{"id":7158,"date":"2023-09-12T06:32:06","date_gmt":"2023-09-12T09:32:06","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=7158"},"modified":"2023-09-12T06:32:06","modified_gmt":"2023-09-12T09:32:06","slug":"gracas-as-novas-tecnologias-o-papagaio-de-pirata-evolui-para-o-turista-de-tragedia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2023\/09\/12\/gracas-as-novas-tecnologias-o-papagaio-de-pirata-evolui-para-o-turista-de-tragedia\/","title":{"rendered":"Gra\u00e7as \u00e0s novas tecnologias, o papagaio de pirata evolui para o turista de trag\u00e9dia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"7159\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2023\/09\/12\/gracas-as-novas-tecnologias-o-papagaio-de-pirata-evolui-para-o-turista-de-tragedia\/papagaiodetragedia5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/papagaiodetragedia5000.jpeg?fit=318%2C159&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"318,159\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"papagaiodetragedia5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/papagaiodetragedia5000.jpeg?fit=318%2C159&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/papagaiodetragedia5000.jpeg?resize=640%2C320&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7159\" style=\"width:846px;height:423px\" width=\"640\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/papagaiodetragedia5000.jpeg?w=318&amp;ssl=1 318w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/papagaiodetragedia5000.jpeg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ser curioso \u00e9 uma coisa, fazer turismo de trag\u00e9dia\u00a0\u00e9\u00a0outra Foto: EBC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Na d\u00e9cada de 80 e 90 existia uma figura que aparecia durante as coberturas jornal\u00edsticas de grandes rolos que atra\u00edam de todos os cantos do Brasil e de outros pa\u00edses um grande n\u00famero de canetinhas e fot\u00f3grafos: o \u201cpapagaio de pirata\u201d. Lembrei-me dessa hist\u00f3ria porque os colegas usaram a express\u00e3o \u201cturistas de trag\u00e9dia\u201d para descrever um enorme contingente de curiosos que foram ver, fotografar e fazer v\u00eddeos para postar nas redes sociais a devasta\u00e7\u00e3o nas cidades de Mu\u00e7um e Roca Sales, no interior do Rio Grande do Sul, provocada pela passagem de um ciclone extratropical. Os dois pequenos munic\u00edpios do Vale do Taquari foram o centro da devasta\u00e7\u00e3o, com 25 mortes das 46 causadas pela tempestade (n\u00fameros de ter\u00e7a-feira, 12\/9). Os \u201cturistas de trag\u00e9dia\u201d causaram engarrafamentos de ve\u00edculos que atrapalharam o trabalho das equipes de socorro e constrangeram a popula\u00e7\u00e3o local, que caminhava incr\u00e9dula com os acontecimentos em meio aos destro\u00e7os. Tiveram a entrada proibida em Mu\u00e7um e Roca Sales por barreiras da Brigada Militar, como \u00e9 chamada pelos ga\u00fachos a pol\u00edcia militar. Dito isso, voltemos aos anos 80.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 80 come\u00e7avam a entrar em decad\u00eancia os governos militares que haviam assumido o controle do pa\u00eds com a derrubada, em 1964, do ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica Jo\u00e3o Goulart, o Jango, do antigo PTB. Com o ocaso do regime come\u00e7aram a emergir as lutas sociais e a censura \u00e0 imprensa entrou em colapso. Finalmente, em 1985, a ditadura acabou e o pa\u00eds iniciou o processo de redemocratiza\u00e7\u00e3o com a volta das elei\u00e7\u00f5es diretas. Lembro os jovens colegas que ainda n\u00e3o existiam a internet e a telefonia celular. O monop\u00f3lio da comunica\u00e7\u00e3o era dos jornais e revistas impressos e dos notici\u00e1rios das emissoras de r\u00e1dio e das redes de televis\u00e3o. Assim, era comum que todos os eventos que reunissem um grande n\u00famero de jornalistas atra\u00edssem pessoas que nada tinham a ver com o que estava acontecendo. Mas entendiam que aquela era uma oportunidade de aparecer em uma foto na capa de um jornal ou de ser entrevistado por um rep\u00f3rter. Eu fazia a cobertura de conflitos agr\u00e1rios, que na maioria das vezes rendiam a capa do jornal e reuniam rep\u00f3rteres dos principais ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o do Brasil e de ag\u00eancias internacionais de not\u00edcias. Na \u00e9poca, quando aconteciam os enfrentamentos entre sem-terra, fazendeiros, garimpeiros, \u00edndios, policiais militares e pistoleiros, era rotina os jornalistas se agruparem em um lugar estrat\u00e9gico, fora do centro do conflito, mas de onde tinham uma vis\u00e3o de tudo que acontecia e podiam fazer as fotos dos confrontos, que muitas vezes acabavam em mortos, feridos e muita gente presa.<\/p>\n\n\n\n<p> Depois dos enfrentamentos os negociadores entravam em campo e a situa\u00e7\u00e3o se arrastava durante dias. E os jornais mantinham seus rep\u00f3rteres na regi\u00e3o at\u00e9 as coisas se acalmarem. Durante todo esse tempo os jornalistas eram assediados por pessoas que n\u00e3o tinham nenhuma liga\u00e7\u00e3o com os acontecimentos. S\u00f3 estavam ali para aproveitar a oportunidade proporcionada pela presen\u00e7a da imprensa para tentar aparecer nos jornais. V\u00e1rios motivos as levavam a esse comportamento, vou citar dois: inten\u00e7\u00e3o de se candidatar nas pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es e os famosos \u201c15 minutos de fama\u201d. Lembro-me que em 11 de mar\u00e7o de 1989 eu e um grupo de colegas de jornais de todo o pa\u00eds e de ag\u00eancias internacionais de not\u00edcias est\u00e1vamos na porteira da Fazenda Santa Elmira, em Salto do Jacu\u00ed, pequena cidade agr\u00edcola no interior ga\u00facho. A \u00e1rea tinha sido ocupada por 1,2 mil fam\u00edlias de agricultores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e um processo de negocia\u00e7\u00e3o estava em andamento para a desocupa\u00e7\u00e3o pac\u00edfica da fazenda. As negocia\u00e7\u00f5es foram por \u00e1gua abaixo e a retirada dos colonos da \u00e1rea acabou sendo feita com uso de for\u00e7a policial. As tropas da Brigada Militar usaram ent\u00e3o avi\u00f5es para lan\u00e7ar g\u00e1s lacrimog\u00eaneo sobre os acampados, fizeram v\u00e1rios disparos de fuzil e, no final, foram para o combate corpo a corpo com os sem-terra. Toda a hist\u00f3ria \u00e9 contada no livro\u00a0<em>O Massacre da Fazenda Santa Elmira<\/em>, de autoria do frei S\u00e9rgio G\u00f6rgen, que estava no local e chegou a ser ferido com uma coronhada no rosto. V\u00e1rios sem-terra foram feridos a bala e houve muitas pris\u00f5es e den\u00fancias de tortura. Os jornalistas ficaram quase um m\u00eas na regi\u00e3o. Lembro-me que todas as noites apareciam nos restaurantes onde a turma jantava pessoas que n\u00e3o tinham nada a ver com o rolo. Mas queriam ser entrevistadas. Uma situa\u00e7\u00e3o semelhante enfrentei em 1990, no julgamento dos assassinos do seringueiro, sindicalista e ecologista Chico Mendes, em Xapuri, uma cidadezinha no meio da Floresta Amaz\u00f4nica no Acre. Mendes ganhou fama mundial pela defesa da floresta, o que lhe valeu uma senten\u00e7a de morte. Em 1988, foi tocaiado e morto por Darcy Alves da Silva a mando do seu pai, Darly Alves da Silva, grileiro de terras. Durante o julgamento tinha jornalistas de todos os cantos do mundo na cidade. Havia um boteco na beira de um rio onde \u00e0 noite os rep\u00f3rteres se reuniam para beber e comer peixe frito. Em uma dessas noites, um grupo de pessoas estranhas ao julgamento cercou a mesa dos colegas europeus os amea\u00e7ou caso n\u00e3o publicassem o nome deles no jornal. Claro que n\u00e3o publicaram.<\/p>\n\n\n\n<p>Poderia&nbsp;ficar muito tempo contando hist\u00f3rias sobre importuna\u00e7\u00e3o de jornalistas. Mas n\u00e3o \u00e9 caso. Em 1979, quando comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o, j\u00e1 era&nbsp;praxe&nbsp;os fot\u00f3grafos chamarem&nbsp;de papagaio de pirata as pessoas&nbsp;que ficavam ao redor dos famosos e de autoridades para sa\u00edrem nas fotos. Nos anos 80 e 90 usamos o mesmo nome para&nbsp;aqueles&nbsp;que nos assediavam durante as coberturas&nbsp;de grandes eventos. Nos dias atuais, gra\u00e7as&nbsp;\u00e0s novas tecnologias, especialmente&nbsp;o&nbsp;celular, o papagaio de pirata n\u00e3o precisa mais do jornalista para dizer que esteve&nbsp;onde tudo aconteceu. Basta uma&nbsp;foto, um v\u00eddeo ou uma transmiss\u00e3o online nas redes sociais. Os curiosos sempre&nbsp;v\u00e3o&nbsp;existir, faz parte do jogo. Agora, se comportar como um turista em uma trag\u00e9dia&nbsp;\u00e9&nbsp;outra hist\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na d\u00e9cada de 80 e 90 existia uma figura que aparecia durante as coberturas jornal\u00edsticas de grandes rolos que atra\u00edam de todos os cantos do Brasil e de outros pa\u00edses um grande n\u00famero de canetinhas e fot\u00f3grafos: o \u201cpapagaio de pirata\u201d. 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