{"id":7597,"date":"2024-01-23T08:38:36","date_gmt":"2024-01-23T11:38:36","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=7597"},"modified":"2024-01-23T08:38:36","modified_gmt":"2024-01-23T11:38:36","slug":"moro-inspirou-sua-carreira-de-juiz-e-senador-nos-filmes-de-hollywood","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/01\/23\/moro-inspirou-sua-carreira-de-juiz-e-senador-nos-filmes-de-hollywood\/","title":{"rendered":"Moro inspirou sua carreira de juiz e senador nos filmes de Hollywood?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"168\" data-attachment-id=\"7598\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/01\/23\/moro-inspirou-sua-carreira-de-juiz-e-senador-nos-filmes-de-hollywood\/lavajatomoro5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/lavajatomoro5000.jpeg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"lavajatomoro5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/lavajatomoro5000.jpeg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/lavajatomoro5000.jpeg?resize=300%2C168&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7598\" style=\"width:729px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mundo do ex-juiz da Lava Jato come\u00e7ou\u00a0a\u00a0desabar Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os roteiristas dos filmes de Hollywood popularizaram o personagem que luta contra os tr\u00e2mites legais para fazer justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os e atropelar direitos constitucionais para facilitar a condena\u00e7\u00e3o ou simplesmente a elimina\u00e7\u00e3o dos acusados. Lembrei-me dessa hist\u00f3ria quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli autorizou a abertura de processo para investigar o senador Sergio Moro (Uni\u00e3o-PR). Ele \u00e9 acusado de, em 2004, quando era juiz da 13\u00aa Vara Federal, em Curitiba (PR), ter coagido o ent\u00e3o deputado estadual e empres\u00e1rio paranaense Ant\u00f4nio Celso Garcia, mais conhecido como Tony Garcia, a fazer uma dela\u00e7\u00e3o premiada e se tornar o seu \u201cagente infiltrado\u201d, espionando e gravando autoridades como ju\u00edzes, desembargadores, parlamentares, empres\u00e1rios e at\u00e9 delegados da Pol\u00edcia Federal (PF). Parte importante das informa\u00e7\u00f5es fornecidas por Garcia para Moro serviram como base para a Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato (2014 a 2021), que catapultou para o mundo o nome do ent\u00e3o juiz da 13\u00aa Vara como s\u00edmbolo do&nbsp;combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o. A Lava Jato foi comparada \u00e0 M\u00e3os Limpas, famosa opera\u00e7\u00e3o contra a corrup\u00e7\u00e3o que aconteceu na It\u00e1lia (1992 a 1996).<\/p>\n\n\n\n<p>Trocando em mi\u00fados toda essa conversa do primeiro par\u00e1grafo: Moro \u00e9 acusado de ter feito justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os em benef\u00edcio pr\u00f3prio. O fez no caso de Tony Garcia e na Lava Jato. Em 2019, o site The Intercept Brasil publicou uma s\u00e9rie de reportagens, batizadas de Vaza Jato, denunciando acordos ilegais entre Moro e o ent\u00e3o procurador da Rep\u00fablica Deltan Dallagnol que acabaram levando \u00e0 condena\u00e7\u00e3o de r\u00e9us da opera\u00e7\u00e3o. As den\u00fancias desmancharam a Lava Jato como se fosse um castelo de areia constru\u00eddo na beira do mar. Toda a hist\u00f3ria dessa opera\u00e7\u00e3o e o destino dos seus personagens foram fartamente documentados pelos jornais, sites e processos em andamento ou j\u00e1 arquivados pela Justi\u00e7a. Daquela \u00e9poca, restaram nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais as chamadas \u201cvi\u00favas do Moro\u201d, colegas que tinham acesso privilegiado \u00e0s informa\u00e7\u00f5es e davam as manchetes dos notici\u00e1rios. Sempre que tenho oportunidade cutuco a ferida aberta pelo ex-juiz nas reda\u00e7\u00f5es. Ele soube usar com maestria a competi\u00e7\u00e3o entre n\u00f3s jornalistas para vender o seu peixe. N\u00e3o tenho nada contra a competi\u00e7\u00e3o entre os rep\u00f3rteres. Acho-a salutar desde que seja praticada dentro das regras. O que n\u00e3o foi o caso no epis\u00f3dio da Lava Jato. O jornalista que n\u00e3o publicasse um documento vazado por Moro por ach\u00e1-lo inconsistente ou por qualquer outro motivo era imediatamente retirado da lista dos \u201cde confian\u00e7a da Lava Jato\u201d e substitu\u00eddo por outro do mesmo ve\u00edculo. Na ocasi\u00e3o, alertei que o modo como o acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es da Lava Jato estava estruturado&nbsp;lembrava o maior esc\u00e2ndalo da hist\u00f3ria do jornalismo brasileiro, o caso Escola de Base, que aconteceu em 1994, em S\u00e3o Paulo. Os donos de uma escola infantil foram acusados de abuso sexual contra as crian\u00e7as. Os rep\u00f3rteres acreditaram nas informa\u00e7\u00f5es do inqu\u00e9rito da Pol\u00edcia Civil e detonaram os propriet\u00e1rios da escola. No final, descobriu-se que a investiga\u00e7\u00e3o policial era um amontoado de erros \u2013 h\u00e1 mat\u00e9rias dispon\u00edveis na internet. Os jornais foram condenados a pagar indeniza\u00e7\u00f5es milion\u00e1rias para os acusados, que tiveram as suas vidas destru\u00eddas pela arrog\u00e2ncia da imprensa.<\/p>\n\n\n\n<p>A arrog\u00e2ncia da imprensa \u00e9 constru\u00edda por n\u00f3s jornalistas. J\u00e1 foi mais ostensiva. Quando comecei na carreira de rep\u00f3rter, em 1979, era normal, por exemplo, a defesa da quebra do rito dos processos como receita para combater a criminalidade. Lembro-me de express\u00f5es como \u201cbandido bom \u00e9 bandido morto\u201d. Nos anos 90 houve importantes mudan\u00e7as nas reda\u00e7\u00f5es causadas por dois fatores: a melhor qualifica\u00e7\u00e3o dos rep\u00f3rteres e o imenso volume de processos na Justi\u00e7a contra erros cometidos nas mat\u00e9rias que custaram milh\u00f5es para as empresas. Mesmo assim, restaram nas reda\u00e7\u00f5es grupos de jornalistas que defendiam o atropelo das leis nas entrelinhas dos seus textos. Esses grupos eram como brasas acessas que restaram de uma grande fogueira. Tudo mudou com o renascimento da extrema direita ao redor do mundo. Primeiro, com a elei\u00e7\u00e3o do republicano Donald Trump para presidente dos Estados Unidos, em 2017, que ressuscitou a prega\u00e7\u00e3o dos nazistas, na Alemanha, e dos fascistas, na It\u00e1lia, nos anos 30. Seguindo o caminho aberto pelo presidente americano, no Brasil, em 2018, foi eleito Jair Bolsonaro (PL), defensor de torturadores e policiais violentos e com um discurso golpista. Aqui vale um relato que considero importante. No Brasil, com a ascens\u00e3o do bolsonarismo e a volta da extrema direita ao poder, surgiu uma imprensa focada nas pautas extremistas, a exemplo dos Estados Unidos e de outros pa\u00edses. Esse tipo de imprensa defende abertamente que \u201cbandido bom \u00e9 bandido morto\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das heran\u00e7as deixadas por Trump e Bolsonaro foram jornais, revistas, TVs, r\u00e1dios, sites e outras plataformas de comunica\u00e7\u00e3o especializados em pautas da extrema direita. Esses meios de comunica\u00e7\u00e3o s\u00e3o alimentados por uma poderosa m\u00e1quina de fake news. Tenho conversado muito sobre esse assunto com historiadores do jornalismo e outros cientistas sociais. H\u00e1 uma esp\u00e9cie de consenso entre os estudiosos que a turma da extrema direita n\u00e3o \u00e9 um modismo. S\u00e3o um grupo muito bem estruturado e que tem ao seu dispor uma enorme m\u00e1quina de comunica\u00e7\u00e3o para contar a sua vers\u00e3o da hist\u00f3ria. Comecei a nossa conversa dizendo que Hollywood popularizou figuras que fazem justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os. Mas n\u00e3o vou atirar a bronca toda no colo dos roteiristas. Porque o ressurgimento da extrema direita mostrou que, mais uma vez, a realidade venceu a fic\u00e7\u00e3o. Fica a pergunta. De onde o ex-juiz e agora senador Moro tirou a ideia de que faria tudo o que fez e sairia dessa hist\u00f3ria ileso?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os roteiristas dos filmes de Hollywood popularizaram o personagem que luta contra os tr\u00e2mites legais para fazer justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os e atropelar direitos constitucionais para facilitar a condena\u00e7\u00e3o ou simplesmente a elimina\u00e7\u00e3o dos acusados. 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