{"id":9087,"date":"2024-12-27T07:42:55","date_gmt":"2024-12-27T10:42:55","guid":{"rendered":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/?p=9087"},"modified":"2024-12-27T07:42:55","modified_gmt":"2024-12-27T10:42:55","slug":"obras-das-enchentes-aumentam-o-risco-de-viajar-a-noite-nas-estradas-gauchas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/12\/27\/obras-das-enchentes-aumentam-o-risco-de-viajar-a-noite-nas-estradas-gauchas\/","title":{"rendered":"Obras das enchentes aumentam o risco de viajar \u00e0 noite nas estradas ga\u00fachas"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"267\" height=\"189\" data-attachment-id=\"9088\" data-permalink=\"https:\/\/carloswagner.jor.br\/blog\/2024\/12\/27\/obras-das-enchentes-aumentam-o-risco-de-viajar-a-noite-nas-estradas-gauchas\/viagemnoturnabr386\/\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/viagemnoturnabr386.jpeg?fit=267%2C189&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"267,189\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"viagemnoturnabr386\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/viagemnoturnabr386.jpeg?fit=267%2C189&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/carloswagner.jor.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/viagemnoturnabr386.jpeg?resize=267%2C189&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-9088\" style=\"width:513px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imprensa deve alertar que a viagem de carro das f\u00e9rias da fam\u00edlia pode ser uma trag\u00e9dia\u00a0anunciada Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A imprensa, em particular a do Rio Grande do Sul, deveria refor\u00e7ar nos seus notici\u00e1rios a recomenda\u00e7\u00e3o para que as fam\u00edlias em f\u00e9rias evitem viajar \u00e0 noite pelas estradas ga\u00fachas. H\u00e1 muitas obras em andamento por conta dos estragos causados \u00e0s pistas, pontes e outras obras rodovi\u00e1rias pelas tr\u00eas enchentes, duas em 2023 e a \u00faltima em maio de 2024, que atingiram 471 dos 497 munic\u00edpios do Estado, deixando 183 mortos, 27 desaparecidos e muitos estragos \u00e0 infraestrutura. De uma maneira geral, as obras est\u00e3o bem sinalizadas. O problema n\u00e3o \u00e9 a sinaliza\u00e7\u00e3o. Mas o fato que a maioria das rodovias federais e estaduais s\u00e3o de m\u00e3o simples e, portanto, exigem do motorista muito cuidado. Um erro pode ser fatal. Uma coisa \u00e9 transitar durante o dia e outra, \u00e0 noite. De dia, as obras s\u00e3o vistas de longe e o condutor tem tempo de se organizar, olhar pelo retrovisor e diminuir a velocidade com seguran\u00e7a. \u00c0 noite, s\u00f3 ver\u00e1 a obra quando a sinaliza\u00e7\u00e3o refletir a luz dos far\u00f3is. Este \u00e9 o nosso assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Caiu a minha ficha sobre os riscos de viajar \u00e0 noite nas estradas ga\u00fachas na \u00faltima segunda-feira (23). Sai da Capital no final da tarde rumo \u00e0 regi\u00e3o de Sarandi, um percurso de 350 quil\u00f4metros, a maior parte pela BR-386, rodovia se estende por 600 quil\u00f4metros, ligando a Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre \u00e0s cidades do noroeste do Rio Grande do Sul e o oeste de Santa Catarina. Em n\u00fameros redondos, 50% da estrada \u00e9 concedida a empresas particulares, que cobram ped\u00e1gio, e o restante \u00e9 administrado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), uma autarquia federal. De Canoas, na Regi\u00e3o Metropolitana, a Estrela, no Vale do Taquari, ao lado de Lajeado, a rodovia tem m\u00e3o dupla, portanto n\u00e3o apresenta tantos riscos. Os problemas come\u00e7am a partir de Estrela, onde cheguei no in\u00edcio da noite. A come\u00e7ar pelas pontes sobre o Rio Taquari e o Arroio Boa Vista, que foram severamente atingidas pelas enchentes. As obras de restaura\u00e7\u00e3o ainda est\u00e3o em andamento e os ve\u00edculos passam por corredores estreitos, sinalizados com cones e luzes, o que facilita um pouco a vida do motorista. Depois das pontes, segue-se um trecho em obras de duplica\u00e7\u00e3o da rodovia de aproximadamente 20 quil\u00f4metros, entre Lajeado e Marques de Souza, pequena cidade agr\u00edcola. Parte da obra est\u00e1 conclu\u00edda e outra, n\u00e3o. Quem n\u00e3o conhece o trecho pode ter problemas caso n\u00e3o fique atento \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o. Chega-se, ent\u00e3o, \u00e0 Serra de Soledade, uma subida de sete quil\u00f4metros, sem grandes problemas porque naquele ponto a estrada \u00e9 larga e bem iluminada. O grande rolo vem a seguir: os 59 quil\u00f4metros entre Pouso Novo, que fica no cume da serra, e a cidade de Soledade. A uns poucos quil\u00f4metros da \u00e1rea urbana de Pouso Novo uma encosta da montanha cedeu durante as chuvas e levou junto um peda\u00e7o da BR-386. Os trabalhos de reconstru\u00e7\u00e3o ainda est\u00e3o em andamento. Logo adiante, come\u00e7am os canteiros de obras de duplica\u00e7\u00e3o em tr\u00eas trechos. Era noite alta quando passei por ali. Parecia que estava dirigindo em um videogame, porque o caminho est\u00e1 todo sinalizado com cones que refletem a luz dos far\u00f3is dos carros. O meu grande medo era que algum desavisado vindo em sentido contr\u00e1rio ao meu entrasse no corredor errado e acab\u00e1ssemos colidindo de frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Sou um velho rep\u00f3rter, 74 anos, trabalhei em reda\u00e7\u00e3o de 1979 a 2014 e atualmente escrevo livros-reportagem e discuto o futuro da nossa profiss\u00e3o em palestras pelo interior do Brasil. Passei boa parte da vida na estrada. Portanto, sei farejar o perigo. Esta hist\u00f3ria que estou contando pode ser uma trag\u00e9dia anunciada, caso a imprensa n\u00e3o fa\u00e7a o alerta sobre o perigo das obras nas rodoviais ga\u00fachas. Lembro o seguinte. Sei que durante as f\u00e9rias, al\u00e9m das costumeiras viagens ao litoral, tamb\u00e9m \u00e9 intenso o movimento de fam\u00edlias entre o Rio Grande do Sul e as cidades povoadas pelos ga\u00fachos nas chamadas fronteiras agr\u00edcolas (oeste catarinense e paranaense e estados do Centro-Oeste e do Norte). \u00c9 comum viajarem \u00e0 noite para visitar os parentes. Por ser rep\u00f3rter, tenho uma rede grande de contatos nos quatro cantos do Brasil. Antes de escrever este texto liguei para alguns colegas e falamos sobre o assunto. Fui alertado que existe a expectativa de acontecer, neste ver\u00e3o, uma significativa vinda de argentinos, uruguaios e paraguaios para o litoral de Santa Catariana por conta da desvaloriza\u00e7\u00e3o do real perante o d\u00f3lar americano. A maioria das rotas de argentinos, uruguaios e chilenos para o litoral catarinense passa pelas estradas ga\u00fachas, em especial as BR-290 e BR-386. Grande parte desses turistas viaja \u00e0 noite. Conversei com outro colega, este de Santa Rita, cidade agr\u00edcola de 38 mil habitantes no departamento (estado) do Alto Paran\u00e1, no Paraguai. A maioria da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de agricultores ga\u00fachos e seus descendentes. Ele disse que \u00e9 tradi\u00e7\u00e3o as fam\u00edlias visitarem, no final do ano, os seus parentes no interior ga\u00facho e depois viajaram para o litoral de Santa Catarina. J\u00e1 fiz reportagem sobre o assunto. Sei que nos dias atuais as empresas de comunica\u00e7\u00e3o trabalham com pequenos efetivos de rep\u00f3rteres em campo. A maioria deles fazendo textos, fotos, v\u00eddeos e sonoras para todas as plataformas de comunica\u00e7\u00e3o. Portanto, n\u00e3o t\u00eam tempo de \u201ccavar pautas\u201d, limitando-se a fazer somente \u201co arroz com feij\u00e3o\u201d que editor pede. Mas \u00e9 o seguinte. O perigo de transitar \u00e0 noite nas estradas ga\u00fachas precisa estar entre as pautas priorit\u00e1rias. Por qu\u00ea? Simples, se os jornalistas n\u00e3o falarem sobre o assunto ningu\u00e9m vai lembrar que o perigo existe. E ele existe, podem acreditar, eu vi.<\/p>\n\n\n\n<p>Na lida de rep\u00f3rter aprendi que, na pr\u00e1tica, os assuntos s\u00f3 viram prioridade na pauta depois das trag\u00e9dias. Digo que as novas tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o nos permite, nos dias atuais, detectar as trag\u00e9dias antes que elas ocorram. Hoje, o jornalismo tradicional disputa espa\u00e7o entre os leitores com as f\u00e1bricas de fake news. Mas apenas o jornalismo profissional tem tecnologia para usar os dados que permitem antever uma trag\u00e9dia, se nada for feito. As reda\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem deixar passar esta oportunidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A imprensa, em particular a do Rio Grande do Sul, deveria refor\u00e7ar nos seus notici\u00e1rios a recomenda\u00e7\u00e3o para que as fam\u00edlias em f\u00e9rias evitem viajar \u00e0 noite pelas estradas ga\u00fachas. 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