{"id":5899,"date":"2022-08-09T08:20:35","date_gmt":"2022-08-09T11:20:35","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=5899"},"modified":"2022-08-09T08:21:41","modified_gmt":"2022-08-09T11:21:41","slug":"sao-parte-da-vida-do-reporter-a-caneta-o-bloco-de-anotacoes-o-celular-e-o-amuleto-da-sorte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/08\/09\/sao-parte-da-vida-do-reporter-a-caneta-o-bloco-de-anotacoes-o-celular-e-o-amuleto-da-sorte\/","title":{"rendered":"S\u00e3o parte da vida do rep\u00f3rter a caneta, o bloco de anota\u00e7\u00f5es, o celular e o amuleto da sorte"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"5900\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2022\/08\/09\/sao-parte-da-vida-do-reporter-a-caneta-o-bloco-de-anotacoes-o-celular-e-o-amuleto-da-sorte\/sortereporter\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/sortereporter.jpg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"sortereporter\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/sortereporter.jpg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/sortereporter.jpg?resize=509%2C285&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5900\" width=\"509\" height=\"285\"\/><figcaption>Na disputa pela mat\u00e9ria exclusiva um pouco de sorte \u00e9 bem-vinda. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A vida do rep\u00f3rter nunca foi f\u00e1cil. J\u00e1 era dif\u00edcil nos tempos que se escrevia as mat\u00e9rias molhando uma pena no tinteiro. N\u00e3o melhorou quando inventaram a m\u00e1quina de escrever, s\u00f3 ficou mais barulhenta pelo som das teclas batendo na lauda. Muito menos nos tempos atuais, em que se digita a reportagem em um teclado de computador. E seja l\u00e1 o que venha por a\u00ed, duvido que v\u00e1 melhorar. Por qu\u00ea? Bater a mat\u00e9ria \u00e9 a parte vis\u00edvel do nosso trabalho. Ajeitar as palavras nas frases \u00e9 uma quest\u00e3o t\u00e9cnica misturada com talento. A parte mais dif\u00edcil fica longe dos olhos do leitor, que \u00e9 descobrir e convencer uma pessoa que tem uma hist\u00f3ria para contar. Ainda mais quando a hist\u00f3ria traz a p\u00fablico as sacanagens da pr\u00f3pria fonte. E precisamos convenc\u00ea-la que a sua melhor op\u00e7\u00e3o \u00e9 contar a sua vers\u00e3o. Convencer uma fonte a falar n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o t\u00e9cnica. Ou um somat\u00f3rio do prest\u00edgio do rep\u00f3rter com o poder de comunica\u00e7\u00e3o do jornal em que trabalha. Existe tamb\u00e9m o fator sorte. \u00c9 sobre isso que vamos conversar.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiz todo esse nariz de cera para entrar pisando leve na nossa realidade de hoje. Estamos nas semanas finais da elei\u00e7\u00e3o presidencial mais tensa at\u00e9 agora na hist\u00f3ria do Brasil, por conta da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, social e de sa\u00fade p\u00fablica criada no pa\u00eds pela pandemia de Covid-19 e as dificuldades na importa\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas decorrentes da guerra entre R\u00fassia e Ucr\u00e2nia, dois grandes produtores de gr\u00e3os, petr\u00f3leo e outros insumos essenciais para o mundo. Todas essas dificuldades t\u00eam o seu potencial multiplicado pela estrat\u00e9gia adotada para a reelei\u00e7\u00e3o do presidente Jair Bolsonaro (PL), tendo como principal advers\u00e1rio o ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT), que tem chances de ganhar no primeiro turno. O que vem pela frente para os rep\u00f3rteres n\u00e3o \u00e9 caf\u00e9 pequeno. Aviso que por ser um velho rep\u00f3rter estradeiro, 71 anos de idade e 30 e tantos passados em reda\u00e7\u00e3o, tomei a liberdade de usar alguns termos que aprendi nos primeiros dias da profiss\u00e3o, em 1979, como \u201cbater mat\u00e9ria\u201d, atualmente substitu\u00eddo por digitar, e \u201clauda\u201d, uma folha de papel de tamanho of\u00edcio com logotipo do jornal e marca\u00e7\u00f5es, nas quais se escrevia as reportagens. Vamos \u00e0 conversa. Nas reuni\u00f5es de pauta, sempre surge aquela que todos consideram a grande not\u00edcia que nenhum dos concorrentes conseguir\u00e1 fazer. \u00c9 nessas ocasi\u00f5es que o editor olha para o rep\u00f3rter e pergunta, com um sorrisinho no canto da boca: \u201cConsegue fazer?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes ouvi essa pergunta do editor. Algumas vezes tentei jogar no colo do colega mais pr\u00f3ximo. Mas na maioria delas respondi: \u201cClaro\u201d. E depois fui ao banheiro vomitar e me amaldi\u00e7oar pela minha \u201cboca grande\u201d. Por trabalhar com jornalismo investigativo desenvolvi uma boa t\u00e9cnica para convencer os entrevistados a contar a sua hist\u00f3ria, como demonstra o meu curr\u00edculo dispon\u00edvel na internet. Mas n\u00e3o me descuidei de manter por perto o meu \u201ccampesino da fortuna\u201d. Um boneco de gesso que encontrei quando fazia mat\u00e9ria na fronteira do Brasil com a Bol\u00edvia. Ele carrega v\u00e1rios sacos de mantimentos e um r\u00e1dio atados no corpo. Sempre que sa\u00eda para uma pauta muito dif\u00edcil, eu passava a m\u00e3o na cabe\u00e7a dele. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, fazia parte de um enorme grupo de jornalistas de v\u00e1rios cantos do Brasil e alguns estrangeiros na cobertura dos conflitos agr\u00e1rios no Pontal do Paranapanema, interior de S\u00e3o Paulo. A competi\u00e7\u00e3o pela mat\u00e9ria exclusiva era uma batalha di\u00e1ria. Entre n\u00f3s havia uma jovem rep\u00f3rter que trazia dentro da bolsa v\u00e1rios santinhos de papel. \u00c0 noite a gente se reunia nos botecos perto dos hot\u00e9is para comer, beber e trocar informa\u00e7\u00f5es. Um dia ela conseguiu uma entrevista exclusiva com um brasiguaio, como s\u00e3o chamados os agricultores brasileiros que foram viver no Paraguai. O gancho da hist\u00f3ria era que, na \u00e9poca, v\u00e1rios brasiguaios estavam voltando para o Brasil e cogitavam erguer um acampamento na regi\u00e3o. Perguntei para ela como tinha conseguido encontrar o brasiguaio. Ela respondeu: \u201cOs meus santinhos s\u00e3o fortes\u201d. Em 2001, logo depois do atentado que derrubou as Torres G\u00eameas, em Nova York, a cidade de Foz do Igua\u00e7u, na Tr\u00edplice Fronteira Brasil, Argentina e Paraguai, recebeu jornalistas de v\u00e1rios lugares do mundo por conta da afirma\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de intelig\u00eancia americanos de que a regi\u00e3o \u201cera um ninho de terroristas\u201d. Na \u00e9poca, os sites come\u00e7avam a brotar por todos os cantos e com isso a competi\u00e7\u00e3o entre os jornalistas se acirrou. Um colega, que trabalhava em uma ag\u00eancia de not\u00edcias internacional, pelo menos duas vezes por semana conseguia uma mat\u00e9ria exclusiva. Um dia, durante o jantar, a hist\u00f3ria das mat\u00e9rias exclusivas entrou na conversa de maneira natural. E ele disse que era um cara de sorte porque durante as coberturas sempre usava o mesmo bon\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>Contei esses casos. N\u00e3o&nbsp;disse&nbsp;os nomes dos colegas por entender&nbsp;que&nbsp;\u201co que se fala na mesa do boteco morre l\u00e1\u201d, uma velha regra dos rep\u00f3rteres estradeiros que sigo e respeito. Mas existem muitos outros. O importante da nossa conversa \u00e9 lembrar&nbsp;aos colegas, em especial aos jovens rep\u00f3rteres que est\u00e3o na correria&nbsp;das reda\u00e7\u00f5es, que quando a mat\u00e9ria nos encurrala em um canto&nbsp;e&nbsp;parece&nbsp;que&nbsp;tudo vai por \u00e1gua abaixo,&nbsp;o&nbsp;ideal \u00e9 colocar a \u201cbola no meio de campo\u201d. O que&nbsp;isso&nbsp;significa? Rever as anota\u00e7\u00f5es, cruzar as informa\u00e7\u00f5es&nbsp;obtidas e fazer uma lista do que falta descobrir. Lembro que sempre que um colega entrava&nbsp;na reda\u00e7\u00e3o de cabe\u00e7a baixa a gente falava: \u201cEst\u00e1 sendo engolido pela pauta\u201d. N\u00e3o existe nada mais humilhante para um rep\u00f3rter do que dizer para o editor que n\u00e3o conseguiu fechar a mat\u00e9ria. Antes de admitir que n\u00e3o conseguiu&nbsp;\u00e9&nbsp;sempre bom repassar as informa\u00e7\u00f5es que possui, porque l\u00e1 no meio pode estar escondida&nbsp;a exclusividade. A sorte&nbsp;\u00e0s vezes acontece e o rep\u00f3rter s\u00f3 vai se dar conta&nbsp;aos 46 minutos do segundo tempo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vida do rep\u00f3rter nunca foi f\u00e1cil. J\u00e1 era dif\u00edcil nos tempos que se escrevia as mat\u00e9rias molhando uma pena no tinteiro. N\u00e3o melhorou quando inventaram a m\u00e1quina de escrever, s\u00f3 ficou mais barulhenta pelo som das teclas batendo na lauda. 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