{"id":7294,"date":"2023-11-03T06:10:32","date_gmt":"2023-11-03T09:10:32","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=7294"},"modified":"2023-11-03T06:10:32","modified_gmt":"2023-11-03T09:10:32","slug":"os-comandantes-das-milicias-do-rio-nao-sao-os-suspeitos-de-sempre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2023\/11\/03\/os-comandantes-das-milicias-do-rio-nao-sao-os-suspeitos-de-sempre\/","title":{"rendered":"Os comandantes das mil\u00edcias do Rio n\u00e3o s\u00e3o os suspeitos de sempre"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"290\" height=\"174\" data-attachment-id=\"7295\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2023\/11\/03\/os-comandantes-das-milicias-do-rio-nao-sao-os-suspeitos-de-sempre\/queimaonibus5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/queimaonibus5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"290,174\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"queimaonibus5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/queimaonibus5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/queimaonibus5000.jpeg?resize=290%2C174&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7295\" style=\"aspect-ratio:1.6666666666666667;width:567px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cerco policial \u00e0s mil\u00edcias \u00e9 minucioso e tem chances reais\u00a0de\u00a0funcionar Foto: EBC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Em uma noite quente dos primeiros anos da d\u00e9cada de 90 eu estava em um boteco em Ipanema, no Rio de Janeiro, bebendo chope com uma turma de rep\u00f3rteres. Um eles, um carioca que fazia cobertura sobre seguran\u00e7a p\u00fablica, teve a ideia de levar para a mesa tr\u00eas de suas fontes, todos delegados da Pol\u00edcia Civil. Entre eles havia um que estava \u00e0s v\u00e9speras da aposentadoria. O nosso objetivo era encher os \u201ccana dura\u201d (policiais) de chope com a esperan\u00e7a de que afrouxassem a l\u00edngua e dessem alguma informa\u00e7\u00e3o que facilitasse a nossa vida no dia seguinte, durante a cobertura da guerra entre os traficantes nas favelas que havia se tornado assunto nacional. Depois de muitas rodadas de chope, o delegado que estava se aposentado fez uma reclama\u00e7\u00e3o: \u201cVoc\u00eas jornalistas ficam enchendo a bola da bandidagem, escrevendo que s\u00e3o do crime organizado. N\u00e3o \u00e9 bem assim. Se tirar as emendas (<em>liga\u00e7\u00f5es<\/em>) dos bandidos com os policiais, os pol\u00edticos e os \u2018capas pretas\u2019 (<em>ju\u00edzes<\/em>), eles n\u00e3o s\u00e3o nada, apenas um bando de assaltantes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrei-me dessa historinha por conta da manchete dos jornais de segunda-feira (31\/10). A not\u00edcia era sobre o miliciano Peterson Luiz de Almeida, o Pet, que cumpria pris\u00e3o tempor\u00e1ria desde o final de agosto no pres\u00eddio Jos\u00e9 Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ). Pet \u00e9 acusado de contrabando de armas e de ser um dos dirigentes da mil\u00edcia de Lu\u00eds Ant\u00f4nio da Silva Braga, o Zinho, aquele que em 23 de outubro mandou incendiar 35 \u00f4nibus, quatro caminh\u00f5es e um vag\u00e3o de trem, causando preju\u00edzo de milh\u00f5es de reais e transtorno para milhares de pessoas da Zona Oeste do Rio. A pris\u00e3o de Pet foi transformada de tempor\u00e1ria (por um per\u00edodo de cinco dias, renov\u00e1veis) em preventiva (90 dias, renov\u00e1veis). Trocando em mi\u00fados: ele n\u00e3o podia sair da cadeia. Mas, gra\u00e7as a um suposto erro de informa\u00e7\u00e3o entre o Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e a Secretaria de Administra\u00e7\u00e3o Penitenci\u00e1ria (Seap), no domingo (30\/10) Pet foi libertado e saiu pelo port\u00e3o da frente do pres\u00eddio \u2013 h\u00e1 muitas mat\u00e9rias sobre o caso dispon\u00edveis na internet. Atualmente, est\u00e1 sendo procurado pela pol\u00edcia. O que realmente aconteceu ser\u00e1 esclarecido pela investiga\u00e7\u00e3o policial. Se for sacanagem, h\u00e1 dinheiro envolvido. E foi por este motivo que recentemente foi firmado um acordo entre o governador do Rio, Cl\u00e1udio Castro (PL), e o ministro da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, Fl\u00e1vio Dino, que tem como objetivo sufocar as mil\u00edcias e as fac\u00e7\u00f5es dos traficantes. A coluna dorsal do acordo \u00e9 a montagem de uma estrutura que facilite, para os agentes da Pol\u00edcia Civil e da Pol\u00edcia Federal (PF), seguir o dinheiro que circula entre os bandidos. Os caminhos percorridos pelo dinheiro sujo v\u00e3o mostrar as fronteiras entre a bandidagem e as pol\u00edcias (Civil e Militar), o Poder Legislativo e o Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Saber onde est\u00e1 a fronteira entre os criminosos e os poderes do Estado \u00e9 fundamental para o sucesso de uma pol\u00edtica s\u00e9ria de seguran\u00e7a p\u00fablica. Nos dias atuais, no Rio de Janeiro, n\u00e3o se sabe onde ficam essas fronteiras. Elas desapareceram nas \u00faltimas quadro d\u00e9cadas como somat\u00f3rio de uma s\u00e9rie de iniciativas erradas para conter o crime, como foi a interven\u00e7\u00e3o federal na seguran\u00e7a p\u00fablica do Estado do Rio de Janeiro em 2018, no governo do presidente da Rep\u00fablica Michel Temer (MDB). No dia 16 de fevereiro de 2018, comandadas pelo general Braga Netto, tropas de infantaria do Ex\u00e9rcito, apoiadas por tanques e helic\u00f3pteros, assumiram pontos estrat\u00e9gicos no Rio. A interven\u00e7\u00e3o durou 11 meses e 15 dias e custou aos cofres p\u00fablicos R$ 3,11 bilh\u00f5es. E os resultados positivos foram muito modestos. O que ficou na hist\u00f3ria da \u00e9poca foi que, em 14 de mar\u00e7o de 2018, apenas um m\u00eas e alguns dias depois do in\u00edcio da interven\u00e7\u00e3o, a vereadora Marielle Franco e o seu motorista Anderson Gomes foram metralhados. Em 16 de abril de 2018, publiquei o post&nbsp;<em>A vereadora carioca pode ter sido executada por contrariar os interesses imobili\u00e1rios das mil\u00edcias<\/em>. Meses depois da publica\u00e7\u00e3o do post foram presos dois milicianos acusados de terem executado a vereadora e seu motorista: Ronnie Lessa e \u00c9lcio Queiroz. O mandante do crime ainda \u00e9 desconhecido. As pol\u00edcias Civil e Federal seguem investigando o caso. Nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas aconteceram v\u00e1rias interven\u00e7\u00f5es das tropas do Ex\u00e9rcito nas favelas e na periferia da cidade do Rio. Todas fracassaram. Entre os motivos pelos quais fracassaram, um deles \u00e9 o que acabamos de conversar: n\u00e3o se sabe onde ficam as fronteiras entre os criminosos e o Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 outros dois motivos para explicar o caos na seguran\u00e7a do Rio que merecem ser citados. O primeiro s\u00e3o os acordos de seguran\u00e7a p\u00fablica que existem entre o Brasil e o Paraguai. Eles precisam ser revistos, porque o perfil dos criminosos daquele pa\u00eds mudou. Nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, as quadrilhas paraguaias desapareceram e o seu lugar foi ocupado pelas grandes organiza\u00e7\u00f5es criminosas brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), de S\u00e3o Paulo, e o Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro. O PCC e o CV montaram bases no Paraguai, onde estocam a coca\u00edna vinda da Col\u00f4mbia, do Peru e da Bol\u00edvia que abastece o mercado brasileiro e \u00e9 levada para os pa\u00edses europeus atrav\u00e9s dos portos e aeroportos do Brasil. Al\u00e9m da coca\u00edna, o PCC e o CV tamb\u00e9m organizaram o contrabando de armamento pesado dos Estados Unidos para o Paraguai e, de l\u00e1, para as favelas cariocas e paulistas. H\u00e1 ainda uma alian\u00e7a das duas organiza\u00e7\u00f5es com os fabricantes de cigarros paraguaios que s\u00e3o contrabandeados para o Brasil, causando um enorme preju\u00edzo para o Fisco e a sa\u00fade p\u00fablica \u2013 h\u00e1 mat\u00e9rias na internet. Conhe\u00e7o profundamente a regi\u00e3o, por onde circulo de dois em dois anos, desde 1983, coletando material para reportagens e livros, entre eles&nbsp;<em>Pa\u00eds-Bandido \u2013 Crime tipo exporta\u00e7\u00e3o<\/em>. Em agosto, assumiu um novo presidente do Paraguai, Santiago Pe\u00f1a Palacios, 44 anos. \u00c9 uma oportunidade para aperfei\u00e7oar e atualizar os acordos de seguran\u00e7a p\u00fablica entre os dois pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo motivo que vou citar&nbsp;\u00e9&nbsp;o uso das For\u00e7as Armadas para fortalecer a seguran\u00e7a dos portos, aeroportos e fronteiras. V\u00e3o agir em parceria com as&nbsp;pol\u00edcias&nbsp;civis,&nbsp;militares e a PF. O importante nessa hist\u00f3ria&nbsp;\u00e9&nbsp;que os servi\u00e7os de intelig\u00eancia das for\u00e7as envolvidas troquem&nbsp;informa\u00e7\u00f5es, a exemplo do&nbsp;que&nbsp;fizeram durante dois grandes eventos mundiais&nbsp;que aconteceram&nbsp;no Brasil, a Copa do Mundo,&nbsp;em&nbsp;2014, e os Jogos Ol\u00edmpicos,&nbsp;em&nbsp;2016.&nbsp;Nessas duas ocasi\u00f5es,&nbsp;a seguran\u00e7a p\u00fablica funcionou como um rel\u00f3gio su\u00ed\u00e7o, como diz um velho dito popular. Fechando a nossa conversa. Lembram&nbsp;da hist\u00f3ria que contei no in\u00edcio sobre tomar&nbsp;chope em Ipanema com colegas rep\u00f3rteres e delegados de pol\u00edcia? Houve uma mudan\u00e7a do perfil das quadrilhas dos anos 90 para as de hoje.&nbsp;Uma&nbsp;delas&nbsp;foi o&nbsp;fortalecimento&nbsp;das&nbsp;mil\u00edcias. Mas uma coisa n\u00e3o mudou. As &#8220;emendas&#8221; com os poderes&nbsp;Executivo,&nbsp;Legislativo e&nbsp;Judici\u00e1rio ainda s\u00e3o o ponto forte dessas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma noite quente dos primeiros anos da d\u00e9cada de 90 eu estava em um boteco em Ipanema, no Rio de Janeiro, bebendo chope com uma turma de rep\u00f3rteres. 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