{"id":8328,"date":"2024-06-25T09:16:49","date_gmt":"2024-06-25T12:16:49","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8328"},"modified":"2024-06-25T09:19:54","modified_gmt":"2024-06-25T12:19:54","slug":"dirigir-pelas-estradas-gauchas-destruidas-pelas-enchentes-e-uma-corrida-de-obstaculos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/06\/25\/dirigir-pelas-estradas-gauchas-destruidas-pelas-enchentes-e-uma-corrida-de-obstaculos\/","title":{"rendered":"Dirigir pelas estradas ga\u00fachas destru\u00eddas pelas enchentes \u00e9 uma corrida de obst\u00e1culos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"256\" height=\"197\" data-attachment-id=\"8329\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/06\/25\/dirigir-pelas-estradas-gauchas-destruidas-pelas-enchentes-e-uma-corrida-de-obstaculos\/br386serrasoledade5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/br386serrasoledade5000.jpeg?fit=256%2C197&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"256,197\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"br386serrasoledade5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/br386serrasoledade5000.jpeg?fit=256%2C197&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/br386serrasoledade5000.jpeg?resize=256%2C197&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-8329\" style=\"width:521px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o nos engarrafamentos instala&nbsp;o&nbsp;vale-tudo Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Viajar pelas rodovias do Rio Grande do Sul depois da sequ\u00eancia de enchentes que vem assolando o territ\u00f3rio ga\u00facho desde setembro do ano passado \u00e9 muito complicado. Mesmo com o aux\u00edlio de aplicativos de tr\u00e2nsito como o Waze, dos servi\u00e7os online da Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) e do Comando Rodovi\u00e1rio da Brigada Militar (pol\u00edcia estadual) e dos boletins informativos da imprensa (r\u00e1dios, sites, jornais e outras plataformas). A complica\u00e7\u00e3o \u00e9 que os solos, principalmente das encostas, est\u00e3o encharcados e qualquer chuva causa novos deslizamentos. Ou seja: a velocidade dos acontecimentos \u00e9 maior que a atualiza\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es nas plataformas de comunica\u00e7\u00e3o e de tr\u00e2nsito. Um exemplo: na enchente de maio, a\u00a0mais devastadora das tr\u00eas que ocorreram desde setembro do ano passado, um trecho da encosta da BR-386, em Pouso Novo, pequena cidade no alto da Serra de Soledade, desmoronou levando junto um peda\u00e7o desta importante rodovia que liga a Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre ao oeste de Santa Catarina. Foi improvisado um conserto para permitir a passagem dos ve\u00edculos. Nos dias 14, 15 e 16, chuvas torrenciais voltaram a cair na regi\u00e3o. No domingo (dia 16), um novo desmoronamento fechou outra vez a rodovia.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de seguir a nossa conversa fa\u00e7o uma lembran\u00e7a que considero necess\u00e1ria: as tr\u00eas grandes enchentes que ocorreram em setembro e novembro de 2023 e em maio de 2024 mataram 214 pessoas, deixaram 40 desaparecidos e destru\u00edram boa parte da infraestrutura de estradas, pontes, f\u00e1bricas, casas comerciais, igrejas e hospitais. Retomando a nossa hist\u00f3ria. Fiquei sabendo do novo deslizamento na BR-386 no domingo, no caf\u00e9 da manh\u00e3 de um hotel em Santana do Livramento, cidade a 500 quil\u00f4metros de Porto Alegre, separada por uma avenida de Rivera, no Uruguai, na Fronteira Sul do territ\u00f3rio ga\u00facho. Ouvi a hist\u00f3ria do problema em Pouso Novo prestando aten\u00e7\u00e3o \u00e0 conversa dos h\u00f3spedes da mesa ao lado na sala do caf\u00e9 do hotel. Ficar atento ao que falam ao redor \u00e9 um h\u00e1bito que incorporei ao meu cotidiano nos 40 anos rodando, como rep\u00f3rter, pelas estradas dos sert\u00f5es brasileiros e dos pa\u00edses vizinhos, fazendo reportagens sobre conflitos agr\u00e1rios, migra\u00e7\u00f5es e crime organizado nas fronteiras. Atualmente, estou fazendo um livro-reportagem e ando percorrendo o Rio Grande do Sul acompanhado do rep\u00f3rter fotogr\u00e1fico Em\u00edlio Pedroso. Claro, nos dias atuais, com as novas tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 mais preciso ouvir as conversas alheias nas mesas do caf\u00e9 dos hot\u00e9is. Ressuscitei este h\u00e1bito por conta da atual situa\u00e7\u00e3o, quando a velocidade dos acontecimentos \u00e9 maior que a atualiza\u00e7\u00e3o das plataformas de comunica\u00e7\u00e3o. Em tempos normais voltar\u00edamos de Livramento para a Capital pela BR-290. No entanto, duas semanas antes, no domingo, dia 2, hav\u00edamos retornado de S\u00e3o Borja, cidade na barraca do Rio Uruguai, na fronteira com Argentina, pela 290. Nos 10 quil\u00f4metros finais da viagem antes de chegar a Porto Alegre enfrentamos um engarrafamento de mais de tr\u00eas horas. Por conta do estreitamento da pista provocado pelos moradores de Eldorado do Sul e das ilhas do Gua\u00edba, que acamparam na rodovia depois que suas casas foram invadidas pela \u00e1gua. O Waze informava que a espera seria grande. Para minha surpresa, n\u00e3o havia na \u00e1rea, naquela hora, nenhum policial da PRF, o que facilitou o tr\u00e2nsito ilegal pelo acostamento e outras irregularidades. Depois de uma hora de engarrafamento, ouvi no r\u00e1dio as primeiras not\u00edcias sobre o rolo. No fim de semana seguinte, domingo (9), est\u00e1vamos voltando de Garruchos, cidade na fronteira com a Argentina, e ficamos presos por mais de duas horas num congestionamento na BR-386, no trecho entre Lajeado e Estrela, devido aos estragos provocados pela enchente na ponte sobre o Rio Taquari. A respeito desse engarrafamento, escrevi e postei no blog no dia 14 o texto&nbsp;<em>O sofrimento dos porcos e as muitas hist\u00f3rias da trag\u00e9dia ga\u00facha que ficaram fora dos jornais<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>No caf\u00e9 da manh\u00e3 no hotel em Livramento, a ideia minha e do Em\u00edlio era voltar para Porto Alegre fazendo um atalho por Santa Cruz do Sul e, com isso, nos livrarmos dos dois engarrafamentos, o de Lajeado e o de Eldorado do Sul. Desistimos ao saber da queda de barreira em Pouso Novo, porque todo o tr\u00e2nsito, principalmente de caminh\u00f5es, vindo pela BR-386 faria um atalho por Soledade, Santa Cruz, Ven\u00e2ncio Aires e Taba\u00ed. Neste trecho h\u00e1 um desvio em Porto Mariana, uma vila fundada h\u00e1 250 anos no interior de Ven\u00e2ncio Aires, no acesso \u00e0 ponte do Rio Taquari. Com tr\u00e2nsito normal na regi\u00e3o o acesso j\u00e1 \u00e9 complicado. Imagina recebendo os ve\u00edculos, a maioria caminh\u00f5es, da 386. Resolvemos arriscar e voltar para Porto Alegre pela BR-290. Tivemos sorte: desta vez ficamos engarrafados \u201capenas\u201d uma hora devido o rompimento de um remendo feito na rodovia semanas antes em um bueiro que tinha sido destru\u00eddo pela enchente. Achei muito interessante que, durante o caf\u00e9 no hotel, os h\u00f3spedes estivessem trocando ideias sobre qual seria o melhor roteiro para voltar para casa. Isso n\u00e3o acontecia antes da trag\u00e9dia das enchentes. Aproveitei a conversa dos h\u00f3spedes para falar sobre alguns macetes que aprendi sobre as estradas viajando pelos sert\u00f5es. O primeiro mandamento \u00e9 n\u00e3o deixar a gasolina baixar de meio tanque, porque nunca se sabe quando vai aparecer a necessidade de fazer um desvio ou n\u00e3o encontrar combust\u00edvel no pr\u00f3ximo posto. Outro conselho: jamais entre em trechos alagados da estrada sem dar antes uma boa olhada, porque n\u00e3o d\u00e1 para ver a pista e sempre existe a possibilidade real dela estar rompida. Como disse no in\u00edcio da nossa conversa, ando pelas estradas dos sert\u00f5es do Brasil e dos pa\u00edses vizinhos desde 1979, quando comecei a trabalhar como rep\u00f3rter nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais. Sai da reda\u00e7\u00e3o em 2014 e continuo na estrada tocando os meus livros. Sempre que perco a paci\u00eancia com o tr\u00e2nsito lembro-me de uma frase que um colega disse certa vez em que est\u00e1vamos de plant\u00e3o na reda\u00e7\u00e3o num fim de semana: \u201cAs estradas do Brasil n\u00e3o perdoam erros\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros est\u00e3o a\u00ed para provar que o colega estava certo. No come\u00e7o de maio, quando aconteceu a terceira das grandes enchentes, sair de Porto Alegre rumo ao interior era um pesadelo de no m\u00ednimo quatro horas dando voltas em busca de uma rota. Hoje, sair da Capital j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 problema. Voltar \u00e9, porque ainda restam obst\u00e1culos que est\u00e3o sendo resolvidos em pontes e estradas. Exagerando um pouco, o Rio Grande do Sul \u00e9 atualmente um grande canteiro de obras devido a destrui\u00e7\u00e3o deixada pelas tr\u00eas enchentes. Como todos sabem, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dirigir em um canteiro de obras. Ainda mais quando n\u00e3o h\u00e1 autoridade para organizar o tr\u00e2nsito.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Viajar pelas rodovias do Rio Grande do Sul depois da sequ\u00eancia de enchentes que vem assolando o territ\u00f3rio ga\u00facho desde setembro do ano passado \u00e9 muito complicado. 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