{"id":8232,"date":"2024-05-31T05:10:36","date_gmt":"2024-05-31T08:10:36","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8232"},"modified":"2024-05-31T05:10:36","modified_gmt":"2024-05-31T08:10:36","slug":"historia-da-devastacao-ambiental-ensina-a-imprensa-sobre-a-tragedia-dos-gauchos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/05\/31\/historia-da-devastacao-ambiental-ensina-a-imprensa-sobre-a-tragedia-dos-gauchos\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da devasta\u00e7\u00e3o ambiental ensina a imprensa sobre a trag\u00e9dia dos ga\u00fachos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"290\" height=\"174\" data-attachment-id=\"8233\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/05\/31\/historia-da-devastacao-ambiental-ensina-a-imprensa-sobre-a-tragedia-dos-gauchos\/tragediasul5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/tragediasul5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"290,174\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"tragediasul5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/tragediasul5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/tragediasul5000.jpeg?resize=290%2C174&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-8233\" style=\"width:563px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Meio ambiente voltou \u00e0s manchetes pelo rastro de destrui\u00e7\u00e3o deixado pelas enchentes\u00a0no\u00a0Estado Foto: EBC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A trag\u00e9dia das enchentes no Rio Grande do Sul, em particular na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, trouxe de volta para os espa\u00e7os nobres dos notici\u00e1rios a quest\u00e3o do meio ambiente no Brasil. O caminho da volta foi desbravado pelo drama dos \u00edndios yanomami que vivem em uma \u00e1rea de 9,5 milh\u00f5es de hectares na fronteira de Roraima com a Venezuela. Nos primeiros meses do governo do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT) veio a p\u00fablico o rastro de destrui\u00e7\u00e3o deixado na regi\u00e3o pelos garimpeiros clandestinos financiados por criminosos camuflados de comerciantes, agricultores, parlamentares e fac\u00e7\u00f5es, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), de S\u00e3o Paulo. O uso de balsas com sugadores de alta pot\u00eancia para remover os leitos dos rios e jatos de \u00e1gua para desmoronar barracos em busca de ouro, bauxita e outros min\u00e9rios de alto valor nos mercados internacionais trouxe, como consequ\u00eancia, a morte de peixes, a destrui\u00e7\u00e3o da floresta e a fome e as doen\u00e7as para as tribos. O s\u00edmbolo dessa situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o as imagens de homens, mulheres e crian\u00e7as yanomami reduzidos a pele e ossos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas imagens correram o mundo e se tornaram mais um s\u00edmbolo da devasta\u00e7\u00e3o na Floresta Amaz\u00f4nica e dos seus povos originais incentivada pelo governo (2019 a 2022) do ex-presidente da Rep\u00fablica Jair Bolsonaro (PL). Na \u00e9poca, entrou para a hist\u00f3ria a frase do ent\u00e3o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante uma reuni\u00e3o ministerial, em abril de 2020: \u201cVamos aproveitar que a imprensa est\u00e1 preocupada com a Covid e passar a boiada\u201d. Referia-se \u00e0 flexibiliza\u00e7\u00e3o de leis, decretos e outras medidas judiciais do arcabou\u00e7o legal que protege a natureza. \u00c9 fato que a devasta\u00e7\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica mexe no clima do mundo inteiro, em particular no Brasil. O que aconteceu l\u00e1 teve influ\u00eancia nas tr\u00eas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul no curto per\u00edodo de nove meses. Elas foram devastadoras. A \u00faltima ocorreu no in\u00edcio do m\u00eas de maio. Em Porto Alegre, o Lago Gua\u00edba subiu 5,31 metros, causando o colapso do sistema contra enchentes. As \u00e1guas invadiram o Centro Hist\u00f3rico e v\u00e1rios bairros da cidade. A \u00faltima vez que uma cheia de tamanha magnitude havia atingido a capital ga\u00facha fora em 1941, h\u00e1 83 anos, quando as \u00e1guas do Gua\u00edba subiram 4,76 metros. O sistema de prote\u00e7\u00e3o contra as cheias na capital, constru\u00eddo no in\u00edcio dos anos 70, entrou em colapso porque os governantes da cidade n\u00e3o fizeram a devida manuten\u00e7\u00e3o, em especial o atual prefeito, Sebasti\u00e3o Melo (MDB), que foi avisado pelos seus t\u00e9cnicos sobre o que estava para acontecer e n\u00e3o tomou provid\u00eancias \u2013 mat\u00e9rias na internet. A bem da verdade, o governo Bolsonaro n\u00e3o come\u00e7ou a destrui\u00e7\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica e dos seus povos originais. Ele deu continuidade a um processo que vem de longa data e tem muitos personagens que contribu\u00edram e de outros que tentaram impedir a devasta\u00e7\u00e3o atual. Vou falar sobre os personagens que conheci durante a minha carreira de rep\u00f3rter.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos come\u00e7ar em 1964, o ano que as For\u00e7as Armadas deram um golpe de estado derrubando o governo do presidente Jo\u00e3o Goulart, o ga\u00facho Jango, do antigo PTB \u2013 h\u00e1 um farto material dispon\u00edvel na internet. Vou pegar um personagem dessa hist\u00f3ria. Na \u00e9poca, os militares temiam que as regi\u00f5es escassamente povoadas do territ\u00f3rio nacional, como a Floresta Amaz\u00f4nica e o Cerrado (savanas), que cobrem as regi\u00f5es central e norte do pa\u00eds, fossem invadidas por estrangeiros. Vamos falar sobre um personagem dessa hist\u00f3ria: o general Danilo Venturini (2015), um homem que tinha profundo conhecimento das quest\u00f5es agr\u00e1rias do Brasil e dos outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul. Tive longas conversas com o general, elas sempre rendiam mat\u00e9rias robustas sobre a reforma agr\u00e1ria. Venturini aproveitou o temor dos seus colegas de farda de uma invas\u00e3o estrangeira \u00e0s regi\u00f5es escassamente povoadas e apostou em projetos de assentamento de agricultores nessas \u00e1reas. Nasceram assim as novas fronteiras agr\u00edcolas nas regi\u00f5es Centro-Oeste e Norte, para onde foram levados milhares de colonos, a maioria pobres, de v\u00e1rios cantos do pa\u00eds, principalmente ga\u00fachos e seus descendentes que j\u00e1 tinham a experi\u00eancia de ter desbravado o oeste de Santa Catarina e do Paran\u00e1. Cada fam\u00edlia ganhou 200 hectares com a obriga\u00e7\u00e3o de derrubar parte do mato e abrir lavouras e pastagem para o gado. V\u00e1rias empresas particulares se juntaram ao governo federal na coloniza\u00e7\u00e3o das fronteiras agr\u00edcolas. Parte dessa migra\u00e7\u00e3o foi financiada pelo Banco Mundial. A ideia do general Venturi era desmontar a luta pela reforma agr\u00e1ria no Sul do Brasil \u2013 h\u00e1 farto material na internet. Os colonos que povoaram as fronteiras agr\u00edcolas foram os pioneiros do que chamamos, nos dias atuais, de agroneg\u00f3cio. Eu estava come\u00e7ando na profiss\u00e3o nesse per\u00edodo e percorri muitas vezes aquelas regi\u00f5es fazendo reportagens. Em 1985, a ditadura militar acabou e houve a redemocratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Com ela, floresceram os movimentos reivindicat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca, os movimentos de defesa do meio ambiente se fortaleciam em v\u00e1rios pa\u00edses. Aqui vou falar de dois personagens que eu conheci. Em Porto Alegre, o agr\u00f4nomo ga\u00facho Jos\u00e9 Lutzenberg ensinava a popula\u00e7\u00e3o os primeiros passos para proteger a natureza. No meio da Floresta Amaz\u00f4nica, em Xapuri, pequena cidade no interior do Acre, Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, seringueiro, sindicalista e ambientalista, organizava o chamado \u201cempate\u201d, que consistia em um grupo de pessoas que abra\u00e7avam as \u00e1rvores impedindo que fossem derrubadas para abrir espa\u00e7o para a cria\u00e7\u00e3o de gado. Chico Mendes convenceu a dire\u00e7\u00e3o do Banco Mundial a n\u00e3o financiar mais a derrubada da Floresta Amaz\u00f4nica. Em 22 de dezembro de 1988, ele foi tocaiado e morto na sua casa em Xapuri. Esses dois personagens conseguiram frear o processo de destrui\u00e7\u00e3o em alta escala dos recursos naturais que vinha acontecendo no Brasil. O conhecimento de todo esse processo que descrevi pode e deve ser aprofundado pelos jovens rep\u00f3rteres que est\u00e3o envolvidos na cobertura do dia a dia nas reda\u00e7\u00f5es. Por estarem no centro das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. No in\u00edcio de maio, publiquei o post&nbsp;<em>Novo normal do clima instala a rotina das trag\u00e9dias no territ\u00f3rio ga\u00facho<\/em>. Para concluir a nossa conversa vou citar Lutzenberg. Lembro-me de que ele era motivo de risos quando alertava sobre o que vinha por a\u00ed se o meio ambiente n\u00e3o fosse respeitado. Uma vez estive no s\u00edtio que ele tinha em Pantano Grande, no interior do Rio Grande do Sul. Durante horas e horas de conversa, Lutz, como era conhecido, reclamou dos rep\u00f3rteres que, na maioria das vezes, transformavam os assuntos ambientais em meras notas de p\u00e9 de p\u00e1gina. Nos dias atuais, as trag\u00e9dias provocadas pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e3o nas capas dos jornais ao redor do mundo. Tudo o que est\u00e1 acontecendo no Rio Grande do Sul, em particular na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, chegou para ficar nas manchetes. \u00c9 o que, nas reda\u00e7\u00f5es dos tempos das m\u00e1quinas de escrever, cham\u00e1vamos de \u201cironia da hist\u00f3ria\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A trag\u00e9dia das enchentes no Rio Grande do Sul, em particular na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, trouxe de volta para os espa\u00e7os nobres dos notici\u00e1rios a quest\u00e3o do meio ambiente no Brasil. 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