{"id":8205,"date":"2024-05-24T09:08:20","date_gmt":"2024-05-24T12:08:20","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8205"},"modified":"2024-05-24T09:08:20","modified_gmt":"2024-05-24T12:08:20","slug":"precisao-da-imprensa-ajuda-os-gauchos-a-sobreviver-as-tragedias-das-enchentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/05\/24\/precisao-da-imprensa-ajuda-os-gauchos-a-sobreviver-as-tragedias-das-enchentes\/","title":{"rendered":"Precis\u00e3o da imprensa ajuda os ga\u00fachos a sobreviver \u00e0s trag\u00e9dias das enchentes"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"168\" data-attachment-id=\"8206\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/05\/24\/precisao-da-imprensa-ajuda-os-gauchos-a-sobreviver-as-tragedias-das-enchentes\/tampabueiro5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/tampabueiro5000.jpeg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"300,168\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"tampabueiro5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/tampabueiro5000.jpeg?fit=300%2C168&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/tampabueiro5000.jpeg?resize=300%2C168&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-8206\" style=\"width:657px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Porto-alegrenses est\u00e3o com os nervos \u00e0 flor da pele com a frequ\u00eancia\u00a0das\u00a0enchentes Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>O porto-alegrense est\u00e1 assustado e com os nervos \u00e0 flor da pele. Na quarta-feira (22), come\u00e7ou a ganhar corpo a conversa de que as \u00e1guas do Lago Gua\u00edba, ou Rio Gua\u00edba como \u00e9 conhecido popularmente, estavam alagando novamente a capital ga\u00facha. Por conta de alguns bueiros de esgoto pluvial que voltaram a despejar \u00e1gua nas ruas, vielas e avenidas do Praia de Belas e do Menino Deus, dois bairros classe m\u00e9dia. No dia 5 de maio, um domingo, as \u00e1guas do Gua\u00edba alcan\u00e7aram a cota de 5,31 metros, superando a marca de 4,73 metros da enchente de 1941, at\u00e9 ent\u00e3o a maior j\u00e1 registrada, e colapsando o sistema de prote\u00e7\u00e3o contra as cheias de Porto Alegre. A falta de manuten\u00e7\u00e3o no sistema facilitou a invas\u00e3o das \u00e1guas no Centro Hist\u00f3rico e em v\u00e1rios bairros. No final da tarde de quarta-feira, o Departamento Municipal de \u00c1gua e Esgotos (Dmae) informou que a volta dos alagamentos \u00e0s ruas do Menino Deus se deveu ao desligamento moment\u00e2neo de uma esta\u00e7\u00e3o de bombeamento. No Praia de Belas, o problema aconteceu porque a \u00e1gua dos bueiros que corre para o Arroio Dil\u00favio, que por sua vez des\u00e1gua no Gua\u00edba, foi represada pelo vento sul. Problema que vem atormentando a comunidade h\u00e1 uns bons anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Se os respons\u00e1veis pelo Dmae tivessem avisado rapidamente a popula\u00e7\u00e3o do se tratava, teriam evitado muita dor de cabe\u00e7a aos moradores que ainda estavam limpando e consertando suas casas dos danos e sujeiras trazidas pela enchente. Para quinta e sexta-feira (dias 23 e 24) estavam previstas chuvas intensas na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, de 80 e 100 mil\u00edmetros. Na Capital, a chuva come\u00e7ou durante a madrugada e persistiu com intensidade durante toda a quinta-feira, inundando outra vez ruas que at\u00e9 dois dias antes ainda estavam alagadas pela cheia do Gua\u00edba. Arroios transbordaram e pr\u00e9dios voltaram a ser invadidos pela \u00e1gua, como foi o caso do Hospital M\u00e3e de Deus, que atende 1,5 mil pessoas por dia. A Pra\u00e7a da Alf\u00e2ndega, no Centro Hist\u00f3rico, tamb\u00e9m foi novamente coberta pelas \u00e1guas. No final da manh\u00e3 de quinta, o Dmae soltou uma nota explicando que os alagamentos aconteceram por dois motivos: o excesso de lixo deixado nas ruas pela enchente do in\u00edcio do m\u00eas e o funcionamento prec\u00e1rio das esta\u00e7\u00f5es de bombeamento. Os reais resultados dessa chuvarada s\u00f3 ser\u00e3o conhecidos no fim de semana. Para contextualizar a nossa conversa. A enchente de maio foi a terceira de grandes propor\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos nove meses no Rio Grande do Sul. Desta vez, castigou fortemente a Regi\u00e3o Metropolitana, mas tamb\u00e9m atingiu 320 dos 497 munic\u00edpios ga\u00fachos, matando 163 pessoas e deixando 72 desaparecidos. No total, as tr\u00eas enchentes custaram a vida de 218 pessoas e deixaram um rastro de destrui\u00e7\u00e3o na infraestrutura (estradas, pontes, resid\u00eancias, pr\u00e9dios comerciais e industriais) que custar\u00e1 muito tempo e dinheiro para ser refeita. No in\u00edcio de maio, fiz o post\u00a0<em>Novo normal do clima instala a rotina das trag\u00e9dias no territ\u00f3rio ga\u00facho<\/em>. Voltando a nossa conversa. Essa nova realidade contribui para que os ga\u00fachos acompanhem os coment\u00e1rios dos meteorologistas e rep\u00f3rteres especializados no clima como se estivessem assistindo na TV ou ouvido no r\u00e1dio uma partida de futebol. A chuva de quinta-feira ressuscitou os traumas deixados pelas tr\u00eas enchentes anteriores. Daqui para frente, chuvas, ventos e outros eventos clim\u00e1ticos despertar\u00e3o os piores temores na popula\u00e7\u00e3o por conta do novo normal do clima. Da\u00ed a import\u00e2ncia das not\u00edcias serem redigidas e apresentadas de maneira simples, clara e precisa, para n\u00e3o deixar d\u00favidas no leitor. Elas precisam esclarecer exatamente o que est\u00e1 acontecendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro que no final da d\u00e9cada de 70, quando comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o de jornal, havia os rep\u00f3rteres especializados em meio ambiente, \u201cos verdes\u201d, como eram chamados pelos colegas. Na \u00e9poca, os movimentos ecologistas ao redor do mundo se consolidavam e pressionavam governos, bancos e grandes ind\u00fastrias a respeitar o meio ambiente. Esses movimentos conseguiram fazer com que v\u00e1rios pa\u00edses, entre eles o Brasil, criassem legisla\u00e7\u00f5es protegendo o ambiente. Nos anos seguintes, os rep\u00f3rteres especializados em ecologia come\u00e7aram a sumir das reda\u00e7\u00f5es. H\u00e1 um caminh\u00e3o de motivos pelos quais esses profissionais sa\u00edram de cena. Um deles \u00e9 que a pauta ambientalista se tornou um bom neg\u00f3cio e foi absorvida pelo mercado. Nos \u00faltimos 20 anos, nasceram, cresceram e se consolidaram movimentos negacionistas em v\u00e1rios cantos do mundo. No Brasil, os negacionistas avan\u00e7aram sobre as reservas naturais e a legisla\u00e7\u00e3o que disciplina a constru\u00e7\u00e3o civil. Quando os rep\u00f3rteres ambientais sa\u00edram das reda\u00e7\u00f5es levaram consigo o seu conhecimento e as fontes que lidam com o assunto. Nos dias atuais s\u00e3o escassas as reda\u00e7\u00f5es que ainda mant\u00eam a figura do rep\u00f3rter especializado em assuntos do meio ambiente. A maioria n\u00e3o tem esse profissional e utiliza os \u00f3rg\u00e3os governamentais como fonte de informa\u00e7\u00e3o. O resultado dessa situa\u00e7\u00e3o: mat\u00e9rias confusas e carentes de informa\u00e7\u00f5es precisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante de tudo que escrevi, acredito que n\u00e3o h\u00e1 como os ga\u00fachos n\u00e3o estarem com os nervos \u00e0 flor da pele. Para um bom n\u00famero de moradores de Porto Alegre, ontem (quinta-feira) foi a quarta vez que precisaram sair de suas casas, afugentados pelas \u00e1guas. Lembro que, no in\u00edcio do m\u00eas, o sistema contra as enchentes da Capital, que inclui 18 esta\u00e7\u00f5es de bombeamento de \u00e1gua, colapsou pela falta de manuten\u00e7\u00e3o. Enquanto o sistema n\u00e3o for conservado e colocado em pleno funcionamento, qualquer chuva mais forte alagar\u00e1 a cidade. Isso \u00e9 um fato. Fazem parte da cultura dos ga\u00fachos os chamados ditos populares. Um deles, que ou\u00e7o desde a minha inf\u00e2ncia l\u00e1 em Encruzilhada do Sul, pequena cidade na Serra do Sudeste, onde a \u00e1gua congela nos canos durante o inverno, afirma o seguinte: \u201cUm raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar\u201d. \u00c9 provoca\u00e7\u00e3o lembrar esse dito para algu\u00e9m que pela quarta vez foi expulso de casa pelas \u00e1guas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O porto-alegrense est\u00e1 assustado e com os nervos \u00e0 flor da pele. Na quarta-feira (22), come\u00e7ou a ganhar corpo a conversa de que as \u00e1guas do Lago Gua\u00edba, ou Rio Gua\u00edba como \u00e9 conhecido popularmente, estavam alagando novamente a capital ga\u00facha. 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