{"id":8776,"date":"2024-10-22T07:01:45","date_gmt":"2024-10-22T10:01:45","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8776"},"modified":"2024-10-22T07:01:45","modified_gmt":"2024-10-22T10:01:45","slug":"o-triste-aniversario-do-sumico-da-professora-claudia-e-de-sirlene-e-seu-filho-gabriel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/10\/22\/o-triste-aniversario-do-sumico-da-professora-claudia-e-de-sirlene-e-seu-filho-gabriel\/","title":{"rendered":"O triste anivers\u00e1rio do sumi\u00e7o da professora Cl\u00e1udia e de Sirlene e seu filho Gabriel"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"318\" height=\"159\" data-attachment-id=\"8777\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/10\/22\/o-triste-aniversario-do-sumico-da-professora-claudia-e-de-sirlene-e-seu-filho-gabriel\/professoraclaudia5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/professoraclaudia5000.jpeg?fit=318%2C159&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"318,159\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"professoraclaudia5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/professoraclaudia5000.jpeg?fit=318%2C159&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/professoraclaudia5000.jpeg?resize=318%2C159&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-8777\" style=\"width:778px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/professoraclaudia5000.jpeg?w=318&amp;ssl=1 318w, https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/professoraclaudia5000.jpeg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imprensa precisa sempre lembrar as autoridades que elas devem explica\u00e7\u00f5es para as fam\u00edlias dos\u00a0desaparecidos Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Certa vez ouvi de um delegado da Pol\u00edcia Civil ga\u00facha uma explica\u00e7\u00e3o sobre crimes insol\u00faveis que nunca mais esqueci e sempre repito quando tenho oportunidade. Ele disse: \u201cN\u00e3o existe crime insol\u00favel. Existe crime mal investigado\u201d. Lembrei-me da hist\u00f3ria porque no ano de vem completar\u00e3o uma \u201cdata redonda\u201d dois crimes b\u00e1rbaros contra duas mulheres e um menino que ocorreram no Rio Grande do Sul e viraram manchete de capa em v\u00e1rios jornais brasileiros. O mais antigo deles aconteceu em junho de 2005. A comerciante Sirlene de Freitas Moraes, 42 anos na \u00e9poca, e o seu filho Gabriel, sete anos, foram se encontrar com um m\u00e9dico homeopata com quem ela teve um relacionamento fora do casamento. Consta no inqu\u00e9rito policial que ele teria marcado o encontro em um posto de gasolina de Porto Alegre com a promessa de reconhecer a paternidade do menino. M\u00e3e e filho nunca mais foram vistos. O m\u00e9dico ficou preso durante 50 dias, mas foi solto por falta de provas. O outro crime aconteceu em Pelotas, cidade de porte m\u00e9dio do interior ga\u00facho. Em abril de 2015, a professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Cl\u00e1udia Hartleben, ent\u00e3o com 47 anos, saiu do trabalho no fim da tarde, passou na casa de uma amiga para colocar os assuntos em dia e de l\u00e1 foi direto para casa, como revelaram o rastreamento do seu celular feito pela pol\u00edcia e depoimentos de testemunhas. Entrou em casa e nunca mais foi vista. A pol\u00edcia tem tr\u00eas suspeitos do crime. No \u00faltimo m\u00eas de abril, o caso foi arquivado pela Justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>No ano que vem, o caso da comerciante Sirlene fecha 20 anos e o da professora Cl\u00e1udia, 10 anos. \u00c9 sobre isso que vamos conversar. Antes, uma explica\u00e7\u00e3o para quem n\u00e3o \u00e9 jornalista. Ningu\u00e9m sabe quem a inventou. Mas existe nas reda\u00e7\u00f5es h\u00e1 muitos anos a mania de relembrar algum assunto quando ele completa \u201cdatas redondas\u201d, como 10 anos, e da\u00ed por diante. Em 1979, quando comecei na lida de rep\u00f3rter, esse costume j\u00e1 existia. Dito isso, voltamos a nossa conversa. Come\u00e7o dizendo que acrescentaria \u00e0 frase do delegado sobre crimes insol\u00faveis o seguinte: para manter aberto um caso sem solu\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental a cumplicidade da imprensa. A n\u00e3o ser que um policial tenha a sorte de trope\u00e7ar em uma prova que ressuscite um inqu\u00e9rito n\u00e3o resolvido, esse tipo de investiga\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 reativado se a imprensa pressionar. \u00c9 assim no Brasil e nas melhores democracias do mundo. Lembro que existe na imprensa um segmento especializado em fazer document\u00e1rios, livros, filmes e trabalhos cient\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>Defendo que a imprensa precisa pressionar os governos estaduais e federal a montarem delegacias especializadas para tratar unicamente destes tipos de crimes. Estou partindo do princ\u00edpio de que os governos t\u00eam a responsabilidade de manter uma porta onde os parentes das v\u00edtimas possam bater e ouvir de uma autoridade em que p\u00e9 est\u00e3o as investiga\u00e7\u00f5es sobre o seu caso. O dia a dia dos parentes dessas v\u00edtimas \u00e9 muito tenso. Eles vivem na esperan\u00e7a de que em algum momento o desaparecido entrar\u00e1 pela porta de&nbsp;casa. Em datas festivas, como o Natal, os parentes s\u00e3o tomados por uma enorme ang\u00fastia. J\u00e1 trabalhei em v\u00e1rios casos como os da professora Cl\u00e1udia e da comerciante Sirlene. Eles seguem um roteiro conhecido h\u00e1 muitos anos por jornalistas e policiais. Se o caso n\u00e3o \u00e9 resolvido nas primeiras 72 horas, mesmo que seja manchete dos jornais, eles come\u00e7am a caminhar rumo \u00e0 gaveta dos insol\u00faveis. H\u00e1 v\u00e1rios motivos para que isso aconte\u00e7a, vou citar tr\u00eas que considero os mais relevantes. O primeiro \u00e9 que as pistas come\u00e7am a desaparecer. O segundo \u00e9 o enorme volume de trabalho das delegacias, que n\u00e3o permite destacar uma equipe exclusiva para resolver uma \u00fanica ocorr\u00eancia. Geralmente, as equipes trabalham de maneira simult\u00e2nea em diversos casos. E os n\u00e3o resolvidos v\u00e3o sendo empurrados para as gavetas ao natural. E, por \u00faltimo, o empurr\u00e3o definitivo rumo \u00e0s gavetas do esquecimento: o caso deixa de ser not\u00edcia nos jornais.<\/p>\n\n\n\n<p>Para arrematar a nossa conversa. Faz parte da lida do rep\u00f3rter n\u00e3o deixar passar uma oportunidade de lembrar as autoridades que elas devem explica\u00e7\u00e3o para as pessoas. Fato \u00e9 que n\u00e3o existe nada mais cruel do que n\u00e3o saber o destino de um familiar. O caso da professora Cl\u00e1udia, da UFPel, ainda tem pistas que merecem a aten\u00e7\u00e3o dos investigadores. Principalmente as ligadas \u00e0s \u00faltimas horas conhecidas da professora no dia do seu desaparecimento. H\u00e1 detalhes importantes que precisam ser revistos, como o resultado da per\u00edcia do lixo da casa. No caso da comerciante Sirlene e do seu filho Gabriel existem pelo menos duas pessoas ouvidas na ocasi\u00e3o que uma nova leitura nos seus depoimentos pode ajudar a reconstituir detalhes interessantes. Aprendi com um t\u00e9cnico que trabalhou muitos anos com per\u00edcia criminal que rever as provas de um caso \u00e9 importante porque muitas vezes existem entre elas detalhes que podem ter passado despercebidos ao primeiro olhar do investigador. Nestes detalhes pode estar o esclarecimento do crime. Ou simplesmente uma pista que merece ser melhor avaliada. O mundo da investiga\u00e7\u00e3o, seja policial, jornal\u00edstica ou cientifica, \u00e9 sempre uma caixinha de surpresas, como diz o jarg\u00e3o do futebol. Remexer casos como os da professora Cl\u00e1udia e da comerciante Sirlene e seu filho Gabriel \u00e9 um bom exerc\u00edcio para os rep\u00f3rteres nas reda\u00e7\u00f5es. E para os professores das faculdades de jornalismo \u00e9 uma oportunidade de investir no aprimoramento das t\u00e9cnicas investigativas dos seus alunos. Um bom come\u00e7o \u00e9 revisar tudo que publicamos sobre estes dois casos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Certa vez ouvi de um delegado da Pol\u00edcia Civil ga\u00facha uma explica\u00e7\u00e3o sobre crimes insol\u00faveis que nunca mais esqueci e sempre repito quando tenho oportunidade. Ele disse: \u201cN\u00e3o existe crime insol\u00favel. Existe crime mal investigado\u201d. 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