{"id":5735,"date":"2022-06-21T09:13:29","date_gmt":"2022-06-21T12:13:29","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5735"},"modified":"2022-06-21T09:13:29","modified_gmt":"2022-06-21T12:13:29","slug":"prisao-dos-matadores-de-dom-e-de-bruno-nao-e-o-fim-do-caso-e-o-comeco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/06\/21\/prisao-dos-matadores-de-dom-e-de-bruno-nao-e-o-fim-do-caso-e-o-comeco\/","title":{"rendered":"Pris\u00e3o dos matadores de Dom e de Bruno n\u00e3o \u00e9 o fim do caso. \u00c9 o come\u00e7o"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5736\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/06\/21\/prisao-dos-matadores-de-dom-e-de-bruno-nao-e-o-fim-do-caso-e-o-comeco\/pfbrunodom\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/pfbrunodom.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"275,183\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"pfbrunodom\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/pfbrunodom.jpg?fit=275%2C183&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/pfbrunodom.jpg?resize=484%2C322&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5736\" width=\"484\" height=\"322\"\/><figcaption>Ainda tem um longa caminho a percorrer a investiga\u00e7\u00e3o da PF sobre as  mortes. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o   <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u00c9 parte da rotina do rep\u00f3rter no final de uma cobertura levar na sua bagagem contatos de fontes para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do caso. Essa rotina vem de muito longe. Na \u00e9poca que comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o, em 1979, n\u00e3o existia celular e os telefones, que hoje chamamos de fixos, era escassos. Aprendi com um rep\u00f3rter veterano em coberturas daquele tempo que era uma boa ideia anotar o n\u00famero do telefone de um ponto de t\u00e1xi. Assim, poder\u00edamos ligar para aquele n\u00famero e pedir que um taxista fosse avisar uma fonte para que esta fizesse uma liga\u00e7\u00e3o a cobrar para a reda\u00e7\u00e3o do jornal. Foi um aprendizado importante, porque a maioria das minhas reportagens eram sobre conflitos agr\u00e1rios envolvendo agricultores sem-terra, \u00edndios, garimpeiros e grandes propriet\u00e1rios de glebas agr\u00e1rias. Portanto, a maior parte dos meus 30 e poucos anos de reda\u00e7\u00e3o estive trabalhando em lugares perdidos no mapa. Usei v\u00e1rias vezes os ensinamentos do colega e consegui dar bons furos nos concorrentes. Hoje \u00e9 tudo mais f\u00e1cil com a populariza\u00e7\u00e3o do celular, da internet e dos telefones via sat\u00e9lite. Mas uma coisa n\u00e3o mudou. O rep\u00f3rter ainda precisa fazer as suas fontes nos locais por onde anda, para ter para quem telefonar quando for necess\u00e1rio. Fiz esse nariz de cera para entrar no assunto sobre o qual vamos conversar: o futuro do caso dos brutais assassinatos do jornalista brit\u00e2nico Dom Phillips, 57 anos, e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, 41, no in\u00edcio do m\u00eas de junho, em um trecho de rio entre a comunidade de S\u00e3o Rafael e o munic\u00edpio de Atalaia do Norte, no Vale do Javari, estado do Amazonas.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso do assassinato de Dom e de Bruno ainda est\u00e1 muito longe de ter a investiga\u00e7\u00e3o conclu\u00edda pela Pol\u00edcia Federal (PF). Eles foram tocaiados e mortos a tiros disparados a queima-roupa por um bando envolvido com pesca clandestina e tr\u00e1fico de drogas. Foram responsabilizados pelas mortes os irm\u00e3os Oseney da Costa de Oliveira, 41 anos, o Dos Santos, e Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado. H\u00e1 mais cinco envolvidos, sendo que um deles se entregou para a pol\u00edcia \u2013 h\u00e1 mat\u00e9rias na internet. H\u00e1 pelos menos tr\u00eas fatores muitos s\u00e9rios nesse caso. Um deles \u00e9 que o Primeiro Comando da Capital (PCC), de S\u00e3o Paulo, aliado com outras fac\u00e7\u00f5es criminosas da regi\u00e3o e associado com os cart\u00e9is de produtores de coca\u00edna da Col\u00f4mbia, vem investindo pesado para tornar aquela regi\u00e3o um corredor de passagem de drogas para os portos mar\u00edtimos e aeroportos internacionais do Brasil, para dali abastecer os mercados dos pa\u00edses da Europa e os Estados Unidos. Se essa rota se consolidar n\u00e3o s\u00f3 os povos ind\u00edgenas da regi\u00e3o correm risco de serem extintos. Mas as popula\u00e7\u00f5es das grandes cidades brasileiras v\u00e3o conviver com uma viol\u00eancia jamais vista, como \u00e9 o caso do M\u00e9xico, um corredor de drogas para os Estados Unidos. O segundo fator \u00e9 que, pela primeira vez na hist\u00f3ria recente do Brasil, o presidente do pa\u00eds, Jair Bolsonaro (PL), \u00e9 declaradamente a favor dos garimpeiros e madeireiros clandestinos. Como \u00e9 ano de elei\u00e7\u00f5es, os ilegais est\u00e3o aproveitando para retirar tudo que podem da \u00e1rea, para o caso do presidente n\u00e3o se reeleger. O terceiro fator \u00e9 que l\u00edderes dos pa\u00edses europeus e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (democrata), j\u00e1 manifestaram que o pa\u00eds poder\u00e1 sofrer san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas caso a devasta\u00e7\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica continue.<\/p>\n\n\n\n<p>Manter esse caso nas p\u00e1ginas dos notici\u00e1rios n\u00e3o dever\u00e1 ser uma tarefa dif\u00edcil, porque existe a organiza\u00e7\u00e3o Uni\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Vale do Javari (Univaja), que praticamente guiou os investigadores da PF na solu\u00e7\u00e3o desse caso. Mais ainda: foram eles que avisaram, horas depois do fato, o desaparecimento de Dom e Bruno. As informa\u00e7\u00f5es da Univaja s\u00e3o de boa qualidade, atualizadas e de confian\u00e7a. Lembram l\u00e1 na abertura do nariz de cera que falei sobre a dificuldade que se tinha antigamente para saber como as coisas estavam rolando nos locais onde tinha acontecido algum rolo? Mesmo com a tecnologia que se tem hoje, em muitos lugares do Brasil ainda \u00e9 muito dif\u00edcil para o rep\u00f3rter saber com exatid\u00e3o o que est\u00e1 acontecendo, pela falta de uma organiza\u00e7\u00e3o dos envolvidos no acontecimento. Da\u00ed a import\u00e2ncia de existir a Univaja. E o fato dela existir for\u00e7a o governo a dar a sua vers\u00e3o dos fatos. Logo que ouvi a primeira not\u00edcia do assassinato, lembrei-me de uma manh\u00e3 ensolarada de 1990, sentado no banco de uma pra\u00e7a em Xapuri, uma pequena cidade no meio da Floresta Amaz\u00f4nica, no Acre. Fazia parte de um batalh\u00e3o de rep\u00f3rteres, editores e produtores de jornais, revistas e redes de TV do mundo inteiro que estava l\u00e1 para fazer a cobertura do julgamento dos matadores do ecologista, sindicalista e seringueiro Chico Mendes. Ele fora tocaiado e morto em dezembro de 1988 por Darci Alves, a mando do seu pai, Darly Alves, um grileiro de terras.<\/p>\n\n\n\n<p>Estava sentado na pra\u00e7a porque demorei a convencer o jornal que era importante ir l\u00e1\u00a0cobrir o julgamento\u00a0e quando cheguei n\u00e3o tinha onde ficar. Os dois ou tr\u00eas hot\u00e9is\u00a0da cidade\u00a0estavam lotados. Moradores alugaram suas casas para jornalistas. Eu havia conseguido um canto\u00a0para dormir\u00a0em uma borracharia. Mas eram\u00a0insuport\u00e1veis\u00a0o calor, os mosquitos e som do motor do compressor de ar.\u00a0E\u00a0ainda\u00a0havia\u00a0a diferen\u00e7a do fuso hor\u00e1rio\u00a0do Acre, tr\u00eas horas mais cedo em rela\u00e7\u00e3o a Porto Alegre (RS), com o hor\u00e1rio de ver\u00e3o. Isso significava que\u00a0quando os jornais e notici\u00e1rios estavam fechando\u00a0as edi\u00e7\u00f5es,\u00a0as coisas ainda estavam\u00a0acontecendo em Xapuri. Eu estava em um \u201cmato sem cachorro\u201d, um dito popular do interior ga\u00facho que significa enrascado. Foi quando avistei o jornalista Zuenir Ventura. Foi gra\u00e7as ao trabalho dele que os matadores de\u00a0Chico Mendes foram presos e depois condenados. Tinha lido tudo que ele tinha publicado sobre o caso no Jornal do Brasil (JB). Para os rep\u00f3rteres, ele era refer\u00eancia no caso. Ele me conseguiu uma vaga no pequeno Hotel Veneza. Zuenir, atualmente com 91 anos, acompanhou o caso Chico Mendes de 1989 at\u00e9 2003 e escreveu o livro\u00a0<em>Chico Mendes \u2013 Crime e castigo<\/em>.\u00a0Os livros\u00a0e\u00a0as mat\u00e9rias (publicadas no JB e Globo) do Zuenir\u00a0s\u00e3o\u00a0uma aula de como se faz um bom jornalismo. O caso\u00a0de\u00a0Dom e Bruno \u00e9 uma oportunidade que os jovens rep\u00f3rteres t\u00eam de se comprometer\u00a0com\u00a0a parte mais nobre da nossa profiss\u00e3o, que \u00e9 n\u00e3o deixar os crimes serem varridos para debaixo do tapete da hist\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 parte da rotina do rep\u00f3rter no final de uma cobertura levar na sua bagagem contatos de fontes para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do caso. Essa rotina vem de muito longe. Na \u00e9poca que comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o, em 1979, n\u00e3o existia celular e os telefones, que hoje chamamos de fixos, era escassos. 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