{"id":564,"date":"2017-11-26T19:10:34","date_gmt":"2017-11-26T22:10:34","guid":{"rendered":"http:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=564"},"modified":"2017-12-29T03:05:50","modified_gmt":"2017-12-29T06:05:50","slug":"e-possivel-que-alguem-envolvido-no-desaparecimento-de-sirlene-e-seu-filho-gabriel-em-2005-esteja-esperando-ser-descoberto-para-contar-a-sua-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2017\/11\/26\/e-possivel-que-alguem-envolvido-no-desaparecimento-de-sirlene-e-seu-filho-gabriel-em-2005-esteja-esperando-ser-descoberto-para-contar-a-sua-historia\/","title":{"rendered":"\u00c9 poss\u00edvel que algu\u00e9m envolvido no desaparecimento de Sirlene e seu filho Gabriel, em 2005, esteja esperando ser descoberto para contar a sua hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<figure style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/desaparecidosdobrasil.org.br\/oc-content\/uploads\/20\/1443.jpg?resize=276%2C414\" alt=\"\" width=\"276\" height=\"414\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Sirlene de Freitas Moraes, desaparecida em 2005. Foto arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>O que aconteceu com a comerciante Sirlene de Freitas Moraes, 42 anos, e com o seu filho Gabriel, sete anos? Est\u00e3o desaparecidos desde junho de 2005, quando ela saiu para encontrar o pai do menino, um m\u00e9dico homeopata, com quem teve um caso extraconjugal. O m\u00e9dico chegou a ser preso preventivamente por 58 dias como principal suspeito do desaparecimento. Mas foi libertado, e o caso, encerrado por falta de provas. Para a Pol\u00edcia Civil, \u00e9 mais um caso sem solu\u00e7\u00e3o. Para a fam\u00edlia, a maior trag\u00e9dia do mundo. E para n\u00f3s, rep\u00f3rteres?<\/p>\n<p>Para responder a essa pergunta, o primeiro passo \u00e9 lembrar o que o nosso leitor espera de n\u00f3s. N\u00e3o deixar coisas como esse desaparecimento ser esquecido nos notici\u00e1rios. Em qualquer parte do mundo, a press\u00e3o da m\u00eddia faz as coisas acontecerem. Aqui n\u00e3o \u00e9 diferente. Nos meus 40 anos como rep\u00f3rter investigativo, j\u00e1 vi isso acontecer uma centena de vezes,\u00a0 principalmente em casos\u00a0 policiais.\u00a0\u00a0Na \u00e9poca, a investiga\u00e7\u00e3o foi realizada pela 14\u00aa Delegacia de Pol\u00edcia Civil (14\u00aa DP) de Porto Alegre, e o caso s\u00f3 voltar\u00e1 \u00e0 mesa dos investigadores caso aconte\u00e7a uma novidade. A hist\u00f3ria dos casos policiais nos mostra que \u00e9 raro aparecer. em crimes antigos sem solu\u00e7\u00e3o, novas pistas que justifiquem reabrir a investiga\u00e7\u00e3o. Todo investigador, seja policial ou rep\u00f3rter, sabe que o caso que n\u00e3o for resolvido nas primeiras 72 horas \u00e9 um forte candidato a se perfilar entre os sem solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O desaparecimento de Sirlene e seu filho Gabriel parecia que seria resolvido nos primeiros dias. Lembro bem porque trabalhei uns oito meses no caso. Tudo come\u00e7ou quando ela marcou uma consulta com o homeopata, os dois acabaram se envolvendo, e nasceu Gabriel. Sete anos depois do nascimento do menino, ela morava com o marido e outros dois filhos em Gravata\u00ed, Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, e tinha uma loja de roupas em shopping popular, no Centro Hist\u00f3rico da Capital. Dias antes do seu desaparecimento, ela comunicou ao marido que Gabriel n\u00e3o era filho dele. Mas do seu amante, o homeopata. Ela e Gabriel foram morar na casa de parentes em Porto Alegre, e o marido continuou morando em Gravata\u00ed com os dois filhos do casal.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O que aconteceu na vida da Sirlene e do Gabriel, nos dias que se seguiram \u00e0 sa\u00edda da casa do marido para ir morar com os familiares, foi vasculhado dezenas de vezes pelos investigadores da 14\u00aa DP na busca de pistas. De concreto, foi descoberto que o m\u00e9dico admitia a paternidade do garoto, mas ainda n\u00e3o havia reconhecido oficialmente: ele pagava uma pens\u00e3o de R$ 200 e iria reajustar para R$ 1,5 mil. E havia prometido dar um apartamento para ela e o menino. A comerciante estava pressionando para ele reconhecesse o menino oficialmente como filho. Conversei longamente com os parentes dela. H\u00e1 duas hip\u00f3teses muito fortes que podem ter sido o motivo de ela ter rompido o casamento. A primeira \u00e9 que o caso com o m\u00e9dico se estendeu pelos sete anos de vida do menino. Os conte\u00fados das conversas que ela teve com os seus parentes apontam nessa dire\u00e7\u00e3o: ela estava convencida que o amante iria assumir o relacionamento com ela. A segunda hip\u00f3tese tem a ver com as dificuldades econ\u00f4micas dela, devido a problemas com a loja de roupas. Ela teria visto no relacionamento com o m\u00e9dico uma sa\u00edda.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Uma das fragilidades dessa investiga\u00e7\u00e3o \u00e9, justamente, o desconhecimento do que realmente levou Sirlene a chutar o balde com o marido e acreditar que seu amante seria a solu\u00e7\u00e3o dos seus problemas. Conversei longamente com os policiais envolvidos na investiga\u00e7\u00e3o e li o inqu\u00e9rito policial. H\u00e1 uma fileira enorme de motivos que justificam esse desconhecimento sobre o que a levou a chutar o balde, um deles \u00e9 a rapidez como as coisas aconteceram. Vamos \u00e0 sequ\u00eancia dos fatos: no dia do desaparecimento, ela saiu de casa e avisou os seus parentes que estava indo se encontrar com o homeopata em um posto de combust\u00edveis a umas tr\u00eas quadras de onde estava morando. Estava feliz, porque o amante iria reconhecer a paternidade do menino. A decis\u00e3o de levar o garotinho ao encontro, ela tomou minutos antes de sair de casa. O motivo que a levou a tomar essa decis\u00e3o n\u00e3o \u00e9 conhecido.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Com o menino pela m\u00e3o, Sirlene saiu de casa rumo a um posto de combust\u00edveis, na Avenida Baltazar de Oliveira Garcia, para encontrar o seu amante. Era 11 de junho de 2005, v\u00e9spera do Dia dos Namorados. A investiga\u00e7\u00e3o policial apurou que ela e o menino foram vistos entrando em um carro Monza. Nunca mais foram vistos. A fam\u00edlia comunicou o desaparecimento para a pol\u00edcia e relatou que ela tinha ido a um encontro com o homeopata. Dias depois, um casal de amigos do m\u00e9dico prestou depoimento aos investigadores, relatando que o suspeito havia pedido que escondessem para ele as suas duas armas: um rev\u00f3lver e uma espingarda. H\u00e1 dezenas de reportagens dispon\u00edveis na internet sobre o caso.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O que aconteceu no posto \u00e9, at\u00e9 hoje, um mist\u00e9rio. Ficaram apenas perguntas sem respostas. Por exemplo: teria acontecido uma briga entre eles, e as coisas fugiram do controle? Aqui lembro um fato aos meus colegas, principalmente aos novatos na reportagem. Em algum lugar na investiga\u00e7\u00e3o do caso, ficou uma pista perdida que pode ajudar a esclarecer o que aconteceu. Ao examinarmos a conjuntura do desaparecimento: h\u00e1 uma crian\u00e7a envolvida. Os dois principais personagens, a comerciante e o m\u00e9dico, n\u00e3o s\u00e3o bandidos profissionais. Eles s\u00e3o pessoas comuns. Portanto, seja l\u00e1 o que tenha acontecido, foi resultado de um momento que resultou na perda de controle da situa\u00e7\u00e3o. Ao contr\u00e1rio dos bandidos profissionais, as pessoas normais costumam se atormentar por muitos anos quando vivem uma situa\u00e7\u00e3o dessas. Lembro de um caso recente em que trabalhei. Em 2014, em Tr\u00eas Passos, o menino Bernardo, 11 anos, foi assassinado pela sua madrasta, Graciela Ugulini, com a cumplicidade do pai dele, o m\u00e9dico Leandro Boldrini, e de outras duas pessoas \u2013 os quatro est\u00e3o presos, aguardando julgamento. A pol\u00edcia n\u00e3o teve dificuldades de esclarecer o caso porque os quatro deixaram um enorme rastro de pistas. E o sentimento de culpa dos suspeitos facilitou o trabalho da pol\u00edcia na hora do interrogat\u00f3rio. H\u00e1 uma real oportunidade de que algu\u00e9m envolvido, direta ou indiretamente, no desaparecimento da Sirlene e seu filho Gabriel esteja esperando ser descoberto para contar a sua hist\u00f3ria e poder voltar a dormir sem ter pesadelos. J\u00e1 vi isso acontecer mais de uma vez.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que aconteceu com a comerciante Sirlene de Freitas Moraes, 42 anos, e com o seu filho Gabriel, sete anos? Est\u00e3o desaparecidos desde junho de 2005, quando ela saiu para encontrar o pai do menino, um m\u00e9dico homeopata, com quem teve um caso extraconjugal. 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