{"id":8221,"date":"2024-05-28T14:48:42","date_gmt":"2024-05-28T17:48:42","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8221"},"modified":"2024-05-28T14:48:42","modified_gmt":"2024-05-28T17:48:42","slug":"sistema-contra-as-cheias-de-porto-alegre-e-velho-mas-funcionava-precisa-ser-consertado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/05\/28\/sistema-contra-as-cheias-de-porto-alegre-e-velho-mas-funcionava-precisa-ser-consertado\/","title":{"rendered":"Sistema contra as cheias de Porto Alegre \u00e9 velho, mas funcionava. Precisa ser consertado"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"276\" height=\"182\" data-attachment-id=\"8222\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/05\/28\/sistema-contra-as-cheias-de-porto-alegre-e-velho-mas-funcionava-precisa-ser-consertado\/casadebombas530\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/casadebombas530.jpeg?fit=276%2C182&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"276,182\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"casadebombas530\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/casadebombas530.jpeg?fit=276%2C182&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/casadebombas530.jpeg?resize=276%2C182&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-8222\" style=\"width:513px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Recado deixado aos ga\u00fachos pelas \u00faltimas enchentes \u00e9 que\u00a0o\u00a0jogo\u00a0mudou Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>\u00c9 real a possibilidade de que a pr\u00f3xima chuva forte alague Porto Alegre. J\u00e1 aconteceu na chuvarada de mais de 100 mil\u00edmetros que caiu na cidade na quinta-feira, 23 de maio. Na ocasi\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 comemorava o recuo das \u00e1guas do Lago Gua\u00edba, que tinha invadido v\u00e1rios bairros no in\u00edcio de maio, quando aconteceu a terceira grande enchente nos \u00faltimos noves meses no Rio Grande do Sul, deixando, no somat\u00f3rio, um saldo de 214 mortes e bilh\u00f5es de reais em preju\u00edzos na infraestrutura (estradas, pontes, moradias, f\u00e1bricas e pr\u00e9dios p\u00fablicos). Por ser a capital do Estado e concentrar as principais estruturas administrativas p\u00fablicas empresariais ga\u00fachas, al\u00e9m dos maiores hospitais e do Aeroporto Internacional Salgado Filho, a volta de Porto Alegre \u00e0 normalidade \u00e9 importante. Ainda mais que a maioria das sedes dessas estruturas administrativas, incluindo o aeroporto e Esta\u00e7\u00e3o Rodovi\u00e1ria, est\u00e3o localizadas em \u00e1reas que n\u00e3o eram invadidas pelas \u00e1guas havia 83 anos, desde a grande enchente de 1941, quando o Gua\u00edba subiu 4,76 metros. Gra\u00e7as a um sistema contra as cheias que foi constru\u00eddo no in\u00edcio dos anos 70, depois de outra enchente catastr\u00f3fica, em 1967, que se estende por 68 quil\u00f4metros e \u00e9 formado por diques, o Muro da Mau\u00e1 (uma parede de 3 metros de altura com 2,6 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e 14 comportas que s\u00e3o fechadas na subida das \u00e1guas, e protege a \u00e1rea central da cidade) e 23 esta\u00e7\u00f5es de bombeamento de \u00e1gua. O sistema funciona assim: os diques e as comportas da Mau\u00e1 mant\u00eam as \u00e1guas do Gua\u00edba fora da cidade. E as casas de bombeamento mandam as \u00e1guas das chuvas para o lago pelo esgoto pluvial.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio de maio, o Gua\u00edba subiu 5,61 metros e colapsou o sistema contra as cheias que, por falta de manuten\u00e7\u00e3o, n\u00e3o resistiu ao excesso de chuva. As barrentas \u00e1guas do Gua\u00edba invadiram o Centro Hist\u00f3rico, v\u00e1rios bairros, a rodovi\u00e1ria e o aeroporto. No final da primeira semana de alagamentos, as \u00e1guas come\u00e7aram a recuar do leito de ruas e avenidas. Foi por pouco tempo. A chuvarada do dia 23 inundou novamente essas \u00e1reas, al\u00e9m de regi\u00f5es que at\u00e9 ent\u00e3o haviam sido poupadas. O motivo principal foi porque apenas 11 das 23 casas de bombeamento estavam funcionando. Sendo que mais da metade em estado prec\u00e1rio. Lembro aos leitores e colegas jornalistas que dentro de tr\u00eas semanas e alguns dias, em 22 de junho, come\u00e7a o inverno, e em seguida a primavera, as duas esta\u00e7\u00f5es do ano em que o frio, os ventos e as chuvas s\u00e3o mais abundantes no territ\u00f3rio ga\u00facho. Portanto, se as esta\u00e7\u00f5es de bombeamento e as comportas do Muro da Mau\u00e1 n\u00e3o estiverem consertadas e funcionando, o que aconteceu na quinta-feira (23) tem chance real de se repetir. O atual foco da discuss\u00e3o nos notici\u00e1rios e nos gabinetes dos governos (municipal, federal e estadual) tem como prioridade a revitaliza\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da atualiza\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de projetos j\u00e1 existentes, a amplia\u00e7\u00e3o e a moderniza\u00e7\u00e3o do sistema contra as cheias da Capital. O foco na moderniza\u00e7\u00e3o do sistema \u00e9 quest\u00e3o de l\u00f3gica, porque ele \u00e9 velho e desatualizado. Mas se a estrutura j\u00e1 existente n\u00e3o for consertada imediatamente as \u00e1guas voltar\u00e3o a invadir a cidade. \u00c9 simples assim. A atualiza\u00e7\u00e3o do sistema precisa ser feita. Mas ela leva tempo. E tempo \u00e9 tudo que n\u00e3o temos agora. O quadro \u00e9 dram\u00e1tico na Capital. V\u00e1rios bairros continuam alagados. A Esta\u00e7\u00e3o Rodovi\u00e1ria e o Salgado Filho n\u00e3o est\u00e3o funcionando. Entrar e sair de Porto Alegre tornou-se uma opera\u00e7\u00e3o complicad\u00edssima.<\/p>\n\n\n\n<p>Partes do Centro Hist\u00f3rico ainda est\u00e3o alagadas. Aqui duas lembran\u00e7as que considero importantes: boa parte dos moradores dessa parte da cidade s\u00e3o pessoas idosas que vivem sozinhas. Moram ali desde os tempos em que o bairro era o principal endere\u00e7o das pessoas ricas do Rio Grande do Sul. J\u00e1 fiz reportagens sobre isso. Muitas vezes esses idosos morrem solitariamente e sua morte s\u00f3 \u00e9 notada pelos vizinhos quando o cheiro da putrefa\u00e7\u00e3o invade o andar. O segundo motivo que \u00e9 a regi\u00e3o concentra uma significativa parte do com\u00e9rcio de rua, lojas fora dos shopping. Al\u00e9m do ic\u00f4nico Mercado P\u00fablico, que funciona ali desde 1864. A maior parte do volume de \u00e1gua que est\u00e1 alagando Porto Alegre ainda \u00e9 da enchente no in\u00edcio de maio, que atingiu 340 dos 497 munic\u00edpios ga\u00fachos e matou 163 pessoas, sendo que 72 continuam desaparecidas. A chuva do dia 23 potencializou esse alagamento. Tenho andado pelas ruas e avenidas da cidade e a lembran\u00e7a que me vem \u00e9 a que vivi em Huambo, cidade de Angola, durante a Guerra Civil (1975 a 2002). Os motivos da guerra est\u00e3o dispon\u00edveis na internet. Vou falar do que vi. Cheguei \u00e0 cidade uma semana depois que ela tinha sido bombardeada e palco de combates na \u00e1rea urbana. Nas ruas se encontravam eletrodom\u00e9sticos, malas de roupas e ve\u00edculos perfurados por tiros de metralhadoras de grosso calibre. Incluindo uma ambul\u00e2ncia  atirada em cima de uma casa por uma bomba jogada de um avi\u00e3o. Lembro-me que o ch\u00e3o das ruas estava coberto por c\u00e1psulas disparadas pelas armas. Nas ruas e avenidas da Capital ga\u00facha, o lixo \u00e9 formado por utens\u00edlios dom\u00e9sticos e outros pertences dos moradores destru\u00eddos pelas cheias. J\u00e1 vi muitas ruas e avenidas alagadas durante a minha vida de rep\u00f3rter. Mas nada se compara com a devasta\u00e7\u00e3o atual, que deixa um recado: a pr\u00f3xima pode ser pior.<\/p>\n\n\n\n<p>Para arrematar a nossa conversa. Como rep\u00f3rteres ficamos atentos ao trabalho dos pesquisadores, \u00e0s conversas dos governantes dentro dos gabinetes, dos parlamentares entre as quatro paredes das casas legislativas, e ouvimos com a aten\u00e7\u00e3o o relato das v\u00edtimas das enchentes. Cruzamos as informa\u00e7\u00f5es recolhidas das conversas e montamos as nossas mat\u00e9rias. \u00c9 assim que o jornalismo \u00e9 feito desde que se escrevia os textos molhando uma pena em um tinteiro. O nosso trabalho nos dias atuais foi muito facilitado pelas novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o, que nos d\u00e3o acesso a uma enormidade de informa\u00e7\u00f5es. S\u00f3 uma coisa n\u00e3o mudou em todo esse tempo. O rep\u00f3rter precisa saber ouvir e entender o que as pessoas envolvidas com o problema est\u00e3o dizendo, ou fazendo. N\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil. Por exemplo, por muitos e muitos anos os atingidos pelas enchentes sabiam que, depois que \u00e1gua baixasse, era s\u00f3 voltar para casa, salvar o que fosse poss\u00edvel e tocar a vida. Com a certeza que no pr\u00f3ximo ano haveria uma nova cheia e o ritual se repetiria. O recado que as tr\u00eas enchentes nos \u00faltimos nove meses deixam para os ga\u00fachos \u00e9 que o jogo mudou. O pr\u00f3ximo ano pode ser a pr\u00f3xima semana. Portanto, \u00e9 urgente consertar o sistema contra as cheias da Capital.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 real a possibilidade de que a pr\u00f3xima chuva forte alague Porto Alegre. J\u00e1 aconteceu na chuvarada de mais de 100 mil\u00edmetros que caiu na cidade na quinta-feira, 23 de maio. 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