{"id":5408,"date":"2022-04-12T06:09:19","date_gmt":"2022-04-12T09:09:19","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5408"},"modified":"2022-04-12T06:09:19","modified_gmt":"2022-04-12T09:09:19","slug":"video-substitui-o-dossie-de-papel-que-circulava-pelas-redacoes-em-epoca-de-eleicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/04\/12\/video-substitui-o-dossie-de-papel-que-circulava-pelas-redacoes-em-epoca-de-eleicao\/","title":{"rendered":"V\u00eddeo substitui o dossi\u00ea de papel que circulava pelas reda\u00e7\u00f5es em \u00e9poca de elei\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5409\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/04\/12\/video-substitui-o-dossie-de-papel-que-circulava-pelas-redacoes-em-epoca-de-eleicao\/confidencial\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/confidencial.jpg?fit=327%2C154&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"327,154\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"confidencial\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/confidencial.jpg?fit=327%2C154&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/confidencial.jpg?resize=640%2C301&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5409\" width=\"640\" height=\"301\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/confidencial.jpg?w=327&amp;ssl=1 327w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/confidencial.jpg?resize=300%2C141&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption>A era dos dossi\u00eas  foi muito movimentada. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>At\u00e9 duas ou tr\u00eas elei\u00e7\u00f5es presidenciais passadas, logo nos primeiros dias do ano eleitoral come\u00e7avam a circular pelas reda\u00e7\u00f5es dos jornais dossi\u00eas com den\u00fancias contra os candidatos. Eram p\u00e1ginas e p\u00e1ginas sob uma capa de cartolina surrada na qual estava escrita a palavra \u201csigiloso\u201d. Era comum se ouvir entre jornalistas o seguinte coment\u00e1rio: \u201cDa\u00ed, j\u00e1 viste o dossi\u00ea contra &#8230;?\u201d, completando-se a frase com o nome do acusado. Esses dossi\u00eas, nos dias atuais, foram substitu\u00eddos por v\u00eddeos com declara\u00e7\u00f5es feitas pelo candidato que o comprometem. Tanto os antigos dossi\u00eas de papel como os v\u00eddeos de hoje nascem em uma mentira, porque s\u00e3o recortes de informa\u00e7\u00f5es tiradas do seu contexto. Faz parte do jogo da disputa eleitoral, tanto no Brasil quanto em outras democracias mundo afora. Portanto, \u00e9 necess\u00e1rio que o rep\u00f3rter, principalmente o jovem que faz a cobertura do dia a dia nas reda\u00e7\u00f5es, esteja informado sobre o que rola na disputa eleitoral para n\u00e3o pisar nessa casca de banana. \u00c9 sobre isso que vamos conversar.<\/p>\n\n\n\n<p>Assisti ao alvorecer, ascens\u00e3o e queda da era dos dossi\u00eas de papel circulando nas reda\u00e7\u00f5es em anos eleitorais. Comecei a trabalhar numa reda\u00e7\u00e3o em 1979, e logo nos primeiros anos entendi que precisava me especializar em alguns assuntos para ter um lugar ao sol. Escolhi os conflitos agr\u00e1rios, as migra\u00e7\u00f5es e o crime organizado nas fronteiras. Assuntos que me mantinham viajando pelo Brasil. Por conta disso, sempre tive contato com colegas de v\u00e1rios jornais brasileiros e estrangeiros e sabia com certo grau de seguran\u00e7a o que rolava pelas reda\u00e7\u00f5es. O mais famoso foi o Dossi\u00ea Ilhas Cayman (1998). Acusava pol\u00edticos do PSDB de terem contas ilegais naquele para\u00edso fiscal do Caribe, entre eles o ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica e candidato \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2003), M\u00e1rio Covas, Jos\u00e9 Serra e S\u00e9rgio Motta. Na \u00e9poca correu o boato de que o ex-presidente Fernando Collor de Mello havia comprado uma c\u00f3pia por 2,2 milh\u00f5es de d\u00f3lares \u2013 h\u00e1 abund\u00e2ncia de mat\u00e9rias na internet explicando o caso. Era tudo mentira. Mas causou uma baita confus\u00e3o na disputa eleitoral. Outra confus\u00e3o em ano eleitoral que ficou famosa aconteceu em 2006, quando o ent\u00e3o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (2003 a 2011) concorria \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o pelo PT. Um grupo de militantes do PT foi preso com dinheiro que seria usado para comprar um dossi\u00ea envolvendo a c\u00fapula do PSDB com corrup\u00e7\u00e3o no Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Lula ficou furioso e chamou os militantes petistas de \u201caloprados\u201d. Da\u00ed o caso ficar conhecido como \u201cDossi\u00ea dos Aloprados\u201d \u2013 h\u00e1 muitas mat\u00e9rias na internet. Esses foram dois casos que ganharam fama nacional. Mas outras dezenas circulavam pelas reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos dossi\u00eas tinha muito mais a ver com as elei\u00e7\u00f5es estaduais. Algu\u00e9m deixava na portaria do jornal um envelope fechado, sem remetente, e dentro dele um bilhete an\u00f4nimo dizendo que era assunto do interesse da imprensa. A maioria das p\u00e1ginas consistia em mat\u00e9rias j\u00e1 publicadas em jornais. Tamb\u00e9m eram comuns c\u00f3pias de inqu\u00e9ritos policiais ou senten\u00e7as de ju\u00edzes da primeira inst\u00e2ncia incriminando algum candidato. A gente lia por ler. Lembro que certa vez estava bebendo com colegas de jornais de S\u00e3o Paulo num boteco de beira de estrada no interior do Rio Grande do Sul. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) havia ocupado uma fazenda na regi\u00e3o e estava dando a maior confus\u00e3o. Colegas de v\u00e1rios cantos do pa\u00eds estavam cobrindo a situa\u00e7\u00e3o.&nbsp; Conversamos sobre uma pauta que n\u00e3o lembro que algu\u00e9m tenha feito, que \u00e9&nbsp; descobrir e entrevistar as pessoas que montam os dossi\u00eas e os vendem para os candidatos.&nbsp; Na maioria das vezes eram trabalhos grosseiros, que n\u00e3o resistiam a uma primeira olhada. Mas sempre havia algu\u00e9m em alguma reda\u00e7\u00e3o que usava a informa\u00e7\u00e3o. Vi isso acontecer um monte de vezes, principalmente envolvendo conflitos agr\u00e1rios. Lembro que nos 1980, com a redemocratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds depois da ditadura militar que governou de 1964 at\u00e9 1985, por quase meia d\u00e9cada os conflitos agr\u00e1rios ocuparam as manchetes dos jornais. E a reforma agr\u00e1ria era assunto obrigat\u00f3rio nos debates dos candidatos. Por conta disso, o que mais existia eram dossi\u00eas denunciando lideran\u00e7as por crimes que n\u00e3o tinham cometido. Em especial os militantes ligados \u00e0 Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o, uma corrente da f\u00e9 crist\u00e3 &nbsp;ligada \u00e0 defesa dos pobres e oprimidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Exagerando, digo que desde que o mundo \u00e9 mundo a informa\u00e7\u00e3o falsa existiu e tem circulado por a\u00ed,&nbsp;inclusive&nbsp;travestida de not\u00edcia de jornal depois&nbsp;que inventaram a imprensa. As novas tecnologias a tornaram mais perigosa, porque circula com maior rapidez e atinge&nbsp;um n\u00famero bem elevado de pessoas. A maioria dos v\u00eddeos que est\u00e3o circulando envolvem os dois principais candidatos&nbsp;\u00e0s elei\u00e7\u00f5es presidenciais, o atual presidente da Rep\u00fablica Jair Bolsonaro (PL), que&nbsp;busca&nbsp;a&nbsp;reelei\u00e7\u00e3o, e o ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT-SP). S\u00e3o informa\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo jogadas no ar fora do contexto&nbsp;em&nbsp;que aconteceram. Qualquer pessoa minimamente informada percebe que se trata&nbsp;de sacanagem. Mas, como sempre, algu\u00e9m, em algum lugar, acaba colocando a informa\u00e7\u00e3o no jornal e ela passa a circular como se verdade fosse.&nbsp;\u00c9&nbsp;assim que acontece. O que podemos fazer para evitar isso? Explicar&nbsp;corretamente o assunto&nbsp;ao nosso leitor. H\u00e1 muito tempo houve uma&nbsp;fant\u00e1stica profissionaliza\u00e7\u00e3o e sofistica\u00e7\u00e3o na maneira de vender o candidato&nbsp;ao eleitor. O candidato constr\u00f3i uma hist\u00f3ria para convencer o eleitor a votar nele. O v\u00eddeo \u00e9 como se fosse um tijolo dessa constru\u00e7\u00e3o. Todo o seu conte\u00fado foi pensado para sustentar a hist\u00f3ria montada pelo candidato. Por mais esquisito que possa parecer, ele tem um objetivo.&nbsp;\u00c9&nbsp;assim que funciona.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 duas ou tr\u00eas elei\u00e7\u00f5es presidenciais passadas, logo nos primeiros dias do ano eleitoral come\u00e7avam a circular pelas reda\u00e7\u00f5es dos jornais dossi\u00eas com den\u00fancias contra os candidatos. Eram p\u00e1ginas e p\u00e1ginas sob uma capa de cartolina surrada na qual estava escrita a palavra \u201csigiloso\u201d. 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