{"id":8649,"date":"2024-09-20T08:44:01","date_gmt":"2024-09-20T11:44:01","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8649"},"modified":"2024-09-20T08:44:01","modified_gmt":"2024-09-20T11:44:01","slug":"imprensa-precisa-ouvir-o-agronegocio-sobre-o-novo-normal-do-clima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/09\/20\/imprensa-precisa-ouvir-o-agronegocio-sobre-o-novo-normal-do-clima\/","title":{"rendered":"Imprensa precisa ouvir o agroneg\u00f3cio sobre o novo normal do clima"},"content":{"rendered":"\n<p>Os n\u00fameros atuais sobre os focos de inc\u00eandio no Brasil s\u00e3o grandiosos. Em setembro, j\u00e1 foram contabilizados 26 mil, n\u00famero 77,4% superior ao do mesmo per\u00edodo em 2023. A fuma\u00e7a se espalhou por 60% do vasto territ\u00f3rio nacional. Estamos vivendo o mais longo per\u00edodo de seca dos \u00faltimos anos, em certas regi\u00f5es h\u00e1 mais de um ano n\u00e3o chove um pingo de \u00e1gua, lembram os t\u00e9cnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Quadro semelhante de cat\u00e1strofes clim\u00e1ticas vem ocorrendo em outros cantos do planeta. Definitivamente, estamos vendo o cart\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o do novo normal do clima, \u00e9 a opini\u00e3o de cientistas e autoridades mundiais. N\u00e3o \u00e9 por outro motivo que os assuntos relacionados ao clima est\u00e3o nas manchetes dos jornais. No Brasil n\u00e3o \u00e9 diferente. Mas, numa leitura minuciosa do que estamos publicando, noto que falta um personagem que considero fundamental nesta hist\u00f3ria: o representante do agroneg\u00f3cio. Se nada for feito para amenizar os efeitos do novo normal do clima, a vida dos produtores rurais vai se complicar muito e, em consequ\u00eancia, colocar\u00e1 em risco o abastecimento e a seguran\u00e7a alimentar de milh\u00f5es de pessoas. Vamos conversar sobre o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes vou dar uma explica\u00e7\u00e3o que considero necess\u00e1ria. Repito-a sempre que tenho oportunidade, por entender que \u00e9 assim que se faz as coisas mudarem nas reda\u00e7\u00f5es. N\u00f3s jornalistas colaboramos para a fixa\u00e7\u00e3o na opini\u00e3o p\u00fablica da imagem de agroneg\u00f3cio resumida apenas \u00e0s grandes planta\u00e7\u00f5es de soja. N\u00e3o \u00e9 assim. O agroneg\u00f3cio brasileiro \u00e9 composto de empresas agr\u00edcolas, produtores (pequenos, m\u00e9dios e grandes) e agroind\u00fastrias que geram milhares de empregos nas cidades do interior. Envolve toda a produ\u00e7\u00e3o nacional de gr\u00e3os, frutas, carnes (bovina, su\u00edna, aves e outras) e v\u00e1rios outros produtos agr\u00edcolas. \u00c9 justamente este personagem que est\u00e1 faltando nas nossas reportagens. Vamos come\u00e7ar. Vou citar um exemplo. Nos anos 70, per\u00edodo da ditadura militar (1964 a 1985), milhares de ga\u00fachos, al\u00e9m de seus descendentes que j\u00e1 haviam migrado para colonizar o oeste catarinense e paranaense, foram levados para instalar suas lavouras nas fronteiras agr\u00edcolas que estavam sendo abertas pelos militares nas regi\u00f5es escassamente povoadas do Centro-Oeste e do Norte do Brasil, especialmente nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s e Amazonas. O&nbsp;governo federal temia que aquelas \u00e1reas fossem ocupadas por for\u00e7as militares estrangeiras. Os agricultores ganhavam 200 hectares de terra e assumiam o compromisso de desmatar 50% da propriedade para dar lugar a lavouras ou pasto para o gado. Parte do dinheiro que financiou essa migra\u00e7\u00e3o veio do Banco Mundial. N\u00e3o \u00e9 por outro motivo que os anos 70 e 80 foram a \u00e9poca em que o desmatamento mais avan\u00e7ou naquela regi\u00e3o. No in\u00edcio dos anos 80, as novas fronteiras estavam fracassando por dois motivos simples: primeiro, porque n\u00e3o havia estradas para escoar as safras e, segundo, os pre\u00e7os dos produtos agropecu\u00e1rios n\u00e3o pagavam os custos da produ\u00e7\u00e3o. Em consequ\u00eancia, muitos agricultores come\u00e7aram a migrar para os garimpos e a explora\u00e7\u00e3o de madeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta \u00e9poca, o pre\u00e7o da soja come\u00e7ou a explodir nos mercados internacionais, com reflexos no Rio Grande do Sul e no oeste catarinense e paranaense. Rapidamente, as lavouras da oleaginosa substitu\u00edram as ro\u00e7as de subsist\u00eancia e causaram uma amplia\u00e7\u00e3o da economia daquelas regi\u00f5es. Alguns pioneiros tentaram plantar soja tamb\u00e9m nas fronteiras agr\u00edcolas. Mas fracassaram, porque a semente n\u00e3o era adequada ao clima local. Por\u00e9m, na metade de d\u00e9cada de 80, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) desenvolveram uma semente de soja que pode ser cultivada em climas equatoriais. Isso viabilizou o plantio nas fronteiras agr\u00edcolas. Essa hist\u00f3ria n\u00e3o foi tirada da minha cabe\u00e7a. Sempre viajei muito por aquela regi\u00e3o fazendo reportagens e escrevendo livros, entre eles&nbsp;<em>Brasil de Bombachas<\/em>, que nas suas tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es (1995, 2011 e 2019) detalha tudo o que eu contei de maneira resumida. Os personagens que viveram o desbravamento do agroneg\u00f3cio precisam ser procurados pelos jornalistas e ouvidos sobre os acontecimentos clim\u00e1ticos atuais. Os cientistas est\u00e3o prevendo que a agropecu\u00e1ria ser\u00e1 duramente atingida pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O que os agricultores v\u00e3o fazer? Os jornalistas precisam se convencer que os parlamentares da bancada ruralista do Congresso n\u00e3o representam a totalidade do que chamamos de agroneg\u00f3cio. Falam por um pequeno grupo. E n\u00f3s precisamos bater \u00e0 porta dos produtores para ouvi-los. Fiz essa recomenda\u00e7\u00e3o em uma palestra e recebi como resposta que era imposs\u00edvel. Imposs\u00edvel n\u00e3o \u00e9. Antigamente, bater \u00e0 porta de um produtor rural s\u00f3 era poss\u00edvel depois de longas viagens. Hoje, isso pode ser feito apertando uma tecla do celular. Gra\u00e7as \u00e0 tecnologia, os rinc\u00f5es do Brasil n\u00e3o s\u00e3o mais lugares isolados. L\u00e1 existem redes sociais, telefones, internet e toda a parafern\u00e1lia da comunica\u00e7\u00e3o moderna. Al\u00e9m disso, os agropecuaristas t\u00eam sindicatos, associa\u00e7\u00f5es e recebem servi\u00e7os de empresas e governos. Ou seja, est\u00e3o ao alcance dos rep\u00f3rteres.<\/p>\n\n\n\n<p>Para arrematar a nossa conversa. O novo normal do clima vai exigir de todo mundo uma mudan\u00e7a na maneira de agir. Incluindo os jornalistas. Em uma situa\u00e7\u00e3o dessas, \u00e9 necess\u00e1rio ter certeza absoluta do que estamos falando para n\u00e3o causar problemas. Existe no nosso meio a cultura de entrevistar os representantes das categorias e generalizar o que essa fonte falou como se fosse a realidade. Sabemos que n\u00e3o \u00e9 assim que funciona. No caso do agroneg\u00f3cio, as diferen\u00e7as entre os produtores de soja e de carnes, por exemplo, s\u00e3o enormes. \u00c9 necess\u00e1rio ter conhecimento dessas diferen\u00e7as para calibrar a informa\u00e7\u00e3o. Seja l\u00e1 o que vai acontecer no futuro pr\u00f3ximo, a \u00fanica coisa que temos certeza \u00e9 que a informa\u00e7\u00e3o correta ser\u00e1 fundamental para a sobreviv\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os n\u00fameros atuais sobre os focos de inc\u00eandio no Brasil s\u00e3o grandiosos. Em setembro, j\u00e1 foram contabilizados 26 mil, n\u00famero 77,4% superior ao do mesmo per\u00edodo em 2023. A fuma\u00e7a se espalhou por 60% do vasto territ\u00f3rio nacional. 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