{"id":7962,"date":"2024-03-15T07:13:49","date_gmt":"2024-03-15T10:13:49","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=7962"},"modified":"2024-03-15T07:13:49","modified_gmt":"2024-03-15T10:13:49","slug":"no-tempo-das-maquinas-de-escrever-como-eram-as-redacoes-em-ano-de-eleicoes-municipais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/03\/15\/no-tempo-das-maquinas-de-escrever-como-eram-as-redacoes-em-ano-de-eleicoes-municipais\/","title":{"rendered":"No tempo das m\u00e1quinas de escrever, como eram as reda\u00e7\u00f5es em ano de elei\u00e7\u00f5es municipais?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"263\" height=\"191\" data-attachment-id=\"7963\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/03\/15\/no-tempo-das-maquinas-de-escrever-como-eram-as-redacoes-em-ano-de-eleicoes-municipais\/redacaomaquina5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/redacaomaquina5000.jpeg?fit=263%2C191&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"263,191\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"redacaomaquina5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/redacaomaquina5000.jpeg?fit=263%2C191&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/redacaomaquina5000.jpeg?resize=263%2C191&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-7963\" style=\"width:651px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Redes sociais acabaram com o &#8220;se n\u00e3o saiu no jornal, ent\u00e3o\u00a0n\u00e3o\u00a0existe&#8221; Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>At\u00e9 o surgimento e a populariza\u00e7\u00e3o das redes sociais, o dia a dia das reda\u00e7\u00f5es dos jornais em anos eleitorais, em especial de elei\u00e7\u00f5es municipais como o atual, costumava ser movimentado. Os rep\u00f3rteres precisavam ter cuidado para n\u00e3o cair na armadilha de candidatos a vereador. Eles armavam uma manifesta\u00e7\u00e3o p\u00fablica em uma comunidade reivindicando um servi\u00e7o qualquer, chamavam o jornal para cobrir e o rep\u00f3rter acabava pisando numa casca de banana e fazia uma mat\u00e9ria acreditando que se tratava de um movimento popular leg\u00edtimo. Lembro-me que na d\u00e9cada de 80 e at\u00e9 metade dos anos 90 o principal alvo dos candidatos eram os servi\u00e7os de emerg\u00eancia m\u00e9dica, que eram prec\u00e1rios e muito procurados. Certa vez fiz uma mat\u00e9ria sobre uma pessoa que se acorrentou na porta de um posto de emerg\u00eancia m\u00e9dica. Elegeu-se vereador em uma cidade da Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre. Tive um diretor de reda\u00e7\u00e3o que, sempre que um l\u00edder popular ganhava excessivo espa\u00e7o nos notici\u00e1rios, advertia: \u201cEle vai se candidatar a alguma coisa\u201d. Acertava na maioria das vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro-me que certa vez um veterin\u00e1rio levou um rato para uma manifesta\u00e7\u00e3o p\u00fablica contra a falta de higiene na produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Iniciou-se ali uma carreira pol\u00edtica que dura at\u00e9 os dias de hoje. Na \u00e9poca, eu fazia a cobertura dos conflitos agr\u00e1rios que estavam eclodindo em v\u00e1rios rinc\u00f5es do Brasil com o fim do regime militar (1964 a 1985). Conhecia lideran\u00e7as ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e de outras organiza\u00e7\u00f5es campesinas que estavam comprometidas com as lutas pela reforma agr\u00e1ria havia muitos anos. Em anos eleitorais, esses l\u00edderes perdiam espa\u00e7o na imprensa porque nas reda\u00e7\u00f5es havia a tese de que estavam \u201cquerendo se eleger\u201d. Nessa \u00e9poca, era incr\u00edvel como um editor tinha poder real nas m\u00e3os. Se ele n\u00e3o publicasse alguma not\u00edcia, ningu\u00e9m saberia o que tinha acontecido. Uma das maneiras do rep\u00f3rter driblar esse poder era \u201ccontrabandear\u201d as informa\u00e7\u00f5es para dentro do texto. Um dos truques mais usados era dizer para o editor que o concorrente tinha a mesma informa\u00e7\u00e3o. O editor levantava da sua mesa, caminhava at\u00e9 sala do diretor da reda\u00e7\u00e3o, trancava-se com ele por um tempo e saia de l\u00e1 com a decis\u00e3o de publicar a mat\u00e9ria. No dia seguinte, o concorrente n\u00e3o trazia a informa\u00e7\u00e3o e o editor, furioso, cobrava do rep\u00f3rter. Sempre que recebi uma cobran\u00e7a desse tipo eu respondi: \u201cLiga para o teu colega no concorrente para ver se ele ainda est\u00e1 por l\u00e1 ou foi demitido\u201d. Pela convic\u00e7\u00e3o com que eu falava, dava a impress\u00e3o de que algo havia acontecido. Claro que eu n\u00e3o sabia de nada. Certa vez tive um editor que, sempre que eu estava envolvido na cobertura de um conflito agr\u00e1rio e enviava a mat\u00e9ria para a reda\u00e7\u00e3o, perguntava: \u201cWagner, onde est\u00e1 o contrabando? N\u00e3o tenho tempo para ficar procurando\u201d. Na \u00e9poca, enviar uma reportagem (texto e foto) para a reda\u00e7\u00e3o era uma fa\u00e7anha. O texto era transmitido pelo telex, uma esp\u00e9cie de m\u00e1quina de escrever enorme conectada \u00e0 linha telef\u00f4nica, que era rara de encontrar pelo interior do Brasil. As fotos eram enviadas por telefoto, outra geringon\u00e7a complexa de operar que o fot\u00f3grafo carregava de um lado para o outro. Os dois equipamentos dependiam da exist\u00eancia de linhas telef\u00f4nicas, que tamb\u00e9m eram escassas e funcionavam mal.<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalhei em reda\u00e7\u00e3o de 1983 at\u00e9 2014. Peguei, portanto, o surgimento e a populariza\u00e7\u00e3o dos computadores e das redes sociais. As coisas come\u00e7aram a mudar no final da d\u00e9cada de 90, quando as reda\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a perder import\u00e2ncia no cotidiano da comunidade por n\u00e3o serem mais o \u00fanico canal que dava visibilidade para os acontecimentos. Nas atuais campanhas eleitorais, em especial as municipais, um candidato com um celular na m\u00e3o vende o seu peixe e tem boas possibilidades de se eleger. Mudou tamb\u00e9m o discurso dos candidatos. Se na \u00e9poca do jornal papel ser her\u00f3i da luta por uma causa popular dava voto, hoje a estrat\u00e9gia \u00e9 fazer o maior esculacho poss\u00edvel do advers\u00e1rio. Claro, as reda\u00e7\u00f5es dos jornais perderam relev\u00e2ncia em promover candidatos. Mas ganharam corpo na fiscaliza\u00e7\u00e3o do jogo eleitoral. Vejam bem. Nos tempos do jornal de papel, um editor tinha o poder de publicar ou n\u00e3o um acontecimento. Se n\u00e3o publicasse, era como se o fato n\u00e3o tivesse acontecido. Por mais relevante que fosse. As novas tecnologias acabaram com esse poder. Na minha opini\u00e3o de rep\u00f3rter foi um tremendo avan\u00e7o para a sociedade. Disse isso durante uma palestra que dei para uma reda\u00e7\u00e3o no interior do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante essa palestra, acrescentei que, naqueles tempos, as emissoras de r\u00e1dio e as reda\u00e7\u00f5es de jornais pelo interior do Brasil tinham nas m\u00e3os um real poder de ajudar os candidatos que lhe fossem convenientes. Vi isso acontecer em v\u00e1rias cidades. Hoje, o poder nas cidades pequenas est\u00e1 nos grupos de WhatsApp das fam\u00edlias e no Facebook. Do que tenho saudades daquele tempo \u00e9 do movimento de entra e sai de gente nas reda\u00e7\u00f5es \u00e0s v\u00e9speras das elei\u00e7\u00f5es. Adorava conversar com pessoas que tentavam convencer o rep\u00f3rter que o seu assunto era uma grande mat\u00e9ria. Na verdade, n\u00e3o era. J\u00e1 que o \u00fanico beneficiado era o autor. N\u00e3o tenho como comparar se os candidatos eleitos naqueles tempos eram mais capazes do que os atuais ou vice-versa. O que podemos afirmar \u00e9 que as reda\u00e7\u00f5es eram mais divertidas. Hoje, os rep\u00f3rteres t\u00eam tantas fun\u00e7\u00f5es (redigir, fazer v\u00eddeos, editar \u00e1udios) que n\u00e3o sobra tempo para se divertir. Como comentou um jovem durante uma das minhas palestras: \u201cAs reda\u00e7\u00f5es est\u00e3o mais carrancudas\u201d. Nessas elei\u00e7\u00f5es municipais, a extrema direita j\u00e1 montou uma eficiente m\u00e1quina de fake news que tem se mostrado uma boa e competente m\u00e1quina de publicidade. Qual ser\u00e1 o grau de influ\u00eancia que ter\u00e1 nas elei\u00e7\u00f5es municipais? Creio que s\u00f3 tempo responder\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 o surgimento e a populariza\u00e7\u00e3o das redes sociais, o dia a dia das reda\u00e7\u00f5es dos jornais em anos eleitorais, em especial de elei\u00e7\u00f5es municipais como o atual, costumava ser movimentado. Os rep\u00f3rteres precisavam ter cuidado para n\u00e3o cair na armadilha de candidatos a vereador. 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