atendente. Nos quatro \u00faltimos anos, os boletos come\u00e7aram a ser enviados pela internet e o consumidor precisa entrar no site, ou em um aplicativo, da organiza\u00e7\u00e3o para resolver o seu problema. Ou ligar e conversar com um rob\u00f4. Claro que essas mudan\u00e7as reduziram custos para os empres\u00e1rios. E dificultaram a vida dos seus clientes, principalmente dos mais velhos, exigindo deles mais tempo e paci\u00eancia para \u201cdescascar o abacaxi\u201d, um jarg\u00e3o usado nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais para se referir a problemas complicados. Tem como o consumidor reagir a essa situa\u00e7\u00e3o, evitando que ela lhe seja enfiada garganta abaixo? \u00c9 sobre isso que vamos conversar.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes um aviso ao leitor que n\u00e3o \u00e9 jornalista. N\u00e3o vou citar nomes de empresas porque todas elas implantaram sistemas semelhantes de relacionamento com os seus clientes. Como se dizia nos tempos das reda\u00e7\u00f5es inundadas pelo som cadenciado das m\u00e1quinas de escrever: \u201cfaltaria papel para escrever o nome de todas\u201d. Vamos \u00e0 conversa. Eu tenho 71 anos e quase meio s\u00e9culo na lida de rep\u00f3rter. Portanto, faz parte do meu comportamento estar sempre ligado para as coisas que acontecem ao meu redor. Vou relatar um epis\u00f3dio para ilustrar a hist\u00f3ria. Vi uma cena, na sala de exames de laborat\u00f3rio de um hospital de Porto Alegre (RS), que considerei um absurdo. Uma senhora, que seguramente tinha mais de 80 anos, se aproximou do balc\u00e3o e falou com uma enfermeira. Ela tinha exames marcados que o plano de sa\u00fade autorizou por meio de uma mensagem enviada pelo celular. Com as m\u00e3os tr\u00eamulas e demonstrado dificuldades de enxergar, ela tentava buscar a mensagem no aparelho. Eu era o seguinte da fila e a tranquilizei dizendo que n\u00e3o tinha pressa. A funcion\u00e1ria do hospital a acalmou afirmando que bastava um documento dela para encontrar no sistema a libera\u00e7\u00e3o dos exames. Na minha vez de ser atendido, puxei conversa com a enfermeira e perguntei se aquele tipo de situa\u00e7\u00e3o era comum. Ele me respondeu: \u201cAcontece com a maioria das pessoas idosas que vem aqui. Elas chegam nervosas por n\u00e3o saberem mexer no celular e precisamos acalm\u00e1-las\u201d. Conversei com outros funcion\u00e1rios de grandes laborat\u00f3rios, consult\u00f3rios m\u00e9dicos e hospitais pela cidade sobre a quest\u00e3o dos pacientes de idade. O caso que relatei se repete todos os dias. Falei com um amigo que \u00e9 psiquiatra e recebi um conselho que creio ser uma boa pauta para os colegas nas reda\u00e7\u00f5es. Ele me chamou a aten\u00e7\u00e3o para o seguinte: a dificuldade dos idosos de entender o funcionamento dos aplicativos e dos sites pode comprometer o cotidiano daqueles que t\u00eam autonomia e vivem sozinhos? \u00c9 uma pergunta que n\u00f3s jornalistas precisamos responder com uma boa mat\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Existe uma piada entre os jornalistas que diz que \u201cos boletos sempre nos encontram\u201d. Lembro que quando eles vinham pelo correio uma vez ou outra aconteciam atrasos. Foi justamente com esse argumento que v\u00e1rias empresas convenceram os seus clientes a trocarem para o boleto enviado pela internet. No come\u00e7o funcionou. Mas nos dias atuais acontecem atrasos que obrigam o consumidor a pedir a segundo via. At\u00e9 o ano passado, bastava ligar e falar com um atendente para receber a segunda via. Na semana passada encontrei um casal de amigos e durante o bate-papo ouvi uma hist\u00f3ria interessante. Ele contou que a sua operadora de TV e internet n\u00e3o tinha enviado o boleto pela internet. Ligou pedindo a segunda via, como j\u00e1 tinha feito em vezes anteriores, e foi informado que precisaria baixar o aplicativo da empresa no celular e acessar a segundo via da fatura. Ele se indignou e respondeu que tinha outras maneiras de gastar o seu tempo. Foi informado que a outra maneira seria ele passar em uma loja da empresa e solucionar o problema. Ficou indignado, como me relatou: \u201cVou cancelar a TV e a internet e procurar outra operadora\u201d. Recebeu a segunda via da fatura. N\u00e3o sou um especialista em direito do consumidor. Mas andei conversando com quem entende do assunto. Fui informado que a rapidez com a tecnologia avan\u00e7a colocado novos equipamentos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o das empresas para se relacionarem com os seus clientes torna as leis existentes anacr\u00f4nicas. O que em \u00faltima an\u00e1lise beneficia as empresas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mencionei esses casos. Mas conhe\u00e7o muitos outros que seguem o mesmo roteiro. O que considero importante \u00e9 lembrar que n\u00e3o s\u00f3 os velhos acabam se lascado nesse assunto. Os jovens e os de meia-idade tamb\u00e9m sofrem com o problema pois perdem tempo. Porque uma boa quantidade dos aplicativos e sites das empresas t\u00eam problemas. E soma-se a isso o fato de que no Brasil a internet forte e est\u00e1vel \u00e9 um privil\u00e9gio de quem mora nas grandes cidades, principalmente no sul do pa\u00eds. Come\u00e7o o pa\u00eds de lado a lado e de ponta a ponta. Na grande maioria dos lugares o funcionamento do celular \u00e9 prec\u00e1rio e o acesso \u00e0 internet \u00e9 um pesadelo. Aqui lembro o seguinte. O consumidor correr em busca de ajuda nas reda\u00e7\u00f5es dos notici\u00e1rios \u00e9 uma ilus\u00e3o. Nenhum notici\u00e1rio dar\u00e1 aten\u00e7\u00e3o para uma disputa entre um consumidor e o seu fornecedor a n\u00e3o ser que seja um grande problema que envolva outras pessoas. As reda\u00e7\u00f5es s\u00f3 funcionam quando se tratam de servi\u00e7os p\u00fablicos, como luz, \u00e1gua, g\u00e1s e outros itens essenciais ao cotidiano das pessoas. Porque envolvem um grande n\u00famero de afetados. O bom seria se as novas tecnologias beneficiassem o consumidor e a empresa. N\u00e3o apenas uma das partes. A bem da verdade digo que existem firmas que j\u00e1 perceberam que os seus aplicativos e site tem problemas que infernizam a vida do seu cliente. E est\u00e3o buscando maneiras de corrigi-los. Mas s\u00e3o poucas. E hora dos jornalistas prestarem aten\u00e7\u00e3o no problema e fazerem o que de melhor fazemos: botar a boca no trombone. Hoje a situa\u00e7\u00e3o dos consumidores, em particular dos velhos, \u00e9 como navegar em um mar revolto dos aplicativos e site das empresas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faz parte do jogo a incorpora\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, por parte das empresas, das novas tecnologias no processo de rela\u00e7\u00e3o com os seus clientes. No Brasil, a maneira como essa incorpora\u00e7\u00e3o vem sendo feita se transformou em uma m\u00e1quina de moer a paci\u00eancia dos consumidores. N\u00e3o faz muito tempo. 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