{"id":8951,"date":"2024-12-06T10:32:45","date_gmt":"2024-12-06T13:32:45","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=8951"},"modified":"2024-12-06T10:32:45","modified_gmt":"2024-12-06T13:32:45","slug":"o-legado-da-era-dos-jornaleiros-que-gritavam-as-manchetes-nas-esquinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/12\/06\/o-legado-da-era-dos-jornaleiros-que-gritavam-as-manchetes-nas-esquinas\/","title":{"rendered":"O legado da era dos jornaleiros que gritavam as manchetes nas esquinas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"290\" height=\"174\" data-attachment-id=\"8952\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/12\/06\/o-legado-da-era-dos-jornaleiros-que-gritavam-as-manchetes-nas-esquinas\/jornaleirogrito5000\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jornaleirogrito5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"290,174\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"jornaleirogrito5000\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jornaleirogrito5000.jpeg?fit=290%2C174&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/jornaleirogrito5000.jpeg?resize=290%2C174&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-8952\" style=\"width:663px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A precariza\u00e7\u00e3o do trabalho do rep\u00f3rter facilita o avan\u00e7o\u00a0das\u00a0fake\u00a0news Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Carrego v\u00e1rios orgulhos na minha carreira de rep\u00f3rter. Um deles \u00e9 muito especial e o guardo l\u00e1 no fundo do cora\u00e7\u00e3o. E lembro sempre que tenho dificuldade na apura\u00e7\u00e3o de uma reportagem. \u00c9 o de ter iniciado na lida convivendo com o pessoal que atava os pacotes de jornais nas esteiras das m\u00e1quinas rotativas e os que entregavam os exemplares nas bancas de revista (locais de venda) e para os jornaleiros, como eram chamados os jovens que no raiar do dia gritavam as manchetes pelas esquinas das cidades. Na \u00e9poca, d\u00e9cada de 70, essas tarefas estavam a cargo do ent\u00e3o Departamento de Circula\u00e7\u00e3o e a receita dos jornais dependia da venda avulsa dos exemplares. Lembro-me das vezes que os donos das bancas pegavam o jornal, liam a manchete e diziam: \u201cN\u00e3o vende nem para a m\u00e3e de quem fez o t\u00edtulo\u201d. Tudo mudou com a estrutura\u00e7\u00e3o e a moderniza\u00e7\u00e3o dos departamentos de assinaturas. Logo que come\u00e7ou a ganhar corpo a venda por assinatura, entre o pessoal que trabalhava na circula\u00e7\u00e3o as conversas misturavam m\u00e1goa e ressentimento pelo fim de uma era no jornalismo. Gravei na mente um coment\u00e1rio que ouvi: \u201cAgora os jornais j\u00e1 nascem vendidos\u201d. Ou seja. N\u00e3o era mais necess\u00e1rio ter uma boa manchete para brigar pelo leitor.<\/p>\n\n\n\n<p>Fui testemunha desta hist\u00f3ria. Trabalhava na circula\u00e7\u00e3o do Coojornal, um jornal mensal da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre que fazia parte da imprensa alternativa, como eram chamadas as publica\u00e7\u00f5es que faziam oposi\u00e7\u00e3o aos militares que tomaram o governo do pa\u00eds com o golpe de estado de 1964. Comecei a trabalhar em reda\u00e7\u00e3o em 1979, e o que aprendi na circula\u00e7\u00e3o influenciou muito o meu perfil de rep\u00f3rter. Sempre que sento para escrever uma mat\u00e9ria come\u00e7o me perguntando: o que o leitor quer saber sobre o assunto? Contei essa hist\u00f3ria para puxar um assunto que considero deve ser melhor esmiu\u00e7ado pelos jornalistas, que s\u00e3o as not\u00edcias colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos leitores gratuitamente nos sites dos jornais e os conte\u00fados que s\u00f3 podem ser acessados pelos assinantes. Iniciaremos a conversa com uma imagem que simboliza a era da venda avulsa do jornal de papel. Um pessoa com uns poucos \u201cpilas\u201d no bolso, como era apelidada a moeda nacional, podia comprar na rua o seu exemplar do jornaleiro. Antes de seguir em frente com a conversa vou contar uma hist\u00f3ria que me aconteceu. Na d\u00e9cada de 60, eu era guri e morava em Encruzilhada do Sul, cidade na Serra do Sudeste, no interior ga\u00facho, onde a \u00e1gua congela nos canos no inverno. Pedi para a minha m\u00e3e, dona Loni, que comprasse um jornal. N\u00f3s \u00e9ramos uma fam\u00edlia pobre. Dias depois, ela apareceu com um jornal e me entregou. Olhei a data na capa e reclamei: \u201cMas \u00e9 da semana passada\u201d. Ela perguntou: \u201cJ\u00e1 leu?\u201d. Respondi: \u201cN\u00e3o\u201d. Ela me olhou e disse: \u201cEnt\u00e3o \u00e9 novidade pra ti.\u201d Fiquei quieto e fui ler o jornal. De certa maneira, dona Loni estava com a raz\u00e3o, porque na \u00e9poca a circula\u00e7\u00e3o das not\u00edcias era lenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando as novas tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o como a internet, os celulares, as TVs a cabo e toda a parafern\u00e1lia de redes sociais se instalaram no Brasil, j\u00e1 encontram organizados e funcionando a todo vapor os sistemas de assinaturas nas empresas de comunica\u00e7\u00e3o. Nos dias atuais, para ter acesso ao jornal digital \u00e9 necess\u00e1rio fazer uma assinatura, como tamb\u00e9m ocorre com a TV a cabo e as in\u00fameras e diferentes plataformas de comunica\u00e7\u00e3o. Hoje uma not\u00edcia circula o mundo ao apertar um bot\u00e3o no teclado de um computador ou celular. Bem diferente da \u00e9poca que eu pedi um jornal para a dona Loni. Atualmente, as reda\u00e7\u00f5es s\u00e3o abastecidas por uma enxurrada cont\u00ednua de informa\u00e7\u00f5es que chegam de todos os cantos do planeta. E as distribuem para os seus leitores, que se dividem em dois grupos: os assinantes e os n\u00e3o assinantes, sendo que estes \u00faltimos t\u00eam acesso somente aos chamados notici\u00e1rios abertos. Qual \u00e9 a diferen\u00e7a dos conte\u00fados distribu\u00eddos para os dois p\u00fablicos? N\u00e3o \u00e9 a qualidade, mas a quantidade. Nos notici\u00e1rios gratuitos h\u00e1 escassez de not\u00edcias. E nos dispon\u00edveis aos assinantes encontra-se uma enxurrada de repetidas not\u00edcias velhas misturadas com novas. Essa mistura \u00e9 jogada na cara do leitor sem maiores explica\u00e7\u00f5es. Aqui h\u00e1 um problema que poucos leitores conhecem. Nas reda\u00e7\u00f5es, os jornalistas trabalham para os dois tipos de leitores. E por conta das demiss\u00f5es em massa que aconteceram e ainda acontecem os rep\u00f3rteres recebem um dos mais baixos sal\u00e1rios da hist\u00f3ria da categoria. Os que est\u00e3o atualmente nas reda\u00e7\u00f5es t\u00eam uma enorme carga de trabalho produzindo textos, fotos, v\u00eddeos e \u00e1udios. O mesmo acontece com os comentaristas pol\u00edticos, econ\u00f4micos e esportivos. N\u00e3o tem como exigir desses profissionais uma qualidade no trabalho. Para apurar as informa\u00e7\u00f5es o rep\u00f3rter precisa de tempo. E tempo \u00e9 tudo que n\u00e3o existe mais nas reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A consequ\u00eancia da precariza\u00e7\u00e3o do trabalho do rep\u00f3rter foi a facilita\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o das m\u00e1quinas de fake news, especialmente as montadas pela extrema direita, que inundam as redes sociais e outros meios de comunica\u00e7\u00e3o. Para arrematar a nossa conversa. Uma situa\u00e7\u00e3o ideal seria a que todos os leitores tivesse acesso a todos os conte\u00fados produzidos pelos jornalistas. A realidade econ\u00f4mica os dividiu entre assinantes e n\u00e3o assinantes. Criado uma situa\u00e7\u00e3o que merece ser refletida pelos jornalistas. Tenho 74 anos, quatro d\u00e9cadas na lida de rep\u00f3rter, aprendi que \u00e9 besteira dizer que antigamente se fazia um jornalismo de melhor qualidade que o dos dias atuais, ou que hoje \u00e9 melhor que nos tempos das m\u00e1quinas de escrever nas reda\u00e7\u00f5es. Cada \u00e9poca tem os seus desafios a serem vencidos. E os rep\u00f3rteres sempre foram muito bons de briga.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carrego v\u00e1rios orgulhos na minha carreira de rep\u00f3rter. Um deles \u00e9 muito especial e o guardo l\u00e1 no fundo do cora\u00e7\u00e3o. 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