{"id":6739,"date":"2023-04-11T03:53:48","date_gmt":"2023-04-11T06:53:48","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=6739"},"modified":"2023-04-11T14:01:48","modified_gmt":"2023-04-11T17:01:48","slug":"falta-investigacao-jornalistica-no-caso-das-criancas-de-blumenau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2023\/04\/11\/falta-investigacao-jornalistica-no-caso-das-criancas-de-blumenau\/","title":{"rendered":"Falta investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica no caso das crian\u00e7as de Blumenau"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"6740\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2023\/04\/11\/falta-investigacao-jornalistica-no-caso-das-criancas-de-blumenau\/mortoscreche500\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/mortoscreche500.jpg?fit=304%2C166&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"304,166\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"mortoscreche500\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/mortoscreche500.jpg?fit=304%2C166&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/mortoscreche500.jpg?resize=584%2C319&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-6740\" width=\"584\" height=\"319\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/mortoscreche500.jpg?w=304&amp;ssl=1 304w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/mortoscreche500.jpg?resize=300%2C164&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 584px) 100vw, 584px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Existem muitas perguntas sem respostas aos ataques a escolas e creches no Brasil Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Fazer a cobertura de uma grande trag\u00e9dia trabalhando na reda\u00e7\u00e3o de um jornal \u00e9 como trocar o pneu de um carro andando. O rep\u00f3rter vai aprendendo sobre o assunto enquanto trabalha na enxurrada de informa\u00e7\u00f5es anotadas no seu bloco. Era dif\u00edcil no tempo que as empresas de comunica\u00e7\u00e3o tinham dinheiro e as reda\u00e7\u00f5es, abund\u00e2ncia de rep\u00f3rteres, editores e pesquisadores, e podiam enviar imediatamente jornalistas para os locais dos acontecimentos. Nos dias atuais, fazer a cobertura de uma grande trag\u00e9dia \u00e9 muito mais que trocar o pneu de um carro em movimento. \u00c9 trocar todo o rodado. Porque o jornalismo deixou de ser o principal produto da maioria das grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o. Isso significou o esvaziamento das reda\u00e7\u00f5es, e os colegas que n\u00e3o foram demitidos est\u00e3o fazendo m\u00faltiplas tarefas (texto, imagem e \u00e1udio) em troca de um dos sal\u00e1rios mais baixos j\u00e1 pagos \u00e0 categoria. Claro, as verbas para viagens foram reduzidas ao m\u00ednimo. Ali\u00e1s, sempre que pinta uma crise na reda\u00e7\u00e3o as viagens s\u00e3o a primeira v\u00edtima.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o vou discutir a crise da imprensa do Brasil, muito semelhante \u00e0 que est\u00e1 acontecendo em outros cantos do mundo, em especial nos Estados Unidos. Fiz toda essa conversa por consider\u00e1-la fundamental para falarmos sobre o que aconteceu na quarta-feira (05\/04) em Blumenau (SC). Um homem de 25 anos pulou o muro da Creche Cantinho do Bom Pastor e matou a machadadas e facadas Bernado Cunha Machado, 5 anos, Bernardo Pabest da Cunha, 4, Enzo Marchesin Barbosa, 4, e Larissa Maia Toldo, 7, e feriu outras tr\u00eas crian\u00e7as. Em maio de 2021, na cidade de Saudades, oeste de Santa Catarina, um jovem de 19 anos invadiu a Creche Aquarela e matou tr\u00eas crian\u00e7as, dois professores e feriu outras pessoas. No Brasil, nos \u00faltimos 21 anos aconteceram 22 ataques semelhantes aos de Blumenau e Saudades, sendo que de 2019 at\u00e9 abril de 2023 houve 12 casos. Esse \u00e9 o quadro. E qual \u00e9 a parte que toca para n\u00f3s jornalistas? \u00c9 a de jogar luz nos cantos escuros desses acontecimentos. At\u00e9 agora, a cobertura tem sido fiel ao roteiro que sempre foi seguido nesses casos desde os tempos de abund\u00e2ncia de dinheiro e gente nas reda\u00e7\u00f5es. Entrevista-se especialistas no assunto, publica-se a vers\u00e3o da investiga\u00e7\u00e3o policial (geralmente cheia de lacunas, porque os agentes n\u00e3o tiveram tempo de avaliar todos os fatos) e a dor das fam\u00edlias das v\u00edtimas. A contribui\u00e7\u00e3o da imprensa para o esclarecimento desses casos \u00e9 a investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, que sumiu das reda\u00e7\u00f5es porque n\u00e3o h\u00e1 mais gente, dinheiro e muito menos a decis\u00e3o pol\u00edtica dos dirigentes das grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o de investir no jornalismo raiz. Preferem usar o prest\u00edgio que as suas marcas acumularam fazendo jornalismo durante muitos anos para vender eventos comerciais e entretenimento. A pergunta \u00e9: at\u00e9 quando essas marcas v\u00e3o sobreviver como sin\u00f4nimo de jornalismo?<\/p>\n\n\n\n<p>Por tudo que publicamos sobre o caso de Blumenau e dos outros acontecimendos semelhantes e o que eles t\u00eam em comum chegamos \u00e0 conclus\u00e3o que existe um somat\u00f3rio de motivos, todos ligados ao discurso do \u00f3dio, como a imprensa chama as publica\u00e7\u00f5es nas redes sociais de manifesta\u00e7\u00f5es que pregam a viol\u00eancia, o preconceito e outros absurdos. O discurso do \u00f3dio n\u00e3o come\u00e7ou com a inven\u00e7\u00e3o das redes sociais. Ele perambula pelo mundo h\u00e1 muito tempo. E emergiu de uma maneira incr\u00edvel nos anos 30, quando surgiu o nazismo, na Alemanha de Adolf Hitler, e o fascismo, na It\u00e1lia de Benito Mussolini. Na \u00e9poca atual, as redes sociais deram mais visibilidade ao discurso do \u00f3dio e ajudaram a eleger os presidentes Donald Trump (republicano), nos Estados Unidos, em 2016, e Jair Bolsonaro (PL), no Brasil, em 2018. Pergunta para os colegas: durante os governos de Trump e de Bolsonaro a imprensa tinha como n\u00e3o colocar nas manchetes as manifesta\u00e7\u00f5es de \u00f3dio deles? A resposta \u00e9 n\u00e3o, porque eram as autoridades m\u00e1ximas dos Estados Unidos e do Brasil. Na disputa eleitoral, a defesa do \u00f3dio virou uma ferramenta largamente utilizada pelos candidatos comprometidos com a extrema direita. Para os jornalistas explicarem aos seus leitores o efeito desse comportamento na sociedade \u00e9 preciso conhecer a hist\u00f3ria. O que exige uma investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica apurada porque uma grande parte desses casos n\u00e3o est\u00e1 documentada. Sobrevive na tradi\u00e7\u00e3o oral. Portanto, exige andar por a\u00ed batendo de porta em porta em busca do conhecimento. N\u00e3o \u00e9 uma coisa f\u00e1cil de fazer. Porque \u00e9 preciso saber em que porta bater. Como n\u00f3s jornalistas vamos resolver essa parada?<\/p>\n\n\n\n<p>Uma investiga\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica \u00e9 cara, demorada e o resultado pode n\u00e3o ser o esperado. Portanto, \u00e9 imposs\u00edvel&nbsp;para&nbsp;um rep\u00f3rter, por conta pr\u00f3pria, fazer uma investiga\u00e7\u00e3o e&nbsp;ainda&nbsp;custear os gastos. Mas podemos faz\u00ea-lo&nbsp;se nos associarmos&nbsp;a&nbsp;outros&nbsp;colegas,&nbsp;financiarmos&nbsp;o trabalho e depois&nbsp;o vendermos&nbsp;para um terceiro publicar. Ou mesmo coloc\u00e1-lo&nbsp;nas redes sociais. O futuro que vem pela frente vai exigir cada vez mais informa\u00e7\u00f5es de qualidade \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos leitores. N\u00e3o tem como parar os avan\u00e7os da ind\u00fastria de alta tecnologia. Muito menos na \u00e1rea da intelig\u00eancia artificial. Certa vez escutei de um colega em uma mesa de boteco em Humait\u00e1, pequena cidade&nbsp;do Amazonas,&nbsp;\u00e0s margens&nbsp;do Rio Madeira, perdida&nbsp;na imensid\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica, uma conversa&nbsp;que nunca mais esqueci. Ele falou que a imprensa levou muitos anos para evoluir do tempo que se escrevia&nbsp;as mat\u00e9rias molhando a ponta de uma pena no tinteiro para as m\u00e1quinas de escrever. Da m\u00e1quina de escrever para os teclados de computadores foram algumas d\u00e9cadas. Nessa passagem, quem n\u00e3o entendeu que o&nbsp;computador&nbsp;n\u00e3o era apenas um substituto da m\u00e1quina de escrever,&nbsp;mas&nbsp;o in\u00edcio de uma nova era, que colocou o conhecimento ao alcance do rep\u00f3rter ao simples aperto de uma tecla,&nbsp;ficou&nbsp;\u00e0&nbsp;beira da estrada. As novas tecnologias facilitaram a vida dos que pregam o discurso do \u00f3dio. Mas tamb\u00e9m facilitou a vida dos rep\u00f3rteres na busca dos fatos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fazer a cobertura de uma grande trag\u00e9dia trabalhando na reda\u00e7\u00e3o de um jornal \u00e9 como trocar o pneu de um carro andando. O rep\u00f3rter vai aprendendo sobre o assunto enquanto trabalha na enxurrada de informa\u00e7\u00f5es anotadas no seu bloco. 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